quarta-feira, abril 22, 2009
terça-feira, abril 21, 2009
O Símbolo Perdido, Dan Brown, soma e segue
Não há duas sem três, lá diz o provérbio.
É verdade.
A saída do novo livro de Dan Brown foi anunciada para 15 de Setembro de 2009 (nos E.U.A. e Canadá).
Depois da «Fortaleza Digital», «A Conspiração», «Anjos e Demónios» e o «Código DaVinci», Dan Brown faz regressar Robert Langdon, para mais uma aventura.
Os seus livros podem-se vender como pipocas nas prateleiras dos supermercados, mas colocam algumas questões que poderão abalar qualquer um e as suas crenças…
Os puristas e os críticos dirão eu não leio Dan Brown.
Mas que se lixem os críticos!
O homem, o escritor (Dan Brown) teve a virtude de colocar o pessoal mais velho a ler de novo e a marcar encontro com a prateleira dos livros (no hipermercado ou na livraria mais próxima).
Quem estará desta vez na berlinda?
A NSA?
A NASA?
O Vaticano?
A Igreja Católica?
O CERN?
A Opus Dei?
Os Illuminati?
A Maçonaria?
Poderosos deste mundo cuidem-se, Dan Brown prepara-se desta vez para falar de vocês, para vosso contra gosto.
Mais informações em: http://www.danbrown.com/.
Anjos e Demónios, de Robert Zemeckis
segunda-feira, abril 20, 2009
domingo, abril 19, 2009
Lá...tinha
A nova alcunha do Governo é 'LATINHA'...
A gente anda pela rua e aponta para as portas fechadas e diz:
LÁ...... TINHA uma loja...
LÁ..... TINHA uma fábrica...
LÁ..... TINHA um armazém...
LÁ..... TINHA trabalhadores...
LÁ..... TINHA um sonho...
LÁ..... TINHA esperança...
LÁ..... TINHA uma escola...
LÁ..... TINHA um serviço de urgência...
LÁ..... TINHA esperança de dias melhores...
Uma gaivota voava
Uma gaivota voava
«Ontem apenas
fomos a voz sufocada
dum povo a dizer não quero;
fomos os bobos-do-rei
mastigando desespero.
Ontem apenas
fomos o povo a chorar
na sarjeta dos que, à força,
ultrajaram e venderam
esta terra, hoje nossa.
Uma gaivota voava, voava,
assas de vento,
coração de mar.
Como ela, somos livres,
somos livres de voar.
Uma papoila crescia, crescia,
grito vermelho
num campo cualquer.
Como ela somos livres,
somos livres de crescer.
Uma criança dizia, dizia
"quando for grande
não vou combater".
Como ela, somos livres,
somos livres de dizer.
Somos um povo que cerra fileiras,
parte à conquista
do pão e da paz.
Somos livres, somos livres,
não voltaremos atrás.»
Letra e música: Ermelinda Duarte
Em Abril de 1974 foi uma das melodias marcantes da revolução, ainda hoje as crianças a trauteiam…
Sempre actual…
S1nais do Futuro, de Alex Proyas
«Para festejar o aniversário de uma escola, é organizada uma cerimónia em que é aberta uma cápsula do tempo que contém mensagens escritas por crianças 50 anos antes. Uma dessas mensagens é um estranho mapa numérico, uma sequência de números incoerente. Mas, quando o mapa é descodificado, descobrem com surpresa que cada sequência de números corresponde à data exacta de catástrofes que ocorreram nos últimos anos: terramotos, incêndios, maremotos. Com algumas dessas profecias ainda por se concretizarem, começa então uma corrida contra o tempo.» in Publico
http://especial.sapo.pt/knowing/
sexta-feira, abril 17, 2009
Xutos e Pontapés, Sem Eira nem Beira
Sem Eira nem Beira
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou-bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar/Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir/Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar/A enganar
O povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força
Para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força
Para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
Provavelmente a esta hora esta canção caiu no goto dos portugueses e não nos sai do ouvido.
É tempo de dar um grande murro na mesa e dizer basta!
Acabou a palhaçada, não estamos numa República das Bananas.
Mas pouco falta.
O Engenheiro em questão, ainda conta ganhar as eleições com a maioria absoluta ,mas acho que ele vai conhecer o travo amargo da derrota.
Honra aos Xutos que se tornaram o símbolo duma geração e dum país inteiro.
Talvez esta canção esteja para o país, como as suas antecessoras: «Depois do Adeus» e «Grândola, Vila Morena».
Em Abril, vamos sonhar…
quinta-feira, abril 16, 2009
quarta-feira, abril 15, 2009
Bob Marley, Concrete Jungle
Mais em:
http://kafekultura.blogspot.com/2007/08/citaes-de-bob-marley.html
http://kafekultura.blogspot.com/2008/08/citaes-de-bob-marley-2.html
http://kafekultura.blogspot.com/2008/12/citaes-de-bob-marley-3.html
http://kafekultura.blogspot.com/2009/01/citaes-de-bob-marley-4.html
http://kafekultura.blogspot.com/2007/08/bob-marley-how-changed-our-world.html
http://kafekultura.blogspot.com/2007/09/bob-marley-jamming.html
terça-feira, abril 14, 2009
350.org

Caros amigos,
Estamos à beira de um momento decisivo na luta contra as alterações climáticas para a América Latina e Caraíbe, e a sua voz pode realmente ajudar a fazer uma diferença.
Muito em breve, de
Já é claro que a crise económica irá dominar a agenda da cimeira - esta é a nossa oportunidade de dizer aos líderes mundiais que eles podem e devem debruçar-se não só sobre a crise económica como sobre a crise climática - e que se não se esforçam para deter as alterações climáticas, os impactos da crise financeira serão comparativamente insignificantes.
Mas podemos debruçar-nos sobre ambos os problemas. Investindo em energias limpas e renováveis, podemos liderar uma revolução de energias limpas à escala mundial, e criar novos e bons empregos em indústrias localmente controladas e não poluentes.
Este encontro é uma altura chave para dizer aos nossos líderes que têm de salvaguardar o nosso futuro do perigo das alterações climáticas. A América Latina e as Caraíbas são algumas das zonas mais vulneráveis aos grandes impactos climáticos, por isso temos que tomar uma posição forte este ano. Clique aqui para enviar uma mensagem de texto, foto, ou vídeo ao seu Presidente, e a todos os líderes na Cimeira OAS, dizendo-lhes porque é que a questão das alterações climáticas deve dominar a agenda:
http://action.350.org/t/9153/
A Cimeira OAS será um momento chave para os líderes da região concertarem as suas agendas no sentido de conseguirem um tratado de clima justo e eficaz em Copenhaga, na Dinamarca,
Esta é uma oportunidade determinante de fazermos ouvir a nossa voz. Os membros da Caribbean Youth Environment Network (Rede Ambiental da Juventude das Caraíbas) e a 350.org irão, em parceria, estar presentes na reunião OAS para entregar pessoalmente estas mensagens aos media e aos políticos. Por favor perca um minuto para se juntar à juventude que estará em Trinidad, e faça ouvir a sua voz através de uma mensagem escrita, fotográfica, ou de vídeo:
http://action.350.org/t/9153/
Todos juntos podemos gerar uma avalanche de mensagens de modo a que os nossos líderes tenham que nos dar atenção. Obrigado por tudo o que fazem,
CYEN e a equipa da América Latina da 350.org
P.S.: Por favor reencaminhe esta mensagem para os seus amigos e família, e junte-se a nós nesta importante campanha!
A pedido do Octávio Lima, autor do blogue http://ondas3.blogs.sapo.pt
Chemtrails, engenharia à escala planetária (2)
visitem ainda :
http://www.chemtrailcentral.com
Por sugestão do autor dos blogues Realidade Oculta e Análises Matrix.
O convite ainda para visitar sempre:
http://www.realidadeoculta-novo.blogspot.com/
segunda-feira, abril 13, 2009
A Crise é só para alguns
«Moradias de seis milhões de euros e apartamentos de 4,5 milhões de euros estão a ser vendidos na zona de Cascais e Estoril. Clientes não faltam e em alguns casos ficam em fila de espera na esperança de que alguém desista, para poderem avançar. É o mundo dos ricos onde a crise não existe.»
In Expresso
(mensagem enviada por Américo Batista)





