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sábado, maio 05, 2012

Um mundo sem gelo



Esta capa e matéria da National Geographic do mês de Maio de 2012 deixou-me a pensar (e muito…)
Você já ouviu falar sobre mapas futuros?
Faça uma breve pesquisa na internet e dar-se-á conta que o mundo onde vivemos pode-se alterar em breve.
Dir-me-á pura especulação, onde está a sustentação científica?
Talvez o artigo da National Geographic responda à sua pergunta, vá até a um quiosque - e passe a publicidade, compre a revista, ler faz bem é bem mais saudável que ver e deglutir programas de TV.
A edição portuguesa da NG admite que há 56 milhões de anos os pólos fundiram-se.
Agora. Poderá voltar a suceder de novo.
Já imaginou um planeta sem gelo?
A Terra era quente e livre de gelo no fim do Paleocénico. Com o nível dos mares, quase setenta metros acima do actual, as Américas (que então não tinham sido reunidas pela deriva das placas continentais) eram bem mais pequenas.
Um excelente artigo de Robert Kunzig…
Isto provavelmente irá mexer com a área habitável, com a produção de alimentos, com a água potável, com a salinidade do mar, com a libertação do CO2 e de metano para atmosfera...
Você já se deu conta que provavelmente o nosso planeta não será o mesmo?
Assim sendo, a terra não poderá dar guarida a tanta gente…
Já se apercebeu então dos planos das elites, ponha a cabeça a raciocinar e a somar dois mais dois.


E onde encaixa a teoria de Charles Hapgood?

Sobre Charles Hapgood recomendo-lhe esta matéria:

domingo, novembro 27, 2011

Até tu Sarko...?!!!


O Maia e o Correio da Manhã que me perdoem, mas os seus cartoons são demais…
Este último publicado na rubrica Radar Saudade, na Revista de Domingo, do Correio da Manhã, então está no ponto… em cheio!

sexta-feira, outubro 21, 2011

E se Adolf Hitler tivesse morrido na Argentina em 1962?



No recém-publicado livro “Lobo Cinzento: A Fuga de Adolf Hitler”, dois historiadores desafiam a história e acreditam que a vida de Hitler não terminou no bunker em Berlim.
Os autores reclamam ter encontrado indícios evidentes de que Hitler e Eva Braun não se terão suicidado mas sim fugido de submarino para um enclave nazi na Argentina. No país, o casal ter-se-à divorciado, deixando duas filhas.
“Não há provas forenses que comprovem a morte do casal e os relatos de testemunhas que confirmam a sua presença na Argentina são extremamente excitantes” diz o autor Gerrard Williams. As ossadas que alegadamente pertencem a Hitler (e se encontram hoje na Rússia) são de uma mulher de 40 anos, quando Hitler teria, à data da morte, 56 anos.
A teoria não fica por aqui. O livro explica que os serviços de inteligência americanos permitiram a fuga do Führer em troca de acesso a tecnologia de guerra nazi.
Nos dias cruciais, antes da chegada das tropas aliadas a Berlim, dois duplos terão tomado o lugar do casal alemão, dando-lhes tempo para a fugir. Durante a fuga viajaram para a Dinamarca, passaram por Espanha e, com o apoio do General Franco, embarcaram num submarino com destino a Mar del Plata na Argentina.
Os autores baseiam-se também numa investigação no terreno, tendo recolhido relatos de testemunhas que viram Hitler na Argentina.
A teoria de Williams e Dunstan tem sido ridicularizada por outros historiadores. “É 2000% de lixo”, afirma o famoso historiador Guy Walters. “Os dois autores deviam ter vergonha de tentar impingir este tipo de disparates. É simplesmente inacreditável que as editoras lhes tenham dado todo este destaque”.
O historiador reclama que ele e os seus colegas estudaram e comprovaram a morte do casal no bunker em Berlim e sentem que esta nova teoria tenta “deitar ao lixo décadas de investigação feita por verdadeiros historiadores”.
In Sábado

quarta-feira, outubro 13, 2010

Algo está a mudar entre Mercúrio e Plutão

Será correcto falarmos em aquecimento global?

Errado (!)

Deixemos-nos de tretas…

Senão vejamos o súbito interesse da NASA e outras agências espaciais congéneres pela nossa estrela, o Sol, fonte de vida, morte e destruição, num ciclo que ameaça perpetrar-se ad eternum.

Para melhor compreenderem o Sol, uma flotilha de naves/sondas acompanha e regista todos os movimentos da nossa estrela, os «flares» e a projecção da massa coronal para o espaço entre os diferentes planetas que compõem o nosso sistema solar.

São partículas altamente carregadas de energia, fortemente ionizadas que põem em cheque a nossa magnetosfera.

Entretanto os pólos começaram a recuar e as massas de gelo a diminuir, não acontece só na Terra está a acontecer também em Marte, contudo os líricos que defendem o aquecimento global estão cegos!

Qual aquecimento global qual carapuça será mais correcto, isso sim falarmos em aquecimento solar.

Conforme o já referi Marte viu diminuir as suas calotes polares, Mercúrio apresenta uma estranha cabeleira, sucedendo-se as alterações atmosféricas observáveis em Vénus, Marte, Júpiter, Saturno, Úrano e Neptuno e nalgumas luas dos gigantes gasosos do nosso sistema solar. Havendo ainda quem sugira que a vida poderá estar a desenvolver-se nalgum destes planetas.

Júpiter apresenta uma nova mancha vermelha, Saturno alterações nos pólos com estranhas auroras. Até mesmo o despromovido e longínquo Plutão apresenta alterações na sua superfície.

Todas estas alterações na composição química da atmosfera dos planetas do nosso sistema solar parecem indicar o aumento da temperatura do Sol e do nosso sistema solar. Agora não queiram tapar o Sol com uma peneira e falar-nos de aquecimento global!

Certo!?

Por outro lado, há ainda quem fale na aproximação de uma segunda estrela, uma anã castanha, que poderá potenciar ciclicamente todos estes fenómenos com uma órbita irregular.

Recomenda-se o acompanhamento desta matéria, nos próximos tempos, nos diferentes sites da especialidade:

http://gaea-assiss.blogspot.com/

http://astropt.org/blog/

http://eternosaprendizes.com/

ou ainda na sempre eterna Astronomy, disponível em inglês em:

http://www.astronomy.com/asy/default.aspx


Não há como esconder as estranhas auroras de Saturno que nos parecem dar música… O Sistema Solar está em mudança.

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