segunda-feira, julho 30, 2007

The Police, O Regresso (2)


The Police, o Regresso (2)

A banda britânica regressou à estrada, após 20 anos de ausência.

No próximo dia 25 de Setembro de 2007, os Police vão actuar no Estádio Nacional, em Lisboa.

O regresso à estrada do trio de Sting, Andy Summers e Stewart Copeland, celebra os 30 anos de carreira da banda.

Esta já é considerada a tourneé mais bem sucedida do ano. Grande parte das datas já anunciadas já estão esgotadas. A digressão começou no dia 27 de Maio, em Vancouver, no Canadá.

Depois da digressão pelos EUA, The Police voltam-se para a Europa, para cumprir uma agenda de concertos que contempla as principais cidades do velho continente.

A tourneé europeia arranca em Estocolmo, a 29 de Agosto. No mês seguinte, a banda estará no Estado Nacional, para aquele que será o concerto do ano em Portugal.

O preço dos bilhetes varia entre os 55 e os 95 €.

Mais em:

http://www.thepolicetour.com

Ressano Garcia, Moçambique

Vila moçambicana localizada na fronteira com a África do Sul, a dois passos de Komatipoort e do Parque Nacional Kruger – santuário sul-africano para a vida selvagem.

Esta vila encontra-se localizada a cerca de 120 km do Maputo. Local de passagem de pessoas e bens, numa fronteira, desde sempre viva e dinâmica. Placa giratória dos mineiros moçambicanos, a caminho da África do Sul.



Por aqui passa o caminho-de-ferro, numa das linhas mais antigas de África e objecto de reestruturação e modernização, por parte dos Caminhos de Ferro de Moçambique, obras que tem sido subvencionadas pelos governos sul africano, moçambicano e com apoios internacionais.


Por perto encontram-se os imponentes Montes Libombos e o Rio Incomati.

Os montes Libombos (Lebombo em inglês) são uma cordilheira vulcânica que se estende entre as províncias sul-africanas de KwaZulu-Natal e de Limpopo, atravessando a Suazilândia na sua parte oriental, dando nome ao distrito de Lubombo e dando o aspecto montanhoso dos distritos vizinhos moçambicanos da Namaacha e da Moamba, junto à fronteira com a África do Sul, numa extensão de cerca de 800 km.

No Rio Incomati é possível admirar os perigosos crocodilos do Nilo e os pachorrentos hipopótamos.

O rio Komati, ou Incomati em português, nasce na província sul-africana de Mpumalanga. Discorre para o leste, descendo por uma planície cortando um vale de 900 metros de profundidade no noroeste da Suazilândia antes de atingir a Cordilheira dos Montes Libombos. Neste ponto se une ao Rio Crocodilo e corta outro vale - o de Komatipoort, de 210 metros de profundidade - através dos Libombos. Atravessa a fronteira de Moçambique em Ressano Garcia e desemboca ao Oceano Índico na parte norte da Baía de Maputo.

Texto - Mário Nunes


sábado, julho 28, 2007

Não Deixem Morrer os Sonhos


Não Deixem Morrer os Sonhos

"Morre lentamente quem não viaja, quem não lê, quem não ouve música, quem destrói o seu amor-próprio, quem não se deixa ajudar.

Morre lentamente quem se transforma escravo do hábito, repetindo todos os dias o mesmo trajecto, quem não muda as marcas no supermercado, não arrisca vestir uma cor nova, não conversa com quem não conhece.

Morre lentamente quem evita uma paixão, quem prefere o "preto no branco" e os "pontos nos is" a um turbilhão de emoções indomáveis, justamente as que resgatam o brilho nos olhos, sorrisos, corações aos tropeções, sentimentos.

Morre lentamente quem não vira a mesa quando está infeliz no trabalho, quem não arrisca o certo pelo incerto para ir atrás de um sonho, quem não se permite, uma vez na vida, fugir dos conselhos sensatos.

Morre lentamente quem passa os dias queixando-se da má sorte ou da chuva incessante, desistindo de um projecto antes de iniciá-lo, não tentando um assunto que desconhece e não respondendo quando lhe indagam o que sabe.

Evitemos a morte em doses suaves, recordando sempre que estar vivo exige um esforço muito maior do que o simples acto de respirar.

Estejamos vivos, então!"

Pablo Neruda

Enviado pela Gabriela

quarta-feira, julho 25, 2007

Roma Eterna, Robert Silverberg (2)

Imagem: The Portugal Digital Journal

Como seria o mundo se o Império Romano nunca tivesse terminado? Pela violência, terror e pela força de vontade indómita, os exércitos romanos dominam o mundo e esmagam os oponentes.

Um dos grandes autores de ficção científica responde a esta questão com um brilhante exercício de reinvenção da História.

A acção de Roma Eterna principia em 528 d.C., o Império Romano continua existindo. Os imperadores travaram as invasões bárbaras, o Cristianismo e o Islão não passaram de uma anedota sem importância e a civilização fala latim.

Em dez capítulos, que abarcam desde 528 d.C. a 1969, Silverberg reconstrói esta historia alternativa de uma Roma esplêndida e cruel que se lança na conquista do mundo e no final empreende a grande aventura da conquista do espaço.




Desde o reinado de Maximiliano, o Grande, em 1203 A.U.C., Roma floresce e debate-se com uma miríade de intrigas sangrentas e soberanos corruptos que põem em risco o império.


Rebeliões e inimigos conhecem um triste fim em vários pontos do globo. Maomé é assassinado antes de o seu pensamento se enraizar. Os Maias, no México, são subjugados pelas forças invasoras do Imperador Trajano VII.


Porém, um povo sofredor acalenta um sonho. No ano 2723 A.U.C., uma ténue esperança assoma com o advento de uma extraordinária tecnologia. Para a intrépida tribo de Hebreus, aproxima-se o dia em que escaparão à eterna opressão de Roma... o dia do Grande Êxodo, em que as naves que construíram em segredo os transportarão para as estrelas.


Uma viagem pelo Império Romano ao longo de séculos de dominação romana, uma incursão por guerras civis, assassinatos políticos, loucura e perversão. Um retrato de um império grandioso que luta pela sobrevivência.

Silverberg havia publicado alguns dos capítulos deste livro na revista Asimov's Science Fiction entre 1989 e 2003.

Roma Eterna, de Robert Silverberg, editado pela Europa América, (preço, o senão, deste maravilhoso livro, 25,20 €).

Texto: Mário Nunes

terça-feira, julho 24, 2007

Tower of Glass – A Torre de Vidro, de Robert Silverberg e Burj Dubai

«Simeon Krug tem uma obsessão: construir uma torre com um km de altura para conseguir responder á voz que vem do espaço. Os instrumentos para o seu projecto são os andróides, seres que ele próprio criou à imagem do homem e dotados mesmo de aspecto humano.

E os andróides tem uma grande aspiração: tornarem-se homens de carne e osso. E já que tomaram Krug por seu Deus, pensam que dele lhes deve vir a palavra, que opera a transformação.

Mas Krug não é Deus… e seria preciso um Deus para poder controlar as terríveis emoções que Krug desencadeou…»

A Torre de Vidro, de Robert Silverberg, colecção Ficção Científica, da Livros de Bolso Europa América


Burj Dubai

O Burj Dubai (em árabe: برج دبي, que quer dizer Torre de Dubai) é um arranha-céus em construção na cidade do Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. Acredita-se que este edifício terá aproximadamente 800 metros de altura, o que o fará dele o arranha-céus mais alto do mundo. O términos da sua construção está previsto para 2009, e seu custo estimado é de oito biliões de dólares.

O Burj Dubai foi desenhado por Skidmore, Owings e Merrill, que também desenharam as Sears Tower, em Chicago e a Freedom Tower, em Nova Iorque, entre outros famosos edifícios. O seu interior será decorado por Giorgio Armani. Um Hotel Armani (o primeiro deste tipo) vai ocupar os primeiros 37 andares. Do 45º ao 108º andar haverá cerca de 700 apartamentos privados em 64 andares (que, segundo o responsável, foram vendidos em oito horas). As corporações e as suites completarão a maior parte dos andares restantes. Também deverá ter o elevador mais rápido, a 18 m/s (65 km/h, 40 mph). Actualmente, o elevador mais rápido do mundo encontra-se no Taipei 101, Taipei, Taiwan, a 16,83 m/s (60,6 km/h, 37,5 mph).

O Burj Dubai deverá incluir 30 mil residências, nove hotéis, seis acres de parque, dezanove torres residenciais e doze hectares do ao redor. Quando completa, a torre vai cobrir uma área total de dois milhões de m² de desenvolvimento.

Não foi preciso esperar até 2218… Para ser construído um edifício com quase 1.000 metros de altura!

Onde a realidade se mistura com a ficção e esta com a realidade...


Sobre Robert Silverberg

Robert Silverberg nasceu a 15 de Janeiro de 1935, em Brooklyn, New York.

Um leitor voraz desde a infância. Cedo começou a escrever histórias de ficção científica. Acabou o curso de Literatura Inglesa em 1956 na universidade de Colômbia, com um A.B..

Nesse mesmo ano ganhou um prémio Hugo, atribuído ao mais novo escritor de ficção de então.

Nos quatro anos seguintes escreveu um milhão de palavras por ano…

Em 1959, o mercado de ficção científica desmoronou-se…

Era tempo da caça às bruxas nos EUA!

Entre 1959 e 1969, Silverberg escreve outras obras de não ficção, para poder subsistir.

Em 1969, "Nightwings" ganhou o Hugo como a melhor novela. Desde então para cá tem coleccionado prémios Hugo e Nebulla. E os seus livros têm sido um sucesso no mercado anglo-saxónico.

Por cá, a Livros do Brasil através da Argonauta e a Europa América (A Europa-América teve mais outra colecção de ficção científica denominada Nébula), através da colecção de FC publicaram algumas das suas obras, mas para variar as colecções saíram dos escaparates ou saem a espaços, o mercado é pequeno dizem os editores e se quisermos lermos Ficção Científica, só na língua original, em inglês!

No mercado existem outras pequenas editoras, que vão aproveitando os pequenos nichos deste e de vez em quando trazem-nos agradáveis surpresas.

A Editorial Caminho teve também uma boa colecção de policiais e de ficção científica, da qual falarei noutro dia. Subsistem a espaços no mercado livreiro algumas obras de Fantasia, dos autores de momento que nada tem a ver com FC.

E depois dizem que em Portugal se lê muito pouco, que não há hábitos de leitura!



Roma Eterna, de 2003, da Minotauro e da Europa América

Bibliografia




Pequenas Histórias

  • Collecting Team (December 1956)
  • Lest We Forget Thee Earth (1958, as Calvin M. Knox)
  • The Calibrated Alligator (1969)
  • Dimension Thirteen (1969)
  • The Cube Root of Uncertainty (1970)
  • Moonferns & Starsongs (1971)
  • The Reality Trip and Other Implausibilities (1972)
  • Sunrise On Mercury (1975)
  • The Best of Robert Silverberg (1976)
  • The Shores of Tomorrow (1976)
  • Capricorn Games (1979)
  • World of a Thousand Colors (1982)
  • Beyond the Safe Zone (1986)
  • The Conglomeroid Cocktail Party (1984)
  • Foundation's Friends (1989; contributed one story)
  • The Collected Stories of Robert Silverberg: Secret Sharers (1992)
  • War of the Worlds: Global Dispatches (1996; contributed one story)
  • Phases of the Moon (2004)
  • In the Beginning (2006)
  • To Be Continued (2006)

Antologias

Não Ficção

  • Lost Cities and Vanished Civilizations (1962)
  • The Great Wall of China (1965)
  • The Crusades (1965, as Franklin Hamilton)
  • Light for the World: Edison and the Power of Electricity (1967)
  • Men Against Time: Salvage Archaeology in the United States (1967)
  • The Morning of Mankind: Prehistoric Man in Europe (1967)
  • The Search for Eldorado (1967, as Walker Chapman)
  • Sophisticated Sex Techniques in Marriage (1967, as L.T. Woodward)
  • The World of the Rain Forests (1967)
  • Four Men Who Changed the Universe (1968)


Anoitecer/Nightfall, de parceria com Isaac Asimov (responsável por alguns conceitos de robótica), cientista e um dos maiores escritores de FC, entretanto já desaparecido. Livro disponível em português

  • Ghost Towns of the American West (1968)
  • Mound Builders of Ancient America: The Archaeology of a Myth (1968)
  • Sam Houston (1968, as Paul Hollander)
  • The South Pole: A Book to Begin On (1968, as Lee Sebastian)
  • The Stolen Election: Tilden vs. Hayes, 1876 (as Lloyd Robinson)
  • Stormy Voyager (1968)
  • Mound-Builders of Ancient America (1968)
  • The Challenge of Climate: Man and His Environment (1969)
  • Clocks for the Ages: How Scientists Date the Past (1971)
  • Into Space: A Young Person's Guide to Space Exploration (1971)
  • To the Western Shore: Growth of the United States (1971)
  • John Muir, Prophet Among the Glaciers (1972)
  • The Realm of Prester John (1972)
  • The World Within the Ocean Wave (1972)
  • The World Within the Tide Pool (1972)
  • Drug Themes in Science Fiction (1974)
  • The Science Fiction Hall of Fame Volume One, 1929–1964

Links

segunda-feira, julho 23, 2007

Deus Ex – Invisible War – Guerra Invisível


Não espere ter a opção de escolher entre o bem e o mal.

Bem vindos a um mundo de conspiração e mentiras…

Após, a Grande Crise Económica, conhecida como o Colapso, já passaram 70 anos. O mundo está em guerra e o terrorismo é a arma de eleição. Não existem aliados claros e os inimigos são vários.

Quando um ataque arrasa Chicago, terão de tomar escolhas importantes: em quem devem confiar? Contra quem devem lutar? Todas as decisões que tomem afectam o resultado e criam uma experiência de jogo única.

Múltiplas soluções fornecem várias maneiras de jogar. Utilizem acção, armas, aventura e manobras furtivas para completarem as missões e experimentarem o mundo único de Deus Ex.

Múltiplos cenários passando por Seattle, Cairo, Antárctida e Nova Iorque…

Armas Biológicas, Cinzentos, Cyborgs, Nanotecnologia,…

O Futuro é já hoje e qualquer semelhança com a realidade é pura coincidência.

Ficção!?

Quem disse…

O que estará para vir e que armas estarão a ser experimentadas?

Muito para além da nossa imaginação…

Calma, trata-se de um mero jogo de computador.

Após, o lançamento pela Eidos há 7 anos de Deus Ex, a BGamer, excelente revista portuguesa de videojogos traz-nos este mês, a continuação de Deus Ex, Deus Ex – Invisible War, RPG de acção de 2004, por 4,99 €.

http://www.eidosinteractive.co.uk/gss/dxiw/

domingo, julho 22, 2007

Verão...


É tempo de ir a banhos, de retemperar energias…

À beira mar, mergulhar no azul, espreguiçar na areia, dormir até às quinhentas….

É tempo de esquecermos o dia-a-dia e os incompetentes que nos governam…

… De mergulharmos a cabeça, na água gelada do mar, porque isto não está para brincadeiras, as praias estão vazias e os restaurantes também…

Estranho mês de Julho e o Sol teima em não aparecer e há quem diga que a economia está a crescer…

… Mas aonde é que eu ia…

… Sentir a maresia e a água do mar…

É tempo de deixar escoar o tempo e aguardar que a Fénix, que há em nós, acorde, renascida das cinzas e cheia de força, para mais um ano de combate!

Enganei-me, para mais, um ano de trabalho…

Texto e Foto – Mário Nunes

segunda-feira, julho 09, 2007

Jean Giraud, Gir ou aliás Moebius…


Jean Giraud nasceu em Paris, no dia 8 de Maio de 1938. Seus pais divorciaram-se três anos depois e Giraud (mais tarde também conhecido como Gir ou Moebius) foi morar com os avós maternos, com quem passa a sua infância em Fontenay-sous-Bois, no subúrbio Leste de Paris.

Cedo, Giraud teve contacto com os grandes ilustradores da década de cinquenta, como Gustave Dore e, também, com as histórias em quadradinhos publicadas nos jornais.


Tenente Blueberry


Aos 16 anos, iniciou o curso técnico na Escola de Artes Aplicadas de Paris. Nesse mesmo ano produziu a sua primeira tira de quadradinhos: uma cowboiada denominada «Les Aventures de Franck et Jéremie», para a revista Far West, uma das muitas revistas editada pela Marijac e conheceu Jean-Claude Mézières, outro fã de histórias em quadradinhos, que lhe abriu as portas para a publicação católica «Coeurs Vaillants», onde ele ilustrou várias histórias didácticas e realistas. Dois anos depois foi convocado pelo exército, onde continuou a desenhar para a revista militar 5/5.

Dispensado em 1960, Giraud tornou-se assistente de Joseph Gillain (Jijé) na série de cowboys, Jerry Spring. Como ele mesmo admite, esta provou ser a melhor escola de arte que já frequentou. Em 1961, parou de trabalhar com Jijé e começou a ilustrar a História das Civilizações, uma publicação do Estúdio Hachette, onde ficou até 1963, quando criou (com o roteirista Jean-Michel Charlier) uma série de cowboys chamada Fort Navajo, publicada na revista Pilote, que, no seguinte, mudou de título: Lieutenant Blueberry – Tenente Blueberry.

Em 1963, colabora na revista de humor Hara-Kiri, onde publicou as suas primeiras histórias com o pseudónimo de Moebius. Estas tiras foram publicadas em Portugal, pela revista Tintim, reunidos pela Bertrand, em 28 saudosos volumes. Pronuncia-o ele mesmo "Mo-bi-u-sse". Este pseudónimo é inspirado provavelmente pelo nome do matemático August Ferdinand Möbius e pelo seu famoso anel.

Nessa época, usando outro pseudónimo ("Gir"), Giraud criou outras histórias a quadradinhos, num estilo experimental. Em Janeiro de 1973, os alter-egos de Giraud cruzaram-se quando a revista Pilote publicou "La Deviation", uma história surreal, a preto e branco assinada por Gir, retratando as férias de... Jean Giraud!

Em 1975, com Jean-Pierre Dionet, Philippe Druilet e Bernard Farkas, fundou a Humanoïdes Associés e criou a revista Métal Hurlant, onde publicou as suas inovadoras histórias de fantasia e ficção científica, entre elas Arzach e a Garagem Hermética e os Olhos do Gato.

Os universos de Moebius são centrados essencialmente na ficção científica fantasmagórica e delirante e numa poesia matizada de metafísica.

Ao Ciclo do Major segue-se o ciclo de Edena…

A obra de Moebius é a escrita de um inconsciente gráfico, em permanente evolução.

Nesse mesmo ano, Giraud foi contratado por Alexandro Jodorowsky, para fazer o desenho de produção da adaptação cinematográfica do romance de Frank Herbert: «Dune». Projecto que só veria as luzes do dia, através de David Lynch, em 1984.

Seguiu-se a produção do filme «Alien, O 8º Passageiro», com Ridley Scott.

Em 1980, desenhou o story-board de Tron, produção dos estúdios Walt Disney.

Em 1981, novamente com Jodorowsky, iniciou a saga de O Incal, Uma Aventura de John Difool.

Ainda, nos anos 80, mudou-se para Los Angeles e no período "americano" publicou os seus trabalhos mais antigos, numa série de álbuns editados pela Epic Comics.


Dune, de David Lynch

Em 1985, foi para Tóquio e fez o roteiro, os cenários e os figurinos da longa-metragem de animação Little Nemo, adaptação da obra de Winsor McCay. Em 1989, ilustrou uma história do Surfista Prateado escrita por Stan Lee e também produziu uma popular série de posteres de super-heróis para a Marvel Comics. Em 1990, colaborou na edição especial da Dark Horse Concrete Celebrates Earth Day. Em 1997, junto com Jean-Claude Mézières, foi responsável pela concepção visual do filme "O Quinto Elemento", de Luc Besson, cujo roteiro é visivelmente inspirado na série «O Incal».

Jean Giraud ilustrou ainda inúmeros romances e histórias de ficção científica e bem recentemente foi o responsável pela edição ilustrada do livro «O Alquimista», do escritor brasileiro Paulo Coelho.

Jean Giraud, aliás Moebius

É reconhecido ampla e justamente como um dos melhores artistas de histórias em quadradinhos na Europa e no mundo, tendo recebido inúmeros prémios durante a sua carreira.

«O 5º Elemento», com Luc Besson e ... Moebius (cenários)

Entre nós, as suas obras foram sucessivamente publicadas pela Bertrand, pela Futura, pela Meriberica/Liber, pela Devir, pelas Edições Asa. Mas, muito mal tem tratado as editoras nacionais, a Banda Desenhada...

Porque as séries não tem sido publicadas na íntegra, por vezes ficam a meio, não chegando ao fim...

Assim sendo, é melhor procurar na FNAC, as edições originais, da Casterman, em francês!

Texto: Mário Nunes

http://castera.net/Moeb/

quinta-feira, julho 05, 2007

The Police, O Regresso



Ciúmes, ódios e jogos de poder acabaram com um dos grupos mais carismáticos da década de oitenta.

The Police, Roxanne

Roxanne, you don’t have to put on the red light

Those days are over

You don’t have to sell your body to the night

Roxanne, you don’t have to wear that dress tonight

Walk these streets for money

You don’t care if it’s wrong or if it’s right

Roxanne, you don’t have to put on the red light

Roxanne, you don’t have to put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

I love you since I’ve knew you

I wouldn’t talk down to you

I have to tell you just how I feel

I won’t share you with another boy

I know my mind is made up

So put away your makeup

Tell you once I won’t tell you again it’s a bad way

Roxanne, you don’t have to put on the red light

Roxanne, you don’t have to put on the red light

You don’t have to

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

You don’t have to

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light

Roxanne, put on the red light




Eram três seres humanos muito diferentes que se tinham juntado em 1977, exclusivamente para apanhar o comboio do sucesso.

A banda era constituída por:

- Andy Summers, guitarras;

- Stewart Copeland, bateria;

- Sting, baixo



The Police, Every breath you take

Every breath you take

every move you make

every bond you break

every step you take

i'll be watching you every single day

every word you say

every game you play

every night you stay

i'll be watching you oh can't you see, you belong to me

how my poor heart aches, with every step you take

with every move you make

with every vow you break

every smile you fake, every claim you stake

i'll be watching you since you've gone, i've been lost without a trace

I dream every night I can only see your face

I look around but its you I can't replace

I feel so cold and I long for your embrace

I keep calling baby, baby, pleaseoh can't you see, you belong to me

that my poor heart aches, with every step you take

with every move you make, and every vow you break

every smile you fake, every claim you stake

i'll be watching you every move you make, every step you take

i'll be watching youi'll be watching you Every breath you take

every move you make

every bond you break

i'll be watching you every single day

every word you say

every game you play

i'll be watching you every move you make

every vow you break

every smile you fake

i'll be watching youe very single day

every word you say

every game you play

i'll be watching you Every breath you take

every move you make

every bond you break

i'll be watching you every single day

every word you say

every game you play

i'll be watching you every move you make

every vow you break

every smile you fake

i'll be watching you

Para Andy Summers, tratava-se praticamente da última oportunidade. Nascido em, 1942, tocava já há 15 anos sem qualquer êxito.

Stewart Copeland, americano nascido em 1952, saboreou um curto sucesso como baterista dos Curved Air.

Gordon Matthew Summer, nascido em 1951, alias Sting, um músico que combatia as suas frustações tocando jazz, em grupos de entusiastas do género, enquanto dedilhava o baixo.

Entre 1977 e 1984, gravaram cinco albúns, dos quais se extraíram diamantes como Roxanne, Message in the Bottle, Every Little She Does Is Magic, Every Breath You Take.

The Police foram da explosão do Punk, à New Wave, bebendo no Ska, no Reggae, na música étnica, aproximando-se do Jazz…

The Police, Every Little She Does Is Magic

Though I've tried before to tell her

Of the feelings I have for her in my heart

Every time that I come near her

I just lose my nerve as I've done from the start

Every little thing she does is magic

Everything she do just turns me on

Even though my life before was tragic

Now I know my love for her goes on Do I have to tell the story

Of a thousand rainy days since we first met

It's a big enough umbrella

But it's always me that ends up getting wet

Every little thing she does is magic

Everything she do just turns me on

Even though my life before was tragic

Now I know my love for her goes on

I resolve to call her up a thousand times a day

And ask her if she'll marry me in some old fashioned way

But my silent fears have gripped me

Long before I reach the phone

Long before my tongue has tripped me

Must I always be alone?

Every little thing she does is magic

Everything she do just turns me on

Even though my life before was tragic

Now I know my love for her goes on

Sting dava ares de Deus do Rock.

«Se alguma vez falar em ressuscitar os Police, autorizo, que me internem num manicómio.», Sting

Ofendidos, os seus companheiros enveredaram por vidas profissionais fora dos grandes palcos.

Vinte e quatro anos depois, Sting pôs de lado as discórdias e tocou a rebate…

Este Verão, uma digressão à escala planetária… Lisboa incluída… 25 de Setembro de 2007… Estado Nacional…

Meus Senhores e Minhas Senhoras, The Police!

Álbuns

  • Outlandos d'Amour (1978)
  • Reggatta de Blanc (1979)
  • Zenyatta Mondatta (1980)
  • Ghost in the Machine (1981)
  • Synchronicity (1983)
  • Live! (1995)

http://www.thepolicefile.com

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