terça-feira, janeiro 11, 2011

Estranha mortandade 2

As mortes maciças de aves e peixes por razões misteriosas continuam a multiplicar-se por todo o mundo.

Bem recentemente no Norte de Itália (Faença) cerca de oito mil rolas caíram do céu atingindo telhados, carros e pessoas.

Testemunhas oculares da estranha chuva de pássaros afirmaram que pareciam pequenas bolas de Natal, a cair por todo o lado.

As rolas apresentavam manchas azuis no bico, indicando morte por envenenamento ou por asfixia.

Recorde-se que houve casos semelhantes no Arcansas (EUA), na Suécia e foram registadas mortes de milhões de peixes no Brasil, nos EUA e na Nova Zelândia. Em Inglaterra uma razia vitimou milhares de caranguejos em Kent.

Os peritos afirmam que o stress causado pelo frio pode explicar estes casos. Mas há ainda quem aponte o dedo às novas armas secretas, aos “chemtrails”, à migração do pólo magnético terrestre, à inversão dos pólos, à tempestade solar, à aproximação duma anã castanha e veja por aí sinais do fim do Mundo.

domingo, janeiro 09, 2011

A polémica segue dentro de momentos, a NASA e 2012


Cientistas da NASA - a agência espacial norte-americana - criaram uma lista dos filmes mais absurdos de ficção científica já produzidos até hoje, e o sucesso de bilheteiras “2012” encabeça a lista.

"Os produtores deste filme aproveitaram-se duma preocupação popular sobre o então chamado fim do mundo, como teria sido previsto pelo calendário Maia, que acaba em 21 de Dezembro de 2012", diz Donald Yeoamans, no site do jornal Toronto Sun.

Os cientistas afirmam que, com os continentes se desmanchando e vogando ao sabor da inversão polar, ondas gigantes passando por cima do Evereste e asteróides por todos os lados, o filme pode ser óptimo para a assistência, mas não possui nada de Ciência, conta o site do TG Daily. E. C. Krupp, director do Observatório Griffith, em Los Angeles, foi mais duro e afirmou que o que acontece no filme é baseado em "loucura pseudo-científica, ignorância em Astronomia e um alto nível de paranóia".

Outros sucessos de bilheteira que estão presentes na lista da agência são A Detonação, de 2003, e Armagedão, de 1998. A NASA, porém, fez também uma lista dos filmes mais realistas, cujo vencedor foi Gattaca, de 1997, mas também contém sucessos como Parque Jurássico e Contacto.

O fim do mundo tem gerado tanta polémica para a NASA que, já em Junho de 2009, ela havia respondido a uma série de perguntas sobre o possível Armagedão de 2012.

A NASA garante que o mundo não irá acabar no dia 21 de Dezembro de 2012, dia que será apenas mais um solstício de verão (no hemisfério sul) e de inverno (no hemisfério norte).

Comentário breve:

Há um ditado popular que se ajusta que nem uma luva: Quem desdenha quer comprar…

Que há qualquer coisa de esquisito nesta história há, que senão eles não tinham perdido tanto tempo com desmentidos….

Parafraseando uma célebre série de TV: “A verdade anda algures por aí…”

segunda-feira, janeiro 03, 2011

Estranha mortandade

Cerca de três mil pássaros mortos foram recolhidos ao longo de mais de dez horas de uma operação de limpeza em Beebe, depois de uma misteriosa “chuva” de aves que caíram do céu na noite da passagem de ano.

Na noite da passagem de ano, cerca das 23h30 locais, o Departamento da Polícia de Beebe recebeu várias queixas relativas a aves mortas - pássaros-pretos-da-asa-vermelha (Agelaius phoeniceus) - que estavam a cair do céu para cima de telhados e quintais.

Mike Robertson, “mayor” de Beebe, contou ao jornal “Arkansas online” que participaram na operação de limpeza 15 funcionários dos Serviços Ambientais norte-americanos, funcionários da autarquia e até moradores. O primeiro balanço deu conta de mil aves mortas, mas ao longo do tempo, o número subiu para perto dos três mil.

Segundo a Comissão para a Caça e Pesca no Arkansas (AGFC, sigla em inglês), a maioria das aves estava morta quando os funcionários chegaram ao local. “Pouco depois de ter chegado ainda estavam aves a cair do céu”, contou Robby King, responsável pela vida selvagem naquela comissão. King recolheu 65 aves que foram enviadas para um laboratório em Madison, Wisconsin.

A época festiva não tem sido simpática para com a fauna do Arkansas, nos EUA. Depois da chuva de pássaros mortos na cidade de Beebe, mais de 100 mil peixes apareceram mortos no Rio Arkansas, a 200 km, perto de Ozark.


Por enquanto, ainda não se conhecem as causas desta mortandade.

Dados biométricos dos portugueses na posse dos americanos

Governo cede dados de portugueses aos EUA (isto é grave, vão ceder os nossos dados biométricos e de ADN aos EUA)

Mais, um Passo rumo ao Big Brother global… (sim passo está escrito com letra maiúscula descubram porquê) A táctica agora é a de dar estas noticias como se fosse uma coisa muito “soft” através de um jornal nacional qualquer…

Os Estados Unidos e o Governo português estabeleceram um acordo para a cedência de dados biométricos e biográficos de portugueses constantes no Arquivo de Identificação Civil e Criminal, avança o «Diário de Notícias» (DN), na edição deste domingo. O FBI quer ainda aceder à base de dados de ADN portuguesa, com a justificação da luta contra o terrorismo. De acordo com o DN, o acordo está finalizado e aguarda apenas aprovação pela Assembleia da República.

Mas, a Comissão Nacional de Protecção de Dados ainda não se pronunciou sobre este acordo. O DN escreve que o parecer foi pedido em Novembro e só deve ser divulgado este mês de Janeiro.

O acordo prevê que o FBI tenha acesso a informações constantes no Bilhete de Identidade dos portugueses, assim como registo criminal e informações de ADN. De acordo com a página da Internet do Department of Homeland Security dos EUA, vão ser partilhados «impressões digitais e outras informações biométricas para melhor identificar terroristas e criminosos». Acordos semelhantes já foram assinados com Espanha, Alemanha, Itália e Grécia.

Créditos: Portugal Esotérico


Fonte:

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/bi-biometricos-adn-fbi-eua-tvi24/1222855-4071.html


Para que quererão os EUA os nossos dados biométricos?

Seremos nós portugueses potenciais terroristas?

Ou estarão a preparar-se para instituir um só estado neo-fascista em todo o mundo?

Outra questão me ocorre depois de ter visto “O Dia em que a Terra parou”, será que não estarão para organizar alguma lotaria e sortear os que vão ficar vivos?

A Elite tem planos para eliminar 90% da População Mundial…

Como?

Não sei…

Será que se avizinha uma catástrofe de proporções bíblicas?

sábado, janeiro 01, 2011

Sunshine, Danny Boyle

(Em português, Missão Solar)

O Sol está a morrer e a Terra enfrenta um Inverno glaciar. A única esperança reside numa equipa de oito astronautas e cientistas com a missão de fazer detonar uma bomba nuclear no centro do Sol para o reactivar. Sete anos antes, essa missão esteve a cargo da nave Icarus I, da qual nunca se chegou a saber o destino, apenas que não tinha conseguido o seu objectivo. Encontramos a equipa da Icarus II quando eles levam já 16 meses de viagem, com as inevitáveis tensões, que derivam de estar confinado num espaço limitado com as mesmas pessoas e com reduzidos estímulos sensoriais. No centro destas tensões está Capa (Cillian Murphy), o físico, e Mace (Chris Evans), o engenheiro. Após passarem Mercúrio, a Icarus II detecta a presença da desaparecida Icarus I. A hipótese de a inspeccionar e recolher a bomba para aumentar a capacidade da sua implicará uma mudança da sua trajectória em direcção ao Sol, decisão que o capitão Kaneda (Hiroyuki Sanada) coloca nas mãos de Capa.


Esta é uma missão suicida e eles sabem disso. Aliás, o próprio nome da missão/nave não parece um bom augúrio. E os devidos contratempos (alguns bastante previsíveis) virão aumentar a angústia e desespero da tripulação, onde se destacam ainda Corazon (Michelle Yeoh), a bióloga encarregue de manter o jardim de oxigénio; Cassie (Rose Byrne), o piloto; Trey (Benedict Wong), encarregue de todos os cálculos de trajectória e ajustamento dos painéis do escudo solar; e Searle (Cliff Curtis) o psicólogo, obcecado com as suas literais sessões de solário.

Em termos de atmosfera, “Sunshine” é irrepreensível. Danny Boyle (“Trainspotting”, “28 Days Later...”, “A Praia”), em conjunto com uma sonoplastia sem falhas e a brilhante fotografia de Alwin H. Kuchler, consegue fazer do Sol uma verdadeira personagem.


Visualmente, “Sunshine” é imenso e claustrofóbico, a merecer totalmente a experiência de um grande ecrã. Com grande probabilidade a memória da maioria levá-los-á até “2001: Uma Odisseia no Espaço” de Stanley Kubrick: um computador com personalidade, os monólitos finais, passando por uma forte (mas pouco explorada) vertente espiritual.


Em “Sunshine” questionam-se os sacrifícios feitos em nome de uma missão maior, assiste-se ao simbólico colapso da frágil e vingativa natureza perante a loucura do Homem, o Sol mistura-se com o conceito do divino, e, da mesma forma, o seu poder supremo é fonte de fascínio e obsessões. “Sunshine” balança entre a ciência e a fé.

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