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sexta-feira, abril 02, 2010

E se os espanhois nos tratassem da saúde?


As bandeiras espanholas vão ser colocadas como forma de reconhecimento da disponibilidade de Tui para tratar os doentes portugueses.

A Comissão de Utentes do Centro de Saúde de Valença apelou, esta quinta-feira, à colocação de bandeiras espanholas nas janelas das casas do concelho, para "agradecer" a disponibilidade de Tui para tratar os doentes portugueses.

«O alcaide de Tui disponibilizou-se para ajudar a população de Valência a ter assistência médica nas urgências do centro de saúde de Tui» e a, eventualmente, durante este período de falta de urgências em Valença «requisitar mais médicos», disse à TSF o porta-voz da comissão de utentes.

Além disso, acrescentou Carlos Natal, o alcaide de Tui vai dar início «o mais rapidamente possível» à construção de um novo centro de saúde que já estava previsto, «porque prevê que, com esta situação, a população acorra lá em massa».

Segundo Carlos Natal, é por isso que a comissão está a lançar o apelo para que a população de Valença coloque, na terça-feira, bandeiras espanholas nas janelas das suas casas.

O porta-voz da comissão de utentes do Centro de Saúde de Valença acredita que as pessoas vão aderir «em massa» a esta iniciativa.

O apelo está a ser feito por mensagens por telemóvel, a exemplo do que aconteceu para a convocação de todas as outras acções de protesto já desenvolvidas até hoje.

O SAP de Valença fechou portas à meia-noite de domingo, sendo substituído por uma consulta aberta que funciona das 08:00 às 24:00 horas.

Agora, o Centro de Saúde de Tui, na Galiza, está, mais do que nunca, na mira da população de Valença, porque fica mesmo ao lado e lá não se paga a taxa moderadora.

Os protestos contra o encerramento do SAP já incluíram a ocupação, durante mais de um dia, do Centro de Saúde, e duas marchas lentas, uma das quais cortou o trânsito, durante uma hora, na ponte internacional que liga Valença a Tui. (Segundo a TSF)

Depois do que o Governo Português fez no resto do país só posso estar solidário com a população de Valença.


quinta-feira, novembro 19, 2009

Gripe mortal prolifera na Ucrânia

Absolutamente espectacular esta matéria sobre a Gripe A na Ucrânia, publicada no blogue A Conspiração, parece que o vírus H1n1 já sofreu mutações, que poderão ser fatais para a população humana.

A Hungria também está vigilante e está prestes a declarar epidemia!

Este vírus não para de passar fronteiras, contudo outro tipo de atitudes impõem-se aos governos europeus, se querem realmente travar o vírus H1n1, o controle apertado de pessoas e bens nas fronteiras impõem-se, bem como a desinfecção dos meios de transporte, à semelhança do que, a República Popular da China efectuou num passado recente, com sucesso, face a ameaças como a Gripe Aviaria (H5n1) e a Pneumonia Atípica (SARS).


http://revelatti.blogspot.com/2009/11/gripe-mortal-se-espalha-por-toda_19.html



O síndroma de Guillain-Barré e a Gripe A


Um aviso de que a nova vacina da gripe suína está relacionada com uma doença do sistema nervoso mortal foi enviado pelo governo britânico para todos os neurologistas do Reino Unido numa carta confidencial.

A carta da Health Protection Agency (agência de saúde britânica), órgão oficial que fiscaliza a saúde pública, chegou ao conhecimento do The Mail on Sunday, levando à ira inúmeras pessoas que querem saber porque motivo esta informação não foi tornada pública antes da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.


Dizem os neurologistas que eles devem estar alertas para um aumento de um distúrbio mental chamado Síndrome de Guillain-Barré (SGB), que poderiam ser provocados pela vacina.


A SGB ataca o revestimento dos nervos, causando paralisia e incapacidade de respirar, e pode ser fatal.


A carta, enviada a cerca de 600 neurologistas, em 29 de Julho de 2009, é o primeiro sinal de que não há preocupação com dos níveis mais elevados de que a própria vacina pode causar sérias complicações.


Refere-se à utilização de uma vacina semelhante a gripe suína nos Estados Unidos em 1976, quando:


* Mais pessoas morreram por causa da vacinação que da gripe suína.
* 500 casos de SGB foram detectados.

* A vacina pode ter aumentado o risco de contrair GBS por oito vezes.

* A vacina foi retirada depois de apenas dez semanas quando a ligação com o GBS ficou claro.

* O Governo dos E.U.A foi obrigado a pagar milhões de dólares para os atingidos.
* Preocupações já foram levantadas que a nova vacina não foi suficientemente testada e que os efeitos, especialmente sobre as crianças, são desconhecidos.

Ela está sendo desenvolvida pelas empresas farmacêuticas e será dada a cerca de 13 milhões de pessoas durante a primeira onda de vacinação, prevista para começar em Outubro.


A prioridade será dada a todos com idades entre seis meses a 65 anos com um problema de saúde subjacente, mulheres grávidas e profissionais de saúde.

The British Neurological Surveillance Unit (BNSU), parte da Associação Britânica de neurologistas, foi convidada a acompanhar de perto todos os casos de GBS, onde a vacina é administrada.


Um conhecido neurologista britânico declarou numa entrevista à televisão britânica que: "Eu não tomaria a vacina da gripe por causa do risco GBS."
Há preocupações de que poderia haver uma repetição do que ficou conhecido como o desastre '1976 ' nos E.U.A, quando uma vacina contra a gripe suína matou 25 pessoas - mais do que o próprio vírus.


Sobre o Sindroma de Guillain Barré li que:

O síndroma de Guillain-Barré ou polirradiculoneurite aguda é uma doença rara na qual os nervos periféricos se deterioram. Estes nervos enviam mensagens do cérebro para os músculos, instruindo-os a se moverem, e também levam sensações como a dor, prazer, gosto, etc., para o cérebro. O dano de um nervo causa frequentemente fraqueza muscular (muitas vezes chegando a causar paralisia total), e pode causar anormalidades de sensação, inclusive dor, formigueiro, sensação de “comichão na pele”, ou até desequilíbrio. É também caracterizada por uma inflamação aguda com perda da mielina (membrana de lípidos e proteínas que envolve os nervos e facilita a transmissão do estímulo nervoso) dos nervos periféricos e às vezes de raízes nervosas proximais e de nervos cranianos (nervos que emergem de uma parte do cérebro chamada tronco cerebral e suprem às funções específicas da cabeça, região do pescoço e vísceras).

O síndroma de Guillain Barré tem carácter auto-imune. O indivíduo produz anticorpos contra a sua própria mielina. Então os nervos acometidos não podem transmitir os sinais que vêm do sistema nervoso central com eficiência, levando a uma perda da habilidade dos grupos musculares responderem aos comandos cerebrais. O cérebro também recebe menos sinais sensitivos do corpo, resultando em inabilidade para sentir o contacto com a pele, dor ou calor.

Em muitas pessoas o início da doença é precedido por infecção de vias respiratórias altas, de gastroenterite aguda e num pequeno número de casos por vacinação especialmente contra gripe e em raras ocasiões contra a hepatite B e contra o tétano. Antecedentes de infecções agudas por uma série de vírus tais como, Epstein Bar, citomegalovirus, HTLV, HIV, e diversos vírus respiratórios têm sido descritos.

Normalmente é caracterizada por:

Dor nos membros inferiores seguida por fraqueza muscular progressiva de distribuição geralmente simétrica e distal que evolui para diminuição ou perda dos movimentos de maneira ascendente com flacidez dos músculos.

A perda dos reflexos profundos de início distal, bilateral e simétrico a partir das primeiras horas ou primeiros dias

Os sintomas sensitivos mais comuns são: dor neurogênica, sensação de queimadura e formigueiro distal

Pode haver alteração da deglutição devido a acometimento dos nervos cranianos XI, X e IX (relacionados com a deglutição), e paralisia facial por acometimento do VII par craniano (que inerva os músculos da face); a paralisia facial pode ser bilateral

Alteração dos movimentos dos olhos decorrente de acometimento do III, IV e VI nervos cranianos e ataxia cerebral (deficit de equilíbrio e a não coordenação) associada a ptose palpebral (pálpebra caída) e perda dos reflexos sobretudo na variante Miller-Fisher

Comprometimento dos centros respiratórios com risco de parada respiratória, o que constitui a Síndrome de Guillain-Barré

Sinais de disfunção do Sistema Nervoso Periférico traduzidos por variações da pressão arterial (pressão alta ou pressão baixa), aumento da frequência ou arritmia cardíaca, transpiração, e, em alguns casos, alterações do controle da vesícula e intestinal

Assimetria importante da fraqueza muscular ou da perda de movimento, distúrbios graves de sensibilidade e disfunção da vesícula ou intestinal persistentes induzem questionamentos embora não excluam o diagnóstico.

Embora o síndroma de Guillain-Barré seja uma desordem terrível, o prognóstico a longo prazo é geralmente bom. A maioria dos pacientes tem recuperação completa quando acompanhados por profissionais de excelência, embora possa levar meses, ou até mesmo anos, para recuperar a força e o movimento anteriores à doença. Aproximadamente 30 por cento dos pacientes ainda permanecem com um pouco de fraqueza até três anos após a melhora da doença. Só aproximadamente 3 por cento de pacientes têm um retorno da fraqueza e do formigueiro anos depois. Uma percentagem muito pequena de pacientes, aproximadamente 3 a 5 por cento, morre, quase sempre porque eles desenvolvem uma paralisia da respiração antes de chegarem ao hospital.




É caso para dizer não morra do mal, morra da cura...

terça-feira, novembro 17, 2009

Direito de acompanhamento aos utentes nos serviços de urgência do Serviço Nacional de Saúde


Como talvez já seja do conhecimento de todos vós, a partir de Julho de 2009 é permitido a qualquer Cidadão acompanhar os seus Pais, Filhos, Familiares e Amigos dentro dos Hospitais, mais precisamente, nos Serviços de Urgência do Serviço Nacional de Saúde, conforme consta no Diário da República nº. 134 - 1ª. Série de 14 de Julho de 2009 (Decreto Lei nº. 33) – faça uma pesquisa na rede.

Existem muitos “Seguranças”, que se encontram à porta de diversas Urgências dos Hospitais deste País, que continuam a barrar o acesso aos Familiares de Doentes que entram nas Urgências, o que não pode acontecer...

Por isso, se possível, andem sempre com uma cópia deste Decreto Lei na vossa carteira.

Assim, todos nós ficamos a saber que ninguém ficará abandonado numa maca de um qualquer Hospital deste País e/ou num qualquer corredor de Hospital, sem a devida assistência.

Passem esta mensagem a todos os vossos Familiares, Amigos e Conhecidos, pois é extremamente importante.


quarta-feira, setembro 30, 2009

Uma vacina perigosa...

Leiam este texto acerca da vacina H1N1, pois dá que pensar!...

Eu decidi não a tomar...

No Hemisfério Sul, o Inverno está quase no fim... Morreram os tais milhões?

Não!!!

Acordem, abram os olhos!


"Eu não tomaria a vacina H1N1 pelo simples risco do síndroma GBS"
-- Neurologista Britânico

Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndroma de Guillian-Barre, o síndroma que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979 com 500 casos confirmados deste síndroma, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhões de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. Este síndroma ataca directamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte.

Esta gripe é comparada à gripe Espanhola de 1919 que matou mais de 20 milhões de pessoas. A gripe Espanhola é falada referindo o numero de mortes e não o numero de contaminados. A percentagem de morte foi de 2,5% o que significa que 97,5% dos contaminados recuperaram. A actual gripe A tem uma mortalidade de 0,05, o que significa que 99,95% dos contaminados recuperam. Isto significa que não há necessidade de arriscar os efeitos secundários de uma vacinação.



Sabiam que a gripe Espanhola apareceu nos EUA após um programa de vacinação e que os únicos países não afectados foram os que não usaram essa vacina (info)?

Sabiam que o primeiro efeito da vacina da gripe sazonal é apanhar uma ligeira gripe? Qual será o efeito da nova vacina H1N1?



Sabiam que a primeira vacina há 150 anos para combater o Sarampo, desencadeou uma epidemia de Sarampo que matou centenas de milhares de pessoas?

Sabiam que a organização mundial de saúde pode depor governos de 194 países do mundo por forma a impor uma vacinação pela força em caso de recusa popular?

Os testes da vacina H1N1 já começaram nos EUA, mas não são testes em laboratórios, são testes em humanos onde as crianças estão a ser vacinadas em casos específicos:


1- Com conhecimento dos pais: Quando os pais dão os filhos como voluntários para vacinação.

2- Sem o conhecimento dos pais: Quando autorizam a entrada dos filhos em desportos escolares, assinando autorizações sem as ler. Essas autorizações referem a vacinação teste como obrigatória.


Inglaterra recebeu já 200.000 doses para começarem a testar na população e nos humanos não há sociedades que nos protejam de testes médicos, como fazem aos animais.

Apesar de a gripe Suína em Inglaterra ter morto unicamente 5% em relação às que morrem de gripe normal, a vacina contra a gripe suína será obrigatória, a vacina normal não!

Ora se fosse para nos ajudar, tornariam a vacina normal obrigatória e não a Suína.
Nos EUA a loucura começou... Em alguns estados como Maryland, a vacina é obrigatória a todas as crianças, qualquer criança não vacinada não poderá frequentar a escola. Qualquer pai que se recuse a vacinar os seus filhos, poderá ser preso por atentado contra a saúde pública. Mas em Massachusetts, quem recusar a vacina irá ser multado até 1.000 dólares por dia e em desobediência continuada será detido por 30 dias e vacinado compulsivamente.

Vocês podem recusar a vacina, mesmo que o Estado a torne obrigatória. O Estado tal como a policia, existem e actuam por consentimento, a população tem de consentir por forma a dar-lhe o poder. Não consintam, pacificamente digam NÃO se acham que o devem dizer.

Não há perigo, hoje afirmo-o. Se houvesse perigo da mistura entre o vírus da gripe suína e o vírus da gripe normal, teriam morrido milhões no hemisfério sul, sim pois o inverno está a acabar lá. Liguem a TV, alguém fala disso? Alguém vos diz que não existiram mortes fora do normal? No hemisfério sul nada aconteceu, tal como nada acontecerá aqui, mas a vacina tem efeitos secundários que podem até matar.


O inverno deles tem os mesmos efeitos que o nosso e os dados vindos de lá, apontam para um número normal de mortes quer da gripe sazonal quer da gripe suína.


Vale a pena arriscar a saúde e a vida por causa de 0,05% de chances de contaminação mortal por H1N1?


Notícias do outro lado:

Gripe A (H1N1): Comissão Europeia defende que benefícios das vacinas superam eventuais riscos

Bruxelas, 30 Set (Lusa) -- A Comissão Europeia defendeu hoje, em Bruxelas, que os benefícios dos protótipos das duas vacinas, cuja comercialização acaba de autorizar para prevenir a gripe A (H1N1), superam os eventuais riscos.

A confiança do executivo europeu nas duas vacinas - a Focetria (laboratório Novartis) e a Pandremrix (GlaxoSmithKline) -- foi transmitida pela comissária europeia para a Saúde, Androulla Vassiliou, à Comissão de Saúde Pública do Parlamento Europeu, negando ainda que haja motivos para duvidar da segurança dos fármacos.

"Não há razões para pensar que não seja seguro vacinar grávidas e crianças", disse, acrescentando que "os benefícios superam os eventuais riscos", nomeadamente no caso dos doentes crónicos.




Matéria enviada pelo amigo Octávio Lima, autor do blog Ondas 3 (Porque só os peixes mortos seguem com a corrente)

http://ondas3.blogs.sapo.pt/




domingo, julho 26, 2009

Gripe A, a Pandemia

Há poucos anos atrás, a República Popular da China viu-se confrontada com duas estranhas doenças – a Gripe Aviária e a SARS, num curto espaço de tempo e tomou medidas sanitárias, controlo sanitário efectivo dos aeroportos, portos, gares, estações de caminho de ferro e desinfecção dos meios de transporte e outros locais públicos, impondo quarentenas às pessoas contaminhadas e seu internamento imediato.
As autoridades chinesas controlavam ainda a temperatura de toda a gente, dando um exemplo ao mundo, evitando a propagação de doenças, com medidas restritivas, quanto às viagens e deslocações para locais de risco. Nessa altura, a República Popular da China terá evitado ao mundo, duas Pandemias.
O México onde a pandemia teve origem também não é conhecido pela organização nem é a República Popular da China e o interesse dos operadores turisticos mexicanos e mundiais sobrepôs-se a tudo o resto...

Em Portugal, nem no Ocidente, nada disso é feito - o controlo sanitário das fronteiras, aeroportos e portos, a limpeza e desinfecção dos aviões e outros meios de transporte, bem como dos locais públicos, impunha logo que foram conhecidos os primeiros casos, tomar medidas concretas como já referi neste blogue. Agora receio que acordemos tarde para o problema, com 218 casos de Gripe A.

Outra curiosidade, como se justifica que pessoas saudáveis - atletas contraiam a doença depois de uma viagem de avião?

A resposta segundo os Sindicatos do Sector: No meio de uma epidemia de gripe, os aviões param tão pouco tempo entre voos que a limpeza dos aparelhos é "mal feita" ou mesmo inexistente.
No caso dos aviões utilizados pelas companhias de baixo custo, nem sequer entram equipas de limpeza nos aparelhos. Nem sei se lhe posso chamar limpeza, o que o pessoal de bordo faz é mais uma espécie de arrumação.
Teria sido fácil tomar medidas em tempo real se quisessemos evitar uma pandemia cujo desfecho desconhecemos…

domingo, julho 12, 2009

Vírus Ébola encontrado nos porcos infecta nas Filipinas, humanos!

É verdade, parece sensacionalismo, mas não é!

Meses depois do aparecimento duma gripe suína com as características do vírus humano, do vírus das aves e do vírus dos porcos e de ter passado destes para humanos, dando origem a uma pandemia de contornos mundiais, cujas consequências ainda estão longe do fim. Eis que o impensável ocorreu desta vez, nas Filipinas, numa exploração de suinicultura.

Encontraram uma variante do vírus Ébola (um dos vírus mais mortal que se conhece) em porcos, tendo o vírus passado dos suínos, para os trabalhadores da quinta.

Para tranquilizar a população local, os meios de comunicação social afirmaram que esta forma do Ébola, não trazia riscos para a saúde humana.

Onde é que eu já vi este filme?

Há poucos meses atrás, quando surgiram no México, os primeiros casos da gripe suína também disseram que esta não traria qualquer perigo para a saúde humana, depois foi o que se viu e ainda estamos longe do Inverno.

Semanas mais tarde, o vírus foi pomposamente rebaptizado vírus H1n1 e vírus da Gripe A.

Será que alguém anda a fazer estranhos cocktails e se prepara para dizimar a população mundial?

Depois da SARS, da gripe das aves, da gripe suína, agora surge o Ébola suíno.

Sinais dos tempos...


Fonte:

http://news.bbc.co.uk/2/hi/health/8143823.stm

http://ecoworldly.com/2009/07/11/ebola-virus-found-in-pigs-infects-farm-workers/

http://www.medicalnewstoday.com/articles/157147.php

http://www.scientificamerican.com/article.cfm?id=swine-ebola-discovered


Todas as fontes são fontes credíveis e não sensacionalistas e não se trata da teoria da conspiração, desta vez, o caso é sério.



segunda-feira, julho 06, 2009

Gripe A terá cem casos em Portugal nas próximas duas semanas


Cem casos de gripe A em Portugal nas próximas duas semanas e 25% da população infectada até ao fim do Verão são as previsões de Francisco George, Director-Geral da Saúde, conforme adiantou em entrevista à SIC Notícias. Apesar desta perspectiva, aquele responsável admite que a maioria dos infectados não terá que ser hospitalizada.


Nos últimos dias o número de novos casos diagnosticados em Portugal não parou de aumentar. Só ontem foram conhecidos mais oito em que dois são casos inéditos no país por serem as primeiras pessoas que contraíram a doença por contágio que não estavam fora de Portugal.


Um dos casos de contágio directo é o de um bebé de 13 meses, internado no Hospital de Ponta Delgada. A criança nunca saiu dos Açores mas esteve em contacto com uma mulher, portadora do vírus H1N1, que tinha chegado do Canadá. O outro caso é o de uma mulher de 47 anos internada no Hospital Curry Cabral, em Lisboa.


Nas últimas 24 horas, foram registados mais cinco casos de gripe A (H1N1), um deles por transmissão secundária, elevando para 47 o número de infectados em Portugal, anunciou hoje o Ministério da Saúde.


Actualização:
Dos cinco casos, três são homens e estão internados no Hospital Curry Cabral, em Lisboa.

Um dos homens, de 49 anos, regressou do Reino Unido, enquanto outro homem, de 43 anos, passou por Espanha e Itália. O terceiro caso, um jovem de 22 anos, corresponde a um caso de transmissão secundária.


No Hospital de Dona Estefânia, também em Lisboa, estão internadas uma adolescente de 13 anos, proveniente de Palma de Maiorca, e uma menina de nove anos, que veio da República Dominicana.


Desde o início de Maio, foram confirmados 47 casos de gripe A (H1N1), três dos quais por transmissão secundária.


"O surgimento de casos de transmissão secundária era esperado pelas autoridades de saúde pública, tendo em conta a evolução natural da epidemia e o aumento do número de casos importados", refere o Ministério da Saúde (MS) em comunicado publicado no Portal da Saúde.

O MS mantém as medidas de prevenção já tomadas, que têm como objectivo a imediata localização e contenção dos casos, e recomenda a toda a comunidade - famílias, escolas, empresas - que colabore com comportamentos que dificultem a transmissão do vírus.


Além da identificação, isolamento e tratamento dos casos, o MS, através da Direcção-Geral da Saúde, em colaboração com a Escola Nacional de Saúde Pública e com o apoio da Fundação Calouste Gulbenkian, está, há dois meses, a analisar essa resposta social à transmissão, reportando-a periodicamente, para que os comportamentos da comunidade se adaptem à situação epidemiológica.


O Ministério da Saúde alerta, mais uma vez, os cidadãos para, em caso de sintomas de gripe, independentemente de terem viajado para fora do país, contactarem de imediato a Linha de Saúde 24 (808 24 24 24) e seguirem as indicações dos profissionais de saúde.


Esta deve ser a primeira medida a tomar antes de se dirigirem a um serviço de saúde.

A passagem à fase 6 do alerta de pandemia, decidida pela Organização Mundial de Saúde (OMS), deve-se à facilidade e velocidade de propagação do vírus a nível mundial.

O MS tomará as medidas previstas no Plano de Contingência que venham a revelar-se necessárias em cada momento e garante que as autoridades de saúde monitorizam permanentemente o evoluir da situação.


O vírus da gripe A (H1N1) já contaminou 94.512 pessoas em 136 países e territórios e causou 429 mortos, segundo o balanço divulgado hoje pela OMS.


sábado, julho 04, 2009

Pandemia H1n1


41 infectados, em Portugal, eventualmente a procissão ainda vai no adro.

O cenário dentro dalguns meses poderá ser dantesco com milhares de portugueses infectados e no pior dos cenários com metade da população portuguesa infectada.

Há uma coisa que me mete espécie, ainda estamos no Verão...

Quando chegarmos ao inverno como será?

Provavelmente vamos descobrir que os anti-virais não serão eficientes, que o vírus descobriu novas resistências e que está mais agressivo.

Não seria altura de restringir as férias de cidadãos nacionais no estrangeiro?

Porque é que o governo português não apoiou as férias em Portugal, com um cenário destes em cima da mesa.

Seria uma excelente ajuda aos agentes económicos nacionais, em época de crise.

Para, quando o controlo efectivo por parte das autoridades sanitárias das fronteiras, dos portos e dos aeroportos.

Não seria de bom tom, o Ministério da Saúde reabrir os Centros de Saúde e os SAP, durante a noite?

Em caso de epidemia vamos todos para as Urgências dos grandes Hospitais, para morrermos...


No outro lado do mundo, na Argentina já são mais de 100.000 infectados, urge tomar outras medidas, porque o vírus já começou em Portugal a «pular», infectando novos hospedeiros, exige-se outro tipo de actuação por parte do Ministério da Saúde.


Fontes:

http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1294716

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1390295&idCanal=62


Mais em:

http://www.pandemia-h1n1.com/



quarta-feira, abril 29, 2009

Pandemia Iminente

A Organização Mundial da Saúde (OMS) elevou o nível de alerta para a fase 5, o segundo nível mais alto da escala, como resultado do surto de gripe suína, confirmou em Genebra a directora-geral da organização, Margaret Chan. O critério principal para anunciar um nível de alerta destes é o facto de a doença ter desenvolvido dois focos autónomos em dois países diferentes.


Subir para o nível 5 de alerta pandémico significa que a OMS considera que existem fortes indícios de que uma pandemia pode estar iminente. O nível cinco significa que existem surtos de maiores dimensões, mas que a transmissão entre seres humanos é ainda localizada, o que indica que o vírus está ainda a adaptar-se de forma gradual ao hospedeiro humano mas ainda não conseguiu um nível de transmissão considerado como eficaz.


Os 6 níveis de alerta de pandemia da OMS:

Nível 1

Nenhum vírus influenza animal a circular entre animais causou infecções em humanos.

Nível 2

Vírus influenza animal causou infecções em humanos e é por isso uma ameaça potencial de pandemia.


Nível 3

Vírus influenza animal ou humano-animal causa esporádicos casos em pessoas, mas sem transmissões humano-humano, excepto em circunstâncias específicas.

Nível 4

Transmissão entre humanos de um vírus influenza animal ou humano-animal capaz de causar um surto ao nível da comunidade. "A capacidade de causar surtos sutentáveis da doença numa comunidade marca uma alteração significativa no sentido ascendente sobre o risco de pandemia".


Nível 5

O mesmo vírus que causou surto ao nível da comunidade registado em dois ou mais países de uma região. "Enquanto que a maior parte dos países não serão afectados nesta fase, a declaração de Fase 5 representa um sinal forte de que uma pandemia pode estar iminente e que o tempo para finalizar a organização, comunicação e implementação das medidas de mitigação previstas é curto".

Nível 6

O vírus causa surtos sustentáveis ao nível da comunidade em mais do que uma região. "A designação desta fase indica que uma pandemia global está em curso".



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