Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema e Livros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cinema e Livros. Mostrar todas as mensagens

domingo, março 18, 2012

The Hunger Games - Os Jogos da Fome, de Gary Ross


Num futuro pós-apocalíptico, surge das cinzas, do que foi a América do Norte, Panem, uma nova nação governada por um regime totalitário, que a partir da megalópole, Capitol, governa os doze Distritos com mão de ferro. Todos os Distritos estão obrigados a enviar anualmente dois adolescentes para participar nos Jogos da Fome - um espectáculo sangrento de combates mortais cujo lema é «matar ou morrer». No final, apenas um destes jovens escapará com vida… Katniss Everdeen é uma adolescente de dezasseis anos que se oferece para substituir a irmã mais nova nos Jogos, um acto de extrema coragem… Conseguirá Katniss conservar a sua vida e a sua humanidade? Um enredo surpreendente e personagens inesquecíveis elevam este romance de estreia da trilogia Os Jogos da Fome às mais altas esferas da ficção científica. 


Muito parece prometer este trailer…
Verdadeiramente inquietante.
Isto faz-me lembrar qualquer coisa, os campos de concentração da FEMA.
Agora, meus amigos é a descarada que eles anunciam os eventos futuros.


“No preciso momento em que o relógio da cidade bate as duas horas, o governador sobe ao pódio e começa a ler. É a mesma coisa todos os anos. Ele conta a história de Panem, o país que surgiu das cinzas de um lugar outrora chamado América do Norte. Enumera os desastres, as secas, as tempestades, os fogos, os mares invasores que submergiram grande parte da terra, a guerra brutal pelos poucos alimentos que restavam. O resultado foi Panem, um Capitólio resplandecente rodeado de treze distritos, que trouxe a paz e a prosperidade aos seus cidadãos. Depois veio a Idade das Trevas, a insurreição dos distritos contra o Capitólio. Doze foram vencidos, o décimo terceiro obliterado. O Tratado da Traição ofereceu-nos novas leis para garantir a paz e, como lembrança anual de que a Idade das Trevas não se devia repetir, deu-nos os Jogos da Fome.
As regras dos Jogos da Fome são simples. Como castigo pela insurreição, cada um dos doze distritos tem de fornecer um rapaz e uma rapariga, chamados tributos, para participar nos Jogos. Os vinte e quatro tributos são lançados numa imensa arena ao ar livre que pode conter qualquer coisa, desde um deserto escaldante a um ermo gelado. Durante várias semanas, os concorrentes têm de lutar até à morte. O último tributo de pé obtém a vitória.
Levar os miúdos dos nossos distritos, obrigando-os a matar-se uns aos outros enquanto nós assistimos — é a maneira de o Capitólio nos lembrar que estamos completamente à sua mercê. Que temos poucas probabilidades de sobreviver a outra rebelião. Sejam quais forem as palavras que utilizem, a verdadeira mensagem é clara: «Vejam como levamos os vossos filhos e os sacrificamos e não há nada que vocês possam fazer. Se levantarem um dedo sequer, destruiremos toda a gente. Exactamente como fizemos no Distrito 13.»
Para tornar as coisas tão humilhantes como torturantes, o Capitólio exige que encaremos os Jogos da Fome como uma festividade, um evento desportivo opondo os distritos uns aos outros. O último tributo vivo terá uma vida de ócio e sem preocupações quando regressar a casa, e o seu distrito receberá vários prémios, consistindo sobretudo em alimentos. Durante todo o ano, o Capitólio mostrará ao distrito vencedor dádivas de cereais e óleo e até iguarias como açúcar, enquanto os restantes terão de lutar contra a fome.“

O romance homónimo é da autoria de Suzanne Collins e foi considerado o melhor livro de ficção juvenil de 2008, pelo New York Times e pela Publishers Weekly, tendo sido editado em Portugal, pela Editorial Presença.

segunda-feira, março 21, 2011

Peter Jackson começou hoje a filmar "The Hobbit"


O realizador Peter Jackson iniciou hoje na Nova Zelândia as filmagens de "O Hobbit", o livro que antecede a trilogia "O Senhor dos Anéis", depois de superar meses contínuos de atrasos, informou hoje o cineasta.

Peter Jackson, 50 anos, afirmou que o elenco é encabeçado por Andy Serkis, como o hobbit, Ian McKellen como Gandalf e Martin Freeman como Bilbo Baggins, noticiou hoje a agência Efe.

Elijah Wood (Frodo Baggins), Christopher Lee (Saruman), Cate Blanchet (Galadriel) e Orlando Bloom (Legolas) desempenharão as mesmas personagens que em "O Senhor dos Anéis".

Problemas de financiamento e uma úlcera do realizador neo-zelandês puseram em risco a produção, que constará de duas partes e cujo ornamento é de 352 milhões de euros.

Devido aos atrasos, o realizador mexicano Guillermo del Toro retirou-se em Maio de 2010 da co-produção da New Line Cinema e Metro Goldwyn Meyers, ainda que tenha continuado a sua colaboração na elaboração dos guiões.

Em Outubro de 2010, as produtoras estiveram a ponto de fazer as filmagens noutro país, depois dos problemas salariais com os sindicatos de atores locais, mas o Governo neozelandês mediou e aceitou modificar a lei laboral para salvar o projecto.

A estreia de "The Hobbit" nos cinemas está prevista para 2012.

Visite a página oficial:

http://the-hobbit-movie.com/

quarta-feira, agosto 18, 2010

Urbano Tavares Rodrigues, Reflexões


“Pertenço a uma geração que se tornou adulta durante a II Guerra Mundial. Acompanhei com espanto e angústia a evolução lenta da tragédia que durante quase seis anos desabou sobre a humanidade.
Desde a capitulação de Munique, ainda adolescente, tive dificuldade em entender porque não travavam a França e a Inglaterra, o III Reich alemão. Pressentia que a corrida para o abismo não era uma inevitabilidade. Podia ser detida.
Em Maio de 1945, quando o último tiro foi disparado e a bandeira soviética içada sobre as ruínas do Reichstag, em Berlim, formulei como milhões de jovens em todo o mundo, a pergunta: «Como foi possível?»
Hitler suicidara-se uma semana antes. Naqueles dias sentíamos o peso de um absurdo para o qual ninguém tinha resposta. Como pudera um povode velha cultura, o alemão, que tanto contribuíra para o progresso dahumanidade, permitir passivamente que um aventureiro aloucado exercesse durante 13 anos um poder absoluto. A razão não encontrava explicação para esse absurdo que precipitou a humanidade numa guerra apocalíptica (50 milhões de mortos) que destruiu a Alemanha e cobriu de escombros a Europa?
Muitos leitores ficarão chocados a por evocar, a propósito da crise portuguesa, o que se passou na Alemanha a partir dos anos 30.
Quero esclarecer que não me passa sequer pela cabeça estabelecer paralelos entre o Reich hitleriano e o Portugal agredido por Sócrates. Qualquer analogia seria absurda.
São outros o contexto histórico, os cenários, a dimensão das personagens e os efeitos.
Mas hoje também em Portugal se justifica a pergunta: «Como foi possível?»
Sim. Que estranho conjunto de circunstâncias conduziu o País ao desastre que o atinge? Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro-ministro, transcorridos 35 anos, uma criatura como José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o Pais perante o Mundo?
O descalabro ético socrático justifica outra pergunta: como pode um Partido que se chama Socialista (embora seja neoliberal) ter desde o início apoiado maciçamente com servilismo, por
 vezes com entusiasmo, e continuar a apoiar, o desgoverno e despautérios do seu líder, o cidadão Primeiro-ministro?
Portugal caiu num pântano e não há resposta satisfatória para a permanência no poder do homem que insiste em apresentar um panorama triunfalista da política reaccionária responsável pela transformação acelerada do país numa sociedade parasita, super endividada, que consome muito mais do que produz.
Pode muita gente concluir que exagero ao atribuir tanta responsabilidade pelo desastre a um indivíduo. Isso porque Sócrates é, afinal, um instrumento do grande capital que o colocou à frente do Executivo e do imperialismo que o tem apoiado. Mas não creio neste caso empolar o factor subjectivo.
Não conheço precedente na nossa História para a cadeia de escândalos maiúsculos em que surge envolvido o actual Primeiro-ministro.
Ela é tão alarmante que os primeiros, desde o mistério do seu diploma de engenheiro, obtido numa universidade fantasmática (já encerrada), aparecem já como coisa banal quando comparados com os mais recentes.
O último é nestes dias tema de manchetes na Comunicação Social e já dele se fala além fronteiras.
É afinal um escândalo velho, que o Presidente do Supremo Tribunal e o Procurador-geral da República tentaram abafar, mas que retomou actualidade quando um semanário divulgou excertos de escutas do caso Face Oculta.
Alguns despachos do procurador de Aveiro e do juiz de instrução criminal do Tribunal da mesma comarca com transcrições de conversas telefónicas valem por uma demolidora peça acusatória reveladora da vocação liberticida do governo de Sócrates para amordaçar a Comunicação Social.
Desta vez o Primeiro-ministro ficou exposto sem defesa. As vozes de gente sua articulando projectos de controlo de uma emissora de televisão e de afastamento de jornalistas incómodos estão gravadas. Não há desmentidos que possam apagar a conspiração.
Um mar de lama escorre dessas conversas, envolvendo o Primeiro-ministro. A agressiva tentativa de defesa deste afunda-o mais no pântano. Impossibilitado de negar os factos, qualifica de «infame» a divulgação daquilo a que chama «conversas privadas».
Basta recordar que todas as gravações dos diálogos telefónicos de Sócrates com o banqueiro Vara, seu ex-ministro foram mandadas destruir por decisão (lamentável) do Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, para se ter a certeza de que seriam muitíssimo mais comprometedoras para ele do que as «conversas privadas» que tanto o indignam agora, divulgadas aliás dias depois de, num restaurante, ter defendido, em amena «conversa» com dois ministros seus, a necessidade de silenciar o jornalista Mário Crespo da SIC Noticias.
Não é apenas por serem indesmentíveis os factos que este escândalo difere dos anteriores que colocaram José Sócrates no banco dos réus do Tribunal da opinião pública. Desta vez, a hipótese da sua demissão é levantada em editoriais de diários que o apoiaram nos primeiros anos e personalidades políticas de múltiplos quadrantes afirmam sem rodeios que não tem mais condições para exercer o cargo.
O cidadão José Sócrates tem mentido repetidamente ao País, com desfaçatez e arrogância, exibindo não apenas a sua incompetência e mediocridade, mas, o que é mais grave, uma debilidade de carácter incompatível com a chefia do Executivo.
Repito: como pode tal criatura permanecer como Primeiro-ministro?
Até quando, Sócrates, teremos de te suportar?
"Como explicar que o povo que foi sujeito da Revolução de Abril tenha hoje como Primeiro-ministro, transcorridos 35 anos, uma criatura como José Sócrates? Como podem os portugueses suportar passivamente há mais de cinco anos a humilhação de uma política autocrática, semeada de escândalos, que ofende a razão e arruína e ridiculariza o País perante o Mundo?"

sábado, julho 03, 2010

Obama Anak Menteng, o tide lava cada vez mais branco


O Tide agora lava mais branco ou negro, depende das perspectivas, depois do prémio Nobel da Paz, Barack Obama, faz-nos lembrar cada vez mais o grande irmão, Kim Il Sung ou será Kim Jong Il?

Agora até a infância do grande líder é perpetuada no ecrã, mais baixo é impossível descer… As semelhanças com Brejnev são cada vez mais patentes, qual novo messias dos novos tempos.

Tudo o que se queria saber e ver sobre a infância do 44.º Presidente dos EUA , em apenas 47 minutos, menos as cenas em que o pequeno "Barry" Obama aparecia como um muçulmano, a citar versos do Corão, que foram cortadas do filme. "Obama Anak Menteng" ("O Pequeno Obama de Menteng") foi apresentado ontem em Jacarta , Indonésia.

Na estreia, o realizador e argumentista Damien Dematra justificou porque retirou do filme as cenas controversas: "Se as tivesse incluído iria afastar-me do meu objetivo e poderiam ser aproveitadas por algum opositor político de Obama".

O menino "Barry" Obama é interpretado por Hasan Faruq, norte-americano de 14 anos residente na Indonésia. Menteng é um bairro de Jacarta onde obama viveu com a sua mãe e o seu padrasto, entre 1967 e 1971.

Mensagem de esperança

De acordo com o jornal "El Mundo", Dematra disse ter entrevistado cerca de 30 pessoas - entre amigos, vizinhos e antigos professores de Obama -, após o que chegou à conclusão de que o Presidente norte-americano costumava rezar com os islâmicos, imitando os seus colegas de escola.

No entanto, disse o realizador, o seu objetivo foi antes o de "promover o poder dos sonhos e do pluralismo". Daí ter preferido omitir essa faceta da infância de Obama.

Em declarações a BBC, o produtor da obra, Raam Punjabi explicou que "o ponto de vista do filme é o das crianças. Nada de política ou religião".

Da infância à campanha eleitoral

O filme, metade ficção metade biográfico, baseia-se no livro "The Menteng Kid", do próprio Damien Dematra, que conta a história de um rapaz que queria ser o Presidente dos EUA.

"Obama Anak Menteng" percorre a infância, a adolescência e a vida de estudante do Presidente norte-americano, quer na Universidade de Columbia quer na Universidade de Harvard, e, também, a sua carreira política.

São mostradas, ainda, cenas dos bastidores da campanha presidencial e a sua jornada na competição para chegar à Casa Branca.

Cada vez mais os cânones do tempo dos sovietes são seguidos em Washington, sinal dos tempos ou rotura em direcção a um futuro fascizante?

Uma Nova Ordem Mundial, com um governo único mundial, uma bandeira, um hino, uma só religião, população global reduzida a 10% , uma sociedade de amos e escravos, onde a família não constará do dicionário, recordando o Admirável Mundo Novo, escrito por Aldous Huxley.

Em breve o saberemos, dado o rumo dos acontecimentos recentes…


Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...