Mostrar mensagens com a etiqueta Ucrânia. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Ucrânia. Mostrar todas as mensagens

quarta-feira, abril 27, 2011

Chernobyl, palavra maldita

Vinte e cinco anos depois, do desastre de Chernobyl, há páginas negras que não podemos arrancar do livro da História e esta é uma delas…

Três países afectados (Ucrânia, Rússia e Bielorússia), uma área superior a 200.000 Km2 contaminada. Ao certo, o número oficial de mortos nunca o saberemos, estima-se que perderam a vida entre 100.000 a 200.000 pessoas…


E já agora expliquem-me o que distingue uma explosão nuclear militar duma explosão nuclear civil?

Sabia que a explosão ocorrida em Chernobyl foi 400 vezes superior à de Hiroshima?

Até onde leva a voracidade do Homem para obter Energia? Será que vale tudo?

Será este o caminho correcto, a ser trilhado?


Para a posterioridade ficou o vazio, uma imensa região deserta, mutações e contaminações, que perdurarão para todo o sempre…

quinta-feira, novembro 19, 2009

Gripe mortal prolifera na Ucrânia

Absolutamente espectacular esta matéria sobre a Gripe A na Ucrânia, publicada no blogue A Conspiração, parece que o vírus H1n1 já sofreu mutações, que poderão ser fatais para a população humana.

A Hungria também está vigilante e está prestes a declarar epidemia!

Este vírus não para de passar fronteiras, contudo outro tipo de atitudes impõem-se aos governos europeus, se querem realmente travar o vírus H1n1, o controle apertado de pessoas e bens nas fronteiras impõem-se, bem como a desinfecção dos meios de transporte, à semelhança do que, a República Popular da China efectuou num passado recente, com sucesso, face a ameaças como a Gripe Aviaria (H5n1) e a Pneumonia Atípica (SARS).


http://revelatti.blogspot.com/2009/11/gripe-mortal-se-espalha-por-toda_19.html



terça-feira, dezembro 30, 2008

Dobre de finados para Kiev?

Depois da Islândia conhecer a bancarrota, mais países estão na berlinda, entre eles, a Argentina e a Ucrânia, que estão em risco de abrir falência.


Na Ucrânia avolumam-se as tensões entre Ianukovich e Iuschenko, e os partidários de cada um, entre a minoria russa e os ucranianos.


Entretanto, o estado de sítio estará em vias de ser decretado e a Rússia ameaça cortar o gás à Ucrânia, tendo-lhe dado um prazo de 36 horas, para Kiev pagar dois mil milhões de dólares em dívida.


Enquanto isso, as fronteiras da Ucrânia vão conhecendo um movimento inusitado, sintomático de que algo se prepara...


Mais em:

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354568&idCanal=11


segunda-feira, agosto 04, 2008

Recordar Chernobyl

26 de Abril de 1986, 1:24, o reactor número 4 da Central Nuclear explode. A contaminação radioactiva espalhou-se por 150.000 km2, pela Bielorússia, Ucrânia e Rússia. As nuvens e o vento depositaram a radiação, a milhares de quilómetros de distância. Centenas de milhares de pessoas foram evacuadas e milhões continuaram a viver em áreas perigosas para a sua saúde e vida.



A nuvem radioactiva superou em 200 vezes, o cogumelo de Hiroshima e Nagasaki e deu várias voltas ao globo!

O reactor ardeu durante 10 anos!

O reactor número 4 de Chernobyl foi selado inúmeras vezes. Foi construído um sarcófago especial para evitar a fuga da radiação, contudo, os bombeiros, os militares e os técnicos que ajudaram a controlar a maior fuga da radioactividade já cá não estão, para contar a História!

Chernobyl, cidade fantasma…

Vinte e dois anos depois do maior acidente nuclear da História (civil), os estudos científicos mostram que as consequências totais do desastre podem significar 1/4 de milhão de casos de cancro e cerca de 100.000 casos de cancros fatais. No entanto, a indústria nuclear está a tentar explorar as memórias vagas do desastre e a reavivar o seu negócio perigoso. Mas mesmo 22 anos após Chernobyl, a mesma mistura de incompetência, pressão económica e política, arrogância leva a que a herança do desastre continue.

Situações perigosas, como reacções nucleares descontroladas, falhas nos sistemas cruciais de segurança e quase derretimento do reactor, aconteceram nos últimos 10 anos, no Japão, EUA, Reino Unido, Suécia e Bulgária.


Por cá, exige-se o nuclear, desde o Presidente da República, ao Governador de Portugal, à Juventude Socialista, passando pelo insuspeito Patrick Monteiro de Barros…

Em Espanha, Zapatero pretende encerrar as centrais nucleares, no espaço de três anos.

O recente escândalo na central de nuclear Ascó, em Espanha, confirma a tendência de morte desta tecnologia. Numerosos erros e falhas nos sistemas de segurança resultaram em radioactividade libertada. Inicialmente, os gestores não reportaram o acidente à autoridade de segurança nuclear nem avisaram o público. Aliás, vários grupos de escola com crianças visitaram a central enquanto isto acontecia. Quando partículas radioactivas foram encontradas em solo público, os operadores da central foram obrigados a admitir o acidente, mas, com a colaboração da autoridade de segurança estatal, a dimensão do acidente só foi revelada vários dias depois. A falha radioactiva era na verdade várias centenas de vezes maior, que o pensado inicialmente, e mais de 1.000 pessoas precisam agora de ser vigiadas e ser observadas pelo médico periodicamente.



A indústria nuclear francesa está a promover o seu negócio à escala mundial, mas o novo “European Pressurized Reactor” (EPR), dito ser mais seguro, mais barato e mais confiável, está a ser um fiasco na Finlândia. Pouco menos de 3 anos de ter começado a sua construção está dois anos atrasado, com 1,5 biliões de euros de derrapagem orçamental e afrontado com falhas em questões importantes de segurança.

A construção de um 2º EPR começou em Dezembro passado em França, com garantias de que seria um projecto modelo. Mas, uma lista de problemas foi encontrada por inspectores apenas 3 meses após ter começado a sua construção.

A indústria nuclear continua na mira de acidentes, mentiras, encobrimentos e incompetências. Os novos reactores ameaçam tornar-se os Chernobyls de amanhã.

No entanto, há esperança de travar este negócio, dois dias antes do aniversário do acidente de Chernobyl, vários bancos anunciaram que não iriam colocar o seu dinheiro, na construção de reactores de risco, na Eslováquia.

Mais informação em:

http://news.nationalgeographic.com/news/2004/04/0426_040426_chernobyl_2.html

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...