Rio de Janeiro, 5.974.100 habitantes, 11.226.729 habitantes no aglomerado urbano.
Em 1960, com a fundação de Brasília, o Rio de Janeiro, perdeu a sua função de capital.
A fama de que goza a cidade deve-se, sobretudo ao seu clima quente e suave e às características geográficas da sua localização.
Barra da Tijuca
A cidade estende-se ao longo de famosas e intermináveis praia que se voltam para o oceano e no sopé de uma série de morros de cumes ondulantes e paredes rochosas.
Os morros intermináveis e as favelas sem fim.
O Rio de Janeiro é o segundo centro industrial do Brasil, a seguir a São Paulo.
O Rio de Janeiro confirma-se cada vez mais como o centro cultural das Américas.
Função que se acentuando cada vez mais, após a passagem da corte portuguesa pela cidade (1808), que enriqueceu esta com edifícios monumentais e de instituições importantes.
O Rio de Janeiro é também importante como centro financeiro e porto comercial.
Começa hoje a contagem decrescente para salvarmos o Choupal, e a cidade de Coimbra, de mais uma aberração em termos de construção de auto-estradas pelo meio da cidade.
FALTAM TRÊS DIAS, faltam apenas três dias, para passarmos a palavra e para nos organizarmos de modo a termos, cada um de nós, o Domingo de manhã livre para darmos as mãos em defesa do Choupal.
O tempo vai favorecer quem quiser ir de bicicleta, o que já é uma boa notícia! E a cidade apela à cidadania!
Segundo, o amigo João Paulo Pedrosa, da Agrobio e da Quercus
«A Mata Nacional do Choupal, localizada em Coimbra, Portugal, imortalizada pelos poetas, nasceu da necessidade de quebrar a impetuosidade das cheias do Mondego.
Em 1791, o Engº Padre Estêvão Cabral comandava um grande projecto que se destinava a tentar diminuir o assoreamento provocado pelo Rio.
O Choupal foi afinal plantado para permitir uma melhor fixação do encanamento do Rio. Foram muitas, muitas árvores que desde o século XIX desafiaram o tempo crescendo: Plátanos, Faias, Loureiros, Eucaliptos.
Com uma área de 79 hectares, a mata do Choupal bordeja o rio Mondego numa extensão de 2 Km.
Hoje é também o espaço, que muitos habitantes da Cidade utilizam para pôr a sua forma física em dia.»
Segundo, a Wikipedia
Oh Coimbra do Mondego
Oh Coimbra do Mondego
E dos amores que eu lá tive [bis]
Quem te não viu anda cego
Quem te não ama não vive
Quem te não viu anda cego
Quem te não ama não vive
Do Choupal até à Lapa
foi Coimbra meus amores [bis]
e sombra da minha capa
deu no chão abriu em flores [bis]
A. Guimarães
Há uma semana decorreu uma nova acção da Plataforma do Choupal. Desta vez, o objectivo foi assinalar no terreno, a porção da Mata Nacional do Choupal que, de acordo com o projecto previsto de construção do futuro IC2, será definitivamente destruída (é que não há árvores que cresçam sob tectos de betão). Após delimitação com fita plástica, tornou-se fácil observar in situ a dimensão da área afectada directamente pela implantação da obra. E uma coisa é olhar para o projecto no papel. Outra é estar no local e ver o que será afectado. Durante várias horas, foi possível aos órgãos de comunicação social presentes, bem como aos cidadãos que faziam jogging ou passeavam junto à margem do Mondego, avaliar a porção de mata que desaparecerá sob um viaduto de betão. São cerca de 6 mil metros quadrados de floresta.
É muito? É pouco? É, sem dúvida, mais uma talhada numa Mata Nacional que já foi anteriormente delapidada. E é caso para dizer que grão a grão se vai trocando a floresta pelo betão. Entretanto, a indignação com este projecto continua a crescer, a julgar pelo número de participantes na petição online do movimento: quase 5 mil pessoas já declararam a sua discordância com o projecto previsto e exigem o estudo de soluções alternativas… e isto em pouco mais do que uma semana. In http://denunciacoimbra2.wordpress.com
Will You Help Me With My Next Film? ...a request from Michael Moore
February 11, 2009
Friends,
I am in the middle of shooting my next movie and I am looking for a few brave people who work on Wall Street or in the financial industry to come forward and share with me what they know. Based on those who have already contacted me, I believe there are a number of you who know "the real deal" about the abuses that have been happening. You have information that the American people need to hear. I am humbly asking you for a moment of courage, to be a hero and help me expose the biggest swindle in American history.
All correspondence with me will be kept confidential. Your identity will be protected and you will decide to what extent you wish to participate in telling the greatest crime story ever told.
The important thing here is for you to step up as an American and do your duty of shedding some light on this financial collapse. A few good people have already come forward, which leads me to believe there are many more of you out there who know what's going on. Here's your chance to let your fellow citizens in on the truth.
If you have any info that would help, please contact me at my private email address: bailout@michaelmoore.com.
For the rest of you on my email list who don't work in the financial industry, you're probably wondering, "What the heck is this all about? I thought he said he was making a romantic comedy!"
Well, I just can't say much right now. I'm sure you can understand why. One thing I can tell you is that you're gonna like this movie when I'm done with it. Oh, yeah...
So, again, if you work for a bank, a brokerage firm or an insurance company -- or if you have seen things or heard things that you believe the American people have a right to know -- please contact me at bailout@michaelmoore.com.
“Os donos do capital vão estimular a classe trabalhadora a comprar bens caros, casas e tecnologia, fazendo-os dever cada vez mais, até que se torne insuportável. O débito não pago levará os bancos à falência, que terão que ser nacionalizados pelo Estado.”
Karl Marx, Das Kapital
Para Marx, o capitalismo era o principal responsável pela desorientação humana.
Marx defendia a ideia de que a classe trabalhadora deveria unir-se com o propósito de derrubar o capitalismo e aniquilar de vez a característica abusiva deste sistema que, segundo ele, era o maior responsável pelas crises, que se viam cada vez mais intensificadas pelas grandes diferenças sociais.
O Cubo Mágico de Rubik foi inventado pelo húngaro Erno Rubik em 1974.
Depois de 900 milhões de unidades vendidas, Erno Rubik surpreende-nos de novo com o Rubik's 360.
O novo quebra cabeças de leva-nos para uma "nova dimensão" e ganha uma rodada, ao invés do design quadrado.
Dez centímetros ou mais de diâmetro, o 360 é descrito como uma esfera de plástico transparente onde se encontram duas esferas internas transparentes, ambas suspensas independentemente sobre um eixo rotativo, com seis bolas no seu centro.
O objectivo do puzzle é a de orientar as bolas coloridas através de buracos nas suas respectivas esferas e colocar na casa respectiva as bolas coloridas do lado de fora.
O Inventor Professor Erno Rubik, afirmou: "Eu sinto que o Rubik's 360 é um dos mais inovadores e excitantes puzzles que temos desenvolvido desde o Cubo Mágico - adoptando elementos do meu desenho original, desafio o solucionador a usar habilidade, destreza e lógica. Mas é a cinética mais um desafio, mais físico, porque está envolvido gravidade. Nós todos temos uma grande esperança para ela ".
Física pura.
Lançado no mercado no nosso país, no passado dia 5 de Fevereiro, aquele que foi o campeão de vendas do verão passado em Inglaterra…
Mais um puzzle tridimensional, que ameaça tornar-se num campeão de vendas.
Se tiver a mesma aceitação que o seu antecessor, não tardaremos a encontrar o pessoal na rua de pernas para o ar, com os neurónios a ferver, devido a mais uma criação de Rubik.
O paradoxo sucede todas as noites, a manipulação das consciências, os números, as audiências, as sondagens, tudo falso!
Se ontem, no canal estatal, o caso «Freeport» nem era notícia, na SIC, controlada por Balsemão – presença assídua em todas as reuniões patrocinadas pelo clube de Bilderberg – Sócrates era apresentado uma vez mais, como o Salvador da Pátria e o PS continuava a superar a restante concorrência, o PSD obtinha um score negativo, 29%, o BE, a esquerda dita caviar subia na cotação dos portugueses e a CDU baixava nas intenções dos votos dos portugueses, pasme-se!
Já na TVI, Sócrates era desmascarado, uma vez mais, é caso para dizer que o rei vai nú!
A realidade era outra, sucedem-se as descrições dos factos e avolumam-se as suspeitas e damos por nós a pensar, afinal o homem é capaz de estar enterrado nisto até ao tutano!
Mas ninguém faz nada?
Afinal está tudo controlado, sucedem-se diariamente os escândalos, os crimes de colarinho branco, as histórias sórdidas, os crimes de faca e alguidar, as poucas vergonhas e os casos de corrupção.
Parafraseando um amigo meu, o país está há muito tempo à espera duma sentença exemplar.
«Entrevista com a Dama do Bling, a nova rainha da musica moçambicana. Encontra-mo-la no intervalo de mais uma gravação, nos estúdios da RAM. Mesmo ocupadíssima aceitou manter uma conversa sobre os seus projectos. Dama do Bling (Ivannea José), A rainha do Hip Hop nacional, nasceu em 1979 em Maputo, e começou a cantar ainda adolescente antes de saltar para a ribalta em 2005, quando participou em algumas musicas de Lizha James.
Em 2006 lança o seu primeiro sucesso, o single “Haterz” e logo a seguir tira o seu primeiro álbum auto intitulado Dama do Bling, com algumas participações de peso de artistas locais, nomeadamente Catya, Denny OG, DRP, Hernâni e a própria Lizha James. Um ano mais tarde ela lançou o álbum ‘Chamadas Para A Bling’ (contando com a participação dos artistas Lizha, Denny OG, Doppas, Yara da Silva, Valdemiro José and Azagaia.
Ao longo da sua curta carreira conseguiu arrecadar dois prestigiados prémios como melhor cantora feminina da Africa Austral no canal televisivo sul-africano, Channel O, com a cancro “Dança do remexe”. Dama do Bling, na sua primeira participação, foi laureada com prémios das categorias de “Melhor Vídeo da Região Austral de África e Melhor Vídeo Feminino”.
Eis a entrevista com 99fm.
99fm: Que fazes actualmente para alem dos shows?
Bling: Estou a gravar algumas musicas, gravei umas e seis ou oito, não vai sair um álbum, não vou lançar um álbum de originais. Estamos ainda a decidir se vamos fazer uma reedição do ultimo album,com a incorporação das musicas que estou a gravar. Do momento estou em estúdio a gravar e vamos depois nos sentar e escolher as faixas que vamos usar no álbum, mas e tudo inédito.
99fm: Como e que vai a sua carreira?
Bling: Desde que começamos, nos da bang temos nos esforçado para a inovar, desde o lançamento do meus álbuns, do site, o meu e o da lizha e o do meu livro “Diário do Meu Reverendo”. A minha carreira esta a andar de vento em pompa. A lizha e eu gravamos os vídeo clips das novas musicas no mes passado e deveremos lançar brevemente.
99fm: O teu livro esta a vender alguma coisa?
Bling: Mais ou menos, porque o povo moçambicano não tem cultura de leitura, as pessoas gostam de ouvir musica e dançar. Vender bem não estou a vender muito, compram os que são meus fãs pois poucas pessoas lêem, mas acredito que não chega a 20 por cento de vendas.
99fm: Sabe dizer quantos?
Bling: Não faço ideia de quantos vendemos, as editoras nos dizem que esta a vender bem. Só sei que não vende mais que os meus discos.
99fm: Sente que existe algum conflito de gerações entre vocês e a velha guarda?
Bling: E complicado, quando se diz nova geração, não sei de que se fala, se e da minha geração. Eu já não me considero nova geração. Nova geração pode ser um musico que acaba de entrar na industria da musica. Mas para mim e complicado dizer algo em torno disso porque a chamada velha guarda e nova tem trabalhado juntos. No principio houve esse pequeno conflito (fricção), mas não era no sentido de desestabilizar a musica moçambicana, eu acho que eles sentiam-se um bocadinho fechados em termos de espaço. Mas acabamos notando que cada musico tem o seu espaço, seja ele velho ou jovem, de que estilo de musica for, há sempre espaço para todos os estilos de musica, cada musico tem o seu espaço, independentemente do estilo que cada um faz.
99fm: Porque deixou o direito e preferiu a musica?
Bling: Decidi cantar porque estou a gostar daquilo que faço. Me faz feliz, todos os dias consigo viver da musica, pago as minhas contas, estou bem e principalmente porque estou a fazer algo de que e gosto. Conforme um ditado popular “quem corre por gosto não cansa, nem?”.
99fm: As pessoas dizem que és um pouco escandalosa? Compras esse argumento? Bling: Eu acho que não. Eu sou irreverente, agora escandalosa, não! Eu considero-me irreverente, tem tudo a ver com a minha maneira de ser. Acho que posso ser uma pessoa ousada, de certa forma alguém que faz e diz o que pensa, isso e mais pela irreverência e não pelo escândalo.
99fm: A irreverência e típica da juventude ou os músicos se tornam irreverentes pela fama?
Bling: Acho que e forma da pessoa estar na musica, fazer e dizer aquilo que quer, e a forma de a pessoa se apresentar, isso e que faz com que a pessoa seja irreverente. Ou seja a pessoa apresenta-se de forma pouco vulgar ou fora do comum. E o que torna a pessoa assim especial, fora do comum daquilo que base aceitável pela sociedade.
99fm: As pessoas não aceitam essa forma de ser?
Bling: Não e uma questão de aceitarem. E que as pessoas se assustam pelas coisas diferentes. As pessoas tem a tendência de não receberem bem o novo porque e algo nunca visto. Mas quando fazem um momento de pausa e tentam entender chegam a conclusas de que não e uma coisa ma nem boa e só diferente.
Exército escocês em acção nos idos anos de 1914 e 1915
Gravuras antigas enviadas pelo amigo Paulo W.(Recife, Pernambuco, Brasil), autor do blogue Marginália (Artes, Cultura e Tipografia), tipógrafo digital e coleccionador de livros, imagens e gravuras antigas.
Operadoras de caixa substituídas por caixas automáticas, operadoras de loja substituídas por balanças inteligentes, a pouco e pouco, nas grandes superfícies nacionais (Auchan e Sonae), o homem vai dando lugar à máquina…
Hoje no Jumbo de Coimbra dei por mim a perguntar quem efectuava pesagem da fruta e dos legumes. Estranho, disse para os meus botões. Fui informada por uma repositora apressada, que me disse:
- Quem pesa é o senhor.
- Aonde? – retorqui.
- Naquela máquina. – Disse virando as costas.
Dei ainda conta que as linhas de caixa estão progressivamente a ser substituídas por máquinas.
Pensei: «Sim senhor, as máquinas não refilam, não chegam atrasadas ao serviço, não metem dias de baixa e estão operacionais 7 dias por semana, 24 sobre 24 horas.»
É só lucro!
Progressivamente o homem vai dando lugar à máquina.
Tenebroso…
A robotização poderá ter consequências bem mais nefastas que a Revolução Industrial, que ocorreu no Século XIX.
Alvin Toffler já tinha alertado para as mudanças significativas que aí vinham nos seguintes livros: «Choque do Futuro», «Terceira Vaga», «Os Novos Poderes», «Criando uma nova civilização» e «Guerra e Anti-Guerra», obras publicadas pela editora Livros do Brasil.
Isto para não falar dos novos desempregados, falam-se em 50 milhões, por todo o mundo.
Jersey é uma ilha no Canal da Mancha que, junto com Guernsey, forma as Ilhas do Canal, uma dependência da Coroa Britânica que não faz parte do Reino Unido. O Bailiado de Jersey é um território englobado pelas Ilhas do Canal mais meridionais, no Golfo de Saint-Malo, ou seja, a própria Ilha de Jersey e algumas ilhotas adjacentes e o grupo de rochedos chamado Minquiers, situado a sul. O território mais próximo é a França, a leste e a sul, seguindo-se Guernsey, a noroeste.
Jersey é uma dependência da coroa britânica que deposita autoridade num misto de governador, presidente de câmara e xerife chamado bailio (bailiff). O território tem uma área total de 116 km² e uma população de 87 186 habitantes (2001), o que resulta numa densidade demográfica de 751,6 h/km². (Segundo a Wikipedia)
«Pequeno paraíso quase selvagem, Jersey ganhou recentemente um outro adjectivo: fiscal, como paraíso fiscal. A ilha foi incluída na lista dos paraísos fiscais de Barack Obama e da União Europeia. Um epíteto que as autoridades locais recusam. Saiba como a pquena ilha do Canal se tornou a terceira nação mais rica do mundo.»