segunda-feira, janeiro 02, 2012
quarta-feira, dezembro 21, 2011
O luto da Coreia do Norte
terça-feira, agosto 23, 2011
Uma questão de vizinhança
Comboio de Kim Jong Il
Enquanto, a NATO tenta decapitar o regime líbio, apesar de Kadhafi ter fugido eventualmente para o deserto… Os navios de guerra americanos e um impressionante dispositivo aero-naval aglomera-se nas proximidades da Síria e do Irão, muito provavelmente a esta hora já haverá tropas especiais americanas dentro destes países, enquanto isso o presidente sírio Hafez al-Hasad foi convidado como Kadhafi tinha sido para deixar o poder (tudo isto com o beneplácito da ONU).
Conforme já referi nesta página, não acredito nas primaveras árabes, nem na veracidade das mesmas, estou para ver que regime sai agora da Libia, se calhar vamos ter os extremistas islâmicos no poder, o retrocesso de toda uma sociedade com o consequente encerramento de universidades e marginalização das mulheres, sim porque doa a quem doer, parece que Kadhafi tratava muito bem as mulheres dando-lhes igualdade de direitos por aquelas paragens.
Quanto ao que se passa na Síria creio que tudo aquilo está muito mal contado é que coisa rara neste momento só temos acesso a um dos lados da história. Neste momento, chegam-nos imagens de militares sírios contra civis. Mas será que são sírios. Será que a Mossad (por aquelas paragens) não terá feito das suas?…
É que já não era a primeira vez…
Enquanto isso, do outro lado do mundo, “uma delegação militar russa chegou à Coreia do Norte para conversações na mesma altura em que Kim Jong Il viaja pela Rússia e se prepara para uma cimeira com o seu homólogo russo, Dmitri Medvedev, prevista para quarta-feira.
“O objectivo fundamental da nossa visita consiste no reforço dos laços de amizade entre as forças armadas dos dois países”, declarou o almirante Konstantin Sidenko, comandante da Região Militar Oriental da Rússia, à chega a Pyongyang.
Segundo a agência russa ITAR-TASS, os representantes de Moscovo e de Pyongyang tencionam analisar a possibilidade de restabelecimento da cooperação militar, a realização de visitas de amizade de navios das armadas da Rússia e da Coreia do Norte e a organização de manobras conjuntas no mar.
Porém, o serviço de imprensa do Ministério da Defesa da Rússia sublinha que as manobras terão um “carácter humanitário”.
“Na primeira etapa, é possível que se trate do reinício da cooperação técnico-militar na esfera da teoria militar, do planeamento militar. Talvez convidemos para estudar nas nossas escolas oficiais norte-coreanos. E só depois de se criarem condições internacionais favoráveis, será possível a realização de manobras conjuntas”, considerou Konstantin Sivkov, vice-presidente da Academia de Problemas Geopolíticos.
Este analista frisa que não se deve falar de fornecimentos de armas russas à Coreia do Norte devido às sanções aprovadas pela ONU contra esse país.
Este visita decorre paralelamente à viagem de Kim Jong Il pelo Extremo Oriente e Sibéria.
Tanto Pyongyang, como Moscovo têm mantido no maior dos segredos o programa da visita do dirigente norte-coreano.
Segundo a imprensa russa, Kim Jong Il deu um passeio de barco pelo Lago Baical, a maior reserva de água potável do mundo, e tomou banho numa piscina com água desse reservatório.
Na quarta-feira, espera-se que ele se encontre com Dmitri Medvedev, Presidente da Rússia, em Ulan-Udé, capital da república russa da Buriátia. As autoridades locais estão a tomar fortes medidas de segurança.
Os especialistas russos consideram que o principal tema das conversações será a cooperação no campo da energia, que inclui a construção de um gasoduto que irá ligar a Rússia à Coreia do Sul através da Coreia do Norte.
Kim Jong Il e Dmitri Medvedev também poderão abordar o tema do reatamento das conversações sobre o desarmamento nuclear na Península da Coreia no quadro do “sexteto” de intermediários (Coreia do Norte e Sul, Rússia, Estados Unidos, China e Japão).
A prestação de ajuda humanitária russa a Pyongyang podem ser igualmente tema das conversações. Antes do dirigente norte-coreano iniciar a visita à Rússia, Moscovo enviou cerca de 50 mil toneladas de trigo para Pyongyang.
A última visita do líder norte-coreano à Rússia, também realizada de comboio, teve lugar em 2002”. (citando Da Rússia de José Milhazes)
Tudo isto depois dos russos terem fornecido os seus amigos sírios e iranianos.
Algo me diz que a próxima incursão militar americana poderá ter outro tipo de resultado…
quarta-feira, dezembro 01, 2010
quinta-feira, junho 17, 2010
Coreia do Norte, a guerra pode estalar a qualquer momento
A Coreia do Norte voltou a negar qualquer envolvimento no afundamento de um vaso de guerra sul-coreano e a carregar nas cores da retórica bélica, avisando que a tensão criada por este incidente poderá levar a um conflito armado.
Em declarações proferidas nas Nações Unidas, o embaixador norte-coreano junto desta entidade, Sin Son Ho, foi peremptório relativamente às consequências de uma eventual condenação do seu país por parte do Conselho de Segurança da ONU: «A guerra poderá estalar a qualquer momento».
«Se o Conselho de Segurança emitir qualquer documento contra nós condenando-nos ou questionando-nos em qualquer documento, então, eu, como diplomata, não posso fazer nada, mas as medidas que se seguirem serão levadas a cabo pelas nossas forças militares», disse Son Ho em conferência de imprensa.
De acordo com a agência Reuters, instado a explicar se as declarações que fez significavam que a Coreia do Norte partiria para a guerra caso o Conselho de Segurança emitisse alguma resolução ou posição condenatória, o diplomata disse apenas: «Eu disse-vos que se alguma acção for tomada pelo Conselho de Segurança contra nós, eu irei perder o meu trabalho». «A guerra poderá estalar a qualquer momento», disse ainda, de acordo com a edição electrónica da CNN.
O responsável norte-coreano apontou o dedo aos vizinhos do Sul, criticando as manobras militares efectuadas pelas forças de Seul.
Apesar da Coreia do Sul garantir que o seu navio foi torpedeado por um submarino do Norte e de uma investigação internacional corroborar estas acusações, Pyongyang diz que esta não passa de uma «história engraçada» e de «ficção», descrevendo os resultados da investigação como uma «fabricação».
O Cheonan foi afundado a 26 de Março. Quarenta e seis marinheiros morreram no incidente, o que levou o governo de Seul a apresentar o tema perante as Nações Unidas este mês, solicitando ao Conselho de Segurança que tome medidas contra a Coreia do Norte para evitar «mais provocações».
sábado, julho 04, 2009
Pyongyang, sobe a parada
Bom, a tensão a esta hora está ao rubro, do outro lado do mundo, Pyongyang acabou de lançar sete mísseis de curto alcance e prepara-se para testar um novo míssil intercontinental, tudo isto depois das sanções e medidas impostas pelo Conselho de Segurança da ONU, vamos ver como toda esta história vai acabar...
sexta-feira, maio 29, 2009
Coreia do Norte, Rumores de Guerra
A Coreia do Sul e os Estados Unidos elevaram o nível de alerta militar, nesta quinta-feira, depois da Coreia do Norte ter suspendido o armistício acordado em 1953 entre as duas Coreias. informou o ministério sul-coreano da Defesa.
O ministério da Defesa sul-coreano revelou às 7:15 desta quinta-feira que «o comando das forças conjuntas dos Estados Unidos e Coreia do Sul aumentaram o alerta para o nível dois».
«A vigilância será reforçada na Coreia do Norte com aviões e com a mobilização de recursos humanos», afirmou o porta-voz do ministério, Won Tae-Jae.

Estas declarações surgem na sequência da adesão de Seul ao Programa de Segurança contra a Proliferação de armas de destruição
A Coreia do Norte ameaçou com uma possível resposta militar contra a Coreia do Sul e assinalou que já não se vê vinculada ao armistício assinado por ambas as nações ao fim da guerra em 1953, segundo informou a agência norte-coreana «KNCA», citada pela EFE.
O regime comunista reagiu desta forma à decisão do governo de Seul de participar plenamente na iniciativa americana contra o tráfico de armas de destruição em massa, o chamado PSI, e assegurou que a península coreana «voltará a um estado de guerra».
Um porta-voz do exército norte-coreano disse que a plena participação sul-coreana no PSI será considerada como «uma declaração de guerra» contra a Coreia do Norte, acrescentando que responderá com um ataque militar imediato e potente a qualquer acto hostil.
Pyongyang acrescentou que considerará as inspecções e vigilância dos seus navios em missão pacífica como «uma violação intolerável contra sua soberania» que será respondida com um ataque militar.
Nos últimos dias tem-se sucedido as provocações, por parte do regime de Pyongyang, um teste nuclear subterrâneo, lançamentos de mísseis de curto e médio alcance e demonstrações de força ao longo da fronteira.
Tenho a impressão que estamos à beira duma guerra de consequências imprevisíveis, para a região e para o mundo, basta que um louco se lembre de carregar num botão ou dê uma ordem disparatada.

