domingo, maio 11, 2008

Coimbra Antiga (14)

Igreja de Santa Cruz
Sé Velha
Tricana
Um Trecho do Rio Mondego

Imagens com mais de um século de História, para recordar sempre...

Dinheiro Vivo



Dinheiro Vivo

Drama M/12 1h 44m

De Callie Khouri com Diane Keaton, Katie Holmes, Queen Latifah e Ted Danson.

Três empregadas da limpeza que trabalham nos edifícios da Reserva Federal Americana decidem um dia que o dinheiro que ganham ao fim do mês não é suficiente e resolvem arquitectar um golpe para enriquecer.


http://www.madmoneymovie.com/

Dias 10 e 11 de Maio de 2008, Sábado, às 16H30 e 22H00 e Domingo, às 16H30 e às 21H30

Um filme, uma proposta...

Em exibição no Cinema de Miranda do Corvo e por certo noutros lugares...

terça-feira, maio 06, 2008

EndGame, Blueprint For Global Enslavement 1, de Alex Jones

http://www.prisonplanet.com

Nunca é Tarde Demais

Nunca é Tarde Demais

Comédia M/12 1h 37m

De Rob Reiner com Jack Nicholson, Morgan Freeman e Sean Hayes.

O executivo multimilionário Edward Cole e o mecânico de classe operária Carter Chambers vivem em mundos muito diferentes. Um dia, as suas vidas cruzam-se num quarto de hospital e aí descobrem dois pontos em comum: o desejo de realizarem todos os seus sonhos e se reconciliarem com quem são. Muitos anos atrás, o professor de filosofia de Carter sugeriu-lhe que fizesse uma lista de todas as coisas que gostaria de fazer antes de morrer. Agora, torna-se urgente começar a realizar todos os pontos dessa lista. Contra as ordens dos médicos, Edward e Carter embarcam numa viagem que os leva do Taj Mahal aos melhores restaurantes e a um sórdido salão de tatuagens. À medida que riscam pontos, descobrem que nunca é tarde para aproveitar a vida ao máximo.

Dias 8 e 9 de Maio de 2008, 5ª feira, às 21H30 e 6ª feira, às 18H00 e às 22H00

Um filme, uma proposta...

Em exibição no Cinema de Miranda do Corvo e por certo noutros lugares...

segunda-feira, maio 05, 2008

Angola, o novo sonho... I

É a debandada do país!

Já estão 200.000 portugueses em Angola.

Há empresas que fecham no nosso país, para abrir em Luanda, alguns dias depois.

A sociedade nacional faz-se representar em todos os sectores, em especial: na construção civil, no comércio e na indústria.

A banca e os serviços também já se fazem representar, quer através do BPI, quer através do MillenniumBCP, que também já tem abertas sucursais, em Moçambique!

As grandes superfícies também já chegaram…

E que tal o (des)governo português abrir uma sucursal em Luanda e no Maputo.

É que ainda pode dar jeito!

Obs: Ah, já me esquecia, a reportagem é da TVI…

sábado, maio 03, 2008

Maddie McCann, a inocência perdida

Um ano depois, nem sinal de vida da pequena Madeleine Beth McCann, que desapareceu na Praia da Luz (num aldeamento turístico de luxo), Lagos, Algarve, Portugal, na noite de 3 de Maio de 2007.

Nas primeiras duas semanas de investigação estiveram no terreno 86 inspectores da PJ, dos quais 70 foram deslocados de Faro e Lisboa. A estes, juntaram-se quatro especialistas e seis técnicos superiores e o dispositivo da GNR.


As buscas prosseguiram meses a fio.


Os cérebros da investigação criminal são chamados ao Algarve e, a partir da Praia da Luz, é montada a maior caça ao homem alguma vez vista em Portugal.


Foram seguidas mais de 500 pistas falsas…


O crime de rapto é admitido ao segundo dia, meses depois segue-se a tese da morte, mas, o corpo da pequena Maddie continua por encontrar.


Pistas inconclusivas, vários suspeitos (os pais, os amigos, o intérprete, um técnico de informática russo) e nada!


Maddie terá sido vista segundo uma turista norueguesa em Marrocos numa bomba de gasolina, horas depois do rapto...

Semanas depois, era vista em Creta, uma ilha grega do Mediterrâneo...

Há quem esteja farto desta notícia e há quem diga que foi dado demasiado tempo de antena ao caso e que isso aconteceu devido à menina ser de nacionalidade britânica e os pais serem de outra classe social.

Há quem diga ainda que ninguém se preocupa com as crianças que morrem no Darfur, no Sudão, na Palestina e no Iraque...


Há quem contraponha, que a polícia portuguesa não empenhou os mesmos meios, nem deu a mesma atenção, quando o Rui Pedro desapareceu há cerca de dez anos.

Todos estes argumentos são válidos...

Mas, devemos todos parar para pensar um pouco. Caramba, a menina desaparecida tinha 4 anos!


Foi separada da sua família.

Esta e outras histórias de crianças que desapareceram e que não voltaram a aparecer merecem ser contadas até à exaustão, para que não caiam no esquecimento, porque os pedófilos ou as máfias organizadas que traficam pessoas para os seus mais sinistros fins (adopção, escravidão, prostituição, tráfico de órgãos, pedofilia e pornografia) merecem ser perseguidas e severamente punidas.

Claro que a imprensa fez um aproveitamento da história até mais não.


E o governo inglês meteu o dedo nesta história, forçando a demissão de profissionais dedicados(!?)


Impensável...
Como se pode movimentar livremente, por essa Europa fora, uma pessoa suspeita de raptos de menores?

Como pode funcionar impunemente uma rede que se dedica à pedofilia?
E a Polícia não lhe(s) deita a mão!?

Onde anda a Interpol?

E a Europol?

Estaremos realmente seguros?

Que interesses escondem os poderosos?

Deve haver um submundo, para além da nossa imaginação, onde tudo é permitido, circulação de armas, lavagem de dinheiro, tráfico de drogas, de seres humanos (para os mais variados fins), diamantes, armas nucleares(!)...

Onde o dinheiro é Lei.

E a Lei e o Estado nada podem fazer.

E o que pensar dos casos passados na Áustria, na Alemanha, na França, na Holanda, na Inglaterra, na Suíça, na Espanha e em Portugal, Madeira e Açores?


Enfim é bom nem pensar nisso...

Um caso para Fox Mulder e Dana Scully...

A verdade anda algures por aí...


Mas o que faríamos se fosse a filha, a neta ou a sobrinha de um de nós?

Estaríamos a esta hora a bater com a cabeça na parede...


Texto de Mário Nunes


Serenata Monumental da Queima das Fitas de Coimbra 2008




«Ontem foi dia de Serenata Monumental em Coimbra e, como manda a tradição, alguns dos finalistas procuraram garantir desde cedo os melhores lugares para assistir a um dos momentos mais marcantes da vida académica coimbrã.(...)
A espera foi longa e exigiu todo o tipo de distracções. Jogar às cartas, fazer o sudoku, assinar fitas dos amigos ou ouvir música foram algumas estratégias utilizadas. (...)
Excursões com turistas ingleses, espanhóis ou franceses cruzam o largo da Sé Velha. Ao espanto dos forasteiros responde o tradutor, que explica a tradição académica. Os turistas acham piada ao cenário e solicitam os estudantes para fotos de grupo. Os alunos a todos acodem, afinal é mais uma maneira de passar o tempo. (...)
A Serenata Monumental, que ontem teve lugar na escadaria da Sé Velha de Coimbra, marcou o início das festividades principais da Queima das Fitas. Actuaram três grupos de fado da Secção de Fado da Associação Académica de Coimbra (SF/AAC).(...)
«Os Lacrima e os Despertar foram presenças habituais. Mas o Grupo de Fados e Guitarradas da SF/AAC foi estreante na Serenata», explicou Gonçalo Ribeiro, Comissário do Cortejo e Garraiada e responsável pela Serenata Monumental da Queima das Fitas 2008.(...)
Depois da Serenata foi lançado fogo de artifício do Parque da Canção, «para chamar as pessoas para lá», justificou Gonçalo Ribeiro. Recorde-se que este ano a primeira Noite do Parque realizou-se ontem, imediatamente após a Serenata Monumental. »
In Diário de Coimbra

Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal


Com regresso anunciado a 22 de Maio de 2008...

Ele regressou 19 anos depois...

Quem?

Indiana Jones, a personagem criada por Steven Spielberg e George Lucas e vivida na tela por Harrison Ford, que já inspirou Séries de TV e jogos de computador.

Agora, depois dos Salteadores da Arca Perdida, de Indian Jones e o Templo Perdido e ainda de Indiana Jones e a Grande Cruzada, o arqueólogo mais destemido do mundo está de volta ao ecran para mais uma aventura...


Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal

Título original: Indiana Jones and the Kingdom of the Crystal Skull

Realizado por Steven Spielberg, com: Harrison Ford, Karen Allen e Cate Blanchett

Género: Acção, Aventura

EUA, 2008, Cores


http://www.indianajones.com.pt

Para Sempre, Talvez...

Para Sempre, Talvez…

Comédia Dramática, M/12,1h 52m

De Adam Brooks com Ryan Reynolds, Na Nguyen e Matthew Mason.

Will é um jovem pai que, durante o processo de divórcio, é surpreendido pela curiosidade da sua pequena filha Maya relativamente ao seu passado. Maya quer saber tudo, absolutamente tudo, sobre a forma como os pais se conheceram e apaixonaram. A história remonta a 1992, quando Will trocou o Wisconsin por Nova Iorque para trabalhar na campanha presidencial de Clinton. E vai recordando as três mulheres da sua vida: o seu amor de liceu, a sua melhor amiga e uma jornalista ambiciosa. Uma delas é a mãe de Maya, mas Will altera os nomes destas mulheres para que apenas no fim Maya descubra qual delas corresponde à sua mãe. À medida que Maya junta as peças vai percebendo que o amor não é assim tão fácil. Mas Maya ajuda também Will a perceber que nunca é tarde para tentar encontrar um final feliz.


Um filme, uma proposta...

Em exibição no cinema de Miranda do Corvo e por certo noutros lugares...


Dias 3 e 4 de Maio de 2008, Sábado, às 16H30 e às 22H00 e Domingo, às 16H30 e às 21H30


http://www.definitelymaybemovie.com/




quinta-feira, maio 01, 2008

Tabula Rasa

Tabula Rasa é um jogo para PC concebido por Richard Garriott e lançado em finais de 2007. Este jogo exige uma assinatura mensal.


Tabula Rasa é acerca dos últimos sobreviventes da humanidade numa luta desesperada contra os aliens denominados "The Bane".

A história tem lugar num futuro próximo, em dois planetas, Arieki e Foreas, num constante estado de conflito entre o AFS (Allied Sentients Livre) e O Bane.

O termo significa "tábua rasa" raspados, comprimido, limpo ou ardósia em latim, referindo-se a um novo arranque, ou mais uma partida.


http://www.rgtr.com/index.html

Dia Mundial do Trabalhador


Assinala-se hoje, dia 1 de Maio, o Dia Mundial do Trabalhador.

Para além das efemérides e dos discursos inflamados de circunstância, sejam eles de direita ou de esquerda, nunca como hoje, em Portugal, os trabalhadores viram os seus direitos serem espezinhados, quer pelo patronato, quer pelo Estado. Nestes dois últimos anos de governo socialista, regredimos até 1886. Nunca, nenhum governo tinha ido tão longe prejudicando a classe média e os mais pobres, proporcionando aos trabalhadores a precariedade laboral e a insegurança face ao futuro, quer na protecção social (segurança social e reformas), quer no bem-estar social (educação e saúde).

Metade do país está em vias de ser encerrado, ficando o interior condenado à desertificação.

Jamais, governante algum tinha ido tão longe.

É caso para dizer que alguém se presta muito bem ao papel de lacaio do Sr. Jean-Claude Trichet e de Bruxelas.

Texto: Mário Nunes






No dia 1 de Maio de 1886 realizou-se uma manifestação de trabalhadores nas ruas de Chicago nos Estados Unidos da América. Essa manifestação tinha como finalidade reivindicar a redução da jornada de trabalho para 8 horas diárias e teve a participação de centenas de milhares de pessoas. Nesse dia teve início uma greve geral nos EUA. No dia 3 de Maio houve um pequeno levantamento que acabou com uma escaramuça com a polícia e com a morte de alguns protestantes. No dia seguinte, 4 de Maio, uma nova manifestação foi organizada como protesto pelos acontecimentos dos dias anteriores, tendo terminado com o lançamento de uma bomba por desconhecidos para o meio dos policiais que começavam a dispersar os manifestantes, matando sete agentes. A polícia abriu então fogo sobre a multidão, matando doze pessoas e ferindo dezenas.

Três anos mais tarde, a 20 de Junho de 1889, a segunda Internacional Socialista reunida em Paris decidiu convocar anualmente uma manifestação com o objectivo de lutar pelas 8 horas de trabalho diário. A data escolhida foi o 1º de Maio, como homenagem às lutas sindicais de Chicago. Em 1 de Maio de 1891 uma manifestação no norte de França é dispersada pela polícia resultando na morte de dez manifestantes. Esse novo drama serve para reforçar o dia como um dia de luta dos trabalhadores e meses depois a Internacional Socialista de Bruxelas proclama esse dia como dia internacional de reivindicação de condições laborais.

A 23 de Abril de 1919 o senado francês ratifica o dia de 8 horas e proclama o dia 1 de Maio desse ano dia feriado. Em 1920 a Rússia adopta o 1º de Maio como feriado nacional, e este exemplo é seguido por muitos outros países.

In Wikipedia

domingo, abril 27, 2008

Imagens do Maputo (ex-Lourenço Marques)


« Maputo - Construída de forma estratégica sobre a baía de Maputo, a cidade caracteriza-se pelas suas longas avenidas dispostas geometricamente e embelezadas por acácias. Com a denominação de Lourenço Marques até 1975 (ano da independência), este local foi visitado por Portugueses desde o início do século XVI e a construção da Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição iniciou-se em 1781, o que viria a permitir que Lourenço Marques fosse elevada a cidade em 1877 e a capital de Moçambique em 1898.», in http://www.kanimambo.com

sexta-feira, abril 25, 2008

Abril em Portugal


É Primavera, de novo em Portugal, estação de mudanças.

É Abril, de novo em Portugal.

Foi tempo de mudança há 34 anos atrás.

Recordamos com saudade «E Depois do Adeus» e «Grândola Vila Morena», interpretadas por Paulo de Carvalho e por José Afonso, respectivamente e em jeito de “slow motion” colocamos no DVD “Capitães de Abril”, de Maria de Medeiros e a nossa memória colectiva é de novo assaltada pelas imagens da progressão dos tanques, numa longínqua noite de 24 para 25, em Abril, de 1974 (já lá vai mais de um quarto de século), da sua progressão, do evoluir da situação desde o Terreiro do Paço, até ao cerco do Quartel do Carmo.


A revolução dos cravos, a revolução das flores, uma das mais belas do século XX e onde o sangue praticamente não correu.

Recordamos de novo Salgueiro Maia, um Homem com H bem grande, o capitão de Abril, o Homem que fez a revolução e por todos foi injustamente esquecido.

O Homem que libertou Portugal do jugo da ditadura, do esquecimento, do marasmo e que ajudou o país a colocar termo a uma guerra injusta.

Eram tempos de chumbo e em África, Portugal travou 13 anos de guerra, numa das mais longas guerras do século XX, em diversos teatros de guerra, numa frente com milhares de quilómetros, com milhares de baixas, feridos e estropiados.

O país debateu-se contra tudo e contra todos, até sermos vencidos pelos ventos da História.

O dia 25 de Abril de 1974 marcará para sempre a História de Portugal.

Em poucas horas, um golpe militar pôs fim ao regime ditatorial que durante 48 anos dominara o país.

Um golpe que a euforia popular depressa transformou na Revolução dos Cravos. Tendo as flores tomado de assalto os tapa chamas das espingardas automáticas do exército português.

Foi a última revolução romântica do velho continente.

Os mortos desta revolução são às mãos da toda e omnipotente Policia Política do regime de então, a PIDE/DGS – 4 mortos e dezenas de feridos. Só às 09:30 horas do dia 26 de Abril de 1974, se obterá a rendição da António Maria Cardoso.

A revolução de Abril e a consequente descolonização pecaram por tardias.

Tardámos em acordar e em reagir…

A descolonização deveria ter sido efectuada em 1961, seria então a altura certa para negociar, sem mortos, sem sangue, sem guerra e sem feridas por sarar, que o tempo demora em apagar.

Haveria em África então lugar para todos e em paz. Salazar foi um homem de vistas curtas, que foi ultrapassado pelos ventos da Modernidade.

E ainda hoje pagamos por isso, o atraso do país, a falta de aposta na educação, na modernização e na sua industrialização.

Abril chegou tarde para um país que estava adormecido e tardou em acordar.

Os ideais de uma revolução, que posteriormente foram traídos por aqueles que de socialistas tem muito pouco e que de socialismo nada vêem, quando negam os cuidados essenciais de saúde e de educação, ao interior do país, quando era suposto estes serem para todos.

Recordam-se do lema do MFA «A Paz, a Habitação, o Pão, a Saúde e a Educação»?

Pois bem, estes ideais da revolução dos cravos foram traídos por aqueles em quem o povo duplamente confiou!

Texto Mário Nunes

quinta-feira, abril 24, 2008

Grândola Vila Morena, José Afonso

"Era uma vez um país cinzento onde nada acontecia... Ou melhor, as coisas e as pessoas aconteciam e nasciam, mas logo que acabavam de acontecer e de nascer, a cor era-lhes retirada, tudo passava a ser cinzento como nos noticiários da televisão da época. Até que um dia..."


Grândola vila morena
Terra da fraternidade
O povo é quem mais ordena
Dentro de ti ó cidade



Dentro de ti ó cidade
O povo é quem mais ordena
Terra da fraternidade
Grândola vila morena


Em cada esquina um amigo
Em cada rosto igualdade
Grândola vila morena
Terra da fraternidade



Terra da fraternidade
Grândola vila morena
Em cada rosto igualdade
O povo é quem mais ordena




À sombra de uma azinheira
Que já não sabia a idade
Jurei ter por companheira
Grândola a tua vontade


Grândola a tua vontade
Jurei ter por companheira
À sombra de uma azinheira
Que já não sabia a idade


«Grândola, Vila Morena é a canção composta e cantada por Zeca Afonso que foi escolhida pelo Movimento das Forças Armadas (MFA) para ser a segunda senha de sinalização da Revolução dos Cravos. A canção refere-se à fraternidade entre as pessoas de Grândola, no Alentejo, e teria sido banida pelo regime Salazarista como uma música associada ao Comunismo. Às 00h20m do dia 25 de Abril de 1974, a canção era transmitida numa rádio nacional, como sinal para confirmar as operações da Revolução. Por esse motivo, a ela ficou associada, bem como ao início da Democracia em Portugal.

A canção foi incluída no álbum "Cantigas do Maio", editado em Dezembro de 1971, disco que conta com os arranjos e direcção musical de José Mário Branco. "Grândola, Vila Morena" é a quinta faixa do álbum, gravado em Herouville, França entre 11 de Outubro e 4 de Novembro de 1971.

O Zeca estreou a canção em Santiago de Compostela (capital da Galiza) em 10 de Maio de 1972.

No dia 29 de Março de 1974, Grandola, Vila Morena foi cantada no encerramento de um espectáculo no Coliseu de Lisboa. Na assistência estavam militares do MFA, que viriam a escolher a canção como uma das senhas para o arranque da Revolução dos Cravos. Curiosamente, para esse espectáculo a censura do regime fascista havia proibido a interpretação de várias canções do Zeca, entre as quais "Venham Mais Cinco", "Menina dos Olhos Tristes", "A Morte Saiu à Rua" e "Gastão Era Perfeito".

Às 00:20 da madrugada do dia 25 de Abril de 1974, a "Grândola, Vila Morena" foi tocada no programa Limite da Rádio Renascença. Era a segunda senha que confirmava o bom andamento das operações e despoletava o avanço das forças organizadas pelo MFA. A primeira senha, tocada cerca de hora e meia hora antes, às 22:55 do dia 24 de Abril, foi a música "E depois do adeus", cantada por Paulo de Carvalho.»

in Wikipedia


E Depois do Adeus, Paulo de Carvalho (2ª Via)

E Depois do Adeus

Quis saber quem sou
O que fa
ço aqui
Quem me abandonou
De quem me esqueci
Perguntei por mim
Quis saber de n
ós
Mas o mar
N
ão me traz
Tua voz.

Em sil
êncio, amor
Em tristeza e fim
Eu te sinto, em flor
Eu
te sofro, em mim
Eu
te lembro, assim
Partir
é morrer
Como amar
E ganhar
E perder

Tu vieste em flor
Eu
te desfolhei
Tu te deste em amor
Eu
nada te dei
Em teu corpo, amor
Eu adormeci
Morri nele
E ao morrer
Renasci

E depois do amor
E depois de n
ós
O dizer adeus
O ficarmos s
ós
Teu lugar a mais
Tua aus
ência em mim
Tua
paz
Que perdi
Minha dor que aprendi
De novo vieste em flor
Te
desfolhei...

E depois do amor
E depois de n
ós
O adeus
O ficarmos s
ós





E depois do Adeus foi a canção que serviu de senha de início da revolução de 25 de Abril de 1974. Com letra de José Niza e música de José Calvário a canção foi escrita para ser interpretada por Paulo de Carvalho na 12ª edição do Festival RTP da Canção, do qual tinha saído vencedora pouco tempo antes.

Com a transmissão de E depois do adeus, pelo Emissores Associados de Lisboa às 22h55m do dia 24 de Abril de 1974, era dada a ordem de partida para a saída dos quartéis.




A Barca de Caronte


A barca da morte carregada de armas e munições aproxima-se do Zimbabwe, enviada pelo Governo Chinês, o mesmo que em nome da paz e da fraternidade organizam os Jogos de 2008 e patrocinam intra e além muros, a repressão, a tortura e o medo.

Após uma contagem e outra recontagem dos votos, Mugabe sonha perpetuar-se no poder, nem que seja para reinar sobre os mortos!

Advinha-se mais um genocídio em África, com a benção da comunidade internacional.

Moçambique e a África do Sul recusaram a aportagem, a tal sinistra embarcação, agora, esta prossegue rumo a Angola, onde, os chineses esperam descarregar, a carga letal com destino ao Zimbabwe.


Texto – Mário Nunes


Terra Amada


Porque só há uma Terra, vamos destrui-la?
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