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sábado, março 24, 2012

Tehran Times barrado pelo Google



E viva a censura!
Esta noite ao efectuar o meu périplo habitual pelos jornais das mais variadas partes do mundo tive uma surpresa desagradável, constatei que o site do Tehran Times (www.tehrantimes.com) não existe para o Google.
Pura e simplesmente dá erro 404 e não se consegue aceder.
Ao ponto a que chegamos…
Ironicamente o site do Jerusalem Post está activo.
Assim se manipula a informação através da rede, informação essa, que deveria de ser livre e escorreita e não nos imporem aquilo que devemos ler, ouvir ou ver.

quarta-feira, janeiro 04, 2012

Jogos de Guerra no Estreito de Ormuz


Tehran Times (a ler com atenção).

E pronto, aquilo que eu venho a falar à meses a fio estará à beira de se concretizar…
A esta hora, os dados estarão lançados…


  Vigilância apertada...

É um cenário cada vez mais plausível, a confrontação militar entre Israel e os EUA, dum lado e o Irão do outro!
Só que desta vez, a Paz Mundial poderá estar em causa.
O Irão já avisou se algum porta-aviões americano entrar no Estreito de Ormuz, temos  guerra (aqui).


A esta hora as tácticas estão dadas...


Se for declarado o embargo petrolífero ao petróleo iraniano, pela União Europeia (aqui), o tráfego marítimo será bloqueado pela esquadra persa. 
Com o estrangulamento vital do Estreito de Ormuz podemos adivinhar, o que se segue…?

A Esquadra Iraniana em acção no Estreito de Ormuz, a conta gotas pelo meio vão passando os petroleiros, num cenário cada vez mais tenso.

Infelizmente…
Precisamente….
Primeiro, a subida em flecha dos preços do petróleo e daí ao estalar duma guerra no Médio Oriente, será questão de poucos dias… que poderá mergulhar o mundo inteiro na refrega.
Só que, para mim, o Irão tem mais qualquer coisa na manga, mísseis de longo alcance, armas nucleares e last but not the least, apoio militar russo e chinês.

E do outro lado, está a Organização de Cooperação de Xangai (a cinzento) e os potenciais alvos a rosa.

Meus amigos, estamos f… dos.
Enquanto por cá continuamos entretidos com a crise sem fim.
Sobre este assunto - a Crise no Golfo Pérsico - nem uma linha na televisão (estranho, muito estranho).

Obedeçam!
E por último, junto a Israel avoluma-se um contingente anormal de homens e meios aeronavais americanos.
É sinal que algo de grande se prepara…


Por algum motivo estranho o video não carrega (a esta hora a censura já está em acção)

To be continued (em jeito de folhetim)

A seguir com atenção nos próximos tempos, os sites Tehran Times e Jerusalem Post:

e

domingo, dezembro 04, 2011

Irão abate avião espião americano



Uma fonte militar iraniana divulgou este domingo que o Irão abateu um avião não tripulado e não armado (um drone RQ-170) dos Estados Unidos.
A notícia foi avançada pela cadeia de televisão árabe Al Alam que, citando fontes o Estado Maior das Forças Armadas do Irão, acrescentou que o aparelho foi abatido "há algumas horas".
"As unidades de guerra electrónicas e anti-aéreas conseguiram derrubar um drone americano que violava ligeiramente a zona fronteiriça no Leste do país e puderam apoderar-se [do aparelho] uma vez que ficou pouco danificado", avançou também a agência noticiosa Fars.
Já em Junho o Governo iraniano tinha anunciado ter derrubado um drone americano "espião" que voava junto a uma central nuclear na sua província de Qom. O RQ-170 Sentinel é um aparelho de reconhecimento que voa a grande altitude. Este modelo é uma arma recente - foi apresentada em 2009 e só em 2010 a Força Aérea americana reconheceu estar a utilizá-lo em missões.
Os iranianos apressaram-se a anunciar ter conseguido reproduzir o modelo abatido em Junho. O próprio Presidente Mahmoud Ahmadinejad apresentou o aparelho iraniano numa cerimónia na universidade de tecnologia Malek-Ashtar de Teerão, porém não há certeza sobre a sua operacionalidade, como escrevia em Agosto de 2010 a revista Time.
O Governo dos EUA ainda não reagiu ao anúncio agora feito.
Quanto aos meios de comunicação ocidentais, estão a limitar-se a dar a notícia sem maiores comentários por duas razões: é preciso esperar a confirmação deste derrube; e o momento recomenda as maiores cautelas uma vez que, na última semana, as relações entre países da União Europeia (o Reino Unido no topo da lista) e Estados Unidos e o Irão azedaram devido a um relatório sobre o programa nuclear iraniano (e às suspeitas de uso militar desta energia) e aos ataques contra a embaixada britânica.

Fonte: Público
 
Dedico esta notícia a todos aqueles que querem esconder a cabeça na areia. Onde há fumo há fogo. Já não há como esconder. Por enquanto está em lume brando…

quarta-feira, novembro 30, 2011

Rumores de guerra



Esta manhã li esta notável opinião do alemão Joschka Fischer, e fiquei a remoer, enquanto andamos todos muito distraídos e consumidos pela crise (na Europa), no Médio Oriente, avolumam-se as nuvens que poderão levar a um confronto regional ou mesmo global.
Para além da habitual parafernália aeronaval americana, há mais duas esquadras norte-americanas a caminho, uma da Síria e outra do Irão. Só que em águas sírias estão navios de combate russo, para o que der e vier…
A China também já avisou que qualquer ataque ao Irão será como um ataque a ela própria…
Para além disso e que dizer dos espiões americanos capturados no Irão e da guerra suja das embaixadas no Irão e a retirada de pessoal diplomático e das missões não governamentais, sabem o que isso quer dizer?
Mais palavras para quê?
Deixo-vos com algo que vale a pena ler, nestes tempos em que andamos todos anestesiados, que não conseguimos avistar as nuvens que estão a ensombrar o nosso horizonte…

Irão a caminho da guerra?
“Enquanto a Europa continua preocupada com a sua própria crise em câmara lenta, e outras potências mundiais continuam a ser hipnotizadas pelo espectáculo bizarro dos inúmeros esforços das instituições europeias em salvarem o euro (e dessa forma o sistema financeiro global), nuvens de guerra concentram-se em massa sobre o Irão, uma vez mais.
Ao longo de vários anos, o Irão tem promovido tanto um programa nuclear, como também o desenvolvimento de mísseis de longo alcance, o que aponta somente para uma conclusão: os líderes do país estão empenhados em fabricar armas nucleares, ou pelo menos em alcançar a tecnologia até ao limiar, onde somente uma única decisão política é necessária para atingir esse fim.
A última linha de acção iria, sem dúvida, manter o Irão no âmbito do Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP), de que é signatário. Mas não pode existir nenhuma dúvida razoável sobre as intenções das autoridades iranianas. De outra forma, os programas nucleares e mísseis seriam um desperdício de dinheiro. Afinal de contas, o Irão não precisa de tecnologia de enriquecimento de urânio. O país só tem um reactor nuclear civil, com barras de combustível fornecidas pela Rússia, e a tecnologia iraniana que está actualmente a ser desenvolvida não pode ser utilizada nisso.
Mas o enriquecimento de urânio faz muito sentido para quem quer uma arma nuclear; na verdade, para esse propósito, o enriquecimento é indispensável. Além do mais, o Irão está a construir um reactor a água pesada, supostamente para fins de investigação, mas cuja existência também é necessária para fabricar uma bomba de plutónio.
O Irão, em violação do TNP, escondeu partes substanciais deste programa. O país também gastou milhões de dólares em compras ilegais, de tecnologias de enriquecimento e programas de armas nucleares, aos cientistas nucleares paquistaneses e ao negociante do mercado negro A.Q. Khan, o “pai da bomba paquistanesa”. O Irão tentou ocultar estas transacções durante anos, até que a sua máscara foi descoberta quando a Líbia começou a cooperar com o Ocidente e expôs a rede de Khan.
Um Irão munido com armas nucleares (ou uma decisão política para as possuir) alteraria, drasticamente, o equilíbrio estratégico do Médio Oriente. Na melhor das hipóteses, uma corrida ao armamento nuclear ameaçaria consumir esta região, já instável, o que colocaria em risco o TNP, com extensas consequências globais.
Na pior das hipóteses, as armas nucleares serviriam a política externa “revolucionária” do Irão na região, que tem sido aplicada pelos líderes do país desde o nascimento da República Islâmica em 1979. A combinação de uma política externa anti-status quo com armas nucleares e mísseis é um pesadelo não só para Israel, que pelo menos tem capacidade de segunda ofensiva, mas também para os vizinhos árabes não-nucleares do Irão e para a Turquia.
De facto, os países do Golfo, incluindo a Arábia Saudita, sentem-se existencialmente mais ameaçados pelo Irão do que Israel. O perfil de segurança da Europa mudaria, também drasticamente, caso o Irão possuísse ogivas nucleares e mísseis de longo alcance.
Todas as tentativas de negociação não levaram a lugar nenhum, com o Irão a continuar a enriquecer urânio e a melhorar a sua tecnologia nuclear. As sanções, apesar de úteis, só funcionam a muito longo prazo e uma mudança no equilíbrio de poderes dentro do país não se prevê a curto prazo. Sendo assim, trata-se só de uma questão de tempo – e não muito tempo – até que as nações vizinhas do Irão, e a comunidade internacional, se confrontarão com uma fatídica escolha: ou aceitam o Irão como uma potência nuclear, ou decidem que a mera perspectiva, à medida que se torna mais realista, está a conduzir à guerra.
O presidente Barack Obama já deixou claro que os Estados Unidos não aceitarão o Irão como uma potência nuclear, em nenhuma circunstância. O mesmo também se aplica para Israel e para os vizinhos árabes do Irão no Golfo.
O próximo ano promete ser crítico. O governo israelita sugeriu, recentemente, que o Irão atingiria o limiar nuclear num prazo de nove meses e que poderia tornar-se numa grande questão, na longa corrida eleitoral à presidência norte-americana, em Novembro de 2012. E é difícil de imaginar que o actual governo de Israel ficará impassível enquanto o Irão se torna numa potência nuclear (ou numa quase-potência nuclear).Por outro lado, falar de intervenção militar – a qual, dadas as circunstâncias, resumir-se-á largamente aos ataques aéreos – é barato. Há sérias dúvidas sobre a possibilidade do programa nuclear iraniano ser eliminado por meio aéreo. Na verdade, com a probabilidade de grande parte do mundo condenar qualquer ataque, a intervenção militar poderia esclarecer o caminho diplomático para uma bomba iraniana.
É melhor não pensar no que o Médio Oriente poderia parecer, após este tipo de confronto. As forças da oposição iranianas seriam, provavelmente, as primeiras vítimas da acção militar ocidental e, noutros locais da região, a Primavera Árabe submergiria, provavelmente, sob uma massiva onda de solidariedade anti-Ocidente com o Irão. A região seria novamente empurrada para a violência e para o terror, ao invés de continuar a sua transformação de baixo para cima. Os efeitos na economia mundial não serão menos significativos, sem falar das consequências humanitárias.
Uma última tentativa numa solução diplomática afigura-se improvável, dado que a questão nuclear desempenha um papel decisivo na luta de facções do regime iraniano, no qual aquele que se compromete a favorecer pode ser considerado o perdedor. Além do mais, os líderes iranianos parecem assumir que o país é grande demais e poderoso demais para ser controlado por sanções ou ataques aéreos.
Historicamente, a estrada para o desastre tem sido geralmente feita de boas intenções e de erros graves de julgamento. Isso poderia acontecer novamente em 2012, quando os erros de cálculo em todas as partes poderiam limpar o caminho para a guerra ou para um Irão como potência nuclear – ou, em termos bastantes realistas, para ambas. Uma nova escalada no Médio Oriente culminará nestas deploráveis alternativas, mais cedo do que o previsto, a menos que seja encontrada uma solução diplomática (ou a menos que a diplomacia possa pelo menos ganhar tempo).
Infelizmente, esse cenário é pouco provável no próximo ano. Na ausência de qualquer caminho viável para um compromisso diplomático norte-americano, com o Irão, o fardo de organizar, convocar e conduzir tais negociações altamente sensíveis, cairá sobre a Europa. E os líderes europeus, como o Irão sabe muito bem, têm outras coisas nas suas mentes.”

Joschka Fischer, ministro dos negócios estrangeiros da Alemanha e vice-chanceler entre 1998 a 2005, foi líder do Partido Verde alemão durante quase 20 anos.
Fonte: Público

quinta-feira, novembro 03, 2011

Agora chegou a vez do Irão!



Está por pouco, uma incursão armada contra o Irão com a participação das forças conjuntas dos EUA, Reino Unido e Israel.
Agora parece ser público. Resta saber como vão reagir a Rússia, a China e o visado, o Irão.
Advinham qual vai ser a resposta?
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