segunda-feira, abril 08, 2013

Sociedades Secretas, por Jesse Ventura


 


A verdade está aqui e não lá fora…
Já se interrogou, porque motivo certas séries de TV não vão até ao fim?
Porque será?
Falta de audiências?
Ou será que alguém ficou assustado com algumas ideias e teorias levantadas por certas produções televisivas?
Sucedeu com a série de TV, a Teoria da Conspiração realizada por Jesse Ventura, que foi interrompida na 3ª temporada. No entanto, estranha-se, porque motivo alguns episódios foram barrados e banidos, especialmente o episódio dedicado às Sociedades Secretas, o 5º da primeira série. Mas, já nada me espanta… Recentemente as segundas séries das séries televisas V, Terra-nova, e o Evento foram pura e simplesmente erradicadas do écran.
Se isto não é censura então o que será?




Que nome se dá ao corte dum documentário a meio sobre a Maçonaria?
Senão uma palavra censura…
Exibido há cerca de um mês no canal História, quando se preparavam para explicar quem era Albert Pike, eis que o lápis azul actuou…
A quem assustam certas teorias ou ideias?
Não é Fantasia.
Eles tem um plano que se esconde atrás de portas, atrás de muros…
Porquê?
Preparam o Genocídio à escala global. Falam deliberadamente em abate, abate esse anunciado nas Pedras Guias da Georgia.




Eles estão por todo o lado, escondem-se atrás da Maçonaria e da Fachada de Bilderberg…
Bilderberg poderá ser uma fachada.
Mas, quem manda realmente?
A Casa Real Inglesa ou a Holandesa? Elisabeth ou Beatriz?




Nesta Agenda de loucos, seja Bem-vindo ao Admirável Mundo Novo anunciado por Aldous Huxley, com a População Mundial reduzida a cerca de 10%. Veja aqui o 5º episódio da Teoria da Conspiração de Jesse Ventura e assim poderá compreender melhor o que significam para a Elite, os países, as economias, as guerras, a FEMA e onde encaixam a nova Pandemia que anunciam a todo o momento e as vacinas que a OMS pretende aplicar generosamente gratuitamente nesta época de Crise.


Desconfie.
Abra os olhos.




Junte as peças do puzzle.
Porque eles pretendem liquidar a sociedade actual de sete biliões de comilões e instaurar uma nova sociedade feudal com poucos senhores e muitos servos.
Bem-vindos à Nova Ordem Mundial!

Outros links:

domingo, abril 07, 2013

Afeganistão, 43 anos depois...



Lamentavelmente assim vão os tempos...
Descubra as diferenças...
43 anos depois...
Depois de 2 intervenções militares estrangeiras...
Como é possível regredir tanto?
 

sexta-feira, abril 05, 2013

Filantropia americana apoia investigação do cérebro




"O Presidente norte-americano, Barack Obama, anunciou no passado dia 2 de Abril de 2013, um investimento de 100 milhões de dólares (cerca de 77 milhões de euros) num projecto de investigação que pretende revolucionar a compreensão do funcionamento do cérebro humano.
Esta iniciativa, denominada BRAIN e prevista no projecto de orçamento para 2014 da administração Obama, pretende ajudar os investigadores a descobrirem novos tratamentos para curar ou prevenir doenças do foro neurológico actualmente incuráveis como Alzheimer, Parkinson e epilepsia.
O projecto de investigação ambiciona também dar respostas para o tratamento de traumatismos cerebrais e de transtornos psiquiátricos.
"A iniciativa dará aos cientistas as ferramentas que eles precisam para obter uma imagem de um cérebro em acção e entender melhor como os seres humanos pensam, aprendem e memorizam", afirmou Obama, numa declaração na Casa Branca, sublinhando que o cérebro "ainda é um grande mistério que continua por descobrir".
Os investigadores vão tentar captar imagens complexas do interior do cérebro humano, que vão mostrar como as células individuais e os circuitos neurológicos trabalham e conseguem interagir.
As imagens captadas, uma espécie de "mapa" do cérebro, vão ainda permitir examinar a forma como o cérebro regista, usa e recupera uma vasta quantidade de informações.
"O mais poderoso computador no mundo está longe de ser tão intuitivo como aquele com que cada um de nós nasceu", realçou Obama.
O projeto BRAIN (Brain Research through Advancing Innovative Neurotechnologies) está a ser conduzido por três instituições norte-americanas: os Institutos Nacionais de Saúde (NIH), a agência de investigação do Pentágono (Defense Advanced Research Projects Agency - DARPA) e a Fundação Nacional de Ciência.
Várias instituições privadas também se associaram ao projecto, é o caso do Instituto Allen, criado por Paul Allen, co-fundador da Microsoft, que vai atribuir mais de 60 milhões de dólares anuais (cerca de 46 milhões de euros) aos investigadores ligados à iniciativa."

Fonte: Lusa 

A seguir...


terça-feira, abril 02, 2013

Descubra as diferenças entre Satanás e Obama




Quando o segundo episódio da mini-série A Bíblia (no original The Bible) foi exibido, o Twitter nos EUA, explodiu com comentários, passo a explicar melhor, o diabo da série americana é igual a um Barack Obama mais velho.
Avalie a cena entre Jesus Cristo e Satanás no meio do Deserto e depois diga-me qualquer coisa.
 Tanto que houve críticas à escolha do actor Mehdi Ouzaani, muito parecido com o Presidente americano. Depois de tanta celeuma na quadra pascal, a Casa Branca não reagiu até à presente data.

Mensagem subliminar ou sinais dos tempos?
Eis a questão…

segunda-feira, abril 01, 2013

Negócio Fechado, de David Mamet




A Companhia de Teatro de Almada apresenta Negócio Fechado

O dia-a-dia de uma agência imobiliária em crise, onde as regras de ética não existem e o que importa é vender.

Em Negócio fechado (no original, Glengarry Glen Ross), Prémio Pulitzer 1984, David Mamet desmistifica o chamado sonho americano. Centrando-se no ambiente de uma agência imobiliária, Negócio fechado sintetiza alguns dos temas habitualmente tratados por Mamet (o excesso de competitividade, a ausência de escrúpulos, e a impiedade para com os mais fracos), imputáveis a alguns sectores da sociedade norte-americana.
Imagine-se o caos sem aqueles benditos 15 minutos para relembrar o êxito passado, lamentar o presente e, se for o caso, lamber as botas ao patrão para dar um jeitinho. As vacas gordas estão esqueléticas e no meio imobiliário da década de 80 qualquer contacto é uma bênção. Rodrigo Francisco foi à América buscar o sonho e arrastou-o para a actualidade portuguesa.
O escritório da Agência Imobiliária Mendes & Mendonça serve de palco a um antro de competitividade desenfreada entre um vendedor em final de carreira, Sílvio Rosa (Marques d’Arede), um jovem confiante e em pico de forma, Lourenço Marques (Pedro Lima), e ainda ao seu gerente contestado, João Fernandes (Ivo Alexandre). A estes juntam-se Jorge Orlando (Miguel Sopas), um homem sem pedalada para tanta artimanha, David Mata (Pedro Walter), um conflituoso vendedor com mão para ilegalidades, e Jaime Ulisses (Alberto Quaresma), um cliente que é vítima da lábia de Lourenço Marques. Todos se conjugam e atropelam através de uma competição de vendas promovida pelos chefes em que há pouco espaço para erros. Ainda assim, há prémios de várias espécies. Para o primeiro lugar um Mercedes, para o segundo um jogo de facas de cozinha, para os restantes… o desemprego.
“O que está evidente neste espectáculo é a bolha imobiliária americana que levou à falência do banco Lehman Brothers e que os Estados Unidos se encarregaram de exportar para a Europa. Quem não se recorda de receber cartas dos bancos em casa e bastava ir levantá-los? Quantos milhares é que estas pessoas lucraram com isto, com os juros pagos sobre esses cheques? Enfim, foi com base nisso que pensei na peça”, explica Rodrigo Francisco. Que depressa nos adianta que não foi fácil criá-la: “Já tinha lido este texto do David Mamet há seis anos e já tinha falado com o Joaquim Benite sobre a hipótese de avançarmos com este projecto. A questão é que exige um grande elenco, que não surge de um dia para o outro, e além disso foi preciso um grande trabalho na adaptação, transportar esta realidade para a nossa, portuguesa, abolir as referências americanas para apelar ao público, para pôr em prática um teatro realista”, confessa.
A atmosfera que se cria em torno deste escritório tem como base a experiência vivida por Mamet quando em 1969 trabalhou numa agência com os mesmos conflitos que quis demonstrar. Os dossiês empilhados, os slogans de suposta motivação para os trabalhadores - “A venda só começa quando o cliente diz não” - o quadro escrito a giz com os resultados de cada um, são todos elementos que enfatizam um cenário propício a tão pouca ataraxia.

David Mamet (Illinois, 1947) monta as suas primeiras peças no teatro de Saint Nicholas, em Chicago. A partir de 1975 começa a ser produzido no circuito off da Broadway: Perversidade sexual em Chicago (1974), Búfalo americano (1977), Uma vida de teatro (1977). Mestre do diálogo, o seu estilo é habitualmente equiparado ao de Edward Albee. As suas peças, breves mas densas, assentam nas vidas das suas personagens, cuja solidão encontra eco na sociedade moderna. A linguagem de Mamet, considerado um virtuoso construtor de enredos, distingue-se pelo ritmo quase musical, obtido através de pausas, de frases interrompidas, e de um inconfundível jargão realista – simultaneamente violento e poético.

Intérpretes Alberto Quaresma, Ivo Alexandre, Marques D’Arede, Miguel Sopas, Paulo Guerreiro Pedro Lima e Pedro Walter
adaptação Rodrigo Francisco
Cenário e figurinos Ana Paula Rocha
Desenho de Luz Guilherme Frazão
Caracterização Sano de Perpessac
Assistente de Encenação Paulo Mendes

SALA EXPERIMENTAL
de 28 de MARÇO a 28 de ABRIL
de QUA a SÀB às 21H30, DOM às 16H00
Duração: 1H30
M/12

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