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domingo, maio 05, 2013

Arca de Noé russa em órbita no espaço


A cápsula espacial russa Bión M levou para órbita uma centena de pequenos animais.
A bordo viajam ratos, caracóis, peixes, lagartixas, entre outras pequenas espécies, e também microorganismos.
Durante uma missão que demorará 30 dias, os animais vão ser submetidos a diversos estudos biomédicos - a falta de gravidade e, claro, de responder como adaptam-se quando eles novamente estão sob a influência da gravidade.
Os cientistas que acompanham a missão russa dizem que todos estes animais apresentam semelhanças imunológicas, biológicas e estruturais com o ser humano. Experiências como esta ajudarão o estudo das consequências da falta de gravidade nos seres vivos, por meio de preparar a humanidade para este tipo de viagens de longo curso fora da terra.

terça-feira, abril 23, 2013

Estão abertas as inscrições para viagem a Marte



A organização não-governamental holandesa Mars One quer colocar seres humanos em Marte em 2023, tendo lançado na segunda-feira um programa de recrutamento de voluntários. Ainda não há portugueses inscritos. 


Até às 15h30 de hoje havia apenas cerca de 50 pessoas inscritas como voluntárias para ir a Marte no site oficial do projeto, que foi apresentado na segunda-feira, numa conferência de imprensa em Nova Iorque. Na ocasião, Bas Landsdorp, fundador da Mars One, explicou que a organização já recebeu "dez mil 'emails' de pessoas de mais de cem países que estão interessadas em juntar-se à missão", mas no site em que cada um dos interessados se deverá inscrever o número ainda é reduzido e sem nenhum português inscrito.

Veja o vídeo de apresentação do projecto:




Os candidatos a astronautas terão que ter mais de 18 anos, com capacidade de criar e manter relacionamentos, que sejam capazes de auto-análise e confiança, que sejam curiosos, criativos, flexíveis e desembaraçados, que tenham noções básicas de inglês e que tenham a plena noção de que esta poderá ser uma viagem sem regresso à Terra.

As candidaturas estão abertas até 31 de agosto. No total, a organização procura 24 astronautas, que serão enviados para Marte em grupos de quatro (dois homens e duas mulheres, para que possam reproduzir-se), para estadias de sete meses. O primeiro grupo parte para Marte em setembro de 2022. De dois em dois anos será enviado um novo grupo, que no Planeta vermelho viverá em casas de 50 metros quadrados e cultivará os seus próprios alimentos.

Os astronautas seleccionados serão treinados entre 2016 e 2021 em compartimentos que simularão as condições físicas e atmosféricas marcianas.

Os finalistas serão escolhidos pela Mars One e através de um programa televisivo.

Há a possibilidade de a estada em Marte também ser filmada, pelo que este projecto se poderá transformar numa espécie de "Big Brother" feito no espaço.

Com um orçamento de 4,6 mil milhões de euros, o programa da Mars One é apadrinhado pelo holandês Gerard't Hooft, Nobel da Física em 1999.

"Isto parece muito dinheiro, e na verdade é muito dinheiro, mas imaginem o que será quando a primeira pessoa pisar Marte. Toda a gente do globo, literalmente, vai querer ver", sublinhou Landsdorp.

O programa tem sido visto com reservas e algum cepticismo, porque a própria agência norte-americana NASA até agora apenas conseguiu enviar um veículo robotizado para o planeta vermelho. Há ainda muitas questões por responder no que toca a um programa espacial com humanos em Marte, relacionados com as condições de sobrevivência no planeta.

Fonte: DN



domingo, março 04, 2012

E esta? NASA pretende arrendar o Cabo Canaveral





O Centro Espacial Kennedy, situado no Cabo Canaveral, e a partir do qual os Estados Unidos lançaram as 165 missões tripuladas da sua história espacial, está para arrendar. Em 2011, terminou o programa espacial e agora a NASA não sabe o que fazer com aquelas instalações.
No ano passado terminou o programa espacial e a NASA não conseguiu suportar os 17 mil funcionários do Centro Espacial Kennedy, que já foi o mais importante da agência espacial norte-americana.
O Congresso, controlado em parte pela oposição republicana, não aprovou os pedidos de financiamento de Barack Obama para transformar a estação espacial num centro de investigação público-privado para novas tecnologias, energia e espaço. E assim as enormes instalações que enviaram o ser humano ao espaço estão condenadas a apodrecer a menos que alguém decida usá-las.
Por isso a agência espacial norte-americana está para arrendamento. Entre outros activos, possui uma pista de aterragem com 5 quilómetros de comprimento e dois monstruosos veículos - cada um pesa 3700 toneladas -, hangares e uma torre de lançamento LC-39A. Trata-se do maior armazém do mundo: um retângulo de 160 metros de altura, 220 de comprimento e 170 de largura.
O problema é que o arrendamento não será fácil, exceto talvez para um qualquer filme de Hollywood que não queria contar com as técnicas digitais para os cenários.
O Centro Espacial Kennedy está inserido num local de grande beleza natural. O Cabo Canaveral é um vasto pântano onde as atividades da NASA e da vizinha Força Aérea não causaram qualquer impacto.

segunda-feira, dezembro 26, 2011

Esfera metálica caída dos céus


As coisas mais inusitadas andam a cair do céu, perdão do Espaço...
Imagine que um belo dia, uma bola metálica como a da fotografia, com cerca de um metro de diâmetro e seis quilos de peso caia perto de si?
Não ganhava para o susto, pressuposto. 
Calma, esta estranha bola caiu numa zona não habitada da Namíbia, um país desértico no Sul de África. 
A esfera provocou uma cratera de 4 metros e 33 centímetros de profundidade.
As autoridades daquele país já contactaram a NASA e a ESA.
Uma dúvida nos assalta, será este objecto terreno?
Já se deram conta da quantidade de satélites caídos nestes últimos meses?
Porque será que estes andam a cair?
A mim esta bola faz-me recordar algo familiar, os Sputniks lançados para o espaço pela Ex-URSS.

terça-feira, setembro 20, 2011

Lotaria Cósmica


Um satélite da NASA vai cair na Terra entre quinta-feira e sábado. O aviso vem da Agência Espacial Norte Americana que está a monitorizar diariamente a aproximação da máquina não comandada de nome UARS, e ainda não sabe em que região do mundo vai cair. A probabilidade de alguém ser atingido e morrer devido à queda do UARS é de um em 3200, menor que 0,05 por cento.


O UARS, acrónimo para Upper Atmosphere Research Sattelite (Satélite de Investigação da Atmosfera Superior), pesa 5668 quilos e a NASA estima que há 26 peças que vão sobreviver à entrada na atmosfera que ao todo pesam 532 quilos. A peça mais pesada terá 158,3 quilos.

Os cientistas sabem que, devido à órbita onde o satélite se encontra, irá atingir uma região da Terra entre a latitude 57º Norte e 57º Sul, ou seja, todas as regiões habitadas do globo excepto o território a norte da latitude da Dinamarca. As 26 peças não vão cair todas na mesma região, a desintegração do satélite vai fazer com que elas se espalhem ao longo de 800 quilómetros.

Todos os dias a NASA vai actualizando a informação sobre a descida do satélite, a velocidade e o dia em que ele vai cair. Para já está previsto que seja a 23 de Setembro, na próxima sexta-feira, com um intervalo de mais ou menos um dia.

A NASA refere que desde o início da era espacial que máquinas maiores não comandadas já caíram na Terra e até agora não há registo de ninguém ferido ou morto por elas. Hoje, várias agências espaciais do mundo procuram construir satélites que reduzam o risco de vida humana durante a queda na Terra para um em 10.000.

O UARS foi lançado em 1991 para uma altitude de cerca de 575 quilómetros, onde esteve a medir a química da parte superior da atmosfera, e manteve as suas funções científicas até 2005. No final desse ano foi enviado para uma órbita mais inferior de cerca de 360 quilómetros de modo a acelerar a sua reentrada na Terra e evitar que se mantivesse muito tempo no espaço onde poderia colidir com outros satélites e multiplicar os pedaços de lixo espacial.


A NASA avisa ainda num comunicado para “não mexer, se encontrar algo que possa pensar ser uma peça do UARS” e para entrar em contacto com as autoridades locais e pedir ajuda.

Fonte: “O respeitável jornal Público”


quinta-feira, maio 19, 2011

Detector de raios cósmicos colocado em órbita terrestre

Espectrómetro magnético Alpha-2 (AMS – Alpha Magnetic Spectometre) foi instalado esta manhã na estação espacial ISS.

Bastaram menos de quatro horas e a perícia de três astronautas para o espectrómetro magnético Alpha-2 (AMS) ficar instalado na estrutura exterior da estação espacial internacional (ISS). A operação decorreu esta manhã em órbita e o detector já está a funcionar, segundo a NASA.

No valor de 1,5 milhões de euros, o detector foi desenvolvido por centros de investigação de 16 países, incluindo o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), em Lisboa.

Três investigadores do LIP participam actualmente na experiência que vai recolher em órbita dados sobre raios cósmicos e partículas, até 2020, para tentar desvendar alguns mistérios do universo.

Em causa estão as questões da anti-matéria e da matéria escura. Em relação à primeira, dizem as teorias da Física que quando o universo se formou, após o Big-Bang, surgiu a matéria e uma quantidade equivalente de anti-matéria. Só que esta não se encontra em lado nenhum. Quanto à matéria escura, sabe-se que ela existe, mas ela mantém-se indetectável. Com o AMS durante os próximos anos no espaço, os físicos esperam obter novas respostas para estes problemas.

Os primeiros resultados poderão "estar disponíveis para serem divulgados nas conferências científicas do Verão", segundo adiantou à imprensa, Fernando Barão, do LIP, e o coordenador da equipa portuguesa na experiência. Mas, até final do ano, ou início do próximo, haverá "resultados sólidos para publicar", conclui este investigador.

Mais em:

http://www.space.com/11725-nasa-space-station-alpha-magnetic-spectrometer-success.html?utm_source=feedburner&utm_medium=feed&utm_campaign=Feed%3A+spaceheadlines+%28SPACE.com+Headline+Feed%29

segunda-feira, abril 18, 2011

Segredos lunares

Era pequeno, quando o Homem foi à Lua, a notícia foi acompanhada por um público incrédulo e entusiasta (a humanidade) e em Moçambique, a notícia foi seguida pela rádio, jornais e cinema (naquela altura não havia TV)

À época, as notícias eram consumidas com sofreguidão, pensávamos então, que se adivinhava uma nova fase para a Humanidade, à semelhança dos Descobrimentos de Quinhentos, a Conquista do Espaço!

Os EUA partiram em desvantagem, em relação à URSS, mas em meados da década de sessenta já tinham conseguido dar a volta e para isso contribuíram muitos cientistas nazis, que foram trabalhar para os EUA, após a II Guerra Mundial, entre eles havia um cujo trabalho foi imprescindível para a concretização do sonho de John F. Kennedy, Wernher Von Braun, especial mentor do programa espacial americano e o responsável pela construção do Saturno V, o gigantesco foguetão, que na década de 60 colocou na Lua, uma cápsula lunar e uma tripulação de três homens.

O Saturno V media mais de 110 metros (a altura de um edifício de 45 andares), era o maior e mais potente foguete jamais construído pelo Homem e lançado. Os seus motores a hidrogénio e oxigénio líquido, em 2 minutos e 40 segundos, em que permaneciam acesos queimavam mais de 2 milhões de quilos de propulsante.

Entretanto desde 1975, também se perdeu a fórmula do propulsante e a forma como estes gigantescos foguetões eram utilizados…


Bom, voltemos atrás, em traços gerais não podemos esquecer as missões Mercury, os foguetes Atlas que possibilitaram o êxito das missões Apollo.

Os astronautas da Apollo 8 foram os primeiros a ver o nosso planeta de muito longe no espaço e a observar directamente a face oculta da Lua.

Com a Apollo 9 foi testado o engate e o desengate do módulo de descida (LEM), em órbita circunlunar. Chegando a apenas 15 km do solo lunar, depois voltaram a subir e a atracar o módulo de comando que os esperava em órbita, o ensaio geral da Apollo 10 correu da melhor maneira, estava tudo pronto para o desembarque.

Seguiu-se a histórica missão da Apollo 11, no dia 16 de Julho de 1969, que levou uma célebre tripulação: Michael Collins, Neil Armstrong e Buzz Aldrin à Lua e à sua superfície.

“Houston control, Tranquility Base, the Eagle has landed”.

Estas poderiam ser palavras mágicas, mas para quem seguiu as emissões radiofónicas 24 sobre 24 horas, a história eventualmente foi outra. A emissão foi interrompida e alguns diálogos dos astronautas deixaram-nos com muitas dúvidas.

O filme oficial da alunagem distribuído anos mais tarde, pela Embaixada Americana levantava estranhas incongruências, desde a bandeira americana a flutuar ao sabor do vento, como se tal fosse possível, os saltos dos astronautas na quase ausência de gravidade eram diminutos, quando deveriam de ser maiores, as posições da Terra, do Sol, as sombras, e o passeio do rover lunar (na Apollo 15), cheiravam a embuste.

Agora vou ser mauzinho, se a tripulação era composta por três homens, se um estava no módulo de comando em órbita lunar, restavam dois homens, então quem filmava as aventuras da tripulação?

Anos mais tarde, os filmes foram todos recolhidos…


Certo, certo é que a URSS e a sua sucessora Rússia nunca puseram em causa, o aparente sucesso americano na Lua.

À Apollo 11 sucederam-se oficialmente as missões Apollo 12, Apollo 13 – em Abril de 1970, um acidente impediu o pouso na Lua, a Apollo 14, a Apollo 15 e por último a Apollo 16, em, Abril de 1972, que ficou 3 dias na superfície lunar.

Mas adiante, não vou fazer aqui a descrição do programa espacial americano: Programa Apollo

Se a missão lunar foi um sucesso, porque motivo nunca mais voltamos à Lua?

Porque não estabelecemos uma base lunar no nosso satélite?

Deixamos a Lua há 39 anos…

Volto-me a interrogar porque é que nunca mais lá voltamos?

O que se terá realmente passado?

Ninguém sabe?

Só meras suposições?

Desculpem lá, mas algo não bate bem nesta História.

Se efectuarmos uma pesquisa apuramos que devido a restrições orçamentais impostas no final do programa Apollo, várias missões Apollo foram canceladas (Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20) – isto ofialmente, porque parece que as coisas não correram bem assim…

Fazendo um parêntesis, já no trailer oficial do filme Transformers 3, parece que agora Hollywood quer recontar agora a História…

E este Verão, aguarda-se a chegada da Apollo 18, um filme que nos conta a verdadeira razão, porque nunca mais voltamos à Lua.

http://apollo18movie.net/

http://www.astronautix.com/flights/apollo18.htm

http://en.wikipedia.org/wiki/Apollo_18_%28film%29

http://filme-trailer.com/apollo-18-filme/

http://en.wikipedia.org/wiki/Apollo-Soyuz_Test_Project



O filme já viu adiada a sua estreia de Março para Abril e daí para o mês de Junho deste ano e mais uma vez voltamos a ver as pressões e os desmentidos da NASA (à semelhança do filme 2012).

Para além do trailer do filme de Gonzalo Lópes-Gallego, as restantes imagens estão no segredo dos deuses, mas se o filme for distribuído promete fazer furor e lançar polémica do que se realmente terá passado…

Pelo menos, a dúvida ficará…

Para mim isto sem nunca ter visto o filme, há anos que penso que saímos da Lua com o rabo no meio das pernas.

Correm rumores, junto dos cosmonautas russos, que as missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20, se realizaram e estas foram negadas oficialmente pela NASA.

http://www.bibliotecapleyades.net/luna/esp_luna_43.htm

http://nssdc.gsfc.nasa.gov/planetary/lunar/apollo_18_20.html

http://www.moviesonline.ca/2011/02/true-story-apollo-18-movie-based/

http://www.abovetopsecret.com/forum/thread293548/pg1

http://luznocaminho.net/2011/02/18/apollo-20-a-missao-secreta/

O programa espacial Apollo foi oficialmente abandonado em 1975, em detrimento da utilização de um veículo reutilizável, o vaivém espacial, que voaria pela primeira vez em 1981.

Entretanto, a NASA abandonou agora o programa Shuttle e fica dependente de terceiros (Rússia, ESA e privados), para cumprir as suas obrigações internacionais na Estação Espacial Internacional – ISS e para a concretização do seu programa espacial. Isto para quem em finais da década de 60 colocava gigantescos foguetões espaciais no Espaço e se preparava para ir mais além…

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