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quinta-feira, agosto 16, 2012

O absurdo sul-africano



Uma só palavra: Inqualificável.
Bárbaro e hediondo, eis o meu comentário à actuação da policia sul-africana quando confrontada com uma greve de mineiros, seguida duma manifestação na maior mina de platina do mundo.
Quando estão em causa nos mercados a cotação do ouro, da platina e dos diamantes, vale tudo, até tirar vidas.
Aos paus, pedras e catanas respondeu desproporcionalmente a polícia sul-africana com tiros de metralhadora…
Resultado: 18 mortos!
Um massacre.
Será que a polícia da África do Sul não tinha escudos, capacetes, cassetetes, bastões eléctricos, tasers, canhões de água, balas de borracha ou gás lacrimogénio para dispersar manifestantes?
Meu Deus!
Em que mundo estamos nós…

sábado, abril 10, 2010

Al Qaeda e o AWB ameaçam Mundial de Futebol de 2010

Poderá ser o Mundial de Futebol do nosso contentamento, mas também poderá ficar marcado pela violência, pelo terrorismo e extremismo anunciado da organização terrorista «Al Qaeda», que parece sair dos escombros, do Iraque e do Afeganistão (onde se encontra) e lançar-se numa operação sem precedentes, na África do Sul.

É caso para perguntar se estará em curso mais uma operação de falsa bandeira?

Provavelmente à conta disto as nossas liberdades serão cerceadas, em nome da nossa segurança e para nosso bem.

Pergunto-me a mim mesmo, qual foi o motivo que levou a FIFA, a escolher a África do Sul, para organizar o Mundial de Futebol?

Depois, desta ameaça ser conhecida o que está a ser feito em termos de segurança?

Porque motivo, não escolheu a FIFA, um país substituto...

Não há dúvidas que se aguarda um mês de Junho quente, por vários motivos...

O Verão está à porta...

«O campeonato mundial de futebol, que terá início a 11 de Junho e se realizará na África do Sul, é o próximo alvo anunciado pela organização fundamentalista islâmica, Al Qaeda. Em comunicado, a rede terrorista ameaça claramente as selecções de Inglaterra e dos Estados Unidos.

‘Quão fantástico seria poder ver a partida dos Estados Unidos contra a Inglaterra ser transmitida em directo, num estádio cheio de espectadores quando o som de uma explosão retumba nas bancadas, todo o estádio fica de pernas para o ar e o número de cadáveres às dezenas e centenas, se Alá quiser’, afirma o comunicado que se encontra num número recente da revista online da 'Jihad', Mushtaqun Lel Jannah – Comentário meu: Após pesquisas na rede não encontrei o site desta prestigiada revista árabe, será que existe? Ou estaremos como suspeitava na presença de mis outra encenação colectiva?

A partida referida será disputada no dia 12 de Junho.

Do mesmo modo, ‘todos os países que fazem parte da campanha das cruzadas sionistas contra o Islão’ encontram-se entre os alvos, o que significa que as selecções de França, Itália e Alemanha também estão sob ameaça.

De acordo com a ‘CBS News’, a organização terrorista auto-proclama também a grandiosidade dos seus feitos: ‘a Al-Qaeda, que conseguiu carregar 50 gramas de explosivos no avião para Detroit, após infiltrar dezenas de barreiras de seguranças americanos, a Al-Qaeda que conseguiu que o irmão mártir Abul Kheir (Abdullah Asiri) entrasse no Palácio de Mohammed Bin Nayef, a Al-Qaeda, que humilhou o maior aparato de espionagem do mundo através da operação Mujahid Abu Dujana al-Khorassani (Humam al-Balawi), que estilhaçou o orgulho da CIA e dos serviços de espionagem da Jordânia juntos’, ‘a Al-Qaeda marcará presença nos jogos, se Alá quiser'.

‘Todos os controlos de segurança e máquinas de raio-X que a América enviará depois de ler este artigo não seriam capazes de detectar como aqueles explosivos conseguirão entrar dentro do estádio e isso por um motivo muito simples que nós anunciaremos no tempo devido’, prossegue o texto, que ainda tem uma pergunta dirigida ao presidente da FIFA, Joseph Platter: ‘Então quais são os seus preparativos para cancelar este evento, Sr. Platter?’.»

Fonte: Correio da Manhã, TVI24 e Record



Mas, como se não bastasse por si só, a Al Qaeda no terreno. Junte-se agora, os extremistas boers de extrema-direita sul-africanos - Movimento de Resistência Afrikaner (AWB), dum lado da barricada e do outro, o líder de juventude do ANC, Malema, enfim é caso para dizer que temos um cocktail explosivo...

«O assassínio, no sábado, do líder do Movimento de Resistência Afrikaner (AWB) cria o potencial para actos terroristas da extrema-direita branca durante o Mundial de futebol de 2010, alertou um académico sul-africano.

André Thomashausen, professor de Direito Internacional Comparado na Universidade da África do Sul (UNISA), declarou à agência Lusa que “o assassínio brutal e extremamente violento de Eugene Terre'Blanche se insere num quadro de homicídios igualmente brutais e sistemáticos de brancos de origem Afrikaner proprietários de fazendas, com um saldo de cerca de 4 mil vítimas desde 1994”.


“Nesse sentido, e uma vez que o ANC tem permitido que o seu líder da Juventude, Julius Malema, ande a gritar slogans exortando à morte dos brancos, sem o criticar nem o calar, este incidente pode mobilizar as franjas de brancos empobrecidos pela política de acção afirmativa do Governo, e que se sentem marginalizados e sob ameaça física, a recorrer a acções que chamem a atenção do mundo durante o Mundial”, acrescentou aquele académico.


O Campeonato Mundial de futebol 2010 disputa-se de 11 de Junho a 11 de Julho na África do Sul, com Portugal a disputar o Grupo G, juntamente com o Brasil, a Costa do Marfim e a Coreia do Norte.


Tal ameaça, referiu Thomashausen, seria totalmente imprevisível, “uma vez que não viria dos suspeitos habituais neste tipo de eventos, como a esquerda radical ou os fundamentalistas islâmicos”.


Apesar de o Presidente Jacob Zuma ter apelado à paz e ter enviado para Ventersdorp (local do crime ocorrido sábado) o seu ministro da Polícia e o comissário nacional dos Serviços de Polícia, o académico e analista político acusou o Chefe do Estado sul-africano de ter responsabilidades na actual polarização da cena política e racial no país.


Para André Thomashausen, Zuma é um líder fraco, que representa apenas uma facção dentro do ANC e que não tem tido a coragem nem a força política para calar os que andam a polarizar a situação há vários meses.


“Zuma não só não proibiu Malema (o líder da Juventude do ANC) de cantar slogans como Morte ao Boer, como ainda o tentou desculpar, afirmando que até Nelson Mandela quando era mais jovem entoou slogans radicais. Tem sido com o dinheiro e a bênção do partido no poder que Malema tem viajado, ainda a semana passada ao Zimbabué, afirmando que aquele país é um modelo para as nacionalizações necessárias na África do Sul”, insistiu Thomashausen.

Para o analista, as condições socioeconómicas criadas pelo actual quadro político e a linguagem cada vez mais radical de responsáveis do Congresso Nacional Africano (ANC), com apelos à nacionalização das terras dos brancos e das minas, “auguram tempos difíceis para a África do Sul”.


“Esperemos que os sectores mais moderados do ANC, como os sociais-democratas, e homens como o actual ministro das Finanças, Pravin Gordhan, ponham cobro a esta radicalização que está a assustar muitos sectores e alarmar os brancos e, até mesmo, os indianos e mestiços. Quando líderes afirmam que o Zimbabué é o modelo e a solução para os problemas da África do Sul, isso equivale a criar o potencial para encaminhar o país para o abismo”, concluiu o professor Thomashausen.



O líder da extrema-direita sul-africano, um firme partidário do ‘apartheid’, foi morto no sábado na sua exploração agrícola por dois trabalhadores, na sequência de uma aparente discussão sobre salários, segundo a polícia.»

Fonte: Público

É caso para dizer que a coisa promete, ou será um sinal dos Illuminati para o mundo?

O programa das festas segue dentro de momentos.



domingo, dezembro 06, 2009

A Estrada da Morte

A cerca de 20 metros da estrada junto ao Kruger National Park (África do Sul) foram recolhidas estas imagens, uma jovem leoa tira do sério, um velho e pachorrento búfalo, na luta pela sobrevivência o velho búfalo consegue levantar-se e arrastar a jovem leoa para a estrada e aí esgueirou-se…


Há cerca de duas semanas atrás, uma leoa conseguiu com os dentes e as garras abrir a porta dum automóvel ligeiro de passageiros, tendo a jovem condutora se refeito do susto e escapado a alta velocidade.


Se, no próximo Verão for à África do Sul, tenha cuidado ao parar o automóvel no campo, mantenha as janelas fechadas e o ar condicionado ligado, porque o menor descuido pode-se revelar fatal!



terça-feira, novembro 11, 2008

Miriam Makeba, Khawuleza

Miriam Makeba, Pata Pata



'Mama África', cantora Miriam Makeba morre em Itália

«A cantora sul-africana Miriam Makeba, conhecida no mundo como "Mama África", morreu na madrugada desta segunda-feira, 10, após um show no sul de Itália, informou o hospital em que ela estava. Um funcionário da privada Clínica Pineta Grande, na localidade de Castel Volturno, afirmou que a cantora morreu logo após dar entrada no hospital. Aos 76 anos, a artista era um símbolo internacional contra a segregação racial e tinha entre seus sucessos a música Pata Pata. Ela morreu seguindo suas convicções, após fazer um show em homenagem a um escritor italiano que vem sofrendo ameaças da máfia.

Segundo a agência de notícias Ansa, ela sofreu um ataque cardíaco após encerrar um show em homenagem ao escritor e jornalista italiano Roberto Saviano ameaçado de morte pela máfia napolitana. Ele é o autor de Gomorra, best-seller que trata da brutalidade da máfia napolitana, conhecida como Camorra. Após vender 1,2 milhão de exemplares e ser traduzido para 42 idiomas, o livro foi transformado em filme, pelo realizador Matteo Garrone, premiado no Festival de Cannes e indicado como o representante italiano na corrida para os Óscares.

Miriam Makeba, também chamada "A imperatriz da canção africana", saiu da África do Sul em 1959, quando ainda vigorava no país o regime segregacionista do apartheid. Ela tentou voltar em 1960, para o funeral da mãe, porém seu passaporte foi revogado e sua entrada, negada. Ela viveu no exílio durante 31 anos nos Estados Unidos, na França, em Guiné e na Bélgica, até seu emocionante regresso a Johannesburgo, em 1990. Na época muitos sul-africanos exilados voltaram ao país, em meio às reformas do então presidente F. W. De Klerk. "Nunca compreendi por quê não podia vir ao meu país", disse a cantora ao retornar. "Nunca cometi crime algum."

O convite para retornar foi feito por Nelson Mandela, que depois viria a ser presidente do país, entre 1994 e 1999. "Foi como renascer", relembrou Miriam depois.

"Uma das nossas maiores cantoras de todos os tempos parou de cantar", lamentou em nota o ministro da Cultura da África do Sul, Nkosazana Dlamini Zuma. "Ao longo de sua vida, Mama Makeba comunicou uma mensagem positiva ao mundo sobre a luta das pessoas na África do Sul e a certeza das vitórias sobre as forças malignas do apartheid e do colonialismo através da arte de cantar", apontou Zuma.

Miriam começou sua carreira em Sophiatown, uma zona cosmopolita de Johannesburgo muito rica culturalmente na década de 1950. Porém os negros da área foram retirados à força pelo governo do apartheid (regime que vigorou entre 1948 e 1990). A cantora recebeu um Grammy em 1966 por melhor gravação folk, junto com Harry Belafonte, pelo disco An Evening With Belafonte/Makeba. A obra tratava dos problemas enfrentados pelos negros sul-africanos durante o apartheid.»

In http://www.estadao.com.br/arteelazer/not_art274904,0.htm

Miriam Makeba e Paul Simon in Graceland

Under african skies…

segunda-feira, maio 26, 2008

África do Sul, à Beira do Vulcão - South Africa, on the brink of volcano

Era uma questão de tempo…

Há muito que se sabia, que algum dia o vulcão adormecido ia arrebentar nas ruas!



«Residents laugh as foreigner burns in his own blankets



As we made our way through the Ramaphosa squatter camp in Reiger Park on Gauteng 's East Rand , a woman's words made us freeze in horror.
"They are burning people down there," she said.»


A desilusão espreita em cada canto!

Confrontados com um desemprego na ordem dos 40 % e com a pobreza, muitos sul-africanos culpam os imigrantes, acusando-os de ficar com os empregos e de contribuir para a criminalidade!



«I ran to the nearest police officer and said: "The locals say they're burning a person at the other intersection."

Officers leapt into a Casspir and a Nyala, and drove through the debris and barricades in the road.

I ran after them, with other photographers following.

Two hundred metres down the road we found the first man. He had been severely beaten and was semi- conscious. Police thought he was dead, but later realised he wasn't.»


Um Homem, um voto!

Igualdade racial!

Promessas de vida fácil por cumprir!

Num dos mais ricos países dos mundo, onde estão localizadas as maiores reservas de ouro e de diamantes do mundo. Interrogamo-nos como isto é possível?



«About 25m from him a man was on his knees. There was a mattress covering him, and it was on fire.

He, too, was alight.

Police threw the mattress off him and kicked sand onto him to put out the flames. Another officer ran over with a fire extinguisher, pointed it at him and extinguished the flames. Other officers radioed for medical help .

The man was alive, but barely.
He groaned, but he could not speak.»



A desigualdade de rendimentos é uma constante, agora não se vive, sobrevive-se num dos países mais perigosos do mundo!



«It was all over in 20 seconds.

There was a concrete pillar lying near him, splattered with blood. We can only imagine what was done to him before he was set alight.

The police stayed with him until the paramedics arrived, doing what they could But residents gathered at the scene were laughing.

Kim Ludbrook, a photographer, admonished them, and we reminded them this was human being and that what had happened was barbaric.»


O que falhou depois da suave transição de De Klerk e de Mandela?



«Still they laughed.

The burn victim, whose name has not been released, d
ied last night in hospital.»


A indiferença de Mbeki é uma constante em relação ao Zimbabwe, aos sul-africanos que morrem com SIDA e agora em relação ao genocídio efectuado por sul-africanos contra trabalhadores imigrantes indefesos de Moçambique, Zimbabwe, Malawi, Tanzânia, Ruanda, Burundi, Congo, Nigéria, Etiópia e Somália.



«Sunday, Bloody Sunday

Man 'necklaced' in Reiger Park as marauding gangs hunt down foreigners in the streets.
Heavily armed police fought a ferocious battle across the greater Johannesburg area yesterday as xenophobia-related attacks spread like wildfire.»


As televisões falaram em Joanesburgo e em Cape Town, mas há quem diga que os massacres e as perseguições se estenderam a todo o território, perante a passividade do ANC.



«Since Friday, 12 people have been killed in attacks by rampaging South Africans trying to purge foreigners from informal settlements and central city districts in Johannesburg and the East Rand , following violence in the Alexandra and Diepsloot townships.



By late afternoon marauding gangs roved Johannesburg 's streets setting alight shops owned by foreigners in Jeppestown, Cleveland and Malvern, and engaging in running battles with police.
Earlier, mobs attacked foreigners in Hillbrow.»


Milhares de Moçambicanos estão de regresso a Moçambique. O Malawi e o Zimbabwe estão a repatriar os seus cidadãos.


Mas há ainda, quem fale, que depois do Mundial de Futebol, quando Jacob Zuma for presidente será bem pior, que nessa altura é que se vai limpar toda a África de Sul de estrangeiros.



"Is this how you South Africans are going to treat foreigners when they come here for the World Cup?" asked one irate Zimbabwean, identifying himself only as Charles.



"This is a s**t country. It's a shame to the rest of the world that they are allowing the World Cup to take place here. South Africans seem to think that no one's life is precious."



David Mokone, 22, came to South Africa three weeks ago, seeking a job and a better life. The young man, tears welling in his eyes, sat outside the church as others scampered for weapons to defend themselves.

"It's better in my own country than it is here," he told The Times. "I would rather go back and die in Zimbabwe than be killed by South Africans," he said.

Tony Maara, 30, said: "I have never been more frightened. I didn't go to work on Saturday because I was threatened. The world must take note of what is happening here." His sentiments were echoed by 25- year-old Brian Burayai of Zimbabwe .



He said his brother was beaten up on Saturday when a group of Zulu-speaking men asked him if he knew the Zulu word for "elbow". When he could not answer, they started beating him.

"I thought I would be safe here because Mugabe is a serial killer. But these locals are just as bad," he said.



«President Thabo Mbeki said a panel had been set up to look into xenophobic attacks.



ANC president Jacob Zuma, speaking in Pretoria also condemned the attacks, saying: "We cannot allow South Africa to be famous for xenophobia. We cannot be a xenophobic country."


In Jeppestown shop-owner Ntombi Mbokazi, 45, was in tears after thugs looted her clothing store.



She cried as cops ordered her off the street. "Help me. they have taken everything!" she protested, but the public-order police were only interested in containing the violence.



Throughout the day police sirens were heard across the city as police and Metro police raced from one scene to the next.»


Contudo há quem relembre que os sul-africanos tem memória curta, há uma boa meia dúzia de anos, os líderes do ANC foram acolhidos como irmãos em Moçambique.


«Armed with a shotgun, a police inspector in Cleveland said: "It's getting worse. This thing is like a wildfire; just when you think you've contained one area you hear its erupted again in another."
International aid organisation Medecins Sans Frontieres (Doctors Without Borders) described the situation as an imminent humanitarian crisis.
Spokesman Eric Goemaere said the attacks were a crisis.
"I have been to many refugee camps and situations and this definitely is along those lines," he said.



The ANC government was warned!»

«"This is war!" said Methodist church Bishop Paul Verryn, calling for a state of emergency to be declared and the army's help called in.

Verryn's plea came on Sunday after gangs targeted immigrants at the church in continuing attacks fuelled by xenophobia.

At least 13 people have died, two by the necklace method, in attacks which have raged in Johannesburg 's city centre and across the East Rand and West Rand .

An estimated 60 people were injured in the attacks, with attackers not sparing immigrants who were sheltering in the Central Methodist Church in the city centre.

Verryn said the police had warned on Saturday that they should expect an attack even on the Central Methodist Church .

Many Zimbabweans, Mozambicans, Ethiopians and Malawians have been regarding the church as a safe haven.

Armed themselves with bricks

The atmosphere was tense after immigrants were assaulted outside the church on Sunday afternoon.

Many immigrants armed themselves with bricks and feared the worst.

Verryn said that, as a church leader, he could not encourage violence, but it was difficult to preach his high ideals when his life was not under threat.

"It would be a howling shame, a disgrace on this nation if an attack was launched on this church."
"May God protect you," he said later to the immigrants.»

África do Sul, fugir ou morrer?

Ou África do Sul à beira da balcanização?

Texto – Mário Nunes

Mensagem (inglês) e fotografias – reenviada por IV

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