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domingo, junho 24, 2012

A caça ao tesouro prossegue no fundo do Báltico



Muitas são as dificuldades que está encontrando a equipe de pesquisa independente Ocean Team X para reexaminar o objecto estranho que está submerso nas águas do Báltico.
Alguns são muito claros: "Seja o que for, é único em sua configuração de ambos e sua localização." Nas palavras de Stefan Hogeborn, um dos mergulhadores responsáveis pela missão a bordo do navio Ancylus. Não se esqueça que o Ancylus está equipado com as mais avançadas tecnologias disponíveis actualmente de pesquisa subaquática.
A temperatura da água no em torno do objecto é menor que -1 grau Celsius, algo que o torna extremamente difícil o alinhamento. Imagino que este segmento não está congelado devido a temperaturas mais baixas.
Os membros da equipe subaquática foram completamente ofuscados pelo objecto enorme, os mergulhadores tentaram-lhe tirar uma fotografia, que foi obtida com alguma dificuldade. Estranhas anomalias ocorreram com os equipamentos electrónicos quando estavam em estreita proximidade com o objecto. Um computador de mergulho a bordo registou inicialmente a temperatura da água ao nível do objecto em um grau negativo, que não seria possível, pois a água seria congelada.
O mais estranho ocorreu quando uma equipa subaquática composta por onze mergulhadores se aproximou do objecto, a câmara parou de funcionar quando eles se aproximaram do objecto.
O objecto emitia uma estranha energia que está causando interferência com todos os equipamentos electrónicos que se aproximam.
Um satélite ligado ao navio parou de funcionar quando eles pararam sobre o objecto, a equipa de trabalho conseguiu aproximar-se a 200 metros de distância, tendo os equipamentos parado de funcionar novamente assim que eles estavam situados por cima dele novamente. Esta misteriosa interferência com o equipamento pode indicar algum tipo de emissor de energia a partir do objecto submerso.

Teremos que esperar duas semanas para outro mergulho muito mais especializado, com um geólogo especialista nela. As amostras do objecto, foram submetidos para análise.
Da mesma forma, o fundador da missão Peter Lindberg, pergunta-se como um objecto deste tipo pode emitir interferências electromagnéticas na ausência de actividade vulcânica na região. Literalmente afirma que: “ - Esta é a coisa mais estranha que eu já experimentei como um mergulhador profissional.


“Uma coisa é muito certa: Seja qual for o assunto, é o único até agora inexplicável e emite campos electromagnéticos gerando interferência séria com nossos aparelhos electrónicos.”

quarta-feira, outubro 28, 2009

O fundo da linha



O oceano profundo é o maior ecossistema do planeta, porém, continua amplamente inexplorado. Quanto mais desvendamos os seus mistérios, mais descobrimos o quão único este mundo estranho realmente é.

domingo, outubro 18, 2009

Procuram-se vivos!


Olá a todos,

A Roadtour Oceanos em Perigo arrancou finalmente a Portugal! A campanha de sensibilização para a destruição causada em alto mar pela pesca de profundidade insustentável foi lançada ontem em Lisboa, num antigo arrastão a vapor que foi entretanto foi reformado e é agora um simpático barco turístico.

Durante a campanha, a Greenpeace está a pedir aos retalhistas que parem de vender espécies de peixe de profundidade. Aproximadamente 98% da vida dos oceanos vive nas suas profundezas. No entanto, basta uma passagem de uma rede de arrasto para deixar um monte marinho praticamente destituído de vida.

Envia tu também uma mensagem aos supermercados!

É urgente pôr um fim imediato a esta indústria de pesca que, apesar de pequena, é responsável pela destruição de ecossistemas marinhos de valor incalculável. Enquanto cidadãos e consumidores temos o direito e o dever de exigir a todos os agentes económicos envolvidos que coloquem a saúde do planeta à frente dos interesses económicos.

Ontem foi ainda apresentado, em conferência de imprensa, um comunicado conjunto assinado por onze ONGAS (Organizações Não Governamentais de Ambiente) com presença em Portugal, a apelar ao Governo português que apoie o fim da pesca destrutiva em águas internacionais, no âmbito da Assembleia Geral das Nações Unidas, que se vai reunir na primeira quinzena de Novembro.

Vê aqui o comunicado

Os consumidores e ciberactivistas da Greenpeace estão de olho nas principais cadeias de supermercados em Portugal, à procura de espécies de peixe de profundidade ameaçadas que continuam a ser vistas nas suas prateleiras.

Tu também podes ajudar! Procura as 13 espécies de profundidade em foco nos supermercados da tua zona,e relata o seu paradeiro. Divulga a mensagem colocando um banner sobre estas espécies no teu blogue. Juntos reforçamos a urgência de proteger estas espécies e os habitats misteriosos em que vivem.

Informa-te!


quarta-feira, outubro 14, 2009

Greenpeace agita mercado de peixes de profundidade!


As profundezas dos oceanos são refúgios misteriosos para uma variedade incrível de espécies de vida marinha ancestrais e delicadas. A partir dos anos 90, com o desaparecimento crescente de algumas espécies de peixe comerciais, a indústria da pesca começou a procurar espécies que habitam entre 200 e 2.000 metros de profundidade. Nunca antes as redes de arrasto chegaram tão fundo!

A pesca de profundidade é uma das práticas mais destrutivas que existem e representa, hoje em dia, a maior ameaça à biodiversidade das águas profundas em alto mar. Para comercializar apenas algumas espécies de peixe, estas frotas estão literalmente a arrasar o fundo dos oceanos.

De 16 a 29 de Outubro, visita a nossa exposição e descobre algumas das maravilhas que se escondem nestes oásis de vida marinha.



A Roadtour de sensibilização da Greenpeace - OCEANOS EM PERIGO - chega a Portugal!

Mais informação...



quarta-feira, setembro 03, 2008

Um Oceano de Plástico

«Durabilidade, estabilidade e resistência a desintegração. As propriedades que fazem do plástico um dos produtos com maiores aplicações e utilidades ao consumidor final, também o tornam um dos maiores vilões ambientais. São produzidos anualmente cerca de 100 milhões de toneladas de plástico e cerca de 10% deste total acabam nos oceanos, sendo que 80% desta fracção vem de terra firme.



No Oceano Pacífico há uma enorme camada flutuante de plástico, que já é considerada a maior concentração de lixo do mundo, com cerca de 1000 km de extensão, vai da costa da Califórnia, atravessa o Havai e chega a meio caminho do Japão e atinge uma profundidade de mais ou menos 10 metros. Acredita-se que haja neste vórtex de lixo cerca de 100 milhões de toneladas de plásticos de todos os tipos.

Pedaços de redes, garrafas, tampas, bolas , bonecas, patos de borracha, ténis, isqueiros, sacolas plásticas, caiaques, malas e todo exemplar possível de ser feito com plástico. Segundo seus descobridores, a mancha de lixo, ou sopa plástica tem quase duas vezes o tamanho dos Estados Unidos.

O oceanógrafo Curtis Ebbesmeyer, que pesquisa esta mancha há 15 anos compara este vórtex a uma entidade viva, um grande animal se movimentando livremente pelo pacifico. E quando passa perto do continente, você tem praias cobertas de lixo plástico de ponta a ponta.

Tartaruga deformada por aro de plástico


A bolha plástica actualmente está em duas grandes áreas ligadas por uma parte estreita. Referem-se a elas como bolha oriental e bolha ocidental. Um marinheiro que navegou pela área no final dos anos 90 disse que ficou atordoado com a visão do oceano de lixo plástico a sua frente. 'Como foi possível fazermos isso?' - 'Naveguei por mais de uma semana sobre todo esse lixo'.



Pesquisadores alertam para o fato de que toda peça plástica que foi manufacturada desde que descobrimos este material, e que não foram recicladas, ainda estão em algum lugar. E ainda há o problema das partículas decompostas deste plástico. Segundo dados de Curtis Ebbesmeyer, em algumas áreas do oceano pacifico podem se encontrar uma concentração de polímeros de até seis vezes mais do que o fitoplâncton, base da cadeia alimentar marinha.



E para piorar essa sopa plástica pode funcionar como uma esponja, que concentraria todo tipo de poluentes persistentes, ou seja, qualquer animal que se alimentar nestas regiões estará ingerindo altos índices de venenos, que podem ser introduzidos, através da pesca, na cadeia alimentar humana, fechando-se o ciclo, na mais pura verdade de que o que fazemos à terra retorna à nós, seres humanos. »



Fontes:
The Independent, Greenpeace e Mindfully


Mensagem enviada pela amiga Madalena, autora do blogue:

http://pensamentoseespiritualidade.blogspot.com



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