sábado, novembro 26, 2011

Boas festas!



A antecipar, a quadra natalícia, o Primeiro-ministro e o Ministro das Finanças do Governo Português, não cabem em si de contentes, cumpriram as directrizes de Bilderberg, de Bruxelas, de Berlim e da Goldman Sachs e acabaram por fim, de mergulhar o país, na pobreza total.
Aliás, esta já vem sendo uma premissa que remonta aos governos de António Guterres (que acabaria compensado com um cargo na ONU), a partir daí foi o descalabro, tantas foram as obras faraónicas e os elefantes brancos, que se atropelaram ao longo dos tempos…
O povo português parece ser, o que menos culpa têm, nesta inépcia governamental.
Está bom de ver como tudo ia acabar…
… no prego!

sábado, novembro 19, 2011

Verdades e mentiras, reflexões de Eduardo Galeano



"Escarafunchando o que está por traz dos grandes discursos que se arvoram defender a democracia. Este é o Galeano em sua mais alta forma.
Eduardo Galeano, num congresso na Itália em 2004, analisa com grande lucidez algumas questões do mundo actual. Galeano, mostra-nos de uma forma extremamente simples, a hipocrisia da falsa democracia em que vivemos.
Estas observações de Eduardo Galeano, são muito interessantes:
"Eu simplesmente conto as coisas que vejo e que escuto.
Por exemplo, outro dia escutei um cozinheiro que reuniu as aves: as galinhas, os gansos, os pavões, os faisões e os patos. E eu escutei um pouco o que o cozinheiro dizia para elas."
Achei interessante e gostaria de lhes contar o que escutei."
"O cozinheiro perguntava com que molho elas queriam ser comidas.
Uma das aves, uma humilde galinha disse: "Nós não queremos ser comidas de maneira nenhuma."
O cozinheiro esclareceu: "Isso está fora de questão."
Esta ilustração muito interessante, é uma excelente alegoria do mundo actual, da forma como está organizado. Esta falsa democracia em que vivemos, dá-nos o direito de escolher a forma como nos vão explorar.
Continua Eduardo Galeano dizendo: "Eu achei esta reunião muito interessante porque é uma metáfora  do mundo.
O mundo está organizado de uma forma tal que temos o direito de escolher o molho com que seremos comidos."
Dizem que é um mundo democrático, mas pergunto-me até que ponto é democrático um mundo onde a soberania se converteu, a soberania dos países foi convertida num objecto de museu.
Por exemplo para citar exemplos concretos que me parecem úteis trazer.
O organismo que governa os governos no mundo de hoje, o Fundo Monetário Internacional está dirigido por cinco países e dá as ordens a quase todos os os países do mundo, salvo os países que dão as ordens, claro que podem ser sádicos, mas não são masoquistas.
O Banco mundial é mais democrático, é preciso reconhecer e fazer notar essa diferença.
O Fundo Monetário é dirigido por cinco países, e o Banco Mundial por oito. Depois temos a organização mundial do comércio, em cujos estatutos se estabelece que as decisões serão tomadas por voto democrático.
Nunca se votou na Organização Mundial do Comércio.
Nunca! Nem uma única vez. Utiliza-se o princípio Estalinista da aclamação.
As decisões são decididas por aclamação. O organismo anterior que se chamava GATT, votou uma vez.
Não foi uma boa experiência, não se repetiu. Nunca se repetiu.
Podemos falar de um mundo democraticamente organizado quando o mundo depende de três organismos não democráticos que tomam as decisões no lugar da humanidade?
E o Concelho de Segurança das Nações Unidas... actualmente, parece que as guerras são legitimas quando aprovadas pelo Concelho de Segurança da O.N.U. e ilegítimas quando não as aprova. Mas quem promove esta bênção?
As Nações Unidas são formadas por uma Assembleia Geral. Aí, estão todos os países, todas as vozes, inclusive a deste senhor que também quer participar. Mas é simbólica, a Assembleia Geral é simbólica.
Formula recomendações, não toma decisões.
As decisões são tomadas pelo Concelho de Segurança. O Concelho de Segurança é onde mandam os cinco países que têm direito de veto, e o direito de veto é o que decide.
Eles velam pela paz mundial. Velam pela paz mundial, mas são também os cinco principais fabricantes e vendedores mundiais de armamento.... Estados Unidos, Inglaterra, França, Rússia e China.
Os cinco fabricantes mundiais e armas, são os encarregados de manter a nossa paz no mundo.
Assim andamos nós: fazem o negócio da guerra, mas vendem também a paz. Onde? Como? Através sobretudo, meios de comunicação que reproduzem o sistema de poder no mundo e avaliam a democracia de cada país, são grandes meios de comunicação que confundem a liberdade de expressão com a liberdade de pressão e que foram definidos com mestria por algum anónimo: mijam-nos em cima, e os jornais dizem que é chuva. O caso mais claro, mais escandaloso de manipulação da opinião pública mundial é actualmente o caso da Venezuela.
No teatro, no grande teatro do bem e do mal, há uma distribuição de funções entre os anjos e demónios, e Hugo Chavez é um dos principais demónios, é um ditador do ponto de vista das fábricas de opinião pública mundial.
Hugo Chavez é um ditador, é um estranho ditador. Ganhou oito eleições em cinco anos e agora, recentemente, no referendum, foi o primeiro presidente na história da humanidade que colocou o seu cargo à disposição das pessoas e ganhou por 6  a 4, 60% contra 40%, numas eleições que eu assisti como observador e posso garantir, dar testemunho de que  foram eleições transparentes, onde pela primeira vez se conseguiu evitar que os mortos votassem, porque na Venezuela tinham o mau hábito de votar. É um mau hábito... E também se conseguiu evitar que cada pessoa vota-se várias vezes, por causa da doença de Parkinson, muita gente colocava vários votos nas urnas.
A Venezuela é um país estranho onde isto acontece, e ao mesmo tempo se assiste às denúncias pela falta de liberdade de expressão."

quarta-feira, novembro 16, 2011

Estranhas mudanças



O mundo está em constante mudança, que novidade vos estou a dar, é verdade, o velho mundo, está a dar lugar ao novo mundo, perdão à Nova Ordem Mundial.
Agora deixamos de eleger os nossos representantes, então ninguém ficou escandalizado?
E os políticos que caíram em descrédito numa série de países, isto não cheira a farsa?
A Encenação?
Onde fica a Democracia?
Bonita palavra, parece que no cesto dos papeis!
Agora o que está a dar e daqui para a frente é só cortar, cortar, cortar!
Os políticos e os partidos estão a dar lugar aos economistas, aos gestores, aos banqueiros, aos homens de cinzento vindos da Goldman Sachs, servindo a grande corporação. Eurocratas e tecnocratas, muito bem preparados todos eles. Veja-se o que aconteceu em Itália e na Grécia, em que os novos primeiros-ministros vieram da Goldman Sachs (que comanda o Mercado e as Agências de Notação Financeira, que se sobrepuseram aos países).
Sem mais nem menos, o Governo Mundial, deixou de ser uma quimera perdida, está a poucos passos, uma vez que tem sido afastados os impecilhos, à laia duma Primavera Árabe. E os últimos obstáculos serão removidos à base de um fait divers que levará à morte de biliões de seres humanos até 21 de Dezembro de 2012, está na hora da despopulação.
Sem pudores eles agora já não se escondem nas suas tocas, agora vão comandar os destinos do mundo.
Façamos um parêntesis à parte, vejamos a composição actual do Governo Português, saído de eleições, já se deram conta que os ministros ou são economistas ou advogados?
E preparam-se para fechar o público e o privado, reduzindo o número de leis, com a presença musculada da polícia nas ruas, liquidando a classe média. Para o ano não temos onde gastar o dinheiro.
Estranhas coincidências?
Até mesmo entre nós não poderiam faltar os homens de confiança saídos da Goldman Sachs e do FMI. Com um primeiro-ministro barítono já nada me espantaria.
Espectáculo!

A demissão


O que terá levado António Borges (português), director para a Europa do FMI, a bater com a porta?
Eis uma questão que deixo no ar... cada vais pestilento.
Segundo, a imprensa oficial, António Borges vai deixar o Fundo Monetário Internacional por motivos pessoais...
Para Christine Lagarde (amiga de Portugal) é já uma carta fora do baralho, António  Borges vai abandonar as suas responsabilidades imediatamente, tendo sido nomeado para o cargo Reza Moghadam.
Estranha dança de cadeiras está a ter lugar na chefia de países, empresas e instituições. Há tanta coisa que desconhecemos neste mundo de trevas, viscoso, propicio à vivência de estranhos seres escamados e com a língua bífida.


segunda-feira, novembro 14, 2011

A humilhação grega



Há coisas que não esqueço (e os gregos também não), como ocidental e europeu.
Não esqueço o inegável contributo que a Mãe Grécia prestou à Humanidade, quer nas Ciências ou nas Letras.
A Grécia foi durante três milénios, um farol no meio das trevas da ignorância, enquanto que na Germânia e nas frias terras do norte, a barbárie grassava.
Redundâncias dirão vocês, nada de mais errado direi eu.
Também não posso esquecer a generosidade, a bravura e a entrega desinteressada dos soldados gregos, que ao longo de vários momentos da nossa História impediram a invasão da Europa. Comecemos por Termopolidas, em que um punhado de guerreiros espartanos, se impôs a milhares de soldados persas, que se preparavam para marchar sobre o velho continente. 
Também não posso esquecer as variadíssimas vezes que o Império Bizantino retardou a ascensão do Império Otomano. Graças à preciosa ajuda de três cruzadas que iam combater os infiéis, acabou por sucumbir em 1453, quase mil anos depois da queda de Roma e às mãos de Maomé II. 
Onde estava a Europa, quando os bizantinos (os gregos) precisaram de ajuda?
Em finais do século XIX e princípios do século XX, os Balcãs voltaram-se a agitar, com guerras intermináveis entre gregos e turcos, que culminaram com a independência da Grécia. Os gregos refrearam as investidas dos turcos e controlaram os seus instintos expansionistas durante a I Grande Guerra Mundial.
Jamais posso esquecer ainda a dívida de guerra que a Alemanha tem para com a Grécia, que remonta à II Grande Guerra Mundial. A Alemanha deve à Grécia em moeda actual, o equivalente à actual dívida grega. 
Só que a Alemanha esqueceu-se que tem uma dívida de guerra para liquidar, para com a Grécia, quer em termos humanos, quer ainda referente à delapidação do património helénico, contas bancárias e tesouros gregos utilizados pela Alemanha de Hitler.
Se calhar a Senhora Merkel teve uma amnésia expansionista, que se esqueceu daquilo que deve.
Actualmente o exército grego é um travão quer para a Turquia quer ainda para o Irão. Quando os tambores da guerra rufarem novamente, espero que os gregos abram o sinal verde para o centro e Norte da Europa. Só assim os povos germânicos e nórdicos apreenderão a importância da palavra chamada Grécia, pois é inadmissível a Humilhação que a Mãe Grécia sofre às mãos frias e reptilianas de Merkel & Associados.

domingo, novembro 13, 2011

Geo Engenharia em larga escala



A NASA reportava há 5 anos atrás, que a Terra estava agora a receber menos 20% da luz do Sol, que há 10 anos atrás.
Depois de o negar anos a fio, o Consultor de Ciência para a Casa Branca, John Paul Holdren agora admite, que depois do Programa ter sido testado com sucesso, a atmosfera da Terra tem sido manipulada ultimamente com Sais de Bário, Dióxido de Alumínio e outros componentes tóxicos.
Há um programa secreto para a manipulação da atmosfera. Eles agora admitem-no abertamente, mas ainda não nos contaram tudo sobre ele e porque é que este está em curso…
Será por causa da nossa estrela, o Sol?
Sobre John Holdren aqui

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