No passado fim-de-semana, o Presidente da República brindou-nos a todos os portugueses, com um enigmático pedido. Solicitou e implorou que os portugueses vão para férias cá dentro ou seja que passem as suas férias em Portugal.
Assim, todos poderiam contribuir para a Economia Nacional e fortalecer o importante sector do Turismo.
O SenhorSilva prosseguiu argumentando que as férias dos portugueses no estrangeiro contribuiriam para o desenvolvimento do deficit.
Então e os estrangeiros que nos visitam?
Será assim?
Ou será que, o Senhor Silva (o Presidente da República) sabe de mais alguma coisa que se estará para passar lá fora, evitando dissabores maiores aos seus concidadãos?
Há um ditado antigo que diz que Deus escreve direito por linhas tortas, tanto era a voracidade por petróleo dos EUA, que estes parecem agora afogados no dito cujo. Bem feito! Pena é pagarem pelo dislate da BP, as vítimas de ocasião, os animais e as plantas ,que nada tem a ver com isso.
O que fará Israel se pela frente lhe aparecer a Marinha Turca, a escoltar um comboio humanitário? Parece que será o que está para acontecer nos próximos dias... Dão-se alvissaras a quem responder a esta interessante questão... Não há dúvidas, que a situação a nível internacional, em todos os sectores se degrada de dia para dia. Para manter a sanidade mental muitas pessoas trocaram as noticias do horário da noite por uma conversa familiar ou pelo Panda...
O navio vai ao fundo, os ratos já saltaram para o mar. No entanto apesar de nos diagnosticarem um triste fim (a Portugal), o nosso país tem-se mantido à tona de água. A outrora pujante economia da Hungria seguiu os passos da sua vizinha Grécia, está na bancarrota, assim como a Roménia e a Ucrânia, sim essa mesma, a vizinha da Rússia... Apesar de se falar maldosamente de Portugal, da Irlanda, Itália, Grécia e Espanha, parece que a situação na Bélgica e no Luxemburgo não estará melhor (!) Os Bancos Europeus não conseguem arranjar dinheiro para financiar uma economia moribunda, depois do BCE, seguiram os passos de Portugal virando-se para Angola e outros parceiros menos próprios... Resta saber até quando resistirá a União Europeia, o BCE e o Euro?
Um grupo de espanhóis juntou-se para construir abrigos em diferentes pontos do país para se proteger daquilo que acredita ser o fim do mundo. O Grupo de Sobrevivência de Espanha 2012 (GSE) tem já com 180 sócios, todos empenhados em construir bunkers, tanto subterrâneos como escavados em montanhas, com barreiras contra radiações, substâncias tóxicas e bactérias, já que o apocalipse não é a única ameaça que os inquieta.
Apesar do 2012 no nome, o grupo não vê inconveniente se a profecia maia, que aponta esse ano como o último da humanidade, não se cumprir, informa a BBC, adiantando que os espanhóis envolvidos no projecto acreditam que, com as alterações climáticas, catástrofes naturais e a iminente ameaça nuclear, convém sempre ter um refúgio.
«Não somos apocalípticos, mas queremos evitar os riscos. Um país como a Espanha, que tem centrais nucleares que são alvo potencial da Al-Qaeda, não tem um nível de segurança que dê resposta a uma grande catástrofe», explicou o presidente do GSE, Jonatan Bosque.
«Na Suíça, as mais recentes construções já incluem um bunker. Aqui, só os mais ricos têm este tipo de refúgio. Somos uma organização não-lucrativa e o que queremos é que os bunkers estejam ao alcance de todos», acrescentou.
Os bunkers têm geradores eléctricos que funcionam a diesel, sistemas de refrigeração e dispensas para mantimentos, sementes e plantas.
«É possível permanecer até três anos no interior a respirar ar puro, mas tudo depende da capacidade de gestão dos alimentos e dos ocupantes», acentuou Bosque para referir que «a questão é que perante uma catástrofe, como aconteceu com a explosão de Chernobyl, ninguém vai poder sair de casa durante vários anos».
«We sailed to Gaza and broke through the siege. Take a stand.»
O cerco à Faixa de Gaza, pelo governo israelita tem origem em 2005, e vem sendo rigorosamente mantido, desde a ofensiva militar de 2008-2009, que deixou para trás mais de 1.400 mortos e 14.000 lares destruídos. Israel argumenta que suas acções militares intensificadas ocorreram em resposta ao disparo de foguetes ordenado pelo governo do Hamas, cuja legitimidade não reconhece. Porém, segundo organizações internacionais de direitos humanos como a Human Rights Watch, a reacção militar israelita tem sido extremamente desproporcional.
O cerco não visa militantes palestinos, mas infringe as normas internacionais ao condenar todos pelas acções de alguns. Uma reportagem publicada por Amnistia Internacional, Oxfam, Save the Children e CARE relatou que "a crise humanitária (em Gaza) é resultado direto da contínua punição de homens, mulheres e crianças inocentes e é ilegal sob a lei internacional".
Como resultado do cerco, civis em Gaza, inclusive crianças e outros inocentes que se encontram no meio do conflito, não têm água limpa para beber, já que as autoridades não podem consertar as bombas de água e centrais de tratamento destruídas pelos israelitas. Ataques aéreos que danificaram infra-estruturas civis básicas, junto com a redução da importação, deixaram a população de Gaza sem comida e remédios de que precisam para uma sobrevivência saudável.
Anteriormente, alguns barcos que tentaram trazer abastecimentos a Gaza foram violentamente assediados pelas forças israelitas. No dia 30 de Dezembro de 2008, o navio ‘Dignity’ carregava cirurgiões voluntários e três toneladas de suprimentos médicos quando foi atacado sem aviso prévio por um navio israelita, que o alvejou três vezes a aproximadamente 90 milhas da costa de Gaza. Passageiros e tripulantes ficaram aterrorizados, enquanto seu navio fazia água e tropas israelitas ameaçavam com novos disparos.
Os oito navios do Free Gaza Movement(Movimento Gaza Livre)levavam comida, roupas, materiais de construção e a solidariedade de povos de várias nações, para que os palestinos pudessem reconstruir as suas casas e criar um futuro novo, justo e unido". Quando foram abruptamente travados em alto mar, em águas internacionais, pela Marinha de Guerra do Estado de Israel, num alegado desrespeito pela carta das nações e da ONU.
O que se pode chamar a isto, senão uma provocação e um acto de guerra.
Eu diria mais pirataria.
Israel há muito que merecia o veemente repúdio por tudo aquilo que tem feito.
Estes navios humanitários foram alvejados e sequestrados por comandos israelitas que causaram cerca de 16 baixas entre os voluntários, que seguiam a bordo, civis de várias nacionalidades.
Seguindo este exemplo, funcionários públicos e outros civis devem exigir que sejam abertos canais humanitários a Gaza, que as pessoas recebam comida esuprimentos médicos, e que Israel faça um maior esforço para proteger inocentes.
Nós todos simplesmente temos de aumentar as nossas vozes em protesto contra esta vergonhosa violação dos direitos humanos.
O mundo não pode continuar a assistir à prepotência de Israel e dos EUA.
As despesas militares mundiais continuaram a aumentar em 2009 para atingir um novo recorde, impulsionado pelos Estados Unidos, China e França, segundo um relatório anual hoje publicado pelo Instituto internacional de investigação para a paz de Estocolmo (Sipri)
Durante o último ano, o Mundo gastou 1.531 mil milhões de dólares (1.244 mil milhões de euros) no sector militar, um aumento de 5,9% em relação a 2008 e de 49% em relação a 2000, escreveu o Sipri.
Os Estados Unidos continuam a ser os primeiros em termos de despesas militares com 661 mil milhões de dólares gastos em 2009, ou seja 43% do total mundial, um aumento de 47 mil milhões num ano que representam mais da metade (54%) da progressão planetária, sublinhou o Sipri.