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sexta-feira, maio 11, 2012

Cinema nacional em luta nas escadarias do Parlamento

 

As escadarias de São Bento transformaram-se na noite de ontem, numa plateia de cinema, uma maneira de apelar à aprovação de uma nova lei para o sector.
Numa parede em frente duas telas improvisavam um ecrã. Sentada escadaria acima uma plateia juntava-se para, frente a uma colagem de momentos celebres da história do cinema português, apelar pela aprovação de uma nova lei do sector. As imagens contaram por si uma história um dia depois de realizadores terem sido ouvidos por deputados.

 
A montagem abriu com Aniki Bobo, de Manoel de Oliveira, realizador de cuja obra outros momentos foram visitados - nomeadamente filmes como A Carta ou O Convento - e que ainda no dia anterior tinha enviado uma mensagem aos deputados da comissão parlamentar de Educação, Ciência e Cultura que então receberam também os realizadores João Salaviza, Miguel Gomes e Gonçalo Tocha. Em poucas palavras, Oliveira dizia: "parar é morrer". 

 
Perante uma multidão que enchia toda a escadaria frente à Assembleia da República, e todos os passeios ao redor, e depois de lido um manifesto que contextualizou a acção, as imagens passaram por mais de cem anos da história do cinema feito em Portugal, de memórias mais remotas dos tempos do mudo aos recentemente premiados Tabu de Miguel Gomes, Rafa de João Salaviza ou É Na Terra Não É Na Lua de Gonçalo Tocha passando por memórias como as de Pai Tirano de António Lopes Ribeiro ou Belarmino de Fernando Lopes e produções mais recentes como Sangue do Meu Sangue de João Canijo, Morrer Como Um Homem de João Pedro Rodrigues, Vai e Vem de João César Monteiro ou O Sangue, de Pedro Costa. 

 
Aplausos iam recebendo as imagens, celebrando o trabalho de realizadores, actores, animadores e restantes profissionais envolvidos nos filmes que passavam pelo ecrã. Muitos deles estavam na plateia. E com eles também estudantes das escolas de cinema e cinéfilos.

 
"Os cineastas, realizadores, autores, artistas, produtores, técnicos, prestadores de serviços, estúdios, laboratórios, pessoas e instituições que providenciam a continuidade do cinema português e o seu futuro, estão em luta pela preservação de algo maior, deste legado centenário e da sua continuidade e futuro. A responsabilidade última perante a sociedade portuguesa", podemos ler no texto/manifesto assinado por Fernando Vendrell que está publicado no blogue da Associação Portuguesa de Realizadores onde se defende ainda que "está em risco a capacidade dos portugueses, através dos filmes e do seu cinema, sonharem, se confrontarem com os seus fantasmas, fruindo na sua vida uma experiência mais rica e intensa, através das suas emoções e da projecção do seu imaginário".

 
Uma semana depois da apresentação, no Cinema São Jorge, de um "ultimato" ao governo e um dia depois da audição no parlamento aos três realizadores, esta acção foi mais uma forma de chamada de atenção para com o que os profissionais do sector entendem como a "urgente" aprovação da lei do cinema.
Fonte: DN




Acontece em Portugal…
Quase quarenta anos depois, o Fascismo regressou a Portugal, a austeridade tudo justifica, silenciando tudo e todos.
Em nome da União Europeia, do Banco Central Europeu e do Fundo Monetário Internacional. Tempos inquietantes que vivemos hoje!

sábado, outubro 16, 2010

Haverá alguma arca destinada à cultura?


Há alguns dias atrás, dei por mim a pensar, face aos sinais dos tempos, à construção recente de bunkers (onde a elite, se pensa resguardar duma hipotética catástrofe futura ou duma guerra nuclear) e da existência duma arca de sementes de plantas, localizada em Svalbard, na Noruega, se haverá alguma arca destinada à cultura?

Li algures que foi construída uma biblioteca, no fundo duma mina de sal.

Contudo, não existe nada na rede sobre o assunto, se havia foi simplesmente apagado.

Será verdade?

Será mentira?

Custa-me ver desaparecer todo o conhecimento humano contemporâneo, nos seus mais diversos aspectos no mundo das artes, na ciência, técnica e letras, quer ainda os maravilhosos livros, filmes e música.

Uma coisa é certa, nada é eterno…

Tudo é efémero.

Será que esta questão já alguma vez foi colocada?

Todos sabemos da importância do contributo do legado greco-romano, para a civilização ocidental e a importância dos árabes na sua preservação.

Será que a seguir à Luz vamos conhecer mil anos de trevas e ignorância, sob a bandeira da Nova Ordem Mundial?

Sabemos o que ocorreu após a queda de Roma. A Europa mergulhou nas trevas e na ignorância e só se recompôs com o Renascimento e as Descobertas. Só então, a Europa acordou para o Mundo.

Ou será que tudo desaparecerá como há 12.000 anos atrás?

Desse passado distante nada chegou até nós.

Tudo tem sido meticulosamente escondido e aqueles que o divulgam acusados de loucos e ridicularizados.

Porquê?

E em nome de quem?

É importante, que o actual conhecimento humano, não se perca mais uma vez na noite dos tempos, pois poderá ser bastante útil para o Homem de amanhã.

Post scriptum: Espero que esta mensagem, não caia em saco roto (se calhar ninguém a vai ler).

sábado, setembro 19, 2009

E vão mil!


É verdade...
Cheguei com este post, aos mil!
Quando comecei, cedo me diagnosticaram, o fim.
A contragosto dalguns e dalgum@s surgiu primeiro, na rede, o Espaço Aberto (http://espacoaberto-umanovamiranda.blogspot.com), para falar sobre Miranda do Corvo e não só...

Depois, seguiu-se o Kafe Kultura, que se pretende despretensioso, simples e arejado, com breves notas soltas e apontamentos diversos, sobre cinema, jogos de computador, livros, música e viagens...

Por vezes dá vontade de dizer basta, levantar e atirar a mesa do Kafe, ao ar e virar o jogo ao contrário. Tantos tem sido os atentados contra a democracia e os atropelos à liberdade, perpetrados por aqueles, que se diziam perseguidos noutros tempos e que agora se escondem atrás do grande capital e das lojas maçónicas.

Cada vez mais, se perfilham mais nuvens no horizonte e prevêem-se tempos difíceis em breve, que todos esperaremos contrariar...

Espero que continuem a gostar deste espaço, que tem sido feito com a minha carolice e disponibilidade.

Mário Nunes

terça-feira, setembro 01, 2009

Disney compra a Marvel por 4 mil milhões de dólares

Crise!?

Qual crise?

Tudo se vende, tudo se compra...

Hoje, depois de ter adquirido os direitos sobre personagens como o ‘Homem-Aranha’, ‘O Incrível Hulk’, ‘O Homem de Ferro’ e os ‘X-Men’, 'Demolidor', 'Elecktra', 'Flash', 'Captain America', 'Ghost Rider', entre outros, a Disney prepara-se agora para impedir as outras empresas de as utilizarem.


Com a aquisição da Marvel, a Disney entrou em negócios sobre os quais há anos os seus concorrentes têm obtido direitos, como os de realizar filmes de super-heróis, atracções de parques de diversões e séries de televisão.



A empresa que detém o rato Mickey vai agora ter direito a uma parte das receitas que enriqueceram os seus rivais – até conseguir ficar com eles só para si, alertam os especialistas.

“Não acredito que eles [a Disney] vá ser simpática, não creio que vão partilhar o que têm. Os dias em que empresas rivais obtinham licenças sobre os direitos dos personagens da Marvel, ou de deixar que estes distribuam qualquer um dos filmes baseados nestes, chegou ao fim”, disse o analista da Fitch Ratings Jamie Rizzo, citado pela Bloomberg.


Os peritos notam que a aquisição da Marvel vem ajudar a Disney, que tem tido dificuldades este ano nos cinemas, ao mesmo tempo que os seus concorrentes beneficiaram das receitas obtidas com os filmes de super-heróis.


A Marvel tem actualmente vendidas as licenças dos “X-Men” à News Corp., a do “Homem-Aranha” à Sony e “O Incrível Hulk” à NBC Universal. Agora, a Disney irá receber parte das receitas dos projectos futuros que incluam estes personagens, que conseguiram receitas de bilheteira no valor de 4,5 mil milhões de dólares a nível mundial.


O acordo em dinheiro e acções avalia a Marvel em 50 dólares por acção, o que significa um prémio de 29% em relação ao preço de 38,65 dólares da passada sexta-feira.



A aquisição proposta foi autorizada pelos conselhos de ambas as companhias.



As acções da Marvel dispararam hoje 26,39%, para 48,85 dólares. Já as acções da Disney, que terá posse de mais de cinco mil personagens da Marvel, cediam 1,68%, cotadas a 26,39 dólares.


“Quando os prazos dos negócios expirarem, nós vamos estudar de perto a possibilidade de os trazer para a nossa casa [a Disney]”, precisou o mesmo responsável, em tom de ameaça.



Nada voltará a ser como dantes...


http://marvel.com/


segunda-feira, março 16, 2009

Nova Águia, 3º número - O Legado de Agostinho da Silva

NA 3: ÍNDICE

EDITORIAL…5

O LEGADO DE AGOSTINHO DA SILVA: 15 ANOS APÓS A SUA MORTE

António Braz Teixeira, BREVE NOTA SOBRE AGOSTINHO DA SILVA E A “ESCOLA DE SÃO PAULO”…8

António Cândido Franco, AGOSTINHO DA SILVA NUM RELANCE DE SOL…10

António José Borges, A MISSÃO DE PORTUGAL NAS MENSAGENS DE FERNANDO PESSOA E AGOSTINHO DA SILVA…12

Cristina Leonor Pereira, NA SENDA DA ALIANÇA TRANSATLÂNTICA E DO ENTENDIMENTO CULTURAL: DA UTOPIA À REALIDADE E À RECUPERAÇÃO DA OBRA DE AGOSTINHO DA SILVA…18

Humberto França, O BRASIL DE AGOSTINHO DA SILVA…24

Joaquim M. Patrício, CONFIANÇA E OPTIMISMO DE AGOSTINHO DA SILVA NA LUSOFONIA…25

José Flórido, O PENSAR PARADOXAL DE AGOSTINHO DA SILVA…32

José Leitão, VADIOS E POETAS – UMA CONSIDERAÇÃO SOBRE A MÍSTICA AGOSTINIANA…35

Luís Santos, O LARGO DA GRAÇA. REFLEXÕES AGOSTINIANAS…38

Manuel Pina, A ETERNIDADE E UM DIA…40

Maria Afonso Sancho, AGOSTINHO DA SILVA, A COMIDA E A IDADE DO OURO…42

Pedro Teixeira da Mota, DO TRÂNSITO DAS RELIGIÕES À RELIGIÃO UNIVERSAL: AGOSTINHO DA SILVA, UM ELO…45

Artur Manso, ESTÉTICA E ARTE EM AGOSTINHO DA SILVA…49

Carminda H. Proença, LUSOFONIA e IDENTIDADE…53

Isabel Santiago, BARCA D’ALVA…55

João Leitão, AGOSTINHO DA SILVA E O CAMINHO DO MEIO…59

Lúcia Helena Alves de Sá, DO EDUCAR PARA ESPERANÇAR DE AGOSTINHO DA SILVA: UMA PEDAGOGIA PARA O SÉCULO XXI…61

M. Margarida L.S. Carvalho, EDUCAÇÃO, CULTURA E FUTURO…67

Miguel Real, AGOSTINHO DA SILVA: A PEDAGOGIA COMO SUBVERSÃO SOCIAL…69

Renato Epifânio, AGOSTINHO DA SILVA: UM LEGADO…74

Ricardo Cabaça, UM HOMEM COMPROMETIDO COM OS VALORES HUMANOS…77

Rui Martins, DEZ PARÁGRAFOS AGOSTINIANOS DE PENSAMENTO POLÍTICO EM "IR À ÍNDIA SEM ABANDONAR PORTUGAL"…78

Romana Valente Pinho, AGOSTINHO DA SILVA: QUINZE ANOS DEPOIS DA SUA MORTE. E AGORA?...90

Rita Cardoso, ENTREVISTA A AGOSTINHO DA SILVA…92

Manuel Ferreira Patrício, BREVE TESTEMUNHO SOBRE AGOSTINHO DA SILVA…94

Délio Vargas, BREVE NOTA SOBRE AGOSTINHO…96

Celeste Natário, AGOSTINHO DA SILVA E A SAUDADE DA “GRÉCIA DIVINA”…97

Amândio Silva, CARTA A AGOSTINHO…98

DA ARCA

Agostinho da Silva, CONDIÇÕES E MISSÃO DA COMUNIDADE LUSO-BRASILEIRA…102

Agostinho da Silva, ALCORÃO…109

OUTROS VOOS, OUTRAS VOZES

James Horrox, ANARQUIA E UTOPIA: A FILOSOFIA MÍSTICA DE GUSTAV LANDAUER E AGOSTINHO DA SILVA…114

Cem Kömürcü, MELANCOLIA EM ISTAMBUL E LISBOA…121

Katia Hay, O SR. H…125

Tobias Dangel, LISBOA COMO LUGAR DA EXPERIÊNCIA METAFÍSICA…128

Hakem Rustom, A JÁ ESQUECIDA JIHAD EM NOME DE CRISTO: A PERSPECTIVA DE UM ÁRABE CRISTÃO…130

Sam Cyrous, LIVRE ARBÍTRIO E DESTINO: DICOTOMIA OU COMPLEMENTARIDADE?...133

Amadeu Ferreira, DIEÇ ANHOS DE MIRANDÉS CUMO LHÉNGUA OUFECIAL…135

RUBRICAS

COISAS E LOISAS, de J. Pinharanda Gomes…138

DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra…140

AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes…151

PÁGINAS TEMÁTICAS

ARTES PLÁSTICAS, por Cristina Pratas Cruzeiro…154

LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães…159

MÚSICA, de Maurícia Teles da Silva (com nota introdutória)…164

PROJECTOS, de Ana Margarida Esteves; Maria Eduarda Rosa e José Francisco Pereira…166

BIBLIÁGUIO

TEIXEIRA DE PASCOAES, CREPÚSCULO, por António Cândido Franco…170

LÍDIA JORGE E JOÃO RÊGO: PESOS E MEDIDAS DA ALMA, por Fátima Valverde…171

ANTÓNIO CÂNDIDO FRANCO, A BIOGRAFIA DE D. SEBASTIÃO – UM ROMANCE HISTÓRICO, por Romana Valente Pinho…174

PEDRO SINDE, O CANTO DOS SERES. SAUDADE DA NATUREZA, por Joaquim Domingues…178

RODRIGO SOBRAL CUNHA, FILOSOFIA DO RITMO PORTUGUESA, por António Braz Teixeira; seguido de “breve apontamento”, de Renato Epifânio…180

CARTA DE NATÁLIA A LEONARDO, por Carminda H. Proença, seguida de comentário de António Telmo…183

3 COGITAÇÕES E 7 INSPIRAÇÕES NA LEITURA DE «A CADA INSTANTE ESTAMOS A TEMPO DE NUNCA HAVER NASCIDO» DE PAULO BORGES, por Jorge Telles de Menezes…184

TEOREMAS DE FILOSOFIA, por Joaquim Domingues…186

GOLPE D’ASA

Dalila Pereira da Costa, RELIGIÃO PRÉ-HISTÓRICA…188

POEMÁGUIO

Alexandre Vargas, AGOSTINHO DA SILVA, PRÍNCIPE REAL…6

Sérgio Franclim, OS POETAS DE AGOSTINHO DA SILVA…7

Jesus Carlos, AGOSTINHO DA SILVA…100

Isabel Guimarães, TU QUE SUBIAS ESCADAS…100

Samuel Dimas, REDENÇÃO…101

Henrique Madeira, INÚMERAS SÃO AS AVES…136

Iolanda Aldrei, CRIAÇÃO…136

Francisco Soares, ENCANTO…137

Luís Souta, PARA UM FILHO QUE NÃO QUERO PERDER…169

Tiago Lemos, QUE SEI EU DO SILÊNCIO ONDE ESTOU SENTINDO?...190

SOBRE A NOVA ÁGUIA & O MIL

Joaquim Domingues, A NOVA ÁGUIA…192

Renato Epifânio, O PRIMEIRO ANO DO MIL: MOVIMENTO INTERNACIONAL LUSÓFONO & RESPOSTAS AO INQUÉRITO REALIZADO A TODOS OS MEMBROS DO MIL…193

Paulo Borges, POR UM PATRIOTISMO TRANS-PATRIÓTICO E UNIVERSALISTA. OITO CONSIDERAÇÕES PARA UMA FUNDAMENTAÇÃO DO MIL…196

Eurico Ribeiro, A LUSOFONIA NUMA ÉPOCA DE MUDANÇA…199



terça-feira, outubro 14, 2008

Aí está o segundo número da Nova Águia

Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.

Tal como n' A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do segundo número, que agora lançamos, é "António Vieira e o Futuro da Lusofonia". Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de nomes tão ilustres como Adriano Moreira, Aníbal Pinto de Castro, António Paim, António Telmo, Arnaldo do Espírito Santo, Carlos H. do C. Silva, Jean-Yves Leloup, Manuel Ferreira Patrício e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.

Para além disso, neste primeiro número poderá ainda encontrar uma série de outros textos, sobre outras temáticas, conforme o nosso índice:

ÍNDICE DO 2º NÚMERO

EDITORIAL, p. 5

SOBRE ANTÓNIO VIEIRA E O FUTURO DA LUSOFONIA

Adriano Moreira, O CENTENÁRIO DE VIEIRA, p. 8

Aníbal Pinto de Castro, VIEIRA, UMA PERSONALIDADE E UM TEXTO DE PERENE MARCA BARROCA, p. 9

Arnaldo do Espírito Santo, O CORPO E A SOMBRA, p. 11

Carlos Dugos, METÁFORAS DO V IMPÉRIO E DE OUTRAS UTOPIAS, p. 14

Cátia Miriam Costa, O VERBO VIEIRINO, p. 16

Dione Barreto, O SERMÃO DO ESPÍRITO SANTO E A INDIVIDUAÇÃO: AS VOZES DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA E C.G. JUNG, p. 18

Dirk Hennrich, AS LÁGRIMAS DE VIEIRA E A TRISTEZA TROPICAL, p. 22

J. Pinharanda Gomes, UMA «ARTE DE PREGAR» À SOMBRA DE VIEIRA, p. 24

Jorge Martins, O FILO-SEMITISMO DE ANTÓNIO VIEIRA, p. 28

José Eduardo Franco, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E A EUROPA, p. 33

Lélia Parreira Duarte, A ARTE IRÔNICA DE VIEIRA E O QUINTO IMPÉRIO DE PORTUGAL, p. 35

Luís Loia, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA E O CONHECIMENTO DOS FUTUROS, p. 38

Maria Cecília Guirado, NOTÍCIAS DO BRASIL NO SÉCULO XVII: VIEIRA E A GLOBALIZAÇÃO, p. 42

Miguel Real, O CABALISMO DO ANO DE 1666 EM PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 46

Nuno Rebocho, MEMÓRIA DE ANTÓNIO VIEIRA NA CIDADE VELHA, p. 49

Paulo Borges, PADRE ANTÓNIO VIEIRA: GÉNIO E LOUCURA, p. 50

Samuel Dimas, A HISTÓRIA ESCATOLÓGICA DO PE. ANTÓNIO VIEIRA: AS TRÊS VINDAS DE CRISTO, p. 52

Sérgio Franclim, A VIDA E O QUINTO IMPERIALISMO DE PADRE ANTÓNIO VIEIRA, p. 56

António Saias, UM PAPO COM VIEIRA, p. 60

AA.VV., VALEU A PENA?, p. 61

Rui Martins, DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 63

Ana Margarida Esteves, PORTUGAL E A LUSOFONIA COMO PROPULSORES DA INOVAÇÃO SOCIAL: A NECESSIDADE FAZ O ENGENHO, p. 69

Maria Ana Silva, A LÍNGUA PORTUGUESA É O MAR QUE UNE A TERRA: A ALIANÇA ENTRE HOMEM E DEUS, p. 72

Artur Alonso Novelhe, UMA PERSPECTIVA GALEGA DO FUTURO DA LUSOFONIA, p. 75

Cristina Leonor Pereira, 2008: É NOVAMENTE HORA!, p. 77

Eurico Ribeiro, PORTUGAL, QUE MISSÃO?, p. 78

Flávio Gonçalves, A LUSOFONIA, O PAN-LATINISMO E A EURÁSIA COMO ALTERNATIVAS AO ATLANTISMO, p. 87

Joaquim M. Patrício, REALIDADES, DESAFIOS E FUTURO DA LUSOFONIA, p. 88

Paulo Feitais, DAS FLORES AOS FRUTOS: O FUTURO DO MUNDO LUSÓFONO, p. 91

Renato Epifânio, A LÍNGUA-FILOSOFIA PORTUGUESA COMO UMA VIA ABERTA, p. 93

Rita Dixo, DA LÍNGUA PORTUGUESA COMO IMAGEM DA NOSSA ALMA, p. 95

Carlos Magno, LUSOFOBIA, p. 96

Manuel Ferreira Patrício, O PADRE ANTÓNIO VIEIRA, A LUSOFONIA E O FUTURO DO MUNDO, p. 96

AINDA SOBRE A IDEIA DE PÁTRIA

Carlos H. do C. Silva, DO INTERMÉDIO DA PÁTRIA OU DO PERICLITANTE TEMPO NACIONAL, p. 100

DA ARCA

João Teixeira da Motta, O TERRITÓRIO E O MAPA (em anexo, cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros), p. 120

POEMÁGUIO

Sérgio Franclim, PADRE DA LOUCURA, p. 128

José Eduardo Franco, VIEIRA, O OUSADO, p. 128

Samuel Dimas, INSTANTES DE PARAÍSO, p. 129

Maurícia Teles da Silva, DA MEMÓRIA EM FEVEREIRO: HOMENAGEM E GRATIDÃO, p. 129

Alexandre Vargas, A MORTE DE PORTUGAL / VITÓRIA, ABRIL/ O ÚLTIMO PORTUGUÊS / FUTEBULIMIA, p. 130

António José Borges, A CAMÕES, p. 132

Dirk Hennrich, UM NOVO ÍCARO, p. 132

Renato Epifânio, ALJUBARROTA, 133

Carlos Lopes Pires, COMO PODE A LUZ, p. 133

Francisco Soares, NOITE ACESA, p. 134

Casimiro Ceivães, QUE TEM GOA, QUE MAGOA, p. 134

Celeste Natário, UMA ALMA AZUL, p. 135

Fernando Botto Semedo, NUMA VEEMENTE SEARA PLENA, 135

Jesus Carlos, A CRIPTA I, II e III, p. 136

Fabrício Fortes, LEMBRANÇA DE ANTES DO TEMPO, p. 137

José Smith Vargas, BAILE NO CEMITÉRIO, p. 137

Luís Carlos dos Santos, A ILHA, p. 138

Ana Margarida Esteves, FADO EMBARCADIÇO, p. 138

Maria Almira Medina, CANTIGA PARA CANTAR NA PRAIA AO ENTARDECER, 139

Saudades do Futuro, DAS SAUDADES QUE HAVIA, p. 139

Amon Pinho Davi, DE SAGRES AO SUBLIME, EXPERIÊNCIA, INSPIRAÇÃO OU IMAGENS DO FEMININO, p. 140

Joana F. D., UMA SERPENTE NO TEJO, p. 142

Manuel da Silva Ramos, PROVÍNCIA MUITO PARADA OU MORTA, p. 142

Fernando Grade, MARÃO CEDO, p. 143

Adriana Costa, O RIO CORRE, p. 143

Paulo Borges, CANTO-TE, p. 144

Duarte Drumond Braga, DOIS POEMAS DO LIVRO OITO VOTOS, p. 144

António Quadros Ferro, SEM EPÍGRAFE/ SUBIR/ A PALAVRA, p. 145

OUTROS VOOS/ OUTRAS VOZES

António Telmo, COINCIDÊNCIAS, p. 146

Gilda Nunes Barata, ACÇÕES OU VENDAVAIS COM ESPUMA?, p. 147

Donis de Frol Guilhade, DA PHILOSOPHIA SITIADA, p. 148

Sam Cyrous, SOBRE O DIÁLOGO INTERCULTURAL, p. 150

Kit-Fai Naess, CARTA A ARNE NAESS, p. 152

José Maurício de Carvalho, CONSCIÊNCIA MORAL E DESAFIO ECOLÓGICO, p. 156

Jorge Neves, SAUDADES DO FUTURO, p. 160

RUBRICAS

COISAS E LOISAS, de J. Pinharanda Gomes, p. 162

DO ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra, p. 163

AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes, p. 165

PÁGINAS TEMÁTICAS

LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães, p. 166

ARTES PLÁSTICAS, de Cristina Pratas Cruzeiro e Rodrigo Vilhena, p. 168

TEATRO, de Jorge Telles de Menezes, p. 172

MÚSICA, de Pedro Miguel (com nota introdutória), p. 174

PROJECTOS, de Firmino Pascoal, p. 176

BIBLIÁGUIO

ANTÓNIO VIEIRA, HISTÓRIA DO FUTURO, por Renato Epifânio, p. 178

ANTÓNIO BRAZ TEIXEIRA, O ESSENCIAL SOBRE A FILOSOFIA PORTUGUESA (SECS. XIX E XX), por Joaquim Domingues, p. 179

ARIANO SUASSUNA, ROMANCE D'A PEDRA DO REINO, por Romana Valente Pinho, p. 180

JOÃO RÊGO, CONTOS DA COLUNA DO MEIO, por Joaquim Domingues, p. 181

JOSÉ MAURÍCIO DE CARVALHO, O HOMEM E A FILOSOFIA. PEQUENAS MEDITAÇÕES SOBRE EXISTÊNCIA E CULTURA, por António Paim, p. 183

HELENA BELMONTE, 7 MULHERES PARA D. SEBASTIÃO, João David Pinto Correia, p. 184 (a incluir)

ADOLFO CASAIS MONTEIRO: UM CENTENÁRIO, DESDE A ÁGUIA ATÉ À NOVA ÁGUIA, por Carlos Leone, p. 185

GOLPE D'ASA

Jean-Yves Leloup, TODOS OS CAMINHOS LEVAM À PRAIA: UM NOVO INÍCIO PARA A METAFÍSICA, p. 188

SOBRE A NOVA ÁGUIA

Miguel Real, TEXTO DE APRESENTAÇÃO DA NOVA ÁGUIA, p. 190

Pedro Teixeira da Mota, DO RENASCIMENTO DA NOVA ÁGUIA, p. 192

Renato Epifânio, OS PRIMEIROS NOVE MESES DA NOVA ÁGUIA, p. 194

COLECÇÃO NA, p. 201

ANTÓNIO VIEIRA

& O FUTURO DA LUSOFONIA

ENSAIO, POESIA E OUTROS TEMAS

Começando com um texto de Adriano Moreira

Inclui O TERRITÓRIO E O MAPA, de João Teixeira da Motta

Com cartas de Agostinho da Silva, Cruzeiro Seixas, Dalila Pereira da Costa e António Quadros

Acabando com um inédito de Jean-Yves Leloup



quarta-feira, junho 11, 2008

Conferência sobre a Humanidade


Bill Clinton, ex-presidente norte americano virá brevemente a Portugal para falar da Humanidade à porta fechada.
A Conferência irá realizar.-se no próximo dia 25 de Junho de 2008, entre as 11 e as 13 horas e terá lugar no Museu da Electricidade, em Lisboa.
O Evento será organizado pela Cunha Vaz & Associados.
A Conferência está vedada a jornalistas e não poderá ser transmitida ou reproduzida.
(excerto da notícia publicada no DN, de 8 de Junho de 2008, pg. 25)

Nova Águia em Aveiro e Coimbra!

11 de Junho - 15h00: Universidade de Aveiro
- 19h00: Casa Municipal da Cultura (Coimbra)


FAÇA PARTE DESTE PROJECTO. ASSINE A NOVA ÁGUIA: http://www.zefiro.pt/novaaguia

NOVA ÁGUIA: REVISTA DE CULTURA PARA O SÉCULO XXI
http://www.novaaguia.blogspot.com
SEDE NORTE: Associação Marânus; SEDE SUL: Associação Agostinho da Silva; SEDE DE REDACÇÃO: ASSOCIAÇÃO AGOSTINHO DA SILVA (Rua do Jasmim, 11, 2º – 1200-228 Lisboa; E-Mail: AgostinhodaSilva@mail.pt; Tel.: 21 3422783 / 96 7044286; http: www.agostinhodasilva.pt; NIF: 503488488; NIB: 0033 0000 2238 0019 8497 2)

A NOVA ÁGUIA está vinculada a três entidades : Associação Marânus/ Teixeira de Pascoes, Associação Agostinho da Silva e MIL : Movimento Internacional Lusófono. Inspirando-se na visão de Portugal e do Mundo de Teixeira de Pascoaes, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva, a NOVA ÁGUIA assume-se como um órgão plural.

sexta-feira, maio 23, 2008

Primeiro Lançamento da Nova Águia


Fundação Escultor José Rodrigues (Porto): 19 de Maio (foto em anexo)

Outras fotos/ outros lançamentos: www.novaaguia.blogspot.com

Ainda não se tornou assinante da NOVA ÁGUIA? Para o fazer: http://www.zefiro.pt/novaaguia
Para mais informações: 967044286

domingo, maio 18, 2008

Nova Águia, Acontecimento Cultural do Ano

«Como é sabido, a revista A Águia foi uma das mais importantes do início do século XX em Portugal, em que colaboraram algumas das mais relevantes figuras da nossa Cultura, como Teixeira de Pascoaes, Jaime Cortesão, Raul Proença, Leonardo Coimbra, António Carneiro, António Sérgio, Fernando Pessoa e Agostinho da Silva. A ideia de relançar a revista, agora sob o nome de NOVA ÁGUIA, pretende ser uma homenagem a essa tão importante revista da nossa História, procurando recriar o seu "espírito", adaptado aos nossos tempos. Não se trata, nessa medida, de fazer uma revista voltada para o passado, meramente revivalista. Trata-se, antes, de fazer uma revista para os tempos de hoje, para o século XXI.

Tal como n' A Águia, procuraremos o contributo das mais relevantes figuras da nossa Cultura, que serão chamadas a reflectir sobre determinados temas. O tema do primeiro número é a ideia de Pátria. Orgulhamo-nos de ter conseguido o contributo de gente tão ilustre como Agustina Bessa Luís, António Cândido Franco, António Telmo, Ariano Suassuna, Dalila Pereira da Costa, Joaquim Domingues, Mário Cláudio, Miguel Real e Pinharanda Gomes, a par de muitos outros.


NOVA ÁGUIA : ÍNDICE DO PRIMEIRO NÚMERO

- EDITORIAL/ MANIFESTO NOVA ÁGUIA/ ÓRGÃOS

- Manuel Ferreira Patrício, APROXIMAÇÃO À IDEIA DE PÁTRIA

- Pedro Teixeira da Motta, DO RENASCIMENTO DA NOVA ÁGUIA


SOBRE A IDEIA DE PÁTRIA: TEXTOS

Mário Cláudio, DA PÁTRIA

J. Pinharanda Gomes, ANAMNESE DA IDEIA DE PÁTRIA

Pedro Brum, PÁTRIA E LIBERDADE

Paulo Feitais, PENSAR A PÁTRIA HOJE: QUE SENTIDO?

Paulo Borges, DA IDEIA DE PÁTRIA AO SENTIDO DE PORTUGAL E DA COMUNIDADE LUSÓFONA

Maria João Frade, SERMOS TUDO OU TODO?

Manuel Matos, A IDEIA DE PÁTRIA ENQUANTO REPRESENTAÇÃO IDENTITÁRIA

José Leitão, UM ARGUMENTO PELA IDEIA DE PÁTRIA

Joaquim Domingues, DIÁLOGO ACERCA DA PÁTRIA

Isabel Santiago, A LÍNGUA COMO PÁTRIA

Fátima Valverde, SONHO, SAGRADO E SILÊNCIO: TRILOGIA PARA UMA NOVA PÁTRIA

António José de Brito: A PÁTRIA: AINDA É POSSÍVEL…

Ana Margarida Esteves, FADO DOS FILHOS DA «DEMOCRACIA DE SUCESSO»?

Sérgio Sousa-Rodrigues, REPATRIAR A PÁTRIA

Samuel Dimas, PÁTRIA E MÁTRIA

Rui Martins, PÁTRIA: ONTEM, HOJE…E AMANHÃ

Rita Cardoso, POX VOP

Renato Epifânio, NOVE NOTAS & UM NOVO PARADIGMA PARA PORTUGAL

Paulo Ferreira da Cunha, REFLEXÕES SOBRE A DECADÊNCIA

Manuel Abranches de Soveral, A PERSPECTIVA DA ANDORINHA

Luís G. Soto, UM PATRIOTISMO PLURAL, LIMITADO MAS COMPROMETIDO

Luís Santos, A LUSITANIDADE NÃO IMPEDE A LUSOFONIA

Lourdes Cidraes, QUE LUGAR PARA OS NOSSOS HERÓIS?

José Eduardo Franco, O MITO DA EUROPA EM PORTUGAL

João Beato, LUSO, LUSÍADA, PORTUGUÊS

Dalila Pereira da Costa, UNIÃO E FUGA À PÁTRIA


SOBRE A IDEIA DE PÁTRIA: POEMAS

De A. Cândido Franco, Alexandre Vargas, Celeste Natário, Dirk Hennrich, Donis de Frol Guilhade, Emmanuel Gatete, Fernando Grade, , Isabel Mendes Ferreira, Francisco Soares, José Florido, Luís Filipe Cristóvão e Manuel da Silva Ramos, Renato Epifânio, Paulo Borges e Augusto Emilio Zaluar (com nota de Rainer Daehnhardt)


OUTROS TEXTOS

Ariano Suassuna, SOBRE AGOSTINHO DA SILVA

Romana Valente Pinho, ANTÓNIO QUADROS: PÁTRIA REAL E PÁTRIA IMAGINÁRIA

Miguel Real, FRANCISCO DA CUNHA LEÃO: PORTUGAL COMO HARMONIZADOR DE OPOSTOS

Renato Epifânio, MIGUEL REAL: UMA OBRA EM TRÊS LIVROS

Paulo Borges, PORTUGAL: MEDO DE EXISTIR OU TRANS-EXISTÊNCIA?


OUTROS VOOS/ OUTRAS VOZES

F. M. Palma-Dias, VIAGEM A TRACEJADO…

Dirk Hennrich, PAISAGEM E PÁTRIA

Doug Tarnopol, ESTE PAÍS [E.U.A] É UMA PÁTRIA?

Sinem Adar, ENCONTRARMO-NOS NO "OUTRO": MEMÓRIA E HISTÓRIA.

Francine Charron, A LUSOFONIA: OBJECTIVOS NOBRES E DESAFIOS DE GRANDE ENVERGADURA


OUTROS POEMAS

De Fernando Echevarría, Renato Epifânio, Paulo Borges, Paulo Brito e Abreu, João Carlos Raposo Nunes, Duarte Drumond Braga, Maurícia Teles da Silva, Esteva de Alba, , Amon Pinho Davi e Vicente Franz Cecim


DA ARCA

António Telmo, À TARDE E A BOAS HORAS


RUBRICAS

COISAS E LOISAS, de Pinharanda Gomes

O ESPÍRITO DOS LUGARES, de Manuel J. Gandra

AS IDEIAS PORTUGUESAS DE GEORGE TILL, de Jorge Telles de Menezes


VOOS TEMÁTICOS

LITERATURA ORAL E TRADICIONAL, de Ana Paula Guimarães

ARTES PLÁSTICAS, de Cristina Pratas Cruzeiro

MÚSICA, de Nuno Côrte-Real

CIÊNCIA, de Rui Martins


GOLPE D'ASA

Agustina Bessa-Luís, O FANTASMA QUE ANDA NO MEU JARDIM


PRÉ-PUBLICAÇÃO

António Telmo, A VERDADE DO AMOR

Paulo Borges, A CADA INSTANTE ESTAMOS A TEMPO DE NUNCA HAVER NASCIDO

Primeiro Lançamento: 19 de Maio, 21h30 (Fundação José Rodrigues, Porto)

LANÇAMENTOS DA NOVA ÁGUIA


24 de Maio - 15h00: Galeria Artur Bual (Amadora)
28 de Maio - 21h30: Atrium Chaby (Mem Martins)
31 de Maio - 17h00: Palácio Pombal (Lisboa)
- 20h00: Biblioteca Municipal de Sintra
3 de Junho - 15h00: Universidade de Évora
6 de Junho - 21h30: Galeria Matos-Ferreira (Lisboa)
7 de Junho - 16h00: Livraria Livro do Dia (Torres Vedras)
- 21h30: Casa Bocage (Setúbal)
10 de Junho - 18h00: Feira do Livro de Lisboa
11 de Junho - 15h00: Universidade de Aveiro
- 17h00: Casa Municipal da Cultura (Coimbra)
14 de Junho - 18h30: Livraria Arquivo (Leiria)
15 de Junho - 17h00: Vila da Batalha/ Batalha Medieval
18 de Junho - 18h00: Universidade do Algarve (Faro)
20 de Junho - 18h00: Amarante
22 de Junho - 16h00: Quinta dos Lobos (Sintra)
4 de Julho - 21h30: Biblioteca Municipal de Alhos Vedros
25 de Setembro -18h00: Hemeroteca Municipal de Lisboa
P.S.: Em Outubro, estão já igualmente pré-agendados lançamentos em outros locais (em Braga, por exemplo, bem como na Galiza).


Ver lista completa de lançamentos em: www.novaaguia.blogspot.com

Para mais informações: 967044286»

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