domingo, maio 05, 2013
Arca de Noé russa em órbita no espaço
terça-feira, abril 23, 2013
Estão abertas as inscrições para viagem a Marte
domingo, março 04, 2012
E esta? NASA pretende arrendar o Cabo Canaveral
O Congresso, controlado em parte pela oposição republicana, não aprovou os pedidos de financiamento de Barack Obama para transformar a estação espacial num centro de investigação público-privado para novas tecnologias, energia e espaço. E assim as enormes instalações que enviaram o ser humano ao espaço estão condenadas a apodrecer a menos que alguém decida usá-las.
Por isso a agência espacial norte-americana está para arrendamento. Entre outros activos, possui uma pista de aterragem com 5 quilómetros de comprimento e dois monstruosos veículos - cada um pesa 3700 toneladas -, hangares e uma torre de lançamento LC-39A. Trata-se do maior armazém do mundo: um retângulo de 160 metros de altura, 220 de comprimento e 170 de largura.
O problema é que o arrendamento não será fácil, exceto talvez para um qualquer filme de Hollywood que não queria contar com as técnicas digitais para os cenários.
O Centro Espacial Kennedy está inserido num local de grande beleza natural. O Cabo Canaveral é um vasto pântano onde as atividades da NASA e da vizinha Força Aérea não causaram qualquer impacto.
segunda-feira, dezembro 26, 2011
Esfera metálica caída dos céus
terça-feira, setembro 20, 2011
Lotaria Cósmica

Um satélite da NASA vai cair na Terra entre quinta-feira e sábado. O aviso vem da Agência Espacial Norte Americana que está a monitorizar diariamente a aproximação da máquina não comandada de nome UARS, e ainda não sabe em que região do mundo vai cair. A probabilidade de alguém ser atingido e morrer devido à queda do UARS é de um em 3200, menor que 0,05 por cento.
O UARS, acrónimo para Upper Atmosphere Research Sattelite (Satélite de Investigação da Atmosfera Superior), pesa 5668 quilos e a NASA estima que há 26 peças que vão sobreviver à entrada na atmosfera que ao todo pesam 532 quilos. A peça mais pesada terá 158,3 quilos.
Os cientistas sabem que, devido à órbita onde o satélite se encontra, irá atingir uma região da Terra entre a latitude 57º Norte e 57º Sul, ou seja, todas as regiões habitadas do globo excepto o território a norte da latitude da Dinamarca. As 26 peças não vão cair todas na mesma região, a desintegração do satélite vai fazer com que elas se espalhem ao longo de 800 quilómetros.
Todos os dias a NASA vai actualizando a informação sobre a descida do satélite, a velocidade e o dia em que ele vai cair. Para já está previsto que seja a 23 de Setembro, na próxima sexta-feira, com um intervalo de mais ou menos um dia.
A NASA refere que desde o início da era espacial que máquinas maiores não comandadas já caíram na Terra e até agora não há registo de ninguém ferido ou morto por elas. Hoje, várias agências espaciais do mundo procuram construir satélites que reduzam o risco de vida humana durante a queda na Terra para um em 10.000.
O UARS foi lançado em 1991 para uma altitude de cerca de 575 quilómetros, onde esteve a medir a química da parte superior da atmosfera, e manteve as suas funções científicas até 2005. No final desse ano foi enviado para uma órbita mais inferior de cerca de 360 quilómetros de modo a acelerar a sua reentrada na Terra e evitar que se mantivesse muito tempo no espaço onde poderia colidir com outros satélites e multiplicar os pedaços de lixo espacial.
A NASA avisa ainda num comunicado para “não mexer, se encontrar algo que possa pensar ser uma peça do UARS” e para entrar em contacto com as autoridades locais e pedir ajuda.
Fonte: “O respeitável jornal Público”
quinta-feira, maio 19, 2011
Detector de raios cósmicos colocado em órbita terrestre
Espectrómetro magnético Alpha-2 (AMS – Alpha Magnetic Spectometre) foi instalado esta manhã na estação espacial ISS.
Bastaram menos de quatro horas e a perícia de três astronautas para o espectrómetro magnético Alpha-2 (AMS) ficar instalado na estrutura exterior da estação espacial internacional (ISS). A operação decorreu esta manhã em órbita e o detector já está a funcionar, segundo a NASA.
No valor de 1,5 milhões de euros, o detector foi desenvolvido por centros de investigação de 16 países, incluindo o Laboratório de Instrumentação e Física Experimental de Partículas (LIP), em Lisboa.
Três investigadores do LIP participam actualmente na experiência que vai recolher em órbita dados sobre raios cósmicos e partículas, até 2020, para tentar desvendar alguns mistérios do universo.
Em causa estão as questões da anti-matéria e da matéria escura. Em relação à primeira, dizem as teorias da Física que quando o universo se formou, após o Big-Bang, surgiu a matéria e uma quantidade equivalente de anti-matéria. Só que esta não se encontra em lado nenhum. Quanto à matéria escura, sabe-se que ela existe, mas ela mantém-se indetectável. Com o AMS durante os próximos anos no espaço, os físicos esperam obter novas respostas para estes problemas.
Os primeiros resultados poderão "estar disponíveis para serem divulgados nas conferências científicas do Verão", segundo adiantou à imprensa, Fernando Barão, do LIP, e o coordenador da equipa portuguesa na experiência. Mas, até final do ano, ou início do próximo, haverá "resultados sólidos para publicar", conclui este investigador.
Mais em:
segunda-feira, abril 18, 2011
Segredos lunares
Era pequeno, quando o Homem foi à Lua, a notícia foi acompanhada por um público incrédulo e entusiasta (a humanidade) e em Moçambique, a notícia foi seguida pela rádio, jornais e cinema (naquela altura não havia TV)
À época, as notícias eram consumidas com sofreguidão, pensávamos então, que se adivinhava uma nova fase para a Humanidade, à semelhança dos Descobrimentos de Quinhentos, a Conquista do Espaço!
Os EUA partiram em desvantagem, em relação à URSS, mas em meados da década de sessenta já tinham conseguido dar a volta e para isso contribuíram muitos cientistas nazis, que foram trabalhar para os EUA, após a II Guerra Mundial, entre eles havia um cujo trabalho foi imprescindível para a concretização do sonho de John F. Kennedy, Wernher Von Braun, especial mentor do programa espacial americano e o responsável pela construção do Saturno V, o gigantesco foguetão, que na década de 60 colocou na Lua, uma cápsula lunar e uma tripulação de três homens.
O Saturno V media mais de 110 metros (a altura de um edifício de 45 andares), era o maior e mais potente foguete jamais construído pelo Homem e lançado. Os seus motores a hidrogénio e oxigénio líquido, em 2 minutos e 40 segundos, em que permaneciam acesos queimavam mais de 2 milhões de quilos de propulsante.
Entretanto desde 1975, também se perdeu a fórmula do propulsante e a forma como estes gigantescos foguetões eram utilizados…
Bom, voltemos atrás, em traços gerais não podemos esquecer as missões Mercury, os foguetes Atlas que possibilitaram o êxito das missões Apollo.
Os astronautas da Apollo 8 foram os primeiros a ver o nosso planeta de muito longe no espaço e a observar directamente a face oculta da Lua.
Com a Apollo 9 foi testado o engate e o desengate do módulo de descida (LEM), em órbita circunlunar. Chegando a apenas 15 km do solo lunar, depois voltaram a subir e a atracar o módulo de comando que os esperava em órbita, o ensaio geral da Apollo 10 correu da melhor maneira, estava tudo pronto para o desembarque.
Seguiu-se a histórica missão da Apollo 11, no dia 16 de Julho de 1969, que levou uma célebre tripulação: Michael Collins, Neil Armstrong e Buzz Aldrin à Lua e à sua superfície.
“Houston control, Tranquility Base, the Eagle has landed”.
Estas poderiam ser palavras mágicas, mas para quem seguiu as emissões radiofónicas 24 sobre 24 horas, a história eventualmente foi outra. A emissão foi interrompida e alguns diálogos dos astronautas deixaram-nos com muitas dúvidas.
O filme oficial da alunagem distribuído anos mais tarde, pela Embaixada Americana levantava estranhas incongruências, desde a bandeira americana a flutuar ao sabor do vento, como se tal fosse possível, os saltos dos astronautas na quase ausência de gravidade eram diminutos, quando deveriam de ser maiores, as posições da Terra, do Sol, as sombras, e o passeio do rover lunar (na Apollo 15), cheiravam a embuste.
Agora vou ser mauzinho, se a tripulação era composta por três homens, se um estava no módulo de comando em órbita lunar, restavam dois homens, então quem filmava as aventuras da tripulação?
Anos mais tarde, os filmes foram todos recolhidos…
Certo, certo é que a URSS e a sua sucessora Rússia nunca puseram em causa, o aparente sucesso americano na Lua.
À Apollo 11 sucederam-se oficialmente as missões Apollo 12, Apollo 13 – em Abril de 1970, um acidente impediu o pouso na Lua, a Apollo 14, a Apollo 15 e por último a Apollo 16, em, Abril de 1972, que ficou 3 dias na superfície lunar.
Mas adiante, não vou fazer aqui a descrição do programa espacial americano: Programa Apollo
Se a missão lunar foi um sucesso, porque motivo nunca mais voltamos à Lua?
Porque não estabelecemos uma base lunar no nosso satélite?
Deixamos a Lua há 39 anos…
Volto-me a interrogar porque é que nunca mais lá voltamos?
O que se terá realmente passado?
Ninguém sabe?
Só meras suposições?
Desculpem lá, mas algo não bate bem nesta História.
Se efectuarmos uma pesquisa apuramos que devido a restrições orçamentais impostas no final do programa Apollo, várias missões Apollo foram canceladas (Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20) – isto ofialmente, porque parece que as coisas não correram bem assim…
Fazendo um parêntesis, já no trailer oficial do filme Transformers 3, parece que agora Hollywood quer recontar agora a História…
E este Verão, aguarda-se a chegada da Apollo 18, um filme que nos conta a verdadeira razão, porque nunca mais voltamos à Lua.
http://www.astronautix.com/flights/apollo18.htm
http://en.wikipedia.org/wiki/Apollo_18_%28film%29
http://filme-trailer.com/apollo-18-filme/
http://en.wikipedia.org/wiki/Apollo-Soyuz_Test_Project

O filme já viu adiada a sua estreia de Março para Abril e daí para o mês de Junho deste ano e mais uma vez voltamos a ver as pressões e os desmentidos da NASA (à semelhança do filme 2012).
Para além do trailer do filme de Gonzalo Lópes-Gallego, as restantes imagens estão no segredo dos deuses, mas se o filme for distribuído promete fazer furor e lançar polémica do que se realmente terá passado…
Pelo menos, a dúvida ficará…
Para mim isto sem nunca ter visto o filme, há anos que penso que saímos da Lua com o rabo no meio das pernas.
Correm rumores, junto dos cosmonautas russos, que as missões Apollo 18, Apollo 19 e Apollo 20, se realizaram e estas foram negadas oficialmente pela NASA.
http://www.bibliotecapleyades.net/luna/esp_luna_43.htm
http://nssdc.gsfc.nasa.gov/planetary/lunar/apollo_18_20.html
http://www.moviesonline.ca/2011/02/true-story-apollo-18-movie-based/
http://www.abovetopsecret.com/forum/thread293548/pg1
http://luznocaminho.net/2011/02/18/apollo-20-a-missao-secreta/
O programa espacial Apollo foi oficialmente abandonado em 1975, em detrimento da utilização de um veículo reutilizável, o vaivém espacial, que voaria pela primeira vez em 1981.
Entretanto, a NASA abandonou agora o programa Shuttle e fica dependente de terceiros (Rússia, ESA e privados), para cumprir as suas obrigações internacionais na Estação Espacial Internacional – ISS e para a concretização do seu programa espacial. Isto para quem em finais da década de 60 colocava gigantescos foguetões espaciais no Espaço e se preparava para ir mais além…



