domingo, novembro 03, 2013

A Agenda 21 revelada


Conheça a Agenda 21, uma agenda diferente que pouca gente conhecerá...
Entenda como se encaixam os Campos FEMA e a Depopulação em curso...
Some dois mais dois e entenda melhor a atitude heroíca de Snowden.

Contabilidade mórbida

Mais uma triste noticia que veio à estampa. 
À semelhança do que se está a passar na Grécia e noutros países intervencionados pelo FMI, UE e BCE.
Uma cruel realidade que gostaríamos que não fosse real. O Século XXI muito prometia... 
Mas parece que não vem ai nada de bom, uma vez que a Agenda XXI está para cumprir.
Mas o que levou esta mãe a levar para a morte o seu filho?
A fome?
O desemprego?
A falta de habitação?
A falta de saúde?
Sem perspectivas de futuro, o que esperar do amanhã?
Gostaria de saber quantas pessoas já se suicidaram desde a intervenção da Troika?
Será que esta mórbida contabilidade não anda escondida dos meios de comunicação social?

domingo, setembro 08, 2013

Tamu Massif, o maior vulcão do planeta foi descoberto no Pacífico

O maior vulcão do mundo encontra-se escondido ‘debaixo’ da parte noroeste do Oceano Pacífico. De acordo com os cientistas da Universidade de Houston, Texas, EUA, o Tamu Massif, recentemente descoberto, tem uma área de 310 mil quilómetros quadrados, o seu diâmetro atinge cerca de 550 quilómetros, medindo ainda cerca de 4000 metros de altura, entrando na galeria dos gigantes do sistema solar.
“O Tamu Massif é o maior vulcão já descoberto na Terra”, revela William Sager, o professor da Universidade de Houston (EUA) que anunciou a descoberta do novo gigante. Com uma área de cerca de 310 mil quilómetros quadrados, o Tamu Massif está escondido ‘debaixo’ do oceano Pacífico, ficando a cerca de 1600 quilómetros da costa leste do Japão.
O vulcão integra a cadeia montanhosa submarina Shatsky Rise, formada há ‘apenas’ 145 milhões de anos, durante uma erupção de uma série de vulcões. O Tamu Massif estará inactivo deste então, acreditam os cientistas que realizaram a descoberta.
A equipa universitária vai continuar a investigar o fundo do oceano para confirmar se o novo vulcão é mesmo o maior do mundo ou se há outros maiores do que ele. Quanto ao Tamu Massif, a análise da massa de basalto confirmou ter uma única fonte e não vários pontos de erupção.

O gigantismo do novo vulcão pode ser estabelecido por comparação com o Mauna Loa, no Havai: este que é o maior vulcão activo do planeta tem uma área de 5000 quilómetros quadrados, o que não chega a dois por cento da área do Tamu Massif, que é mesmo um dos maiores de todo o sistema solar.

terça-feira, setembro 03, 2013

Misteriosas descobertas arqueológicas nos Açores


São dezenas de estruturas em pedra ou escavadas na rocha encontradas em várias ilhas dos Açores e estão a gerar polémica, porque parecem apontar para a presença humana no arquipélago muito antes da chegada dos portugueses.
A multiplicação de descobertas arqueológicas no Corvo, na Terceira e noutras ilhas dos Açores está a provocar polémica, porque parece indicar a presença de navegadores muitos séculos antes da chegada oficial dos portugueses, em 1427 (Diogo de Silves).
Celtas, fenícios, cartagineses, romanos podem ter passado pelo arquipélago, porque o regresso ao Mediterrâneo ou ao norte da Europa de qualquer barco que viajasse ao longo da costa africana teria de ser feito pela chamada volta do Atlântico, por causa da direção dominante dos ventos de nordeste.
Essa rota passava precisamente pelo grupo central das ilhas dos Açores e pelos seus dois melhores portos naturais: Angra do Heroísmo, na Terceira, e Horta, no Faial.
Faltam sondagens, escavações e datações por radiocarbono para se tirarem conclusões definitivas, mas se fosse provada a origem pré-portuguesa dos achados arqueológicos, a História teria de ser rescrita, tanto no que diz respeito à descoberta das ilhas como ao paradigma da navegação no Atlântico.
Félix Rodrigues, professor catedrático da Universidade dos Açores, que descobriu e estudou em profundidade alguns destes achados, vai mais longe e afirma ao prestigiado jornal Expresso: "Seria a maior descoberta arqueológica da Europa dos últimos 100 anos".

Ler mais: Expresso

segunda-feira, setembro 02, 2013

Pirâmides nos Açores?


"Anzóis, pontas de metal, ossos, conchas, pesos de redes de pesca, utensílios feitos de basalto, carvões e fragmentos de peças de cerâmica, foram descobertos nas primeiras sondagens arqueológicas autorizadas pelo Governo Regional dos Açores (Direcção Regional da Cultura) às misteriosas estruturas piramidais da Ilha do Pico.
As pirâmides estão quase todas concentradas numa área de 6 km2 no concelho da Madalena, junto à costa oeste da ilha dominada pela montanha mais alta de Portugal (2351 metros) e a divulgação pública das descobertas é feita hoje às 21h00 numa conferência na Câmara da Madalena.
As sondagens foram feitas por Nuno Ribeiro e Anabela Joaquinito, que estão entusiasmados com os depósitos de artefactos antigos que encontraram, e que tudo indica serem muito anteriores à data da descoberta dos Açores pelos portugueses (1427).
Mas os dois arqueólogos da Associação Portuguesa de Investigação Arqueológica (APIA), que estão a ser apoiados pela Câmara Municipal da Madalena, têm um vasto trabalho de prospecção pela frente: há dezenas de pirâmides no local, que chegam a atingir 13 metros de altura, o equivalente a um prédio de habitação de quatro andares. Mas para já estudaram 140, algumas destruídas ou parcialmente derrubadas por sismos ou pela acção humana.
A tradição baseada na memória popular e os poucos estudos etnográficos existentes indicam que "estas estruturas, conhecidas por maroiços, datam dos séculos XVII a XIX, justificando-se a sua construção pela necessidade da limpeza dos solos para a agricultura", explica Nuno Ribeiro. De facto, a palavra maroiço significa monte de pedras associado à limpeza de terrenos agrícolas. 
 

Estruturas semelhantes no Mediterrâneo



Mas esta explicação não convence o presidente da APIA, porque "existem várias edificações com mais de dez metros de altura, seguindo a mesma orientação geográfica". E porque no território português "não encontramos esta opção arquitectónica em mais nenhum local". Em contrapartida, "há paralelos arquitectónicos com regiões do Mediterrâneo - na ilha da Sicília junto ao Monte Etna, por exemplo".
Anabela Joaquinito conta que quando foram mostradas à população da Madalena fotos das construções da Sicília, "disseram que eram iguais aos maroiços". A arqueóloga que estudou a indústria lítica (tecnologia de trabalho da pedra) e é directora do Departamento de Pré-história da APIA, sublinha que há outros indícios arquitectónicos da origem pré-portuguesa das pirâmides do Pico, como "a existência de degraus e a decoração com pináculos no topo". No topo de uma das construções estudadas foi também encontrado um piso circular que parece ser a base de uma habitação.
Uma das estruturas é um complexo arquitectónico que inclui edifícios piramidais organizados de forma a criar uma grande praça. "Esta organização do espaço não pode ser explicada apenas através da limpeza dos terrenos, pois terá envolvido um grande planeamento e um trabalho colectivo que demorou alguns anos a construir, seguindo sempre o mesmo projecto arquitectónico", argumenta Nuno Ribeiro.
"Mais espantoso é o facto de estas estruturas obedecerem às mesmas orientações das outras pirâmides, com aparentes motivações astronómicas e sugerindo rituais funerários", acrescenta o arqueólogo. 
 

"Sinto-me no México"


"Sinto-me no México", garantiu Romeo Hristov, arqueólogo da Universidade do Texas em Austin (EUA), quando visitou os maroiços do Pico em Abril passado. Hristov pertence à corrente académica que defende a existência de contactos regulares entre as antigas civilizações do Mediterrâneo e da América.
"As estruturas do Pico são muito perfeitas, implicam uma enorme quantidade de trabalho que não se justifica apenas pelas necessidades da actividade agrícola", considera o arqueólogo. Por outro lado, "há uma orientação astronómica rigorosa, rampas de acesso e escadas associadas ao conceito de estrutura sagrada".
E no complexo "que liga vários edifícios piramidais encontram-se elementos comuns a pirâmides em todo o mundo, como uma praça ampla para cerimónias". Mas uma conclusão definitiva sobre a origem das estruturas "vai depender das escavações arqueológicas, que são fundamentais".
E também "das datações dos materiais encontrados que forem feitas em laboratório", esclarece Anabela Joaquinito. A arqueóloga explica ainda que algumas destas pirâmides têm câmaras no seu interior e uma delas foi objecto de sondagens arqueológicas. "A câmara é pequena e o corredor de acesso demasiado estreito e longo, não seria prática para quaisquer usos agrícolas".

Regularidade na orientação das pirâmides



"O que mais me impressionou foi a regularidade da orientação das pirâmides do Pico, embora acredite que nem todas foram construídas na mesma época. Esta regularidade é evidente no mapa com a sua localização feito pela Câmara da Madalena", afirma por sua vez Fernando Pimenta.
O director do Departamento de Arqueoastronomia da APIA usou ferramentas de informação geográfica nesta primeira investigação e concluiu que a maioria das pirâmides está orientada no sentido sudeste/noroeste.
Sudeste é a direcção do vulcão da ilha do Pico e noroeste corresponde ao ocaso do sol no solstício de verão, que acontece sobre a ilha do Faial, muito próxima do Pico. Quanto às restantes pirâmides, têm uma orientação perpendicular às primeiras.
Fernando Pimenta admite que "parece ser intencional - e não apenas uma coincidência - a orientação geográfica das construções e a escolha do local para a sua implantação".
Uma concentração tão grande de pirâmides num intervalo tão pequeno de azimutes (o azimute é a medida regular do horizonte contada a partir do norte geográfico) e com esta regularidade, significa que há intencionalidade, "mas claro que esta conclusão não é tão definitiva, do ponto de vista estatístico, como seria se as estruturas estivessem espalhadas por toda a ilha e não apenas concentradas numa pequena área do concelho da Madalena".
O arqueoastrónomo adianta também que as regras de orientação "parecem obedecer a princípios que incorporavam algum ritual relacionado com o solstício de verão".

"Defesa da verdade histórica"



Entretanto, o presidente da Câmara da Madalena salienta que "o envolvimento do município neste processo é norteado pelo forte empenho na defesa da verdade histórica e na necessidade de conhecer e preservar as raízes do nosso povo", o que "é do interesse de todas as instituições, sejam elas científicas, políticas ou outras, incluindo o Governo Regional dos Açores".
Mas a prova definitiva da origem pré-portuguesa das pirâmides "terá de ser obtida através de uma datação clara e inequívoca dos materiais encontrados", insiste José António Soares, reconhecendo que a comprovação de todos estes achados permitirá novas oportunidades de desenvolvimento turístico.
"Não queremos apagar a história açoriana mas sim acrescentar algo à história já conhecida e, se possível, enriquecê-la com os novos dados disponíveis", acrescenta o autarca."


Fonte: Expresso

Siria, do not disturb

Por favor, não incomodar...
A limpeza segue dentro de momentos!

quinta-feira, agosto 29, 2013

Obama e as suas ovelhas

“ - I have a dream…”
“- In coming days you’ll all dyeing.”
“ - Méeeeeeeeee…”
“ – Sim, Grande Baphomet  os teus desejos cumprir-se-ão.”
Belisquem-me, acabei de acordar agora com uma dor de cabeça horrível, com imagens de vasos de guerra americanos e russos, na TV, a caminho da Síria e não vejo ninguém falar de Paz!
E o locutor prosseguiu a notícia alegremente como se nada fosse…

Estará tudo doido?

Vale de 750 km é descoberto debaixo do gelo na Gronelândia

Uma fenda gigantesca, com dimensões comparáveis às do Grand Canyon, nos Estados Unidos, foi encontrada debaixo do gelo na Gronelândia. A formação tem 750 quilómetros de extensão e, em alguns pontos, chega a ter 800 metros de profundidade, segundo estudo publicado na revista Science, esta quinta-feira (28).
Oculta por milhões de anos, sob a densa camada de gelo que recobre a ilha, na América do Norte, o vale foi achado após investigação por pesquisadores da Faculdade de Ciências Geográficas da Universidade de Bristol, na Inglaterra.

"Em tempos em que o Google Streetview já mapeou dezenas de cidades e em que temos acesso a mapas digitais para tudo, era de se pensar que nada mais seria encontrado e explorado", diz o autor do estudo, o professor Jonathan Bamber. "Mas nossa pesquisa mostra que ainda há muito para ser descoberto na Terra."
Segundo a pesquisa, a fenda desempenha um importante papel no transporte ao mar de água do derretimento de gelo. Antes que o local fosse coberto por gelo, milhões de anos atrás, essa fenda teria servido ao planeta como um "importante sistema fluvial", permitindo fluxo d'água do interior da Groenlândia para sua costa, destaca o estudo.
Para David Vaughan, coordenador do programa europeu ice2sea, um dos financiadores do estudo, a descoberta aponta mais conhecimento sobre a região.

"Uma fenda de 750 quilómetros preservada sob o gelo por milhões de anos é uma descoberta impressionante por si só, mas o achado é importante ao ponto em que expande nosso conhecimento sobre o passado do país. O gelo que recobre essa região contribui para o aumento no nível do oceano e isso pode nos ajudar a mudar esse cenário."
Para encontrar a fenda, o grupo usou dados da NASA (Agência Espacial Norte-Americana) e de documentos de estudos feitos por britânicos e alemães ao longo das últimas décadas. Isso ajudou os especialistas a desmontarem este quebra-cabeças.
Os dados da NASA foram obtidos por meio do uso de tecnologia de radar e permitiram aos pesquisadores traçar as dimensões da fenda: vai de um ponto localizado no centro da Gronelândia até o extremo Norte da ilha, se conectando ao oceano Árctico.
Além do programa europeu, a pesquisa foi financiada, também, pelo Conselho de Pesquisa de Natureza e Meio-Ambiente do Reino Unido.


Fonte: Science e UOL Brasil

terça-feira, agosto 27, 2013

Facebook entrega utilizadores

“O Facebook recebeu, nos primeiros seis meses deste ano, mais de 25 mil pedidos de informação sobre cerca de 38 mil dos seus utilizadores em 71 países. Portugal pediu ao gigante norte-americano informações sobre 213 utilizadores
Mais de metade dos pedidos foi feito nos EUA, onde mais de 166 milhões de pessoas estão inscritas nesta rede social.
O anúncio foi feito ontem pelo Facebook, no seu primeiro relatório sobre o tema, o "Global Government Requests Report", em plena polémica sobre o programa de vigilância electrónico secreto das autoridades norte-americanas.
"Dispomos de processos rigorosos para dar resposta a todos pedidos de dados por parte dos governos. Acreditamos que este processo protege os dados das pessoas que utilizam o nosso serviço e obriga os governos a cumprirem requisitos jurídicos bastante elevados em cada pedido individual para obter informações sobre os nossos utilizadores", referiu a rede social.
Os dados do relatório podem ser vistos aqui
Por exemplo, até Junho deste ano Espanha fez 479 pedidos sobre 715 utilizadores ou contas de utilizador, cuja taxa de resposta foi de 51%, enquanto a França solicitou 1,547 pedidos sobre 1,598 contas, com uma taxa de resposta de 39%.
A Alemanha, que obteve 37% das respostas, fez 1,886 pedidos sobre 2,068 contas ou utilizadores.
Em igual período, a Grécia fez 122 pedidos para um total de 141 contas de utilizadores da rede social, com 54% de respostas.
A Rússia fez apenas um pedido neste período, sobre uma determinada conta, mas não obteve resposta do Facebook.
No caso dos Estados Unidos da América, que lideram o número de pedidos, estes oscilaram entre 11.000 e 12.000 no primeiro semestre. Os pedidos de informação visavam entre 20.000 e 21.000 contas de utilizadores, com uma taxa de resposta de 79%.”
Os pedidos do governo do Reino Unido atingiram os 1.975 para 2.337 contas de utilizadores da rede social especificadas, com o Facebook a fornecer resposta a 68% dos pedidos.
"Acreditamos que, embora os governos tenham a grande responsabilidade de manter as pessoas em segurança, é possível fazê-lo com transparência. A transparência do governo e a segurança pública não estão exclusivamente ligadas entre si, salientou o Facebook.
"Podem coexistir em sociedades livres e abertas e contribuem para o nosso fortalecimento. Recomendamos vivamente a todos os governos que sejam mais transparentes relativamente aos seus esforços para assegurar a segurança pública e continuaremos a defender vigorosamente uma maior divulgação de informações", adiantou.”


Fonte: DN

Cai neve no Deserto de Atacama


A área, que se situa a norte de Santiago do Chile, é considerada uma das áreas mais secas do mundo. Apesar do acontecimento estar a espantar os turistas, as autoridades estão preocupadas com o risco de inundação. Uma das estradas da localidade já foi bloqueada e prevê-se que o estado do tempo se mantenha, podendo ser necessária a evacuação de alguns locais!


segunda-feira, agosto 26, 2013

Tensão radioactiva em Fukushima Daichi

 O Japão elevou o nível de alerta por causa de uma fuga de água contaminada na central nuclear de Fukushima. Numa escala de zero a sete, o incidente foi agora classificado com o nível três, a que corresponde a classificação de incidente grave.
Trezentas toneladas de água contaminada com níveis perigosamente elevados de radiação escaparam de reservatórios situados naquela central nuclear que foi devastada por explosões, na sequência do terramoto e tsunami de Março de 2011. É a situação mais grave desde esse acidente de há dois anos, classificado como o pior acidente nuclear desde o de Tchernobil, em 1986.
"A julgar pela quantidade e pela densidade da radiação na água contaminada que escapou, é apropriado elevar o nível de alerta para o nível três", lê-se num documento divulgado pela agência que superintende o nuclear no Japão. Na altura do acidente, o nível de alerta fixado foi o nível sete, o máximo.
A fuga foi detectada pela empresa responsável pela central, a Tepco, levando o regulador nipónico para o nuclear a tomar medidas de maior alcance. A primeira foi elevar o nível de alerta – o que já provocou uma reacção do Governo chinês que, através do ministro dos Negócios Estrangeiros, se declarou "chocado" com o facto de, dois anos depois do acidente nuclear, o Japão não conseguir ainda conter qualquer fuga radioactiva.
Pequim "espera que o lado japonês consiga seriamente tomar medidas para pôr fim ao impacto negativo das consequências do acidente nuclear de Fukushima"; disse o governante, numa declaração à agência Reuters.
Estima-se que seja a quarta grande fuga de água radiactiva na central nuclear de Fukushima.
Um funcionário descobriu a fuga e as autoridades declararam primeiro que se tratou de incidente de nível um – o mais baixo –, embora esta seja a primeira vez que o fazem desde o sismo e tsunami de 2011. A Escala Internacional de Eventos Nucleares e Radiológicos, começa em 0 (sem significado), passa pelos níveis 1 a 3 (“incidentes”) e atinge o topo entre 4 a 7 (acidentes).
Um responsável da Tepco explicou que a água provavelmente escapou de um tanque, depois de ter passado uma barreira de cimento.
A agência japonesa Kyodo revelou que esta água está a emitir 100 millisieverts de radiação por hora, o que, segundo o director-geral da Tepco, é equivalente à exposição a que um trabalhador da central está sujeito em cinco anos. “Podemos dizer que o nível de radiação é suficientemente elevado para dar alguém uma dose de radiação de cinco anos em apenas uma hora”, explicou à Reuters Masayuki Ono.
Atingida pelo sismo e pelo tsunami de 11 Março de 2011 no Japão, a central de Fukushima ficou sem os seus sistemas de arrefecimento e foi palco de uma série de explosões, de fusão de combustível nuclear e de libertação de material radioactivo. Foi o segundo maior desastre nuclear, superado apenas por Tchernobil.
Ao longo dos últimos dois anos, a Tepco teve de resolver a questão central do arrefecimento dos reactores. Mas uma série de outros problemas estão ainda longe de estarem solucionados, entre eles o da água contaminada.
A sua origem estará provavelmente relacionada com a mistura de água subterrânea que drena naturalmente das montanhas com água fortemente contaminada que inundou a rede de condutas no subsolo da central de Fukushima – resultante de fugas próximas dos reactores na sequência do acidente.

sexta-feira, agosto 23, 2013

O Enigma Tyche



O que é Tyche?
Tyche é um nome para um hipotético planeta localizado na periferia do nosso Sistema Solar, após a Nuvem de Oort, proposto pelo astrónomo John Matese da Universidade de Louisiana em Lafayette. Matese e seu colega Daniel Whitmire argumentaram a evidência da existência de Tyche a partir de uma suposta tendência na origem dos cometas de longo período.
Tyche seria eventualmente um planeta gasoso como Júpiter e com quatro vezes o seu tamanho e teria por companhia Eris, Makemake, Haumea, Sedna, 2007 OR10, Quaoar e Orcus (planetas anões).






No entanto, há coisas que não se percebem muito bem, como é possível conhecer planetas que se encontram a 1.600 anos-luz da Terra e não conhecemos as imediações do nosso planeta, a fronteira do nosso Sistema Solar ou até mesmo o triplo sistema solar estelar de Alfa de Ceutauro (que estará a 4 anos luz da Terra)?




Será que alguma estrela ou planeta do triplo sistema solar de Alfa de Ceutauro intersecta o nosso Sistema Solar?
Será Tyche composto por matéria escura?
Será Tyche uma anã castanha com um séquito de sete planetas (Eris, Makemake, Haumea, Sedna, 2007 OR10, Quaoar e Orcus)?
Porque motivo foi desligado o Telescópio Espacial Kepler?
Porque motivo esteve inactivo durante algum tempo o Projecto SETI?
O que será o cometa ISON?
Tantas perguntas e tão poucas respostas…

quinta-feira, agosto 22, 2013

Terra enfrenta forte tempestade magnética


Os funcionários da NASA registaram uma ejecção de massa coronal do sol. No momento, o fluxo de plasma solar está se movendo em direcção à Terra a uma velocidade de cerca de 930 km por segundo.
A medição da velocidade das partículas permitiu aos cientistas prever a eventual data de início da tempestade magnética na Terra. Segundo os cálculos, o início de perturbações magnéticas terá lugar no dia 22 de Agosto.
Apesar da dimensão da nuvem que se aproxima, os cientistas afirmam que o fluxo não deverá afectar os satélites, sistemas de rádio e GPS. No entanto, as pessoas sensíveis ao tempo têm de estar mais atentas estes dias.
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