terça-feira, maio 03, 2011

William e Kate, um mundo cor-de-rosa?


Depois do medo, da incerteza face à crise global, dos rumores de guerra lá longe na Líbia e no Mediterrâneo, eis um dia para a descontracção total (29 de Abril de 2011) – 2 + 9 = 11 – já pensaram nisso?

Um casamento real, como há muito não se via, estão todos convidados para a boda, foi um fartote, as televisões marcaram presença no enlace do herdeiro do trono inglês com uma plebeia.

Nesse dia, os comentadores falaram de tudo, só “fait divers”, desde o vestido que a noiva ia usar, os trajes dos convidados, a cerimónia religiosa, do trajecto percorrido pelos noivos, os beijos no Palácio de Buckingham e por último dos irmãos dos noivos…

Afinal estava todo o mundo ligado a Londres e nada parecia mais importante que o casamento de William e de Kate.

A felicidade é uma ilusão… que em breve se desvanecerá. Agora, quando o povo cair na real será tarde para alguns, é que os contos de fadas já eram, avizinham-se tempos difíceis e tentam-nos distrair com sucedâneos e xaropes de ilusão, medo e incerteza.

Obedeçam!

domingo, maio 01, 2011

Depois do Apocalipse, do Canal História

Será que já nos estarão a preparar para o pior?

Esse parece ser o mote de mais uma série de TV recente, que estreou no passado Sábado, no Canal História, disponível por cabo.

Duma assentada foram para o ar dois episódios, estranho é haver documentários que nunca passarão na televisão pública e este deve ser um deles…

A série parte duma premissa, após uma Pandemia e consequente isolamento, acompanha o dia-a-dia duma família composta por três pessoas (pai, mãe e filho) – encontrei algumas analogias com o filme “The Road” (A Estrada), de John Hillcoat, com Viggo Mortensen – Mas, adiante, após os primeiros instantes, apercebemos-nos quão importante podem ser a electricidade e a água canalizada, agora já se imaginou viver num mundo sem elas?

Imagine falirem todos os serviços públicos…

Já se imaginou viver sem saneamento e recolha de lixo?

Nós não nos apercebemos quão importante pode ser um frigorífico. Já se deu conta como poderá conservar alimentos sem frio?

Após dezasseis semanas, a família abandona a sua casa, à volta é a confusão instalada, proliferam os gangs, os assaltos violentos os saques a lojas numa primeira fase e depois a residências, sem Lei nem ordem prolifera a insegurança.

Cedo se apercebem que tem de abandonar os centros urbanos (cidades e vilas) e procurar abrigo num lugar mais calmo para viver.

As estradas são um lugar a evitar, pois proliferam as barricadas inoportunas. Os principais nós rodoviários estão entupidos com viaturas que terão desesperadamente tentado a fuga, só se vêem cadáveres pelo chão.

A família opta por abandonar a viatura e seguir a viagem a pé, então muita da sua bagagem fica para trás, no entanto há coisas essenciais: uma arma, mapas, documentos pessoais, uma faca, uma tenda, uma lanterna, um binóculo, um rádio, uma bússola, medicamentos essenciais, água potável, conservas, fósforos, roupa e calçado confortável, para quem vai ter de se habituar a andar muito a pé.

Uma coisa notável, o infortúnio duns pode ser a sorte doutros, imagine-se num mundo sem esperança, dó, nem piedade, os seres humanos transformaram-se em predadores implacáveis, bestas assassinas, é a Lei do mais forte!

A família furta-se às estradas e às barricadas e a quaisquer contactos com outros humanos, procurando guarida num sitio isolado, com água corrente, uma metáfora nos tempos que se avizinham…

http://wn.com/History_Channel_5_After_Armageddon

UE: Dois dias para salvar a Medicina Natural

Dentro de 2 dias, a União Europeia irá banir grande parte da medicina natural, forçando-nos a tomar mais remédios industrializados e alimentando os lucros das grandes empresas farmacêuticas.


A directiva da UE coloca barreiras altas em qualquer medicamento natural que não esteja no mercado há pelo menos 30 anos -- incluindo quase todo o medicamento tradicional Chinês, Ariuvédico e Africano, bem como uma terrível pressão sobre as hervanárias portuguesas. Esta é uma medida draconiana que ajuda a indústria farmacêutica e ignora milhares de anos de conhecimento médico.

Nós precisamos de um chamado massivo de indignação. Juntas, nossas vozes podem pressionar a Comissão Europeia a alterar a directiva, forçar os nossos governos a se recusarem a implementá-la, e dar legitimidade a uma acção legal frente aos tribunais. Assine ao lado, depois encaminhe esta campanha para todos. Vamos conseguir 1 milhão de vozes para salvar a medicina tradicional:

Para a Comissão Europeia e governos da UE :

“Como cidadãos Europeus atentos, nós pedimos que a Comissão atende a directiva THMPD, suspendendo as medidas draconianas contra a medicina natural e removendo todas as barreiras aos medicamentos naturais com um longo histórico de uso dentro e fora da Europa. Nós apelamos também para os nossos governos se recusarem a implementar a directiva até que ela seja alterada. Nós temos o direito de escolher os remédios e medicinas que nos mantém saudáveis.”

Eu já assinei a petição e você, porque espera?

Neste momento cerca de 514.000 pessoas já assinaram a petição, contamos com a sua assinatura para atingir 1.000.000 de assinaturas.

A petição encontra-se disponível em:

https://secure.avaaz.org/po/eu_herbal_medicine_ban/?rc=fb

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