Depois da “A Paixão de Cristo”, o actor e realizador australiano Mel Gibson enfrenta vozes indignadas ao anunciar que quer levar a vida de Judas Macabeu ao grande ecrã.
Mas, a polémica surgiu, quando a frase caiu, na altura que nem uma bomba: “Os Judeus são responsáveis por todas as guerras”, disse Mel Gibson (e não deve andar muito longe da verdade).
Depois do “Homem sem rosto”, realizado em 1993, de “Braveheart” (1995), que mereceu a atenção dos Óscares de Hollywood, da “Paixão de Cristo” (2004) e do admirável “Apocalypto” (2006), Mel Gibson pretende voltar ao Médio Oriente, para filmar Judas Macabeu, um judeu que liderou no século II A.C., uma guerrilha contra os Selêucidas e reconquistou Jerusalém.
No entanto, a comunidade judaica já levantou a sua voz e mostrou-se contra o filme: “É simplesmente um insulto contra os judeus!”, disse o rabino Marvin Hier do Centro Simon Wiesenthal, em Los Angeles.
Já com a estreia da obra “A Paixão de Cristo”, Mel Gibson foi acusado de evocar preconceitos contra a comunidade judaica.
«We sailed to Gaza and broke through the siege. Take a stand.»
O cerco à Faixa de Gaza, pelo governo israelita tem origem em 2005, e vem sendo rigorosamente mantido, desde a ofensiva militar de 2008-2009, que deixou para trás mais de 1.400 mortos e 14.000 lares destruídos. Israel argumenta que suas acções militares intensificadas ocorreram em resposta ao disparo de foguetes ordenado pelo governo do Hamas, cuja legitimidade não reconhece. Porém, segundo organizações internacionais de direitos humanos como a Human Rights Watch, a reacção militar israelita tem sido extremamente desproporcional.
O cerco não visa militantes palestinos, mas infringe as normas internacionais ao condenar todos pelas acções de alguns. Uma reportagem publicada por Amnistia Internacional, Oxfam, Save the Children e CARE relatou que "a crise humanitária (em Gaza) é resultado direto da contínua punição de homens, mulheres e crianças inocentes e é ilegal sob a lei internacional".
Como resultado do cerco, civis em Gaza, inclusive crianças e outros inocentes que se encontram no meio do conflito, não têm água limpa para beber, já que as autoridades não podem consertar as bombas de água e centrais de tratamento destruídas pelos israelitas. Ataques aéreos que danificaram infra-estruturas civis básicas, junto com a redução da importação, deixaram a população de Gaza sem comida e remédios de que precisam para uma sobrevivência saudável.
Anteriormente, alguns barcos que tentaram trazer abastecimentos a Gaza foram violentamente assediados pelas forças israelitas. No dia 30 de Dezembro de 2008, o navio ‘Dignity’ carregava cirurgiões voluntários e três toneladas de suprimentos médicos quando foi atacado sem aviso prévio por um navio israelita, que o alvejou três vezes a aproximadamente 90 milhas da costa de Gaza. Passageiros e tripulantes ficaram aterrorizados, enquanto seu navio fazia água e tropas israelitas ameaçavam com novos disparos.
Os oito navios do Free Gaza Movement(Movimento Gaza Livre)levavam comida, roupas, materiais de construção e a solidariedade de povos de várias nações, para que os palestinos pudessem reconstruir as suas casas e criar um futuro novo, justo e unido". Quando foram abruptamente travados em alto mar, em águas internacionais, pela Marinha de Guerra do Estado de Israel, num alegado desrespeito pela carta das nações e da ONU.
O que se pode chamar a isto, senão uma provocação e um acto de guerra.
Eu diria mais pirataria.
Israel há muito que merecia o veemente repúdio por tudo aquilo que tem feito.
Estes navios humanitários foram alvejados e sequestrados por comandos israelitas que causaram cerca de 16 baixas entre os voluntários, que seguiam a bordo, civis de várias nacionalidades.
Seguindo este exemplo, funcionários públicos e outros civis devem exigir que sejam abertos canais humanitários a Gaza, que as pessoas recebam comida esuprimentos médicos, e que Israel faça um maior esforço para proteger inocentes.
Nós todos simplesmente temos de aumentar as nossas vozes em protesto contra esta vergonhosa violação dos direitos humanos.
O mundo não pode continuar a assistir à prepotência de Israel e dos EUA.
A notícia, veiculada pela imprensa de Israel, não é naturalmente confirmada, e foi mesmo desmentida pelos sauditas, mas os rumores sobre a possibilidade de entendimentos não oficiais entre Israel e o reino Saudita têm sido correntes nos últimos tempos. Embora negando, os sauditas terão dado o seu acordo tácito à utilização do seu espaço aéreo, numa politica de «não vimos, não sabemos e negamos tudo».
Os estados árabes do golfo, têm mostrado a sua desconfiança e a sua preocupação com a evolução da situação iraniana. O receio de uma expansão fundamentalista Xiita instigada pelas autoridades iranianas é uma fonte de dores de cabeça para países como a Arábia Saudita, os Emirados ou o Koweit.
Vários desses países aproveitaram o boom dos preços do petróleo em 2008 para negociar a compra de grandes quantidades de armamento. A Arábia Saudita adquiriu aeronaves de combate Eurofighter e considera duplicar a encomenda, enquanto que os Emirados adquiriram sofisticados sistemas de defesa anti-aéreos de origem norte-americana.
Mas as compras dos estados do golfo não se ficaram pelos Estados Unidos. Com o objectivo de garantir algum tipo de capacidade de pressão sobre a Rússia, os países do golfo também adquiriram quantidades de equipamentos à indústria militar russa.
Todos os receios por parte dos estados Árabes têm razões históricas e são cada vez maiores à medida que os Estados Unidos abandonam o Iraque, um país de maioria Xiita, que a Arábia Saudita teme se transforme num regime fantoche de Teerão.
A Arábia Saudita já anunciou há algum tempo, que no caso de a situação iraquiana se deteriorar, interviria no Iraque para proteger a minoria Sunita.
Isto, poderia levar os dois eternos rivais do golfo a uma situação de conflito aberto.
Neste caso, a Arábia Saudita tem todo o interesse em garantir embora não oficialmente o apoio de Israel, país que não só detém a mais poderosa força aérea da região, como além disso tem sido ameaçado de extinção pelo governo iraniano, que ameaçou destruir o estado judeu.
Na prática, o acordo informal, não representa nenhum tipo de aliança, e apenas serve como forma de pressionar as autoridades iranianas. Sem ter que sobrevoar a Jordânia e o Iraque e com a possibilidade de as suas aeronaves de reabastecimento poderem sobrevoar território Saudita, as aeronaves de Israel podem atacar território iraniano praticamente onde quiserem.
O principal alvo de Israel poderiam ser as instalações nucleares iranianas, e o programa iraniano de construção de armas atómicas, controlado pelos Guardas da Revolução que está segundo fontes norte-americanas num estágio avançado.
Os especialistas norte-americanos consideram que os iranianos poderão efectuar o lançamento de um míssil com uma ogiva atómica em 2012 e que até 2015 poderão desenvolver um míssil intercontinental com capacidade para atingir o nordeste Estados Unidos com armas atómicas.
Especialistas russos, que colaboraram no desenvolvimento do programa nuclear iraniano também já afirmaram que o Irão tem a bomba e Israel parte do princípio de que poderá ser atacado a qualquer momento pelo regime fundamentalista.»
O cessar-fogo patrocinado pelo Egipto, entre Israel e o Hamas durava há seis meses, apesar de quebrado, por várias vezes por ambos os lados.
Antes do final de Dezembro, Israel indicou que pretendia prorrogar o acordo de cessar-fogo, caso o Hamas deixasse de lançar ataques contra o território israelita com os foguetes Qassam.
Os líderes do Hamas já estavam fartos do bloqueio político e económico imposto pelo estado de Israel. Recorde-se que as fronteiras terrestres e marítimas são controladas por Israel.
Aqui ninguém é santo, guerrilheiros da Jihad Islâmica preparam foguetes Qassam que vão pôr as cidades israelitas junto à fronteira, em polvorosa. Tocam as sirenes e vai toda a gente para os abrigos.
Depois de seis meses, o lançamento de foguetes contra Israel intensificou-se e Israel respondeu militarmente com bombardeamentos sobre alvos do Hamas.
O Hamas efectuou em 2008, mais 3.000 lançamentos com Qassam contra o território de Israel.
As baixas sucedem-se de ambos os lados da fronteira.
Apache das Forças de Defesa de Israel dispara um míssil contra posições do Hamas.
Houvesse vontade política de resolver este problema, provavelmente todo o Médio Oriente poderia respirar há muito de alívio.
F15 Israelita perscruta o horizonte em busca de alvos...
A luta é desproporcional, tanques e aviões contra foguetes.
E os judeus tem lobbys poderosos (em diversos sectores): na América, na Europa e na Rússia, manobrando inúmeras diplomacias e corredores de poder.
Perante este cenário fratricida, multiplica-se internacionalmente um coro de protestos, que é indiferente ao governo de Telavive.
Mas, por baixo de tanta tensão política e religiosa, joga-se naquelas paragens há décadas, o xadrez mundial, há muitos interesses em jogo: petróleo, petróleo e mais petróleo...
E muito dinheiro!
Recorde-se ainda, que Jerusalém é a cidade santa para inúmeras religiões e credos e que Meca e Medina são as cidades santas do Islão.
Segundo a Wikipedia: «A Faixa de Gaza é um território situado no Médio Oriente limitado a norte e a leste por Israel e a sul pelo Egito. É um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km². A designação "Faixa de Gaza" deriva do nome da sua principal cidade, Gaza. Cerca de 60% da população é composta por refugiados chegados nas duas vagas geradas pelas guerras de 1948-1949 e de 1967; os restantes são populações nativas. Grande parte da população habita nas cidades, das quais se destacam Gaza, Khan Yunis, Rafah e e Dayr al Balah.»