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quarta-feira, junho 23, 2010

Jogos de Guerra no Mar Vermelho e no Mediterrâneo

É verdade, algo começa a tomar forma, desde uma frota humanitária do crescente vermelho (com navios turcos e iranianos) até à passagem pelo Canal do Suez esta semana, de diversos porta-aviões americanos com destino a Gaza (sim precisamente, leu bem). Não há forma de as notícias serem mais suaves, visto a situação a nível global piorar de dia para dia, aumentando o risco duma escalada regional, que pode levar à confrontação global.

Siga as notícias em inglês em:

http://www.alternet.org/story/147265/are_u.s._warships_gearing_up_for_a_confrontation_with_an_iranian_aid_flotilla_to_gaza/

http://english.aljazeera.net/news/middleeast/2010/06/20106159550707221.html



sexta-feira, janeiro 02, 2009

Israel e Gaza, olho por olho, dente por dente...

O cessar-fogo patrocinado pelo Egipto, entre Israel e o Hamas durava há seis meses, apesar de quebrado, por várias vezes por ambos os lados.


Antes do final de Dezembro, Israel indicou que pretendia prorrogar o acordo de cessar-fogo, caso o Hamas deixasse de lançar ataques contra o território israelita com os foguetes Qassam.

Os líderes do Hamas já estavam fartos do bloqueio político e económico imposto pelo estado de Israel. Recorde-se que as fronteiras terrestres e marítimas são controladas por Israel.


Aqui ninguém é santo, guerrilheiros da Jihad Islâmica preparam foguetes Qassam que vão pôr as cidades israelitas junto à fronteira, em polvorosa. Tocam as sirenes e vai toda a gente para os abrigos.

Depois de seis meses, o lançamento de foguetes contra Israel intensificou-se e Israel respondeu militarmente com bombardeamentos sobre alvos do Hamas.

O Hamas efectuou em 2008, mais 3.000 lançamentos com Qassam contra o território de Israel.


As baixas sucedem-se de ambos os lados da fronteira.


Apache das Forças de Defesa de Israel dispara um míssil contra posições do Hamas.


Houvesse vontade política de resolver este problema, provavelmente todo o Médio Oriente poderia respirar há muito de alívio.


F15 Israelita perscruta o horizonte em busca de alvos...

A luta é desproporcional, tanques e aviões contra foguetes.


E os judeus tem lobbys poderosos (em diversos sectores): na América, na Europa e na Rússia, manobrando inúmeras diplomacias e corredores de poder.


Perante este cenário fratricida, multiplica-se internacionalmente um coro de protestos, que é indiferente ao governo de Telavive.


Mas, por baixo de tanta tensão política e religiosa, joga-se naquelas paragens há décadas, o xadrez mundial, há muitos interesses em jogo: petróleo, petróleo e mais petróleo...
E muito dinheiro!

Recorde-se ainda, que Jerusalém é a cidade santa para inúmeras religiões e credos e que Meca e Medina são as cidades santas do Islão.


A cavalaria israelita segue dentro de momentos...

http://ultimahora.publico.clix.pt/noticia.aspx?id=1354760&idCanal=11


Segundo a Wikipedia: «A Faixa de Gaza é um território situado no Médio Oriente limitado a norte e a leste por Israel e a sul pelo Egito. É um dos territórios mais densamente povoados do planeta, com 1,4 milhão de habitantes para uma área de 360 km². A designação "Faixa de Gaza" deriva do nome da sua principal cidade, Gaza. Cerca de 60% da população é composta por refugiados chegados nas duas vagas geradas pelas guerras de 1948-1949 e de 1967; os restantes são populações nativas. Grande parte da população habita nas cidades, das quais se destacam Gaza, Khan Yunis, Rafah e e Dayr al Balah.»

terça-feira, julho 22, 2008

Memórias de Trigo de Morais, desde o Mapai a João Belo (Xai-Xai)


Já lá vão muitos anos, contudo há um homem, um português, que permanece na memória dos moçambicanos, do Vale do Limpopo, desde o Mapai, até João Belo (Xai-Xai)…

«Trigo de Morais, o homem que, nos anos sessenta, concebeu e chefiou a construção do sistema de regadio do Vale do Limpopo, em Moçambique, é, ainda hoje, homenageado pelas populações locais. Quarenta anos depois da sua morte.

Todos os anos, antigos trabalhadores prestam homenagem a Trigo de Morais, em rituais negros, cantares e missas na campa onde o seu corpo está sepultado por vontade própria. Num lugar onde antes havia uma árvore, à sombra da qual Trigo de Morais esboçou os primeiros projectos da barragem do Limpopo.

As infra-estruturas do sistema estão em ruínas, mas a barragem e o labirinto de canais que levavam água às terras, consideradas das mais produtivas do continente africano, continuam à espera de uma segunda oportunidade.


Em 1966, milhares de colonos portugueses instalaram-se no Vale, mas, depois da independência, a quase totalidade regressou a Portugal. A RTP ainda conseguiu entrevistar alguns dos raros portugueses, que ainda permanecem na região.

Trigo de Morais, engenheiro, alto funcionário do governo de Salazar, imaginou que poderia contrariar as normas e distribuir terras a pretos e brancos. Não o conseguiu completamente mas o facto de o ter tentado contínua a ser lembrado e respeitado pela população local, que em épocas de secas prolongadas invocam o seu nome para que chova.



"A Tribo de Trigo de Morais" é um trabalho do jornalista Alberto Serra, com imagem de António José Fernandes, edição de Paulo Marcelino e áudio de Nuno Soares, exibido no mês de Outubro de 2007 na RTP 1 (a merecer publicação em DVD).»

In http://thejpl.blog.com
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