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terça-feira, julho 19, 2011

A Besta de Kandahar (‘Beast of Kandahar’)

Imagine um avião invisível aos radares, estratégico, não tripulado, robotizado, vulgo “drone”, a fazer lembrar uma das máquinas de “Terminator”, concebido durante a Administração Obama - sim esse mesmo, aquele que foi galardoado com o Nobel… da Paz?

Não, da Guerra! – Há dois anos era referido que um estranho avião se encontrava estacionado nos hangares da base aérea de Kandahar (Afeganistão), e que estava a mudar a marcha da guerra, houve quem desmentisse o facto, que se tratavam de boatos.

Contudo, de dia-para-dia parece que os boatos se transformaram em realidade…

Mas o que é que este avião tem de extraordinário?

Parece que significa uma viragem total na arte de fazer guerra, segundo os especialistas está dotado de “vontade própria”, comporta-se como um autêntico robot inteligente, é invisível não só aos radares, é usado como espião, está dotado com um canhão com um dispositivo de micro ondas potente que frita tudo o que encontra pela frente, inclusive radares e armadilhas electrónicas, capaz de viciar comunicações electrónicas e militares, foi ele que permitiu dúzias de incursões aéreas no espaço aéreo paquistanês, tendo sido usado pela CIA e pelos Navy Seals, na espectacular acção armada que pôs fora de combate a cúpula da Al Qaeda, a poucos quilómetros da capital do Paquistão – uma potência nuclear regional e dotado com um exército e força aérea respeitável. Os paquistaneses ainda hoje estão para saber como quatro helicópteros de combate americanos entraram no seu espaço aéreo e fizeram gato-sapato das armadilhas electrónicas, sistemas defensivos e radares. Parece que a resposta está na presença da “Besta” nesta missão.

Mas, desenganem-se aqueles que pensam que a Besta é o último grito de guerra americano, há já quem fala em robots do tamanho de insectos e de pássaros usados já nas mais variadas missões.

Já ouviu falar em Nanotecnologia?

Agora, a aposta de Washington parece que passa por aí, ir até onde os outros nunca foram ou sonharam…

terça-feira, maio 03, 2011

O assassínio de Osama Bin Laden, released by CIA

Há quanto tempo estará Bin Laden morto?

Há menos duma semana?

Ou há cerca de 10 anos?

Eis uma boa questão…

Respondam se souberem!

Estranho não haver corpo, nem imagens do ataque dos Navy Seals à mansão, onde este vivia localizada a cerca de 100 km de Islamabad (Paquistão). Agora, aquela história contada por Obama, que o corpo de Osama tinha sido atirado ao Oceano Indico, não lembra a Alá.

As imagens distribuídas à posteriori pelas principais redacções da imprensa mundial revelaram-se falsas. Tinham sido uma montagem patrocinada pelo Photoshop. Mais uma encenação montada pelos EUA, com o patrocínio dos seus aliados.

Resta ainda saber qual o papel do Paquistão nesta embrulhada?

Enquanto isso, a Guerra ao Terror não abranda, sendo previsível que as retaliações em nome da Al Qaeda aconteçam muito em breve…

Há já quem admita que, no próximo ataque terrorista patrocinado por esta organização serão utilizadas armas nucleares…

sexta-feira, agosto 13, 2010

A revelação do Wikileaks: Paquistão ajuda Taliban a combater EUA


O site WikiLeaks publicou no domingo mais de 90 mil registos de incidentes e relatórios sobre a guerra no Afeganistão, que revelam que os serviços secretos paquistaneses ajudam os talibãs a organizar-se para combater os soldados norte-americanos naquele país.

Mais de 90 mil registos de incidentes e relatórios sobre a guerra no Afeganistão, escritos por soldados e elementos dos serviços secretos e "utilizados pelo Pentágono e tropas americanas no terreno" foram divulgados no domingo na página electrónica Wikileaks (de fontes e análise política), mas o responsável pela sua publicação não está identificado.

Os documentos, enviados e publicados em primeira mão pelos jornais New York Times, The Guardian e Der Spiegel, oferecem um panorama da guerra que dura há cerca de nove anos e que já provocou a morte a cerca de 1000 soldados americanos.

Paquistão ajudava talibãs a combater tropas americanas

De acordo com o New York Times, os documentos "sugerem que o Paquistão, aliado dos Estados Unidos, permite que elementos dos seus serviços secretos lidem directamente com os talibãs" e que os serviços secretos paquistaneses e os taliban realizavam "sessões de estratégia secreta para organizar redes de grupos rebeldes para combater tropas americanas no Afeganistão e até mesmo complôs para matar líderes afegãos".

Os documentos "fazem um retrato devastador da guerra no Afeganistão", escreve o The Guardian.

A Casa Branca sublinha num comunicado que os "Estados Unidos condenam veemente a publicação de informações confidenciais por pessoas e organizações que poderão colocar em perigo a vida dos americanos e dos nossos aliados e que ameaçam a nossa segurança nacional".

O conselheiro de Segurança Nacional da Casa Branca, James Jones, acrescenta no comunicado que o "Wikileaks não tentou entrar em contacto connosco sobre estes documentos e que, por isso, os Estados Unidos apenas souberam da publicação dos documentos através da imprensa".

"Essas divulgações irresponsáveis não afectarão o nosso compromisso em fortalecer a aliança com o Afeganistão e o Paquistão, em combater os nossos inimigos comuns e em apoiar as aspirações dos afegãos e dos paquistaneses", garantiu.

Sem confirmar nem desmentir a veracidade dos documentos, James Jones sublinhou que os mesmos cobrem um período entre Janeiro de 2004 e Dezembro de 2009, quando o presidente Barack Obama anunciou uma "nova estratégia" para o Afeganistão.

Os documentos contêm informações imprecisas que "não reflectem a realidade do terreno", defendeu ao sublinhar que os "Estados Unidos, Afeganistão e Paquistão são parceiros estratégicos que procuram combater militar e politicamente a Al-Qaeda e os seus aliados talibá".

Um responsável americano confirmou sob anonimato que "há preocupações sobre os serviços secretos paquistaneses, sendo por isso que Barack Obama ordenou uma revisão da política sobre o Afeganistão e uma mudança de estratégia".

Fonte:
http://dn.sapo.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=1627054&seccao=%C1sia

sexta-feira, dezembro 26, 2008

Islamabad versus Nova Dehli?

«ISLAMABAD, Pakistan – Pakistan began moving thousands of troops to the Indian border Friday, intelligence officials said, sharply raising tensions triggered by the Mumbai terror attacks.

India has blamed Pakistani-based militants for last month's siege on its financial capital, which killed 164 people and has provoked an increasingly bitter war of words between nuclear-armed neighbors that have fought three wars in 60 years.

The troops headed to the Indian border were being diverted away from tribal areas near Afghanistan, officials said, and the move was expected to frustrate the United States, which has been pushing Pakistan to step up its fight against al-Qaida and Taliban militants near the Afghan border.

Two intelligence officials said the army's 14th Division was being redeployed to the towns of Kasur and Sialkot, close to the Indian border. They said some 20,000 troops were on the move. Earlier Friday, a security official said all troop leave had been canceled.

The officials spoke on condition of anonymity because of the sensitivity of the situation.

Both countries have said they want to avoid military conflict over the attacks. But India has not ruled out the use of force as it presses its neighbor to crack down on the Pakistani-based terrorist group it blames for the attack.

Pakistani Prime Minister Syed Yousuf Raza Gilani has promised to respond aggressively if attacked but reassured India Friday that Pakistan would not strike first.

"We will not take any action on our own," Gilani told reporters. "There will be no aggression from our side."

Meanwhile, Indian Foreign Minister Pranab Mukherjee accused Pakistan of trying to divert attention away from its struggle to rein in homegrown terror groups like Lashkar-e-Taiba, which Delhi accuses of masterminding the Mumbai attacks

Segundo a Associated Press




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