segunda-feira, setembro 03, 2012

As danças de Mswati III da Suazilândia



Mais de 80 mil mulheres, alegadamente ainda virgens, juntaram-se na tradicional dança Umhlanga, que acontece em Agosto, para o Rei Mswati III da Suazilândia. As jovens almejam tornar-se noivas do monarca e juntar-se às outras 12 esposas que já tem, refere o jornal espanhol 'ABC'.
As virgens da Suazilândia compareceram na dança e utilizaram saias curtas, peito descoberto e colares vistosos que simbolizam a sua vontade de casar com o Rei, conhecido como 'o leão'. Uma delas poderá vir a juntar-se às outras esposas, que também assistem atentas à dança.
A cerimónia passou de tradição a atracção turística e milhares de pessoas juntam-se às virgens para assistir à dança. Para além de se mostrarem como pretendentes, as mulheres orgulham-se em mostrar a sua pureza. 

Veja aqui as imagens desta dança:

Mswati III sucedeu ao seu pai, Sobhuza II, em 1986. Na Suazilândia, dois terços dos seus súbditos são alimentados por ajuda internacional, 34% da população activa está desempregada e mais de metade vive com menos de um dólar por dia.
O Rei nasceu a 19 de Abril de 1968, quatro horas antes de o país alcançar a independência da Grã-Bretanha. Foi inicialmente baptizado com o nome Makhosetive e já teve 13 esposas. A 12ª foi apanhada a traí-lo com o ministro da Justiça e ambos foram presos.


E já agora sabe onde fica a Suazilândia?
É um pequeno país localizado no Sul de África, entre Moçambique e a África do Sul.

domingo, setembro 02, 2012

10000 pessoas podem ter contraído o Hantavirus nos EUA



O Centro Federal de Controlo e Prevenção de Doenças norte-americano (CDC) advertiu na sexta-feira que dez mil pessoas são susceptíveis de terem contraído um vírus mortal durante a sua estada no Parque Nacional de Yosemite - Signature Tent Cabins (no acampamento Curry Village), na Califórnia, este verão.
Pelo menos seis casos de síndrome pulmonar por hantavírus (SPH), doença transmitida pela saliva ou urina animal, foram confirmados e outros casos potenciais estão a ser acompanhados. Duas das pessoas infectadas morreram.
As vítimas tinham em comum o facto de terem ficado no mesmo alojamento no parque.
O Serviço Nacional de Parques tentou contactar as 2.900 que tinham reservado uma estada no acampamento entre 10 de Junho e 24 de Agosto.
O CDC estima que o parque foi visitado por 10.000 pessoas durante aquele período, número que inclui as 2.900 que efectuaram a reserva e familiares e amigos que os acompanharam.
O CDC pediu a qualquer pessoa nessa situação para fazer exames médicos em caso de experimentar algum sintoma associado ao síndroma pulmonar por hantavírus (HPS, na sigla em inglês), uma infecção pouco frequente, mas que pode chegar a ser fatal, sendo disseminada por ratos.
Os sintomas são fadiga, febre, dores musculares - especialmente nas coxas, nos quadris e costas -, dor de cabeça, calafrios, enjoos, náuseas, vómitos, diarreia, dores abdominais e dificuldades para respirar.
Os roedores expulsam o vírus através da urina, dos excrementos e da saliva. Segundo o portal Medline Plus, pequenas gotas com o vírus podem flutuar no ar e os humanos podem contrair a doença se respiram esse ar infectado ou entram em contacto com os roedores ou seus excrementos.
Embora não exista cura contra o hantavírus, o tratamento após uma pronta detecção pode salvar vidas.
"Quanto mais se detectar e se receber o tratamento, maiores são as possibilidades de sobrevivência", disse a médica Vicki Kramer, do Departamento de Saúde Pública americano.
Em 2011, metade dos casos detectados de hantavírus nos EUA acabou em óbito. Desde 1993, quando o vírus foi identificado, a média das mortes em casos detectados é de 36%, segundo o CDC.

sábado, setembro 01, 2012

Encontro pela defesa da escola pública

É todo um país que está a ser alvo da fúria dos mercados, somos nós, os nossos filhos, os nossos netos e todos os vindouros.
Urge tomar medidas enquanto é tempo!
Desta vez não fique em casa, porque nós não somos números.
Se nada fizermos, a mais cruel das ditaduras tomará forma dentro de pouco tempo.

quarta-feira, agosto 29, 2012

Arte rupestre nos Açores



O presidente da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), Nuno Ribeiro, revelou no passado dia 27 de Agosto de 2012, a existência de arte rupestre na ilha Terceira, reafirmando a convicção de que a ocupação humana dos Açores é anterior à chegada dos portugueses.
«Encontramos agora um sítio de arte rupestre com características que nos fazem acreditar que remonta à Idade do Bronze», afirmou Nuno Ribeiro, em declarações à Lusa em Ponta Delgada, onde proferiu uma conferência na Universidade dos Açores sobre o tema «Ocupações humanas pré-portuguesas nos Açores: mito ou realidade?».
Nuno Ribeiro salientou que, nos últimos três anos, foram descobertos em várias ilhas açorianas vestígios de estruturas «que indiciam pela sua arquitectura e construção serem de origem pré-portuguesa».
«Temos um epígrafo da época romana, segundo dois cientistas que convidamos a interpretar a inscrição, um sítio de arte rupestre, estruturas megalíticas, enfim, um conjunto importante de estruturas espalhadas pelas ilhas que precisam de ser interpretadas de outras formas», frisou.

No ano passado, o arqueólogo anunciou a descoberta de «um conjunto significativo de mais de cinco monumentos do tipo hipogeu (túmulos escavados nas rochas) e de, pelo menos, três "santuários" proto-históricos escavados na rocha».
«Em alguns casos, acreditamos que existem templos e hipogeus. Não temos dúvidas que existem santuários» Nuno Ribeiro salientou que as descobertas feitas nos Açores têm sido publicadas em artigos científicos e apresentadas em congressos internacionais de arqueologia, obtendo «grande aceitação junto da comunidade científica internacional».
«Em alguns casos, acreditamos que existem templos e hipogeus. Não temos dúvidas que existem santuários», afirmou, recordando, no entanto, que «todos este dados precisam de ser datados».
Para continuar a desenvolver o projecto, a equipa formada por investigadores dos Açores, Reino Unido, EUA, Espanha e Alemanha necessita de autorização do Governo Regional para efectuar escavações e datar com maior rigor os elementos já identificados nas ilhas.
«O nosso grande problema nesta fase é que o Governo dos Açores não nos autorizou os trabalhos arqueológicos, no ano passado por falta de financiamento e este ano por não se enquadrar num decreto lei», lamentou Nuno Ribeiro.
O arqueólogo, que manifestou confiança que os elementos já identificados comprovam que a ocupação humana dos Açores é anterior à chegada dos portugueses, alertou que todos esses vestígios estão ao abandono.

«Na ilha do Corvo, enquanto lá estive a passar uns dias de férias, vi obras a ser feitas no aeroporto sem qualquer acompanhamento arqueológico», denunciou, acrescentando que «a 300 metros tinha sido encontrada uma estrutura com uma planta que, no Alentejo, foi enquadrada com sepulturas».

Fonte: Jornal de Arqueologia, Lusa, via TVI24

segunda-feira, agosto 27, 2012

They Live! = Eles Vivem!



Vocês vêm-nos na rua.
Vocês vêm-nos na TV.
Vocês votam neles.
Vocês pensam que eles gostam de pessoas como nós.
Vocês estão enganados.
Mortalmente enganados.

Eles não são quem nós pensamos ser...
Eles vivem!

domingo, agosto 26, 2012

Fotografias apocalípticas

Brisbane, Austrália...


Sucedem-se as fotografias obtidas um pouco por todo o mundo acerca de nuvens que parecem pairar estranhamente sobre grandes cidades.
Parecem adivinhar tsunamis ou até mesmo as “Mãos de Deus”...
Será que prenunciam uma catástrofe futura?
Em breve, o saberemos...

Como se faz um Crop Circle?


quarta-feira, agosto 22, 2012

Marés vivas?



Fúria do mar põe banhistas de Norte a Sul de Portugal em aflição - Era este o retrato da maior parte das capas dos jornais diários, que não escondiam o que se passou na Nazaré, onde uma onda apanhou mortalmente desprevenidos um avô que brincava com a sua neta de 5 anos.
Em pleno Verão, o mar parece não ser mais o mesmo, a calmaria de outrora foi substituída pela estranha agitação das águas, fortes correntes tem arrastado ultimamente os banhistas para fora de pé. Isto para não falar das inúmeras mortesde banhistas que se tem sucedido ao longo da nossa costa.
Apúlia, Espinho, Ovar, Nazaré e Algarve foram palco ontem de incidentes pouco habituais nesta altura do ano.
As ondas pareciam vivas e colheram as suas vítimas até mesmo à beira da água. Houve quem dissesse que nunca tinha visto nada assim.
Foram vários os jornais que referiram que a água colheu de surpresa até aqueles que apanhavam banhos de Sol, que tiveram de fugir com os chapéus e as toalhas.
O que se passa afinal?
Nada parece certo ultimamente?
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