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quarta-feira, janeiro 04, 2012

Jogos de Guerra no Estreito de Ormuz


Tehran Times (a ler com atenção).

E pronto, aquilo que eu venho a falar à meses a fio estará à beira de se concretizar…
A esta hora, os dados estarão lançados…


  Vigilância apertada...

É um cenário cada vez mais plausível, a confrontação militar entre Israel e os EUA, dum lado e o Irão do outro!
Só que desta vez, a Paz Mundial poderá estar em causa.
O Irão já avisou se algum porta-aviões americano entrar no Estreito de Ormuz, temos  guerra (aqui).


A esta hora as tácticas estão dadas...


Se for declarado o embargo petrolífero ao petróleo iraniano, pela União Europeia (aqui), o tráfego marítimo será bloqueado pela esquadra persa. 
Com o estrangulamento vital do Estreito de Ormuz podemos adivinhar, o que se segue…?

A Esquadra Iraniana em acção no Estreito de Ormuz, a conta gotas pelo meio vão passando os petroleiros, num cenário cada vez mais tenso.

Infelizmente…
Precisamente….
Primeiro, a subida em flecha dos preços do petróleo e daí ao estalar duma guerra no Médio Oriente, será questão de poucos dias… que poderá mergulhar o mundo inteiro na refrega.
Só que, para mim, o Irão tem mais qualquer coisa na manga, mísseis de longo alcance, armas nucleares e last but not the least, apoio militar russo e chinês.

E do outro lado, está a Organização de Cooperação de Xangai (a cinzento) e os potenciais alvos a rosa.

Meus amigos, estamos f… dos.
Enquanto por cá continuamos entretidos com a crise sem fim.
Sobre este assunto - a Crise no Golfo Pérsico - nem uma linha na televisão (estranho, muito estranho).

Obedeçam!
E por último, junto a Israel avoluma-se um contingente anormal de homens e meios aeronavais americanos.
É sinal que algo de grande se prepara…


Por algum motivo estranho o video não carrega (a esta hora a censura já está em acção)

To be continued (em jeito de folhetim)

A seguir com atenção nos próximos tempos, os sites Tehran Times e Jerusalem Post:

e

terça-feira, agosto 23, 2011

Uma questão de vizinhança

Comboio de Kim Jong Il


Enquanto, a NATO tenta decapitar o regime líbio, apesar de Kadhafi ter fugido eventualmente para o deserto… Os navios de guerra americanos e um impressionante dispositivo aero-naval aglomera-se nas proximidades da Síria e do Irão, muito provavelmente a esta hora já haverá tropas especiais americanas dentro destes países, enquanto isso o presidente sírio Hafez al-Hasad foi convidado como Kadhafi tinha sido para deixar o poder (tudo isto com o beneplácito da ONU).

Conforme já referi nesta página, não acredito nas primaveras árabes, nem na veracidade das mesmas, estou para ver que regime sai agora da Libia, se calhar vamos ter os extremistas islâmicos no poder, o retrocesso de toda uma sociedade com o consequente encerramento de universidades e marginalização das mulheres, sim porque doa a quem doer, parece que Kadhafi tratava muito bem as mulheres dando-lhes igualdade de direitos por aquelas paragens.

Quanto ao que se passa na Síria creio que tudo aquilo está muito mal contado é que coisa rara neste momento só temos acesso a um dos lados da história. Neste momento, chegam-nos imagens de militares sírios contra civis. Mas será que são sírios. Será que a Mossad (por aquelas paragens) não terá feito das suas?…

É que já não era a primeira vez…

Enquanto isso, do outro lado do mundo, “uma delegação militar russa chegou à Coreia do Norte para conversações na mesma altura em que Kim Jong Il viaja pela Rússia e se prepara para uma cimeira com o seu homólogo russo, Dmitri Medvedev, prevista para quarta-feira.

“O objectivo fundamental da nossa visita consiste no reforço dos laços de amizade entre as forças armadas dos dois países”, declarou o almirante Konstantin Sidenko, comandante da Região Militar Oriental da Rússia, à chega a Pyongyang.

Segundo a agência russa ITAR-TASS, os representantes de Moscovo e de Pyongyang tencionam analisar a possibilidade de restabelecimento da cooperação militar, a realização de visitas de amizade de navios das armadas da Rússia e da Coreia do Norte e a organização de manobras conjuntas no mar.

Porém, o serviço de imprensa do Ministério da Defesa da Rússia sublinha que as manobras terão um “carácter humanitário”.

“Na primeira etapa, é possível que se trate do reinício da cooperação técnico-militar na esfera da teoria militar, do planeamento militar. Talvez convidemos para estudar nas nossas escolas oficiais norte-coreanos. E só depois de se criarem condições internacionais favoráveis, será possível a realização de manobras conjuntas”, considerou Konstantin Sivkov, vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos.

Este analista frisa que não se deve falar de fornecimentos de armas russas à Coreia do Norte devido às sanções aprovadas pela ONU contra esse país.

Este visita decorre paralelamente à viagem de Kim Jong Il pelo Extremo Oriente e Sibéria.

Tanto Pyongyang, como Moscovo têm mantido no maior dos segredos o programa da visita do dirigente norte-coreano.

Segundo a imprensa russa, Kim Jong Il deu um passeio de barco pelo Lago Baical, a maior reserva de água potável do mundo, e tomou banho numa piscina com água desse reservatório.

Na quarta-feira, espera-se que ele se encontre com Dmitri Medvedev, Presidente da Rússia, em Ulan-Udé, capital da república russa da Buriátia. As autoridades locais estão a tomar fortes medidas de segurança.

Os especialistas russos consideram que o principal tema das conversações será a cooperação no campo da energia, que inclui a construção de um gasoduto que irá ligar a Rússia à Coreia do Sul através da Coreia do Norte.

Kim Jong Il e Dmitri Medvedev também poderão abordar o tema do reatamento das conversações sobre o desarmamento nuclear na Península da Coreia no quadro do “sexteto” de intermediários (Coreia do Norte e Sul, Rússia, Estados Unidos, China e Japão).

A prestação de ajuda humanitária russa a Pyongyang podem ser igualmente tema das conversações. Antes do dirigente norte-coreano iniciar a visita à Rússia, Moscovo enviou cerca de 50 mil toneladas de trigo para Pyongyang.

A última visita do líder norte-coreano à Rússia, também realizada de comboio, teve lugar em 2002”. (citando Da Rússia de José Milhazes)

Tudo isto depois dos russos terem fornecido os seus amigos sírios e iranianos.

Algo me diz que a próxima incursão militar americana poderá ter outro tipo de resultado…



quarta-feira, junho 23, 2010

Jogos de Guerra no Mar Vermelho e no Mediterrâneo

É verdade, algo começa a tomar forma, desde uma frota humanitária do crescente vermelho (com navios turcos e iranianos) até à passagem pelo Canal do Suez esta semana, de diversos porta-aviões americanos com destino a Gaza (sim precisamente, leu bem). Não há forma de as notícias serem mais suaves, visto a situação a nível global piorar de dia para dia, aumentando o risco duma escalada regional, que pode levar à confrontação global.

Siga as notícias em inglês em:

http://www.alternet.org/story/147265/are_u.s._warships_gearing_up_for_a_confrontation_with_an_iranian_aid_flotilla_to_gaza/

http://english.aljazeera.net/news/middleeast/2010/06/20106159550707221.html



segunda-feira, junho 07, 2010

Israel versus o resto do mundo

O que fará Israel se pela frente lhe aparecer a Marinha Turca, a escoltar um comboio humanitário? Parece que será o que está para acontecer nos próximos dias...
Dão-se alvissaras a quem responder a esta interessante questão...
Não há dúvidas, que a situação a nível internacional, em todos os sectores se degrada de dia para dia.
Para manter a sanidade mental muitas pessoas trocaram as noticias do horário da noite por uma conversa familiar ou pelo Panda...

quarta-feira, janeiro 13, 2010

O Irão e o dilema do nuclear, malmequer, bemmequer


A antiga Pérsia já foi noutros tempos, o aliado predilecto dos EUA, na região.

Após a queda do Xá Reza Phalevhi, que não era quem se pintava e que caiu em desgraça junto da população, o Irão passou em poucos anos de aliado a inimigo de estimação dos states e demais companhia.

Nos últimos tempos, o Irão, onde se realizam eleições, procurou afirmar-se em vários sectores, na região, procurando outras alternativas ao petróleo, que tem os dias contados, vai daí aposta seriamente no nuclear e num programa de enriquecimento de urânio, levado a cabo nas diversas centrais nucleares iranianas, passando por milhares de centrifugadoras, que por certo levarão mais tarde ou mais cedo à bomba atómica iraniana.

Contudo há uma pergunta que ainda não me deram resposta porque podem uns estados ter a bomba atómica e outros não?

Porque motivo se sucedem as provocações no Golfo Pérsico, com a Esquadra Americana ao largo?

Qual será o interesse dos EUA e de Israel de decapitarem as chefias militares e de limparem o sebo aos cientistas que estão à frente do programa nuclear iraniano?


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