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domingo, setembro 08, 2013

Tamu Massif, o maior vulcão do planeta foi descoberto no Pacífico

O maior vulcão do mundo encontra-se escondido ‘debaixo’ da parte noroeste do Oceano Pacífico. De acordo com os cientistas da Universidade de Houston, Texas, EUA, o Tamu Massif, recentemente descoberto, tem uma área de 310 mil quilómetros quadrados, o seu diâmetro atinge cerca de 550 quilómetros, medindo ainda cerca de 4000 metros de altura, entrando na galeria dos gigantes do sistema solar.
“O Tamu Massif é o maior vulcão já descoberto na Terra”, revela William Sager, o professor da Universidade de Houston (EUA) que anunciou a descoberta do novo gigante. Com uma área de cerca de 310 mil quilómetros quadrados, o Tamu Massif está escondido ‘debaixo’ do oceano Pacífico, ficando a cerca de 1600 quilómetros da costa leste do Japão.
O vulcão integra a cadeia montanhosa submarina Shatsky Rise, formada há ‘apenas’ 145 milhões de anos, durante uma erupção de uma série de vulcões. O Tamu Massif estará inactivo deste então, acreditam os cientistas que realizaram a descoberta.
A equipa universitária vai continuar a investigar o fundo do oceano para confirmar se o novo vulcão é mesmo o maior do mundo ou se há outros maiores do que ele. Quanto ao Tamu Massif, a análise da massa de basalto confirmou ter uma única fonte e não vários pontos de erupção.

O gigantismo do novo vulcão pode ser estabelecido por comparação com o Mauna Loa, no Havai: este que é o maior vulcão activo do planeta tem uma área de 5000 quilómetros quadrados, o que não chega a dois por cento da área do Tamu Massif, que é mesmo um dos maiores de todo o sistema solar.

quinta-feira, junho 20, 2013

Falha tectónica em formação ao largo da costa portuguesa



“Após os grandes terramotos de 1755 e 1969 em Portugal, já se suspeitava que algo estivesse a acontecer no fundo do Atlântico, próximo da Península Ibérica. Agora, cientistas portugueses, australianos e franceses afirmam ter descoberto os primeiros indícios desse fenómeno.
A descoberta de uma zona de subducção nas suas primeiríssimas fases de formação, ao largo da costa de Portugal, acaba de ser anunciada por um grupo internacional de cientistas liderados por João Duarte, geólogo português a trabalhar na Universidade de Monash, na Austrália.
A confirmar-se que o fenómeno, em que uma placa tectónica da Terra mergulha debaixo de outra, está mesmo a começar a acontecer, como concluem estes cientistas num artigo publicado online pela revista Geology, isso significa que, daqui a uns 200 milhões de anos, o oceano Atlântico poderá vir a desaparecer e as massas continentais da Europa e América a juntar-se num novo supercontinente.
João Duarte e a sua equipa de Monash, juntamente com Filipe Rosas, Pedro Terrinha e António Ribeiro, da Universidade de Lisboa e do Instituto Português do Mar e da Atmosfera – e ainda Marc-André Gutcher, da Universidade de Brest (França) – detectaram os primeiros indícios de que a Margem Sudoeste Ibérica – uma margem “passiva” do Atlântico, isto é, onde aparentemente nada acontecia – está na realidade a tornar-se activa, explica em comunicado aquela universidade australiana. A formação da fractura foi detectada através do mapeamento pelos cientistas, ao longo de oito anos, do fundo do oceano nessa zona.
“Detectámos os primórdios da formação de uma margem activa – que é como uma zona de subducção embrionária”, diz João Duarte, citado no mesmo comunicado.
E o investigador salienta que a actividade sísmica significativa patente naquela zona, incluindo o terramoto de 1755 que devastou Lisboa, já fazia pensar que estivesse a produzir-se aí uma convergência tectónica.
A existência desta zona de subducção incipiente ao largo de Portugal poderá indiciar que a geografia dos actuais continentes irá evoluir, ao longo dos próximos 220 milhões de anos, com a Península Ibérica a ser empurrada em direcção aos Estados Unidos. Este tipo de fenómeno já terá acontecido três vezes ao longo de mais de quatro mil milhões de anos de história do nosso planeta, com o movimento das placas tectónicas a partir antigos supercontinentes (como o célebre Pangeia, que reunia todos os continentes actuais) e a abrir oceanos entre as várias massas continentais resultantes.
O processo de formação da nova zona de subducção deverá demorar cerca de 20 milhões de anos, fornecendo aos cientistas uma “oportunidade única” de observar o fenómeno de activação tectónica.”
Fontes: Público e Geology

quinta-feira, março 04, 2010

Sismo do Chile coloca Terra fora do eixo

«O sismo de 27 de Fevereiro no Chile que matou mais de 700 pessoas terá feito os dias na Terra mais curtos – embora imperceptivelmente, apenas 1,26 milionésimos de segundo mais curtos. Mas o eixo de rotação do planeta ter-se-á deslocado cerca de oito centímetros, em resultado do abalo de magnitude 8,8 na escala de Richter.

Estes cálculos são produto de um modelo informático usado pelo geofísico do Laboratório de Propulsão a Jacto da NASA Richard Gross. E não são algo inédito, que apenas tenha acontecido com este tremor de terra: estes efeitos acontecem quando se verificam grandes deslocações de massa no planeta.

Por exemplo, no terramoto de 9,1 na escala de Richter de Sumatra e no tsunami do Sudoeste Asiático que se lhe seguiu, a 26 de Dezembro de 2004, o dia terá diminuído 6,8 milionésimos de segundo e o eixo da Terra (a linha imaginária em torno do qual a Terra roda sobre si própria) ter-se-á deslocado sete centímetros.

Fala-se sempre no condicional porque é difícil verificar experimentalmente estas previsões feitas através de cálculos computadorizados. As mudanças são demasiado pequenas para serem detectadas em termos físicos, sublinhou Richard Gross ao site Bloomberg News.


Mas se são pequenas, as alterações são também permanentes, comentou ao Bloomberg Benjamin Fong Chao, reitor da Faculdade de Ciências da terra da Universidade Nacional central de Taiwan. “Esta pequena contribuição fica enterrada em mudanças mais vastas devido a outras causas, como o movimento de massas atmosféricas à volta da Terra”, explicou.


E por que é que o sismo do Chile, tendo uma magnitude mais reduzida que o de Sumatra, deslocou o eixo em oito centímetros, enquanto o de Sumatra se ficou por sete? “Primeiro, o de Sumatra localizou-se perto do Equador, e o do Chile numa latitude média, o que o torna mais eficiente a desviar o eixo da Terra”, diz o comunicado da NASA que dá a conhecer os resultados de Gross. “Em segundo lugar, a falha [geológica] responsável pelo sismo de 2010 mergulha na Terra num ângulo mais agudo do que o de 2004. Isto faz com que a falha do Chile seja mais eficaz a mover a massa da Terra verticalmente e, assim, a desviar o eixo da Terra.”»

Fonte: Público

Bati com o queixo no chão…

Depois fui à procura do original, aqui

segunda-feira, dezembro 21, 2009

Descoberta cratera submarina no fundo do Oceano Atlântico


Cientistas portugueses descobriram perto dos Açores uma depressão no fundo do Oceano Atlântico que acreditam ter origem num impacto de um meteorito, há 17 milhões de anos.


A cratera descoberta é relativamente circular, apresenta uma cavidade com seis quilómetros de largura e uma ampla cúpula central, tendo sido baptizada como «ovo estrelado» devido à sua forma distintiva.

Esta formação geológica foi encontrada a dois quilómetros de profundidade e a cerca de 150 quilómetros dos Açores.

Há bem pouco tempo li uma enormidade do site da NASA, a propósito do filme 2012, lá era referido que o último impacto provocado por um grande meteorito, na Terra tinha ocorrido há 65 milhões de anos. Ora esta descoberta vem provar absolutamente o contrário, os meteoritos costumam visitar a Terra periodicamente.


Porque motivo anda a NASA tão preocupado com um mero filme de ficção?

Ou com o site da Sony de promoção ao filme?

Não andará por aqui gato escondido com o rabo de fora?


Porque motivo, a NASA não monitoriza convenientemente o espaço circum terrestre à procura de objectos de grandes dimensões? Não há dinheiro? Ora que desculpa mais esfarrapada e há dinheiro para mandar sondas para Marte, Júpiter e Saturno? Ou possuirá a NASA uma contabilidade paralela?


Ultimamente tem-se assistido a um verdadeiro «corre corre» nos mares dos Açores.

Sucedem-se as expedições oceanográficas internacionais, por aquelas águas costumam andar navios oceanográficos russos, franceses e portugueses, que com pequenos submarinos, procuram desvendar, o que se esconde as grandes profundidades. Só muito raramente se sabem os resultados de tais pesquisas.


O que procurarão?

Consolidar documentação acerca da movimentação das placas geológicas da Terra?

A descoberta de novos vulcões submarinos?

A extensão da Plataforma Continental?

Novas espécies marinhas?

Ou nada disso…

Ou simplesmente buscarão a Atlântida?

quinta-feira, novembro 26, 2009

Charles Hapgood e a Teoria do Deslocamento da Crusta Terrestre



Após ter visto com agrado, o filme 2012 de Roland Emmerich, que a partir duma teoria do deslocamento da crusta terrestre (da autoria de Hapgood) montou um gigantesco espectáculo pirotécnico.

A teoria do deslocamento da crusta terrestre pressupõe que toda a crosta da Terra pode mudar como se fosse um pedaço de pele, similar a uma laranja.

O estudo das carcaças de mamutes e de rinocerontes encontrados nas regiões do norte da Sibéria e do Canadá revelam que os alimentos encontrados nos seus estomagos são provenientes de climas quentes, onde pastavam pouco antes de suas mortes.

Contudo estes animais foram encontrados em terras geladas, onde se encontravam congelados.

Milhares de animais foram encontrados congelados num breve momento de tempo geológico.

Sugeriu-se que há cerca de 12.000 anos atrás, houve um deslocamento da crosta terrestre. Alias já em 10.000 A.C. Roland Emmerich tinha feito uma breve incursão neste tema. O que terá sido a Terra há 12.000 anos atrás?

Sabe-se muito pouco sobre este tema. Curioso…

O invólucro exterior de toda a terra moveu-se cerca de 2.000 quilómetros.

Quando, a crosta da Terra mudou toda a Antártida foi consubstanciada pela zona polar. Ao mesmo tempo, parte do continente norte-americano ficou coberto pelo Círculo Polar Ártico.


Isto é baseado na teoria da Deriva Continental - os continentes da terra foram se afastando lentamente ao longo de milhões de anos. Isso é possível porque a crosta da Terra flutua sobre uma camada semi-líquida.


A teoria do deslocamento dos pólos é uma hipótese baseada em evidências geológicas de que o pólo físico norte e do pólo sul da Terra nem sempre estiveram presentes no mesmo local, o eixo de rotação havia mudado.

Um dos primeiros defensores de uma teoria popular que consubstancia a mudança dos pólos foi Charles Hapgood.


Charles H. Hapgood, (1904-1982) foi um académico norte-americano, e um dos defensores conhecidos da teoria do deslocamento polar. Hapgood recebeu um diploma de mestre pela Universidade de Harvard em 1932 em história medieval e moderna. Durante a II Guerra Mundial, Hapgood trabalhou para o COI, que se tornou mais tarde no Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) e posteriormente na Agência Central de Inteligência (CIA), em seguida, para a Cruz Vermelha, e, finalmente, serviu como oficial de ligação entre a Casa Branca e o Gabinete do Secretário da Guerra.


Após, a II Guerra Mundial, Hapgood ensinava história no Springfield College, em New Hampshire.

Um de seus alunos questionou-o sobre o continente perdido de Mu.

Isso levou-o a um projecto de classe para investigar a Atlântida e as formas possíveis de mudanças na Terra, que poderiam ocorrer.


Em 1958, Hapgood publicou o seu primeiro livro, deslocando a crosta terrestre, em colaboração com James H. Campbell, um matemático e engenheiro, com um prefácio escrito por Albert Einstein, pouco antes da sua morte.

Nas regiões polares, há uma deposição contínua de gelo, o que não é simetricamente distribuída sobre os pólos. Os actos de rotação da Terra sobre essas massas assimetricamente depositado [de gelo], e produz movimento centrífugo, que é transmitida para a crosta rígida da Terra. Segundo este estudo a dinâmica constante aumento centrífuga produzida desta forma, quando se chegou a um ponto certo, produzem um movimento da crosta terrestre sobre o resto do corpo da Terra, e isso vai deslocar as regiões polares para o equador.


Hapgood dedicou ainda dois livros sucessivos, à teoria do Deslocamento da Custa Terrestre: «Maps of the Ancient Sea Kings» (1966) e O Caminho do Pólo (1970), Hapgood propôs a teoria radical que o eixo da Terra mudou diversas vezes durante a história geológica.

A crosta da Terra tinha sofrido deslocamentos repetidos e que os conceitos geológicos da deriva continental, podem ter que ser revistos.

Segundo Charles Hapgood, o deslocamento da crosta terrestre foi possibilitado por uma camada de rocha líquida situada cerca de 100 quilómetros abaixo da superfície do planeta.


A mudança de pólos, provocou o deslocamento da crosta terrestre em todo o interior do manto, resultando em rochas da crosta terrestre está sendo exposta a campos magnéticos de uma direcção diferente. Hapgood criou esta teoria, documentando três deslocamentos da crosta terrestre nos últimos 100.000 anos. Ele acreditava que essa mudança cataclísmica é causada por gelo, provocando o desequilíbrio nas calotes polares. Gelo que se acumula nos pólos chegando a formar mais de dois quilómetros de espessura. Contudo esse gelo está-se a derreter devido ao aquecimento global e segundo alguns cientistas passamos o ponto de não retorno.


Hapgood reviu partes fundamentais de seu pensamento, porque seus cálculos o convenceram de que a massa de gelo na Antárctida não poderia desestabilizar a rotação da Terra. No Caminho do Pólo, ele escreveu:

Polar errante é baseado na ideia de que a camada externa da Terra sobre mudanças ao longo do tempo, movendo-se em direcção a alguns continentes e de outros continentes longe dos pólos. A Deriva continental é baseada na ideia de que os continentes se movem individualmente.

Hapgood passa a citar duas áreas onde se encontra grande parte de seu depoimento, em dados provenientes de estudos de geo-magnetismo e datação por carbono 14. Embora ele argumentou que tais rupturas globais aconteceram no passado várias vezes. Hapgood rejeitou a ideia de que essas perturbações, poderia acontecer rapidamente.

Baseada principalmente em que os dados técnicos, ele argumentou que cada mudança demorou cerca de cinco mil anos, seguido por 20 a 30 mil anos de períodos sem movimentos polares. A presença de uma camada verdadeiramente líquida entre o núcleo e a crosta permitiria tal derrapagem, moderada pelas forças de inércia.

Hapgood especulou que a massa de gelo em um ou ambos os pólos mais que desestabiliza-se acumula saldo de rotação na Terra, causando a derrapagem de todos ou grande parte da crosta terrestre, em torno do núcleo da Terra, que mantém a sua orientação axial.

Isso acontece tanto lentamente (versão conservadora) ou rapidamente (versão radical). Os resultados da mudança que ocorre a cada 12.000 a 20.000 anos ou mais resulta em mudanças climáticas dramáticas para a maior parte da superfície da Terra, como as áreas que foram formalmente equatorial e temperadas e áreas que foram temperadas, tornam-se mais equatoriais ou mais árcticas.

Baseando-se na teoria de Hapgood a canadiana, Rand Flem-Ath, publicou os resultados de um trabalho de investigação em 1995 no livro When the Sky Fell.
Rand Flem-Ath e Graham Hancock escrevem que uma civilização desconhecida avançada existia na Antárctida e foi destruída por uma mudança catastrófica na crosta terrestre.

Que dizer da civilização da Atlântida baseada numa interpretação muito liberal, solta, e especulativa do mito da Atlântida, como foi dito por Platão ou do Dilúvio da Bíblia? Ou ainda das tábuas sumérias encontradas em vários países da Mesopotâmia?

Há quem diga que os restos desta avançada civilização tecnológica estão enterrados sob os gelos da Antárctida. Provavelmente a História que nos contaram nos bancos de escola, nada tem a ver com a História verdadeira, descrita por Robert Charroux, no seu livro a «História Desconhecida dos Homens desde há 100.000 anos», editado pela Bertrand e perdido no Índex dos livros esquecidos.









Outras teorias pressupõem que:

• Um asteróide de alta velocidade ou cometa que atinja a Terra em tal ângulo força a que a litosfera se move independente do manto;

• Será que as alterações magnéticas celestes ou terrenas provocam o deslocamento da crusta terrestre? Em breve o saberemos…

E que dizer de um objecto incomum celeste passar perto o suficiente para a Terra temporariamente parar e reorientar o campo magnético, "arrastando" a litosfera sobre um novo eixo de rotação? Eventualmente, o campo magnético do sol determina o da Terra, após a intrusão de objecto celeste retorna para um local que não pode influenciar a Terra.

Essas teorias não são actualmente aceites pela comunidade científica, mas o debate está em curso.

O Professor Charles Hapgood criou esta teoria documentando três deslocamentos da crusta terrestre nos últimos 100.000 anos.

Alguns pesquisadores acreditam que eles acontecem a cada 41.000 anos e que o último aconteceu há 11.500 anos atrás.



Este post nasceu após o visionamento do filme 2012, filme esse, que ajusta contas com os maçons deste mundo, exemplos: a queda do obelisco de Washington e a queda do porta aviões, símbolo da super potência americana sobre uma Casa Branca impotente face às forças da mãe natureza.

Que dizer dos ricos e poderosos deste mundo embarcando nas arcas, deixando para trás biliões de pessoas ao encontro da morte e do desconhecido. O que dizer do pormenor da Rainha Isabel II embarcando os seus dois cãezinhos?

O futuro é uma incógnita, nem sempre é radioso. O meu filho de doze anos saiu-se com esta após o filme: «Oh pai, o futuro pode não ser radioso, mas não quer dizer que seja um desastre…»

Contudo, o que levaria a toda poderosa Sony, a arriscar muito neste filme?


domingo, janeiro 04, 2009

Impacto cósmico há 12.900 anos provoca a extinção dos mamutes e outros grandes mamíferos

Segundo a prestigiada revista Science foram encontradas novas provas de impacto cósmico na América em pelo menos seis lugares diferentes.


Várias equipas de geólogos descobriram sedimentos com 12.900 anos que continham nanodiamantes, material que se forma em condições de alta temperatura e pressão. A descoberta aponta para um impacto cósmico.


A ideia de um impacto de grande dimensão ter ocorrido na América do Norte, há 12.900 anos tem por base inúmeros estudos desenvolvidos por diversas equipas de geólogos e outros cientistas, esta catástrofe de dimensões planetárias terá provocado a extinção dos mamutes e os restos arqueológicos da Era Clóvis.


Várias questões se levantam desde já:

Terão os historiadores gregos da antiguidade clássica razão em relação à Atlântida?

Porque sabemos tão pouco do que se passou há 8.000, 9.000, 10.000, 11.000, 12.000 e 13.000 anos?

Estará a verdadeira história descrita nos compêndios?

Serão estas catástrofes cíclicas?

Não fechará 2012, um ciclo de 13.000 anos?

Estará algo de muito grande, a caminho da Terra?

Perguntas às quais gostaria de responder...


PLANETARY IMPACTS: Did the Mammoth Slayer Leave a Diamond Calling Card?

http://www.sciencemag.org/cgi/content/short/323/5910/26


http://www.farnorthscience.com/2007/09/30/anthropology/mammoth-collision-did-asteriod-kill-ice-age-mammals/


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