quinta-feira, junho 20, 2013

O último jogo da Humanidade



O Web Designer,  Jason Rohrer, desenvolveu um jogo concebido para ser jogado por pessoas que ele nunca vai conhecer. E enterrou o jogo - projectado para sobreviver milhares de anos - no deserto de Nevada, o que torna provável que nunca ninguém o vai jogar.
É chamado de um jogo para alguém. O jogo foi inspirado em jogos de tabuleiro antigos como Mancala, bem como no trabalho desenvolvido pelos arquitectos e construtores que, ao longo de centenas de anos, construíram catedrais, que eles próprios nunca viram concluídas em suas vidas.
"Eu queria fazer um jogo que não é para jogar agora ", Rohrer disse, "e agora ninguém vivo jamais o irá jogar."
Rohrer desenvolveu um jogo para alguém que foi apresentado na 10 ª (e última) Game Design Challenge at GDC. O Desafio deste ano foi o tema "O Último Jogo da Humanidade".
Enquanto outros designers, como Will Wright, Jenova Chen e Harvey Smith desenvolveram normalmente jogos e ideias de design para o mundo actual, Rohrer levou as coisas um passo adiante, na verdade, ele projectou um jogo para o futuro.
Interpretação do tema de Rohrer era criar um jogo que nunca iria ser jogado pelos seus colegas e amigos, mas por alguma pessoa desconhecida num futuro distante.
Para isso, Rohrer construíu o jogo em forma de computador, criando um conjunto de regras que seriam não jogáveis por um ser humano, mas por uma inteligência artificial. Ele disse que ele ligou as regras do jogo numa "caixa preta", deixando a Inteligência Artificial encontrar desequilíbrios, interagindo novas regras e repetindo vezes sem conta. Rohrer criou posteriormente uma versão do seu jogo em forma de tabuleiro, de modo que ninguém pudesse entendê-lo e fazer engenharia reversa de sua mecânica.
Então ele começou a fabricá-lo. Deixou de lado, uma lista de materiais de jogo de tabuleiro que seria improvável que durassem a passagem de tempo previsto (madeira, papelão, alumínio, vidro), Rohrer, finalmente, decidiu fazer o jogo de um metal resistente. Ele fabricou um tabuleiro de jogo e peças em titânio. O tabuleiro tem, 18 polegadas e as peças que os futuros jogadores usarão pesam 30 quilos.
Rohrer estabeleceu as regras do jogo esquematicamente em três páginas, num papel especial de arquivo, hermeticamente selado dentro de um tubo de vidro Pirex - que foram então alojados dentro de um bastão de titânio – o jogo está enterrado dentro duma caixa de titânio em algum lugar do deserto de Nevada.
Ele nunca mostrou o jogo de tabuleiro completo, suas peças ou as suas regras durante a sua apresentação. Ninguém sabe como ele joga.

Mas Rohrer tem a localização GPS precisa para ajudar a encontrar um jogo para alguém.
Rohrer deixou um milhão de pistas e espera que a caixa seja encontrada daqui a 2.700 anos.
Com um jogo para alguém Jason Rohrer ganhou o jogo Design Challenge deste ano, supostamente a última vez, com base na votação do público.
Um desafio interessante deixado pela Design Challenge este ano – O Último Jogo da Humanidade! – Verdadeiramente intrigante.





Falha tectónica em formação ao largo da costa portuguesa



“Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenómeno.
A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
A confirmar-se que o fenómeno, em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais da Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.
João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a Margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia – está na realidade a tornar-se activa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.
“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.”
Fontes: Público e Geology

quarta-feira, junho 19, 2013

Nostradamus e a III Guerra Mundial - Parte 3

 
O grande horror na Suíça

Présage XI. Septembre.
Pleurer le ciel. à il cela faict faire,
La mer s'appreste. Annibal fait ses ruses:
Denys mouille. classe tarde. ne taire,
Na sçeu secret. Et à quoy tu t'amuses.

[Clamor do céu. Para praticar acto, ele se aproxima do mar. Aníbal fez os seus truques: Saint-Denys em lágrimas. A armada em breve. Não te cales, tudo foi tramado em segredo. Enquanto todos se divertiam].

Présage IV. Feburier.
Prés du Leman la frayeur sera grande,
Par le conseil, cela ne peut faillir:
Le nouueau Roy fait apprester sa bande,
Le ieune meurt faim, poeur fera saillir.

[O terror será grande perto do lago Léman, em razão de uma resolução e isso é inevitável: o novo chefe manda preparar seu exército, quando o jovem chefe morrer de fome, todos sucumbirão de medo].

X.92
Deuant le pere l'enfant sera tué,
Le pere apres entre cordes de ionç
Geneuois peuple sera esuertue,
Gisant le chef au milieu comme vn tronc.

[A criança será morta na frente de seu pai, que depois vai ser aprisionado. Os habitantes de Genebra serão destruídos, seu chefe decapitado].

IX.44
Migrés, migrés de Geneue trestous.
Saturne d'or en fer se changera,
Le contre FAYPOZ exterminera tous,
Auant l'aduent le ciel signes fera.

[Saiam, saiam todos de Genebra! A idade do ouro se transformará na idade da guerra. O que se faz contra Faypoz exterminará a todos. Antes desse evento haverá sinais nos céus].


 
Os presságios e as quadras são esclarecedores em relação à tragédia que deve atingir Genebra e arredores. Neste ponto, não há mais dúvidas quanto à “cidade nova” a qual se refere Nostradamus, que nos fala também de uma resolução que será o início do conflito. Talvez, bloqueio em bancos de recursos de algum dirigente ou nação.
O ataque virá de uma armada estacionada no Mediterrâneo. O comandante que ordenará o disparo será semelhante a Aníbal (248-183? A.C) um dos maiores generais que lutou contra Roma. Aníbal quer dizer “graça de Baal”, um deus não cristão.

Raypoz é um anagrama de Zopira, que corresponde a Zopirus (Zópiro), nobre persa citado por Heródoto e que ajudou Dario I (549-485 A.C) a tomar o trono, o que reforça a tese de que o ataque se dará por um dos países que fazia parte do antigo Império Persa.
Aparecem aqui três chefes de estado: um novo que manda preparar o exército; um jovem que morrerá de fome; e um terceiro chefe de Genebra, que será decapitado. Há também um relato de sequestro de uma criança ou jovem seguido de morte presenciada pelo pai do sequestrado. O apelo de Nostradamus é veemente: saiam, saiam de Genebra, pois ficar na cidade será morte certa.
“Quando uma nação ou uma cidade está destinada a sofrer uma grande desgraça, essa desgraça é geralmente precedida de certos sinais”. [Heródoto, p.279]. E o maior sinal será dado com o fim da abundância, com o fim da idade do ouro, Genebra será tomada pela fome e sede:

II.64
Secher de faim, de soif, gent Geneuoise,
Espoir prochain viendra au defaillir:
Snr point tremblant sera loy Gebenoise,
Classe au grand port ne se peut accueillir.

[A gente de Genebra secará de fome e de sede; sucumbirá sem esperança próxima. Neste ponto, a lei muçulmana será abalada. Marselha não poderá receber o exército. – Latim: gebanitae, gebanitas, povo da Arábia Feliz].

40. A Guerra é resultado da crise económica

De acordo com as quadras anteriores, a metade do mundo vai estar mergulhada no caos, e isso de um momento para o outro, coisa rápida, muito provavelmente sofrendo com os efeitos radioactivos da explosão no CERN. Os alimentos, imprestáveis para o consumo, de imediato devem sumir das prateleiras dos mercados. A economia em baixa entrará em colapso total. Além dessa explosão provocada pelas mãos humanas, outros desastres naturais também concorrem para dar cores tenebrosas ao inferno em que se viverá aqui na terra: as mudanças na superfície do Sol; a destruição da camada de ozono; o efeito estufa; o aquecimento global e depois a glaciação; as mudanças das correntes marinhas; a inversão magnética; e o deslocamento do eixo terrestre, em função de terremotos e actividades vulcânicas, são alguns dos horrores aos quais estaremos sujeitos enquanto a guerra se desenrola.

IX.63
Plainctes et pleurs cris, et grands hurlemens
Pres de Narbon a Bayonne et en Foix,
O quels horribles calamitez changemens,
Auant que Mars reuolu quelquefois.

[Grandes queixas e lágrimas, gritos e uivos próximos a Narbonne e Baixos Pirineus até Ariège (Médios Pirineus). Oh, que horríveis calamidades e mudanças, antes que a época da guerra passe!].

Aqui só temos um reforço ao prognóstico da explosão no acelerador de partículas. É de se notar, a localização inequívoca da catástrofe e seus efeitos imediatos na região dos Pirineus. A vida durante a guerra será de calamidades e mudanças para o homem.
É evidente que, perante um desastre desses, com implicações mundiais, as nações devem entrar em conflito, com acusações mútuas e busca aos culpados:

XII.56
Roy contre Roy et le Duc contre Prince,
Haine entre iceux, dissension horrible:
Rage et fureur sera toute prouince,
France grand guerre et changement terrible.

[Governante contra governante e o general contra o primeiro-ministro, ódio, dissensão horrível: raiva e fúria habitam toda a província, grande guerra na França e a mudança terrível. – Latim: dux, duque, comandante, general; princeps, príncipe, primeiro].
Nessa altura, Nostradamus fixa definitivamente o epicentro da discórdia e a mudança terrível na vida das pessoas, furiosas e com raiva. Os governos estarão “rachados” interna e externamente.


IV.74
Du lac Leman et ceux de Brannonices:
Tous assemblez contre ceux d'Aquitaine:
Germains beaucoup encore plus Souisses,
Seront desfaicts auec ceux d'Humaine.

[Do lago de Genebra até o Eure: todos reunidos contra os de Aquitânia (Sudoeste da França): Muitos alemães e principalmente suíços serão encaminhados juntamente com os dos humanos].

Essa quadra nos mostra uma reunião geral na região mais atingida pela explosão no CERN. Divergências para decidir se abandonam o lugar em que estão fixados, rumo ao Sudoeste, ou se ficam em seus lares. Alemães e suíços serão evacuados e receberão ajuda humanitária.

Matéria anterior:




Fonte: Nostradamus, de José Fernando Nandé


Continua...

terça-feira, junho 18, 2013

Não à privatização da água!



Relembrando o que Peter Brabeck-Letmathe, CEO da Nestlé, afirmou acerca da sua perspectiva de que a Água não é um direito mas sim uma mercadoria privada.
Para o presidente da Nestlé, os seres humanos não têm direito à água.

Peter Brabeck-Letmathe sustenta que os governos devem garantir que cada pessoa disponha de 5 litros de água diária para beber e outros 25 litros para sua higiene pessoal, mas que o resto do consumo teria que ser gerido segundo critérios empresariais.
Vamos impedir que isto aconteça.
A água, é um bem natural produzido pela mãe natureza essencial à existência de toda a vida na terra.
A água, não é nem deve ser nunca um bem transaccionável.
A água não é de uns. A água, é de todos!
Se concordas que a água é de todos, então, assina a Petição.
Privatização da Água a Referendo!

domingo, junho 16, 2013

A carne já está toda no assador?



O conflito na Síria, que se arrasta há 3 anos, ameaça transformar uma guerra civil, ignorada por toda a gente, numa guerra regional que ameaça consumir o Médio Oriente e porque não? O Mundo inteiro…
A hipocrisia é por demais evidente, a comunidade internacional finge não reparar, no entanto vai vendendo armas, a ambos os lados do conflito. Enquanto isso, vão tombando civis inocentes, homens, mulheres e crianças que nada esperavam deste conflito e se vão aglomerando em pobres campos de refugiados, nas fronteiras desérticas.
Dum lado estão os russos e os iranianos fiéis de Assad…
Do outro, estará a Mossad e os EUA, acumulando homens e material de guerra, na fronteira da Jordânia, com a Síria, patrocinando os rebeldes num filme parecido com o líbio, alimentando o sonho de percorrer a auto-estrada iraniana até Teerão…
Já foram agitadas as bandeiras da utilização de armas químicas e da zona de exclusão aérea…
Onde é que eu já vi isto? 
Meu Deus, mais do mesmo outra vez perante a indiferença global?
Só que agora, as coisas parecem que poderão não ficar por aqui, o Irão fez avançar o hezbolah para o terreno, a Rússia fretou um cruzeiro e direccionou a Frota do Mar Negro, para o Porto de Tartus, onde estarão forças especiais russas (eventualmente), isto para não falarmos dos novos mísseis, que os russos venderam aos seus amigos sírios e dos pilotos mercenários da Ex-URSS que combaterão na Força Aérea Síria…
O grau de incerteza vai aumentando de dia-para-dia, nesta zona tórrida do globo, onde os relógios se encontram a poucos segundos das zero horas e Obama (prémio Nobel da Paz) parece fazer letra morta da prudência dos seus antecessores, isto apesar dos avisos de Putin.
Até agora, este conflito já esteve perto da internacionalização, quando a Síria disparou contra alvos na Turquia ou quando os aviões de Assad bombardearam alvos no Líbano. Provavelmente tudo estará preso por arames e com vontade de ripostar….
Porque motivo ninguém faz nada?
Porque motivo não há forças de interposição de paz da ONU, que separem os dois lados do conflito?
Porque motivo não há negociações sérias que ponham fim a este conflito?
Lembra-se do Crash bolsista de 1929? Da Grande Depressão? New Deal? Polónia (com alemães e russos na fronteira)?
Se esta guerra não tiver fim, se conhecer a internacionalização, se a França e o Reino Unido responderem favoravelmente ao convite do Tio Sam (talvez demasiados ses), até que ponto você estará pronto a ir para o açougue da III Guerra Mundial?
Será que responderá afirmativamente à Mobilização Obrigatória, quando as grandes potências o convocarem em nome da Democracia, do Senhor e da Paz Mundial?

Deja Vú meus caros, num filme gasto e demasiado picado…
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