quinta-feira, novembro 26, 2009

Charles Hapgood e a Teoria do Deslocamento da Crusta Terrestre



Após ter visto com agrado, o filme 2012 de Roland Emmerich, que a partir duma teoria do deslocamento da crusta terrestre (da autoria de Hapgood) montou um gigantesco espectáculo pirotécnico.

A teoria do deslocamento da crusta terrestre pressupõe que toda a crosta da Terra pode mudar como se fosse um pedaço de pele, similar a uma laranja.

O estudo das carcaças de mamutes e de rinocerontes encontrados nas regiões do norte da Sibéria e do Canadá revelam que os alimentos encontrados nos seus estomagos são provenientes de climas quentes, onde pastavam pouco antes de suas mortes.

Contudo estes animais foram encontrados em terras geladas, onde se encontravam congelados.

Milhares de animais foram encontrados congelados num breve momento de tempo geológico.

Sugeriu-se que há cerca de 12.000 anos atrás, houve um deslocamento da crosta terrestre. Alias já em 10.000 A.C. Roland Emmerich tinha feito uma breve incursão neste tema. O que terá sido a Terra há 12.000 anos atrás?

Sabe-se muito pouco sobre este tema. Curioso…

O invólucro exterior de toda a terra moveu-se cerca de 2.000 quilómetros.

Quando, a crosta da Terra mudou toda a Antártida foi consubstanciada pela zona polar. Ao mesmo tempo, parte do continente norte-americano ficou coberto pelo Círculo Polar Ártico.


Isto é baseado na teoria da Deriva Continental - os continentes da terra foram se afastando lentamente ao longo de milhões de anos. Isso é possível porque a crosta da Terra flutua sobre uma camada semi-líquida.


A teoria do deslocamento dos pólos é uma hipótese baseada em evidências geológicas de que o pólo físico norte e do pólo sul da Terra nem sempre estiveram presentes no mesmo local, o eixo de rotação havia mudado.

Um dos primeiros defensores de uma teoria popular que consubstancia a mudança dos pólos foi Charles Hapgood.


Charles H. Hapgood, (1904-1982) foi um académico norte-americano, e um dos defensores conhecidos da teoria do deslocamento polar. Hapgood recebeu um diploma de mestre pela Universidade de Harvard em 1932 em história medieval e moderna. Durante a II Guerra Mundial, Hapgood trabalhou para o COI, que se tornou mais tarde no Escritório de Serviços Estratégicos (OSS) e posteriormente na Agência Central de Inteligência (CIA), em seguida, para a Cruz Vermelha, e, finalmente, serviu como oficial de ligação entre a Casa Branca e o Gabinete do Secretário da Guerra.


Após, a II Guerra Mundial, Hapgood ensinava história no Springfield College, em New Hampshire.

Um de seus alunos questionou-o sobre o continente perdido de Mu.

Isso levou-o a um projecto de classe para investigar a Atlântida e as formas possíveis de mudanças na Terra, que poderiam ocorrer.


Em 1958, Hapgood publicou o seu primeiro livro, deslocando a crosta terrestre, em colaboração com James H. Campbell, um matemático e engenheiro, com um prefácio escrito por Albert Einstein, pouco antes da sua morte.

Nas regiões polares, há uma deposição contínua de gelo, o que não é simetricamente distribuída sobre os pólos. Os actos de rotação da Terra sobre essas massas assimetricamente depositado [de gelo], e produz movimento centrífugo, que é transmitida para a crosta rígida da Terra. Segundo este estudo a dinâmica constante aumento centrífuga produzida desta forma, quando se chegou a um ponto certo, produzem um movimento da crosta terrestre sobre o resto do corpo da Terra, e isso vai deslocar as regiões polares para o equador.


Hapgood dedicou ainda dois livros sucessivos, à teoria do Deslocamento da Custa Terrestre: «Maps of the Ancient Sea Kings» (1966) e O Caminho do Pólo (1970), Hapgood propôs a teoria radical que o eixo da Terra mudou diversas vezes durante a história geológica.

A crosta da Terra tinha sofrido deslocamentos repetidos e que os conceitos geológicos da deriva continental, podem ter que ser revistos.

Segundo Charles Hapgood, o deslocamento da crosta terrestre foi possibilitado por uma camada de rocha líquida situada cerca de 100 quilómetros abaixo da superfície do planeta.


A mudança de pólos, provocou o deslocamento da crosta terrestre em todo o interior do manto, resultando em rochas da crosta terrestre está sendo exposta a campos magnéticos de uma direcção diferente. Hapgood criou esta teoria, documentando três deslocamentos da crosta terrestre nos últimos 100.000 anos. Ele acreditava que essa mudança cataclísmica é causada por gelo, provocando o desequilíbrio nas calotes polares. Gelo que se acumula nos pólos chegando a formar mais de dois quilómetros de espessura. Contudo esse gelo está-se a derreter devido ao aquecimento global e segundo alguns cientistas passamos o ponto de não retorno.


Hapgood reviu partes fundamentais de seu pensamento, porque seus cálculos o convenceram de que a massa de gelo na Antárctida não poderia desestabilizar a rotação da Terra. No Caminho do Pólo, ele escreveu:

Polar errante é baseado na ideia de que a camada externa da Terra sobre mudanças ao longo do tempo, movendo-se em direcção a alguns continentes e de outros continentes longe dos pólos. A Deriva continental é baseada na ideia de que os continentes se movem individualmente.

Hapgood passa a citar duas áreas onde se encontra grande parte de seu depoimento, em dados provenientes de estudos de geo-magnetismo e datação por carbono 14. Embora ele argumentou que tais rupturas globais aconteceram no passado várias vezes. Hapgood rejeitou a ideia de que essas perturbações, poderia acontecer rapidamente.

Baseada principalmente em que os dados técnicos, ele argumentou que cada mudança demorou cerca de cinco mil anos, seguido por 20 a 30 mil anos de períodos sem movimentos polares. A presença de uma camada verdadeiramente líquida entre o núcleo e a crosta permitiria tal derrapagem, moderada pelas forças de inércia.

Hapgood especulou que a massa de gelo em um ou ambos os pólos mais que desestabiliza-se acumula saldo de rotação na Terra, causando a derrapagem de todos ou grande parte da crosta terrestre, em torno do núcleo da Terra, que mantém a sua orientação axial.

Isso acontece tanto lentamente (versão conservadora) ou rapidamente (versão radical). Os resultados da mudança que ocorre a cada 12.000 a 20.000 anos ou mais resulta em mudanças climáticas dramáticas para a maior parte da superfície da Terra, como as áreas que foram formalmente equatorial e temperadas e áreas que foram temperadas, tornam-se mais equatoriais ou mais árcticas.

Baseando-se na teoria de Hapgood a canadiana, Rand Flem-Ath, publicou os resultados de um trabalho de investigação em 1995 no livro When the Sky Fell.
Rand Flem-Ath e Graham Hancock escrevem que uma civilização desconhecida avançada existia na Antárctida e foi destruída por uma mudança catastrófica na crosta terrestre.

Que dizer da civilização da Atlântida baseada numa interpretação muito liberal, solta, e especulativa do mito da Atlântida, como foi dito por Platão ou do Dilúvio da Bíblia? Ou ainda das tábuas sumérias encontradas em vários países da Mesopotâmia?

Há quem diga que os restos desta avançada civilização tecnológica estão enterrados sob os gelos da Antárctida. Provavelmente a História que nos contaram nos bancos de escola, nada tem a ver com a História verdadeira, descrita por Robert Charroux, no seu livro a «História Desconhecida dos Homens desde há 100.000 anos», editado pela Bertrand e perdido no Índex dos livros esquecidos.









Outras teorias pressupõem que:

• Um asteróide de alta velocidade ou cometa que atinja a Terra em tal ângulo força a que a litosfera se move independente do manto;

• Será que as alterações magnéticas celestes ou terrenas provocam o deslocamento da crusta terrestre? Em breve o saberemos…

E que dizer de um objecto incomum celeste passar perto o suficiente para a Terra temporariamente parar e reorientar o campo magnético, "arrastando" a litosfera sobre um novo eixo de rotação? Eventualmente, o campo magnético do sol determina o da Terra, após a intrusão de objecto celeste retorna para um local que não pode influenciar a Terra.

Essas teorias não são actualmente aceites pela comunidade científica, mas o debate está em curso.

O Professor Charles Hapgood criou esta teoria documentando três deslocamentos da crusta terrestre nos últimos 100.000 anos.

Alguns pesquisadores acreditam que eles acontecem a cada 41.000 anos e que o último aconteceu há 11.500 anos atrás.



Este post nasceu após o visionamento do filme 2012, filme esse, que ajusta contas com os maçons deste mundo, exemplos: a queda do obelisco de Washington e a queda do porta aviões, símbolo da super potência americana sobre uma Casa Branca impotente face às forças da mãe natureza.

Que dizer dos ricos e poderosos deste mundo embarcando nas arcas, deixando para trás biliões de pessoas ao encontro da morte e do desconhecido. O que dizer do pormenor da Rainha Isabel II embarcando os seus dois cãezinhos?

O futuro é uma incógnita, nem sempre é radioso. O meu filho de doze anos saiu-se com esta após o filme: «Oh pai, o futuro pode não ser radioso, mas não quer dizer que seja um desastre…»

Contudo, o que levaria a toda poderosa Sony, a arriscar muito neste filme?


segunda-feira, novembro 23, 2009

Carta do CERN: Os protões já circulam de novo no LHC!


«O LHC (Grande Colisionador de Hadrões, ou Large Hadron Collider na sigla inglesa) encerrou há cerca de um ano atrás, após um acidente no sistema de arrefecimento que destruiu alguns ímanes supercondutores (ver Ciência Hoje de 17 de Outubro de 2008). Finalmente, depois de longos trabalhos de reparação e sistemas de segurança adicionais serem instalados, o grande acelerador do CERN está de novo pronto a funcionar. Os testes de "injecção" de novos feixes de protões começaram com sucesso durante a semana passada. Algumas experiências dispostas ao longo dos 27 quilómetros deste gigantesco acelerador de partículas conseguiram já detectar a passagem dos feixes.

Este é o primeiro passo de um longo caminho para estudar o funcionamento da Natureza em condições extremas de energia e nas dimensões mais diminutas já alguma vez observadas. Os físicos envolvidos no projecto contam poder detectar a existência de novas partículas, como o bosão de Higgs, que se pensa ser um indício do mecanismo que confere massa às partículas fundamentais. Muitos contam descobrir indícios que confirmem novas teorias, como a supersimetria, ou mesmo a existência de novas dimensões do espaço.

Segundo o mais recente plano, feixes de protões com baixa energia e intensidade farão uma volta completa do acelerador amanhã, sexta-feira 20 de Novembro, ao fim do dia. Será o recomeço do processo interrompido no ano passado. As primeiras colisões de protões, ainda a baixa energia, deverão acontecer cerca de duas semanas depois. A baixa energia dos feixes é cerca de metade da energia do mais próximo concorrente do LHC, o Tevatron, um acelerador situado perto de Chicago. As primeiras colisões de alta energia acontecerão em Janeiro ou Fevereiro de 2010.

O ano que passou foi marcado por alguns incidentes curiosos, preocupantes ou mesmo divertidos. Desde uma fuga de Hélio que manteve os técnicos ocupados durante semanas, até à descoberta de que um homem suspeito de ter ligações ao Al Qaeda trabalhava num instituto com ligações ao CERN. O mais recente incidente foi uma quebra de corrente no acelerador, que causou sensação por ter sido provocada por uma baguette que um pássaro deixou numa subestação eléctrica.



Na verdade não se sabe o que causou a quebra de corrente. A fonte de toda a comoção foram algumas penas de pássaro e bocados de pão encontrados no local. Mas não houve quaisquer atrasos ou qualquer acidente sério. O caso mais surpreendente foi talvez a publicação de um artigo sobre a possibilidade de uma causalidade inversa (o futuro influenciar o presente) ser responsável por alguma má sorte do LHC. O futuro o dirá, mas tenho dúvidas!»

Por Ricardo Gonçalo, Royal Holloway University of London, CERN

Fonte: Ciência Hoje



Alguns links interessantes:



Feixes a circular até meio do LHC:


http://public.web.cern.ch/public/features-archive/ (ver 9/11/2009)


Pássaros e bocados de pão...:


http://www.guardian.co.uk/science/2009/nov/06/cern-big-bang-goes-phut
http://cdsweb.cern.ch/journal/CERNBulletin/2009/47/News~Articles/1221806?ln=en

Artigo no New York Times sobre má sorte no LHC e o artigo original de Artigo de Holger Nielsen e Masao Ninomyia:



http://www.nytimes.com/2009/10/13/science/space/13lhc.html?_r=3&pagewanted=all
http://arxiv.org/pdf/0910.0359v3

A gaiola da morte


Ele há gostos para tudo, a última moda na Austrália é mergulhar no meio dos Crocodilos de Água Salgada, no Crocosaurus Cove, na Cidade de Darwin, no Território do Norte, (evidentemente que protegidos por a devida protecção os turistas desafiam o perigo), mas nunca fiando, porque estes bichinhos tem cerca de 7 metros de cumprimento e uma bocarra impressionante, que num instante podem fazer em fanicos as protecções mais pintadas.


Depois dos mergulhos com tubarões, seguem-se os mergulhos com crocodilos… na gaiola da morte!



É necessário doses extras de Adrenalina.


Se a moda pega, não faltarão excursões até aos antípodas, para experimentar as novas sensações deste Desporto Radical.


Aí você é daqueles que pensa que é tanga, então veja o vídeo:


http://www.crocosauruscove.com/cage.htm


Ah, já me esquecia as magníficas fotos são da Reuters (enviadas por AB).



domingo, novembro 22, 2009

ONU diz que conter a população ajudaria no combate às alterações climáticas


Conter a população mundial pode ser tão eficaz no combate às alterações climáticas como construir milhões de aerogeradores para a produção de electricidade a partir do vento, defende o Fundo das Nações Unidas para a População.

“Reduzir o aumento da população ajudaria a aumentar a resiliência da sociedade às alterações climáticas e a reduzir as emissões de gases com efeito de estufa no futuro”, diz a organização, num comunicado sobre o relatório Estado da População Mundial 2009, hoje divulgado.

O relatório aborda especificamente as relações entre a população e as alterações climáticas, com ênfase particular sobre as mulheres. “É verdadeiramente a primeira vez que uma agência das Nações Unidas se debruça sobre os laços entre população e mudança climática”, disse à agência noticiosa AFP Bob Engelman, um dos autores do estudo e vice-presidente do Worldwatch Institute, organização não governamental com sede em Washington.


O documento sustenta que se a população crescer até oito mil milhões de pessoas até 2050 – e não nove mil milhões, que é a projecção média das Nações Unidas – seriam evitadas emissões de gases com efeito de esfufa equivalentes a um a dois mil milhões de toneladas de dióxido de carbono. O mesmo efeito poderia ser conseguido, por exemplo, se fossem instalados dois milhões de aerogeradores com um megawatt de potência – o que equivale a multiplicar por 17 a capacidade mundial actualmente instalada em energia eólica.

O relatório chama a atenção para os movimentos migratórios que as alterações climáticas podem provocar, à medida que populações vulneráveis deixem zonas inundáveis, áridas ou inóspitas. Cerca de 200 milhões de pessoas poderão passar à condição de refugiados climáticos até 2050.


As mulheres estão também no centro da análise do Fundo das Nações Unidas para a População. “As mulheres, em particular nos países mais pobres, serão afectadas de forma diferente dos homens”, diz a organização. O relatório considera que as mulheres asseguram 60 a 80 por cento da produção de alimentos nos países em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, tendem a ter a família e a habitação ao seu cargo, o que limita a sua mobilidade, tornando-as mais vulneráveis a extremos climáticos.

“A conexão próxima entre género, produção alimentar e alterações climáticas merece muito mais atenção do que a que actualmente recebe”, diz o fundo da ONU.


Os acordos internacionais sobre o clima teriam melhor hipótese de resultar se tivessem em conta “a dinâmica da população, as relações entre os sexos e o bem-estar das mulheres", diz o trabalho, publicado 20 dias antes da cimeira sobre o clima que as Nações Unidas realizam em Copenhaga.


O relatório recorda que a transição para uma curva demográfica mais branda depende da promoção da igualdade de géneros e de maior acesso das mulheres à educação e saúde reprodutiva.

Fonte: Público, AB

quinta-feira, novembro 19, 2009

Gripe mortal prolifera na Ucrânia

Absolutamente espectacular esta matéria sobre a Gripe A na Ucrânia, publicada no blogue A Conspiração, parece que o vírus H1n1 já sofreu mutações, que poderão ser fatais para a população humana.

A Hungria também está vigilante e está prestes a declarar epidemia!

Este vírus não para de passar fronteiras, contudo outro tipo de atitudes impõem-se aos governos europeus, se querem realmente travar o vírus H1n1, o controle apertado de pessoas e bens nas fronteiras impõem-se, bem como a desinfecção dos meios de transporte, à semelhança do que, a República Popular da China efectuou num passado recente, com sucesso, face a ameaças como a Gripe Aviaria (H5n1) e a Pneumonia Atípica (SARS).


http://revelatti.blogspot.com/2009/11/gripe-mortal-se-espalha-por-toda_19.html



Última hora... Gripe A: Terceiro feto morto em grávida vacinada


Deu ontem entrada no Hospital de Santo André, em Leiria, mais uma grávida com um feto morto e que tinha sido vacina contra a gripe A (H1N1). É o terceiro caso em poucos dias, mas as autoridades não confirmaram até agora nenhuma relação causa-efeito entre a morte dos fetos e a inoculação.

Urge parar esta pouca vergonha!
As autoridades tem que agir!
Não vamos ficar de braços cruzados a assistir à morte de inocentes...

Fonte: http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1424242


A frase

“"Portugal está a caminho de se transformar numa república em que as bananas crescem num lodaçal (...) Mas é muitíssimo bem feito. Elegeram essa gente? Pois têm o que merecem… Assoem-se lá a esse guardanapo. Besuntem-se com o resultado. Amanhã ainda vai ser pior..."

Vasco Graça Moura, "Diário de Notícias", 18-11-2009

O síndroma de Guillain-Barré e a Gripe A


Um aviso de que a nova vacina da gripe suína está relacionada com uma doença do sistema nervoso mortal foi enviado pelo governo britânico para todos os neurologistas do Reino Unido numa carta confidencial.

A carta da Health Protection Agency (agência de saúde britânica), órgão oficial que fiscaliza a saúde pública, chegou ao conhecimento do The Mail on Sunday, levando à ira inúmeras pessoas que querem saber porque motivo esta informação não foi tornada pública antes da vacinação de milhões de pessoas, incluindo crianças.


Dizem os neurologistas que eles devem estar alertas para um aumento de um distúrbio mental chamado Síndrome de Guillain-Barré (SGB), que poderiam ser provocados pela vacina.


A SGB ataca o revestimento dos nervos, causando paralisia e incapacidade de respirar, e pode ser fatal.


A carta, enviada a cerca de 600 neurologistas, em 29 de Julho de 2009, é o primeiro sinal de que não há preocupação com dos níveis mais elevados de que a própria vacina pode causar sérias complicações.


Refere-se à utilização de uma vacina semelhante a gripe suína nos Estados Unidos em 1976, quando:


* Mais pessoas morreram por causa da vacinação que da gripe suína.
* 500 casos de SGB foram detectados.

* A vacina pode ter aumentado o risco de contrair GBS por oito vezes.

* A vacina foi retirada depois de apenas dez semanas quando a ligação com o GBS ficou claro.

* O Governo dos E.U.A foi obrigado a pagar milhões de dólares para os atingidos.
* Preocupações já foram levantadas que a nova vacina não foi suficientemente testada e que os efeitos, especialmente sobre as crianças, são desconhecidos.

Ela está sendo desenvolvida pelas empresas farmacêuticas e será dada a cerca de 13 milhões de pessoas durante a primeira onda de vacinação, prevista para começar em Outubro.


A prioridade será dada a todos com idades entre seis meses a 65 anos com um problema de saúde subjacente, mulheres grávidas e profissionais de saúde.

The British Neurological Surveillance Unit (BNSU), parte da Associação Britânica de neurologistas, foi convidada a acompanhar de perto todos os casos de GBS, onde a vacina é administrada.


Um conhecido neurologista britânico declarou numa entrevista à televisão britânica que: "Eu não tomaria a vacina da gripe por causa do risco GBS."
Há preocupações de que poderia haver uma repetição do que ficou conhecido como o desastre '1976 ' nos E.U.A, quando uma vacina contra a gripe suína matou 25 pessoas - mais do que o próprio vírus.


Sobre o Sindroma de Guillain Barré li que:

O síndroma de Guillain-Barré ou polirradiculoneurite aguda é uma doença rara na qual os nervos periféricos se deterioram. Estes nervos enviam mensagens do cérebro para os músculos, instruindo-os a se moverem, e também levam sensações como a dor, prazer, gosto, etc., para o cérebro. O dano de um nervo causa frequentemente fraqueza muscular (muitas vezes chegando a causar paralisia total), e pode causar anormalidades de sensação, inclusive dor, formigueiro, sensação de “comichão na pele”, ou até desequilíbrio. É também caracterizada por uma inflamação aguda com perda da mielina (membrana de lípidos e proteínas que envolve os nervos e facilita a transmissão do estímulo nervoso) dos nervos periféricos e às vezes de raízes nervosas proximais e de nervos cranianos (nervos que emergem de uma parte do cérebro chamada tronco cerebral e suprem às funções específicas da cabeça, região do pescoço e vísceras).

O síndroma de Guillain Barré tem carácter auto-imune. O indivíduo produz anticorpos contra a sua própria mielina. Então os nervos acometidos não podem transmitir os sinais que vêm do sistema nervoso central com eficiência, levando a uma perda da habilidade dos grupos musculares responderem aos comandos cerebrais. O cérebro também recebe menos sinais sensitivos do corpo, resultando em inabilidade para sentir o contacto com a pele, dor ou calor.

Em muitas pessoas o início da doença é precedido por infecção de vias respiratórias altas, de gastroenterite aguda e num pequeno número de casos por vacinação especialmente contra gripe e em raras ocasiões contra a hepatite B e contra o tétano. Antecedentes de infecções agudas por uma série de vírus tais como, Epstein Bar, citomegalovirus, HTLV, HIV, e diversos vírus respiratórios têm sido descritos.

Normalmente é caracterizada por:

Dor nos membros inferiores seguida por fraqueza muscular progressiva de distribuição geralmente simétrica e distal que evolui para diminuição ou perda dos movimentos de maneira ascendente com flacidez dos músculos.

A perda dos reflexos profundos de início distal, bilateral e simétrico a partir das primeiras horas ou primeiros dias

Os sintomas sensitivos mais comuns são: dor neurogênica, sensação de queimadura e formigueiro distal

Pode haver alteração da deglutição devido a acometimento dos nervos cranianos XI, X e IX (relacionados com a deglutição), e paralisia facial por acometimento do VII par craniano (que inerva os músculos da face); a paralisia facial pode ser bilateral

Alteração dos movimentos dos olhos decorrente de acometimento do III, IV e VI nervos cranianos e ataxia cerebral (deficit de equilíbrio e a não coordenação) associada a ptose palpebral (pálpebra caída) e perda dos reflexos sobretudo na variante Miller-Fisher

Comprometimento dos centros respiratórios com risco de parada respiratória, o que constitui a Síndrome de Guillain-Barré

Sinais de disfunção do Sistema Nervoso Periférico traduzidos por variações da pressão arterial (pressão alta ou pressão baixa), aumento da frequência ou arritmia cardíaca, transpiração, e, em alguns casos, alterações do controle da vesícula e intestinal

Assimetria importante da fraqueza muscular ou da perda de movimento, distúrbios graves de sensibilidade e disfunção da vesícula ou intestinal persistentes induzem questionamentos embora não excluam o diagnóstico.

Embora o síndroma de Guillain-Barré seja uma desordem terrível, o prognóstico a longo prazo é geralmente bom. A maioria dos pacientes tem recuperação completa quando acompanhados por profissionais de excelência, embora possa levar meses, ou até mesmo anos, para recuperar a força e o movimento anteriores à doença. Aproximadamente 30 por cento dos pacientes ainda permanecem com um pouco de fraqueza até três anos após a melhora da doença. Só aproximadamente 3 por cento de pacientes têm um retorno da fraqueza e do formigueiro anos depois. Uma percentagem muito pequena de pacientes, aproximadamente 3 a 5 por cento, morre, quase sempre porque eles desenvolvem uma paralisia da respiração antes de chegarem ao hospital.




É caso para dizer não morra do mal, morra da cura...

terça-feira, novembro 17, 2009

Estranhas Coincidências

Há dois dias atrás, em Portalegre infelizmente foi notícia:

Grávida de 34 semanas perde bebé três dias depois ter sido vacinada contra Gripe A

Fonte:
http://sol.sapo.pt/PaginaInicial/Sociedade/Interior.aspx?content_id=154129&dossier=Gripe%20A

Sucederam-se os desmentidos oficiais, que a morte não tinha nada a ver com a vacina contra a Gripe A.

Hoje, 48 horas depois, novamente a notícia:

Na CUF Descobertas, em Lisboa Gripe A: Morreu mais um feto de 34 semanas numa grávida recém-vacinada

«Uma grávida de 34 semanas que foi vacinada contra a gripe A na sexta-feira passada, dia 13, deu entrada no hospital CUF Descobertas na noite de ontem, segunda-feira, com o feto morto.»

Fonte: http://www.publico.clix.pt/Sociedade/gripe-a-morreu-mais-um-feto-de-34-semanas-numa-gravida-recemvacinada_1410246

Digam lá outra vez, que o feto foi vítima das circunstâncias, que não há outros casos documentados, por esse mundo fora.

Basta de mentiras!

Não nos atirem com mais areia para os olhos cambada de mentirosos, tenham vergonha!

É tempo das vítimas se unirem e irem para Tribunal pedir responsabilidades aos Governos e à toda poderosa Indústria Farmacêutica e exigirem uma indemnização pelos danos a que tem direito.

Basta!

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