sábado, abril 13, 2013

Milagre no Bali



Um avião com 172 pessoas a bordo falhou a pista de aterragem no aeroporto da ilha indonésia de Bali e caiu no mar. Felizmente, todas as pessoas sobreviveram ao acidente.
Saudemos a vida!
Nesta época triste e sem esperança um milagre ocorreu para nos dar alento e fazer acreditar que o impossível pode acontecer…




A maioria dos ocupantes do Boeing 737 que caiu no mar em Bali não sofreram ferimentos, mas 45 acabaram por recorrer aos hospitais locais, disse fonte da equipa de resgate.


Krisna Mahart afirmou à Associeted Press (AP) que os ocupantes do avião não representavam ferimentos graves e que a deslocação ao hospital se deveu a medidas de precaução.
Os 101 passageiros e sete tripulantes foram retirados do avião, que apresenta uma brecha na fuselagem, com o auxílio de barcos pneumáticos. Seguiam a bordo três estrangeiros, duas pessoas naturais de Singapura e um de França e que não ficaram feridos.
O aparelho é um Boeing 737 800 Nova Geração e foi adquirido pela companhia há um mês, disse fonte da empresa à AP.
  


Fazia a ligação Bandung (capital da província de Java Ocidente) e tinha aterrado em outras duas cidades antes de chegar ao aeroporto internacional de Denpasar, na ilha indonésia de Bali. Atravessou a pista e acabou por cair no mar.
O aparelho é da Lion Air (Lion Mentari Airlines), companhia indonésia low cost e que representa 45 % do mercado de aviação do país. Ainda recentemente celebraram um contrato com a Airbus para a compra de 234 aeronaves.
Faz parte da lista negra da UE, onde estão as companhias aéreas não autorizadas pela Comissão. A inclusão naquela lista não significa que as operadoras desrespeitem as normas de segurança, mas que os aparelhos não foram fiscalizados quanto ao cumprimento das regras comunitárias.


A fiscalização comunitária é obrigatória para quem viaja para os 27 países da União Europeia, mas a Comissão fica impossibilitada de tomar medidas para as outras operadoras e proibi-as de operar no seu espaço. No entanto, as que querem ser retiradas pedem uma inspecção, caso contrário não são removidas da lista.
Há seis operadoras sediadas na Indonésia credenciadas pela UE, enquanto estão banidas 52.



Saudemos a vida!
Os milagres por vezes acontecem quando tudo parece desabar...

quarta-feira, abril 10, 2013

Cativos, de Brillante Mendoza



Numa estância turística na ilha filipina de Palawan, 20 pessoas, a maioria das quais turistas estrangeiros, são raptadas pelo grupo Abu Sayyaf (GAS), separatistas islâmicos que lutam pela independência de Mindanao, uma ilha próxima. Entre os reféns está Therese Bourgoine (Isabelle Huppert), uma assistente social francesa, e Soledad (Rustica Carpio), a sua colega filipina, que são levadas com o resto do grupo num pequeno barco de pesca lotado numa viagem de vários dias e centenas de quilómetros através do mar de Sulu. Chegados à ilha, o grupo de reféns e raptores são perseguidos pelos militares e, depois de uma longa e cansativa caminhada pela selva, encontram refúgio num campo escondido nas colinas do Pico Basilan. Os membros do GAS e os seus apoiantes, assim como os civis amigos da sua causa, chegam e partem, trazendo alimentos e munições. Com as forças militares no seu encalço, eles têm de permanecer constantemente em fuga, deixando para trás vários campos temporários. E, devido ao fogo indiscriminado dos militares, os prisioneiros não têm outra opção senão manter-se com os seus raptores. Assim, durante um ano inteiro, Therese e os outros tentam conservar a esperança de que alguém faça alguma coisa para os salvar...

Com argumento e realização do aclamado realizador filipino Brillante Mendoza ("Massagista", "Kinatay", "Lola"), "Cativos" é baseado em situações de crise de reféns que ocorreram nas Filipinas, como os raptos de Dos Palmas em Palawan (2001) e outros sequestros pelo GAS.

Isto é um assalto


A banca e a troika. A escalada dos impostos, os cortes salariais e o aumento do desemprego. Quem paga a factura? As respostas chegam em banda desenhada, no livro Isto é um assalto, da autoria dos dirigentes do BE e economistas, Francisco Louçã e Mariana Mortágua, lançado nesta quarta-feira em Lisboa.
”Este livro descreve o assalto que Portugal está a sofrer. Eles estão a cobrar impostos acima das nossas possibilidades, a retirar subsídios de férias e de Natal que eram as nossas possibilidades, a destruir o Serviço Nacional de Saúde, a escola pública e a Segurança Social, que deveriam ser a devolução dos nossos tributos. Eles querem tudo”, resume-se na contra capa do livro escrito a duas mãos e com ilustrações de Nuno Saraiva.
A “história deste assalto moderno” é contada ao longo de quase 170 páginas. Fazem-se contas e cobra-se a factura à banca e à austeridade, à "chantagem da dívida" e ao flagelo do desemprego. No final, os dois economistas deixam um desafio: “Isto é um assalto! Vamos fazer-lhes frente?”
O lançamento da banda desenhada está marcado para esta quarta-feira, às 148h30, na livraria Bertrand (Picoas), em Lisboa.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...